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Para Amantes das Duas Rodas


Milão e Mantova (Itália), Paris (França), Manhattan (EUA), Pune (Índia), Xangai e Pequim (China), Singapura (Tailândia) e, desde o passado dia 10 de Dezembro, Lisboa! São estas as cidades onde o Grupo Piaggio conta com espaços Motoplex, um conceito inovador e futurista de comercialização de produtos relacionados com as duas rodas, nomeadamente inerentes às marcas que estão sobre a sua alçada à escala mundial.




Representante no nosso país como importador exclusivo do Grupo Piaggio, a C. Machado acaba de mostrar o resultado de um investimento de 800 000 euros, traduzido nesta primeira concept store que pretende enaltecer os produtos e serviços das marcas Piaggio, Vespa, Aprilia e Moto Guzzi. Ocupando uma área de 1.000 m2 na zona de Braço de Prata (Rua Fernando Palha nº 29C, Lisboa), a nova Officina Moto - Motoplex Lisboa é um espaço futurista e visionário, onde se convida o visitante a explorar e apreciar todo um mundo sobre duas rodas inerente àquelas marcas. 

Não se trata, assim e apenas, de uma loja ou concessionário de motos, como também não se vê uma simples garagem ou um espaço de exposição de materiais dedicados. Ai assiste-se a uma fantástica combinação de todos estes elementos num ambiente de design, num claro tributo às marcas, ao seu estilo, à evolução tecnológica e à enorme herança de cada uma. As áreas de exposição, de venda de acessórios exclusivos, de oficina e até a zona de café chill out – com direito a bebidas, snacks e wi-fi grátis – misturam-se num espaço com um cunho original e sensorial.




Para tal contribui a arquitectura simultaneamente cosmopolita e arrojada, num espaço em que se recorre a alguns materiais (quase) em bruto, integrados com pormenores de design estético. No Motoplex Lisboa vêem-se contentores, vigas de ferro e madeiras como parte de uma decoração minimalista mas plena de vida, contribuindo para a exposição de mais de 40 motos e acessórios, entre fatos, capacetes e um sem número de peças, algumas delas bem originais! 

Os produtos Aprilia e Moto Guzzi dividem-se por quatro áreas distintas do piso térreo – Aprilia Caponord, Aprilia Racing, Moto Guzzi California e Guzzi Garage – no que os responsáveis defendem ser “um autêntico paraíso para os amantes das duas rodas”. Destaca-se a garagem, “aberta e pensada para os apaixonados por mecânica, para que se possa apreciar em pleno o trabalho dos profissionais”. Já o piso superior é, em grande parte direccionado aos fãs das scooters, com conteúdos lifestyle, fruto dos produtos característicos da Piaggio e da Vespa, logos icónicos do grupo italiano.

Fotos: Grupo Piaggio / Motoplex


Acrescente-se que esta Officina Moto – Motoplex Lisboa é o quarto espaço do Grupo Piaggio em Portugal: Alcântara foi inaugurado em 2013, seguindo-se um ano depois o Porto e, já em 2015, outro em Aveiro. Sara Chen, Gerente da C. Machado, Lda., destaca que “este novo conceito de loja permite uma maior aproximação com os nossos clientes, sendo, para nós, muito importante auscultar o mercado, perceber quais são as suas necessidades e os seus anseios”. 

Quanto à nova Officina Moto – Motoplex Lisboa é, nas palavras de Miguel Vasconcelos, “um espaço concebido para revolucionar o ‘status quo’, sendo o local ideal para uma pausa relaxante.” Igualmente responsável pela direcção da Aprilia e Moto Guzzi em Portugal, acrescenta que se “pretende que se torne no novo ponto de encontro para os amantes de duas rodas,” deixando no ar o convite para uma visita. Assim sendo, do que é que está à espera?




Continuação de Boas Festas, com os habituais cumprimentos distribuídos irmãmente, e até breve! 

José Pinheiro 

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Officina Moto – Motoplex Lisboa


Representante no nosso país como importador exclusivo do Grupo Piaggio, a C. Machado acaba de mostrar o resultado de um investimento de 800 000 euros, traduzido na nova Officina Moto - Motoplex Lisboa. Trata-se de um espaço futurista e visionário em que se convida o visitante a explorar e apreciar todo um mundo de duas rodas inerente às marcas Piaggio, Vespa, Aprilia e Moto Guzzi.




Nasce, assim, em solo luso a primeira concept store em que se pretende enaltecer os produtos e serviços daquelas quatro marcas, distribuídas por 1.000 m2, num edifício de dois pisos na zona de Braço de Prata (Rua Fernando Palha nº 29C, Lisboa). 

Não se trata apenas de uma loja ou concessionário de motos, como também não se vê, quando se entra, uma simples garagem ou um espaço de exposição de materiais dedicados. Assiste-se, sim, a uma fantástica combinação de todos estes elementos num só local.

Poderá saber mais na próxima edição do Trendy Wheels onde o tema será explorado mais em pormenor, fruto de uma visita feita ao local.

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro



Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Stormtroopers das Estradas


É já no próximo dia 17 que tem lugar a estreia mundial do mais recente desenvolvimento da saga “Star Wars”, a multi-bilionária galinha-dos-ovos-de-ouro da LucasFilms que, num passado recente, passou para as mãos da Disney. Ambos irão, decerto, embolsar vários milhares de milhões de dólares, não só pela esperada receita de bilheteira de “O Despertar da Força” em si, como de todo o universo comercial, do que se possa imaginar e que tenha a imagem desta icónica filmologia de estrondoso sucesso mundial e que, a partir de agora, contará com sete capítulos.





E eis que, no meio de bonecada à mais diversa escala, sabres de luz, fatos mais ou menos completos dos heróis e dos vilões, deste e dos anteriores seis episódios, estruturas para montar, livros de conteúdo mais ou menos digital, jogos de consola, séries infantis e o que mais consiga imaginar, também existem coisas com… rodas, pois claro! 

Recordo o texto “Heróis Pelos Ares”, em que me referi ao novo Boeing 787 da All Nippon Airways, decorado com o popular robot R2-D2 na fuselagem que, coincidindo com a estreia desta nova aventura no circuito comercial, começará a colocar nos ares do planeta o dito aparelho. Mas não é só essa a variante dotada de jantes e pneus – elementos supérfluos que as fantásticas naves espaciais dos diferentes filmes dispensam – que surgiu no mercado. 

Aproveitando a sua associação ao franchise norte-americano, a FCA - Fiat Chrysler Automotive apresentou muito recentemente um Fiat 500 com visual Stormtrooper. Pintado a preto e branco, o carro parece envergar a armadura de um soldado do Exercito Imperial, nomeadamente na sua parte superior, que se parece com um capacete, num trabalho especial da Garage Italia Customs para o stand do grupo italo-americano no Salão de Los Angeles.




Cores que, depois, invadem o interior personalizado e que dão toda uma nova farpela ao híper-popular e pequenino 500. Decerto não fará suspirar a legião feminina de seguidoras que o modelo tradicional abarca, a não ser que no seu interior venha um dos actores que lhes dão vida no ecrã. Já entre os rapazes, se não for para show-off, só se pensarem em integrar as fileiras do Império Galáctico, algo só possível pelos castings para as próximas duas sequelas, de que já se fala nos meandros. Este exemplar será usado em eventos promocionais, findo os quais deverá ficar para um colecionador ou então para um dos mais loucos fãs da série, daqueles que levam tudo para casa! 

Sem sequer ter pensado no assunto, a não ser numa vertente de marketing, já a Ford, marca que tem uma vasta ligação ao mundo do cinema, conta no seu actual catálogo com uma viatura que, na minha opinião, parece-se ainda mais com um Stormtrooper: a nova Transit Connect. Sempre que esse comercial de cor branca, ou a variante de passageiros Tourneo Connect, se cruzam comigo nas estradas ou me enchem os retrovisores, fazem-me lembrar um desses guerreiros intergalácticos. Será que é só comigo, dado o meu (controlado) fanatismo por esta saga? Talvez…!


Feito este parêntesis, sugiro uma sessão de cinema com a família ou entre amigos para ver este Episódio VII: “Star Wars - O Despertar da Força”. Se estiver perdido no tema, ou quiser relembrar os capítulos anteriores, sugiro que reserve umas quantas noites para esse repasso. As mais diversas lojas têm, por esta altura, packs com os seis flmes, como a FNAC, a Worten ou a Wook, entre outras plataformas de compras.

Fotos: Fiat, Ford e Star Wars (oficiais)



Não se esqueça que, numa acção inédita para a altura, o primeiro filme a surgir nos ecrãs foi o Episódio IV, sob o título de “Guerra das Estrelas - Uma Nova Esperança”, estreado no nosso país a 6 de Dezembro de 1977, ou seja, já há uns longos 38 anos! Seguiram-se, em 1980 e 1983, os Episódio V e VI: “O Império Contra-Ataca” e “O Regresso de Jedi” e só depois se produziram os Episódios I, II e III: “A Ameaça Fantasma” (1999), “O Ataque dos Clones” (2002) e “A Vingança dos Sith” (2005). Também pode fazê-lo numa única sessão contínua mas, para isso, pense numas boas 14 a 15 horas e uns quantos reforços de comida & bebida, pois a intensa acção e o argumento híper-detalhado de todos eles não dará grande margem para se perder cinco minutos que sejam! 

Veja o trailer aqui e “Que a Força esteja consigo!”



Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

E Para os Mais Pequeninos…


Depois das extravagâncias de há uma semana, com as praticamente inatingíveis prendas para os adultos, vou descer à terra e passar para a componente diametralmente oposta. Corto nos preços e, na maioria dos casos, também no número de rodas. Pretendo, aqui, ter uma vertente mais pedagógica, alternativa à loucura actual das armas coloridas que disparam dardos – papás, mamãs, tios e afins, já chega a triste presente realidade!!! – e longe dos sofás, que algemam os miúdos ao interior de uma casa, de comandos colados às mãos e olhos pregados nos ecrãs das diferentes plataformas. Assim sendo, ‘bora prá rua, ajudá-los a aprender a andar de bicicleta!

Fotos: Velocitcafe

Neste domínio das duas rodas e para um público mais miniatura, começo por lhe apresentar as KiddiMoto, feitas em madeira e sem pedais, perfeitas para se aprender a ganhar equilíbrio, independência, coordenação motora e, em última instância, a andar de bicicleta. Os preços variam dos 90 euros da Kurve, uma proposta mais simples, até os 196 euros da Scooter. Pelo meio, com ar motorcross, há a Scrambler por 140 euros, tudo para o grupo dos 2 aos 6 anos. Já com o quadro em aço e para crianças a partir dos 18 meses há a Super Júnior, nas variantes simples e Max (70 e 110 euros). “Made in UK”, a sua comercialização entre nós é feita pela Velocitecafe, numa ofertas que inclui acessórios, como luvas e capacetes de protecção, nos mesmos padrões das bicicletas.

Fotos: ProbikeShop

No catálogo da ProbikeShop o leque de preços é maior – dos 63 aos 223 euros – destacando-se, aqui, a curiosidade do triciclo em madeira LIKEaTRIKE, evolução em três rodas das LIKEaBIKE de duas, ou mesmo o Spherovelo, considerado como uma pequena revolução no desenvolvimento físico dos mais pequenos.

Fotos: Eurekakids

Bem mais diversificado é o catálogo da EurekaKids com conjuntos para diferentes idades e com preços mais em conta, dos 30 aos 90 euros, marginalmente abaixo das quantas propostas da Decathlon, de 40 a 110 euros. Aqui e apesar de mais caras, destaco as “bicicletas evolutivas”, que permitem à criança andar sem pedais numa fase inicial e, mais tarde, ver esse acessório montado em duas alturas de perna diferentes, consoante a sua evolução e antes da passagem para montadas maiores.

Fotos: Decathlon



Na ToysRUs, a oferta não é muita mas existe, como poderá ver clicando no respectivo link. No grupo dos grandes supermercados e dependendo do tamanho das lojas, Continente, Jumbo, Pingo Doce e outros que tais também têm exemplares de duas rodas, numa oferta maioritariamente mais comum, leia-se, a pedais! 

Porque ainda não o fiz convenientemente, resta-me desejar a todas/os Boas Festas, claro que na companhia dos vossos familiares e amigos, mas também na minha! Isto porque apesar da época, por aqui me mantenho para que possam ler o Trendy Wheels a cada 4ª Feira. 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro

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Diamantes vs Champanhe


É Natal – praticamente – pelo que já há andará às voltas com as compras, os preparativos para a Noite da Consoada, os presentes, no denominado espírito natalino! Sem querer tirar-lhe muito tempo desses afazeres, trago-lhe hoje “simples” sugestões do que poderá por (ou querer) no sapatinho, assim lhe tenha saído o grosso do multimilionário EuroMilhões especial que a Santa Casa da Misericórdia andou a apregoar ao longo das últimas semanas.


Começo por uma luxuosa associação das quatro rodas ao champanhe, através de um Aston Martin Milano Rapide S Dom Perignon Deuxieme Plenitude, uma sugestão do importador italiano da marca britânica de automóveis de luxo e da famosa marca francesa produzido pela Moët et Chandon. Para além da excelência das características de base do Aston Martin, naquele que é uma das actuais obras-primas da indústria automóvel, há um elemento diferenciador na sua bagageira, uma mala de acabamento premium que integra três garrafas de Don Perignon P2 1998, flutes de champanhe, mais uns quantos utensílios. Quanto a preços, não descobri o valor do conjunto, mas separadamente a secção de quatro rodas custa 270.000 euros, enquanto o néctar fica por 370 euros a garrafa.

Fotos: Aston Matin Italia
Outra proposta mesmo à sua medida é o Lykan Hypersport, um quase estratosférico superdesportivo da W Motors, construtor baseado no Dubai, um dos sete hiper-ricos estados dos Emiratos Árabes Unidos. Tem faróis com 420 diamantes de 15 quilates, gemas que, caso goste mais, poderá substituir por rubis, safiras ou qualquer outra pedra preciosa! Na compra é-lhe oferecido um relógio Cyrus Klepcys Moon Blue, que no mercado custa 180.000 euros! Mas também pode optar por um Franck Muller, peça de relojoaria feita a preceito e com um preço substancialmente maior (deve ser tão grande que nem o descobri)! Ah sim, já o ‘modelito’ de quatro rodas custa qualquer coisa como 3,2 milhões de euros e só há… sete. Despache-se!

Fotos: W Motors 

Bem mais acessível é este Lamborghini Aventador LP700-4 incrustado com 8.400 diamantes Swarovski! Ui… já está a fazer contas, a ver se o EuroMilhões chega! Descanse que este é para ter exposto na estante lá de casa, num modelo à escala 1:18 da conceituada marca de miniaturas automóveis Bburago. Como em qualquer colecção exclusivíssima que se preze, só há 500 pelo que tem de se ser rápida/o a desembolsar cerca de 2.000 euros.

Foto: Burago

No segmento das duas rodas também há extravagâncias, como esta dinamarquesa Lauge Jensen, custando cerca de 1.250.000 euros. Tudo porque a sua estrutura é feita de ouro de 24 quilates, tem 268 diamantes incrustados e assento em pele de crocodilo, entre outros mimos. Há quem lhe chame “Goldfinger”, outros “Great Dane”, pela sua nórdica origem.

Fotos: Lauge Jensen 

Se pretender algo igualmente vistoso mas com menos uns zeros sugiro a Vespa Polini Oro, inédita versão da scooter mais vendida do mundo que a Polini fez a partir de uma Vespa 50 Special, com uns elementos da moderna Primavera, unindo-se 500 folhas de ouro de 23 quilates, muito leves e delicadas. Há, assim, que desembolsar 42.000 euros por esta pequena maravilha, que não consta do seu catálogo normal da Vespa!



Espero que as sugestões acima a/o tenham ajudado, de algum modo, a encontrar aquela prenda especial, aquele mimo para si ou para um familiar ou amigo! Para a semana volto com as habituais sugestões para os mais pequenos.

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

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Colorir Sorrisos


Quem é que não se lembra de, em pequena/o, gostar de pintar os mais diversos desenhos, usando lápis de carvão, de cera, ou com canetas de feltro de múltiplas cores, como as que os avós nos presenteavam a cada Natal ou aniversário? Eram bonecos, casas e figuras mais ou menos geométricas, plantas e desenhos irreais, com aquela máxima de tentar pintar sempre dentro dos riscos que as delimitavam! Uma vez acabada a pintura, sonhava-se que pudessem sair do papel e ganhar vida, para com eles se poder brincar!




E carros? Claro que havia, maioritariamente para a vertente mais arrapazada! Foi mais ou menos isto que um grupo de jovens da Fundação “O Século” viveu recentemente, quando viram um carro de corridas que idealizaram, através dos seus desenhos e pinturas, tornar-se realidade. Fizeram-no à boleia do Team Ferrari Portugal que desafiou estes pequenos e menos pequenos artistas a desenhar a decoração do Ferrari F458 Italia GT3 da equipa, bem como dos capacetes dos seus pilotos. Uma iniciativa também possível porque os seus habituais patrocinadores abdicaram dos seus espaços em favor da imagem da Fundação “O Século”, sendo aqui também de enaltecer o trabalho da SportGraphics que passou do papel para a viatura esta imaginativa e colorida decoração. 

Foi natural e enorme a alegria com que estes jovens, num leque de idades alargado, se entregaram de corpo e alma a esta bem colorida composição visual. Testemunharam depois, em meados de Outubro, a divulgação pública da decoração do “seu” Ferrari, nas boxes da equipa no Autódromo do Estoril, assistindo, depois, aos treinos e à corrida, onde Filipe Barreiros e Francisco Guedes alcançaram um 3º lugar na categoria.



“Foi com muito agrado que as crianças da Fundação ‘O Século’ receberam este convite/desafio da Ferrari Portugal para serem elas a decorar este carro,” referiu ao nosso blog Manuel S. Martins, Presidente do Conselho de Administração da Fundação “O Século”. “Desde o primeiro minuto que todos se dedicaram e empenharam bastante para desenhar o ‘nosso’ Ferrari e os capacetes dos pilotos. Foi uma forma diferente destas crianças se envolverem nesta prova e de tomarem contacto com uma competição que habitualmente só podem ver de fora, através da televisão”.


Agradecendo publicamente esta oportunidade única, aquele responsável salientou também o facto de ter sido dada “oportunidade de ver as ‘máquinas’ de perto, de estar nas boxes, de privar com os pilotos e de poder assistir aos treinos e à corrida numa posição privilegiada. As crianças e jovens adoraram este desafio e estão orgulhosas de verem reconhecido o seu trabalho.”

Fotos: Team Ferrari Portugal e Fundação “O Século”

Finda a aventura e de regresso por autocarro ao edifício-sede da fundação, frente ao mar e à Praia de S. Pedro do Estoril, foram muitas as histórias contadas com uma animação ímpar, que alguns, decerto levaram para os seus sonhos! Uma coisa é certa: foram bem mais coloridas do que algumas das vicissitudes da vida por que algumas destas crianças e adolescentes passam antes de contarem com o incansável apoio desta instituição, nomeadamente o carinho dos seus profissionais. Caso queira seguir ou apoiar esta causa tão meritória, faça “Gosto” na página de Facebook de “O Século” e contribua para a criação de ainda maior número de seculares sorrisos a cores! 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro 

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Origami dos Tempos Modernos


Decerto que já ouviu falar em Origami ou, se eventualmente tiver queda para trabalhos manuais, até já fez objectos nesta secular arte japonesa, recriando-se os mais variados objectos em papel, com dobras geométricas e sem recurso a materiais cortantes ou colantes.

Fotos: Lexus e Nissan (oficiais)





Recorrendo às suas origens, duas marcas japonesas – a Lexus e a Nissan – fizeram recentemente uma adaptação do tema que conjuga as expressões “oru” (dobrar) e “kami” (papel), construindo dois automóveis em tamanho real, “iguais” a modelos da sua gama. Só que, dada a dimensão e a complexidade da coisa, fizeram uma reinterpretação das regras do jogo. Enfim… bem vistas as coisas até se desculpa este “pequenino” subterfúgio! 

A originalidade do Lexus IS “Origami” é substancialmente maior, pois tudo foi pensado ao pormenor! Compõe-se de 1700 elementos em cartão prensado, usados não só para o seu exterior, como para a concepção de um interior totalmente equipado, acessível através de portas que abrem e fecham. Tem até faróis que acendem e rodas que permitem levá-lo para a estrada, também graças a um motor elétrico, assente numa necessária estrutura em aço e alumínio, pode até ser conduzido. A fazê-lo, há que escolher dias em que não chova, o que em Inglaterra, onde este projecto nasceu, não seja fácil!



Quanto ao Nissan Juke “Origami”, igualmente nascido em terras de Sua Majestade Isabel II, também aqui houve alguns “truques” na manga, impensáveis no verdadeiro origami, como sejam… pistolas de cola! Ok, ok… os seus criadores estão desculpados pois sem esses expedientes muito dificilmente se juntavam as 2000 peças de papel dobrado usadas nesta escultura única, que demorou mais de 200 horas a produzir!



Deixo-lhe agora um desafio: faça um origami… de um Fórmula 1. Que tal? Tudo o que precisa de ter são caixas de sapatos, bastantes, de preferência, bem como alguma destreza e imaginação. Pode até usar tesoura e cola – não vou estar aí para ver – e, como inspiração, deixo-lhe um vídeo que a Puma fez há uns anos.



Junte a sua prole e mãos à obra! Depois até pode partilhar a sua obra no Facebook do blog Trendy Mind, ou mesmo no respectivo post deste texto que já lá está partilhado. Fico à sua espera!





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José Pinheiro

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Com a Casa às Costas


Não é uma situação nada comum neste cantinho à beira mar plantado o tema de hoje do Trendy Wheels. Sim, claro que (quase) toda a gente faz uma mudança de casa algures na sua vida, sejam porque simplesmente deixou a asa dos progenitores, ou até porque casou, ou precisa de uma divisão extra para o/a rebento/a, ou por vicissitudes de uma vida que lhe pregou uma partida e há obrigatoriamente que mudar.




Olhando para a imagem acima, vê-se numa situação em que até não precisa de nada daquilo, só mesmo… de levar a sua casa consigo, juntamente com a mobília, as caixas cheias com os seus pertences, mais o cão, o gato e o periquito! 

Há empresas que garantem todo esse processo – nesta fase, ainda não em Portugal – sendo algo muito comum nos EUA, em duas vertentes: ou porque, efectivamente a casa é sua e quer levá-la consigo, por questões sentimentais, porque já não gosta assim tanto do sítio, da vizinhança ou das intempéries da região, arranjou emprego num outro estado, etc; ou então porque encontrou a casa dos seus sonhos por um preço canhão de… 1 mísero dólar!!! Sim, parece ser uma realidade por aquelas bandas, sendo que o único senão é que tem mesmo de levar a casinha consigo se a quiser por essa pechincha, pois o proprietário tem outros planos para o terreno e não quer lá esse mono. Independentemente do que faça, todos os custos do processo são seus, pelo que há que fazer bem as contas. 

Movimentar fisicamente uma casa requer um trabalho hercúleo, mas naturalmente que há por há empresas com maquinaria e especialistas para o efeito, pois há que ‘arrancar’ a dita pelos alicerces, transportá-la ao longo de muitos quilómetros, sobre viaturas com muitos pares de rodas e apetrechadas para o efeito, colocando-a no seu novo poiso! Tudo sem partir o serviço multi-peças de faiança que se herdou da tetra-avó ou o espampanante candelabro de milhentos cristais que encima o hall de entrada. 

E se, no âmbito deste transporte, lhe propusessem seguir dentro de sua casa, com mais um conjunto de amigos, com música e algum álcool à mistura? Afinal, há que festejar, não? Nesta altura pergunta-se: “Onde é que eu me perdi nesta história?! Festa? Álcool?”. Sim, descanse que não será decerto o condutor da viatura a entrar na dança, pois esse tem de ir completamente sóbrio, mas já os restantes poderão festejar consigo o primeiro dia do resto da sua vida! Veja aqui a sugestão da Bacardi:


Trata-se da mais recente campanha de publicidade da marca de bebidas espirituosas, da autoria da BBDO NY, aqui mostrando que nada pode parar uma festa de arromba em sua casa, nem mesmo uma logística tão ímpar como esta. Claro que a campanha exibe uma situação levada ao extremo, desde uma bamboleante casa levada nas costas de um muito diminuto camião, numa festa de visual hipster, regada com (algum) álcool e com música a rodos, alimentada, sabe-se lá, por que bateria ou gerador, num conjunto que se apresenta extramente periclitante.

Dado que, por cá, as coisas ainda não mexem assim, há que nos limitarmos a dar as festas em casas bem assentes no chão, ou então aproveitar os milhentos espaços de diversão nocturna existentes, com o devido respeito para com a vizinhança. Para além dos custos associados, a primeira opção tem uma enormíssima vantagem: aquela sempre válida premissa do “se beber, não conduza!” 

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José Pinheiro

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Aos Nossos Campeões da Vida Real!


Não é só em desportos mais tradicionais, como o judo, a canoagem, o atletismo ou o pingue-pongue – só para referir alguns dos feitos mais recentes – que a bandeira de Portugal sobe aos lugares mais altos dos pódios internacionais. Tal também aconteceu numa competição tão fora do comum como o “World Rescue Challenge 2015”, o maior campeonato do mundo de desencarceramento de vítimas de acidentes rodoviários e trauma, em que os nossos profissionais de salvamento conquistaram lugares de grande destaque.

Foto: WRO/Jason Kay 



Não são raros os dias em que nos entram pelas televisões – pior ainda quando nos “batem à porta” – imagens de acidentes rodoviários em que, para além do aparato dos destroços em que se tornaram as viaturas envolvidas, se vê parte da intervenção destes profissionais no trabalho de extracção de vítimas ou no seu tratamento aos primeiros sinais de trauma. Nesta competição recriam-se essas realidades, colocando-se em confronto bombeiros e outros operadores de serviços de emergência e intervenção rápida, mostrando-se publicamente o seu difícil e desgastante – física e psicologicamente – dia-a-dia. Um “faz-de-conta” em que não há a pressão e demais condicionantes humanas inerentes a um acidente real, mas onde continua a haver a dedicação à causa e o trabalho de equipa, bem como a luta contra o cronómetro, algo que pode significar uma vida salva ou perdida. 

O mais recente medir de forças decorreu sob a pala do Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, em meados de Outubro, palco onde a bandeira nacional subiu mais alto, fruto do trabalho conjunto dos elementos do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa. Diogo Lourenço Fernando Mafra, Miguel Duarte, Ricardo Couto, Rui Mexia, Rui Oliveira e Vítor Gomes venceram esta 17ª edição do “Campeonato do Mundial de Salvamento e Trauma”, resultado que sublinha um outro alcançado há um ano, quando a equipa lisboeta foi reconhecida no Reino Unido como a que maior evolução havia tido a nível mundial!

Fotos: WRO/Jason Kay e Câmara Municipal de Lisboa



Valorosos lusos que garantiram a maioria dos troféus em disputa, com a vitória à Geral suportada por quatro 1ºs lugares em categorias individuais – Comando, Médico, Equipa Técnica, Intervenção Rápida – juntando-lhes, ainda, um 2º lugar em Equipas Complexas e um 3º em Equipas Standard. 

As cores nacionais subiram ainda num outro mastro, desta feita como resultado da acção dos dois representantes dos Bombeiros Voluntários de Parede, Mariana Campilho e Sebastião Esquível, que alcançaram um excelente 3º lugar na categoria de Trauma. Isto depois de, umas semanas antes, o denominado “Parede Trauma Team” ter garantido o 1º lugar no respectivo Campeonato Nacional.

Fotos: André Nobre Fotografia

Resultados obtidos após cinco dias de intensa actividade, onde cerca de 500 elementos de 34 das melhores equipas do mundo mostraram porque se destacam nos seus países em operações pós-acidente. Corporações de 18 países, oriundas dos quatro cantos do mundo, foram recebidas pela anfitriã Portugal, país que, para além do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa e dos Bombeiros Voluntários de Parede, contou com a experiência e credenciais do Batalhão de Sapadores do Porto, dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz e dos Voluntários de Cacilhas, Aguda e Sul e Sudoeste do Barreiro, todas elas fazendo frente aos seus congéneres internacionais. Competiram nas provas de Trauma e de Desencarceramento, aqui recorrendo a cerca de uma centena de destroços de acidentes reais, disponibilizados pela Polícia Municipal de Lisboa, com que se criaram os tais cenários.

Fotos: WRO/Jason Kay e Câmara Municipal de Lisboa 



“O objectivo é dar a conhecer as avançadas técnicas utilizadas pelas equipas de socorro a nível mundial, o desenvolvimento e o aprimorar das habilidades dos diversos elementos” referiu à imprensa um elemento da organização, acrescentando que também “se pretende aumentar a consciencialização da sociedade para o problema global dos acidentes e mortes na estrada”. 

Mais informações e fotos sobre esta prova organizada pela Câmara Municipal de Lisboa nas páginas de Facebook da World Rescue Organisation (WRO) e da Associação Nacional de Salvamento e Desencarceramento (ANSD)

Dedico, por isso, este texto a todos os Bombeiros e demais salvadores das nossas estradas, casas, florestas e sociedade em geral. Tantas vezes esquecidos, ou pelo menos não tão valorizados como decerto merecem, são um dos mais notáveis símbolos da nossa comunidade. Aos nossos Campeões da Vida Real! Obrigado por estarem aí!



Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Meter o Rossio na Betesga


Decerto que já ouviu a popular expressão “meter o Rossio na Betesga”, referindo-se à arrumação de uma coisa com dimensões mais generosas num espaço demasiado pequeno para o acomodar, numa analogia entre a granjola Praça D. Pedro IV e a pequenina rua que a liga à Praça da Figueira. É uma tendência cada vez mais recorrente de muitos daqueles que, ao volante e depois de muito deambularem pela cidade, em busca de um lugar(zinho) onde se estacionar o carrão, carrinha, SUV, familiar, citadino ou afim, optam por essa solução.

Foto: smart (oficial) 




Há cada vez mais afoitos que decidem levar aquela expressão à letra e apertar-se num sítio que toda a gente menos o próprio vê que o carro não vai caber, mas que com uns quantos empurra-o-da-frente/toquezinho-no-de-trás a coisa até se faz. Mas fique descansado, pois em plena era tecnológica há uma solução, a dos carros que encolhem! 

A sério! Dou-lhe uma dica: tudo o que tem de fazer é encontrar um espacinho livre entre as duas viaturas Mercedes-Benz da imagem acima – um furgão comercial branco e uma carrinha cinzenta – e já está! Eles encolhem-se de medo quando a/o vêem chegar, dando-lhe alguns centímetros extra para que possa estacionar o seu carro e ir à sua vida, sem toques e sem chatices! Ainda não acredita?

Então veja aqui:



Engenhoso, não é? Chama-se “smart effect”, sendo uma das mais recentes campanhas da marca alemã smart, que deixa muito boa gente de boca aberta em vários pontos da nossa capital! Afinal, não é para menos, pois há dois carros que encolhem para deixar estacionar entre eles uma terceira viatura. 

Um deles é o novo smart fortwo, já de si um dos mais pequenos automóveis do mercado, modelo para quem os criativos da Jack The Maker desenvolveram o conceito de carros que encolhem. Fizeram réplicas em fibra de vidro à escala real da carroçaria de dois modelos da Mercedes, dotando-os de estruturas que lhes alteram as dimensões. Tudo para uma campanha que irá ser difundida pelo planeta, nela passando a mesma mensagem que viveram os incautos transeuntes e condutores da nossa cidade, ou seja, que ao comprar um smart os lugares parecem esticar.

Caso queira saber mais pormenores, deixo-lhe os links para o projecto e, também, do making of da campanha! 

Assim sendo, quando vir um lugar vago mais pequeno do que o seu automóvel e, ainda assim, ache que ele cabe lá com algum jeitinho, certifique-se apenas que os carros que estão imediatamente atrás e à sua frente são os que viu nas imagens acima. Isto para não entrar em despesas extra, arriscando-se ainda a que cheguem os donos das viaturas a que está a dar um novo visual. E aí meu amigo/minha amiga…!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Vamos ao Circo

Malabaristas, trapezistas, domadores de animais selvagens, palhaços, aplaudidos com enorme alegria por crianças rodeadas de pipocas, algodão doce, farturas e uma catrefa de bebidas com níveis variáveis de açúcar e de conservantes, dentro de uma enorme tenda com várias pistas e muita cor! Pois… esqueça isto tudo porque os circos a que vos levo hoje são ao ar livre e o mais aproximado que há de animais selvagens são dois Jaguar… de quatro rodas!

Fotos: Jaguar, Land Rover e Opel (oficiais)



As apresentações mundiais de novas propostas para o sector automóvel, nomeadamente a um nível de topo já não se coadunam com um simples mas sonoro “respeitável públicoooooooooo, senhoras e senhoreeeeeeeeeeeeeees, eis o novo XPTOOOOOOOOOO”! Não, nada disso, há que fazê-lo e em grande! 

Esta é a premissa que a britânica Jaguar – actualmente na posse de uma empresa indiana chamada Tata – segue sem se desviar um milímetro, num conjunto de operações de marketing em que, como diz o outro, “um erro e é a morte do artista”! Senão vejam-se os seguintes dois vídeos das mais recentes novidades da marca. 

No primeiro o duplo Jim Dowdall atravessa o Rio Tamisa, em Londres, conduzindo o luxuoso sedan XF sobre… uns cabos de aço, numa tentativa de alcançar a mais longa travessia em slide em altura de uma viatura sobre água:



Num segundo filme, a marca britânica desafia a gravidade e alcança um novo recorde para o nunca completo “Guinness Book of Records”! A proeza coube a outro duplo, Terry Grant, que levou o novo Jaguar F-PACE a descrever um ‘looping’ completo de 360 graus, celebrando-se, em simultâneo, o 80º aniversário da marca:



Também a Land Rover entrou na aventura dos eventos alternativos, e não foi de modas, levando o Evoque, a actual coqueluche da marca, até… um parque de skates! Se pensava que era difícil conduzir este aparentemente grande modelo em locais impensáveis, a equipa chinesa do Land Rover Experience Team prova-lhe que é tão fácil… como andar de skate! Ok, não o é para todos...



A última proposta desta edição circense do Trendy Wheels vem da Opel, com o novo Astra como estrela do que denominaram ser um “salto quântico”, pelas mãos do duplo Carl Stück! Pretendendo demonstrar que o novo carro é uma dor de cabeça para outras propostas de segmentos superiores (as também alemãs Audi, BMW e Mercedes, mais a japonesa Lexus e a britânica Jaguar) realizou-se um vídeo em que se conjuga um mundo de moda alternativa com as quatro rodas, rumo a um ambicioso objectivo:



Posto isto, deixo aquela máxima estafada que todos os programas com acrobacias mais ou menos inverosímeis têm no final, em letras pequeninas ou dito muito depressa: “as proezas acima foram realizadas em ambiente controlado e por especialistas, pelo que não deverá tentar reproduzi-las em casa”. Se o fizer é por sua conta e risco!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

HIPPO-História Divertida


“Saber” pode ser sinónimo de diversão? Resposta: Pode! Caramba, afinal, quando mandamos os nossos filhos estudar “História”, tentando incutir-lhes a ideia de que até pode ser divertido, estamos a contar-lhes a mais pura das verdades! Ainda mais se for numa HIPPOtrip, com a “Lola”, o “Xico” ou a “Alegria”, as três viaturas que esta empresa de animação turística opera em Lisboa, pela Baixa da cidade e rio adentro.





Sugiro-lhes, por isso, esta proposta irrecusável, para fazer em família ou com amigos, algo impossível de se perder! Uma HIPPOtrip tem mesmo de fazer parte dos seus planos, preferencialmente sob bom tempo, ou pelo menos ameno, “tal como são obrigatórios os Pastéis de Belém ou uma viagem no icónico Eléctrico 28 da Carris”, como apregoam os animadores a bordo dos HIPPOs, estranhas e imponentes viaturas, meio barco meio autocarro. 

Confesso que inicialmente estava apenas curioso com o evento. Sabia que se atravessava algumas zonas da cidade, navegando-se depois no Tejo, mas rapidamente a minha tarde e de quem me acompanhou tonou-se muito mais divertida. É que se me iria parecer uma daquelas monumentais secas históricas que, na maioria das vezes se afogam os turistas (estrangeiros ou de ocasião) que visitam a capital, do monumento X à direita e da estátua Y à esquerda, mais uma catrefada de datas e informações que, no final, poucos fixam, o tiro saiu-me pela culatra, a mim e aos 34 companheiros de viagem, das mais diversas origens.




Vimo-nos a bordo da “Lola”, um autêntico teatro sobre rodas, quanto mais não seja pela brilhante actuação do animador Vasco Galhofo, que em boa hora nos saiu na ‘rifa’, num HIPPO sabiamente conduzido no trânsito lisboeta e rio adentro pelo Comandante Pedro Fortuna. A animação, em modo lúdico e teatral, envolve os viajantes, convidados a viver e participar numa experiência inédita a bordo dos HIPPOs, junto com uns quantos e bem gritados a plenos pulmões “HIPPO HIPPOOOOOOOOOOOOOOOO”, intercalados de numa sessão de “Perguntas & Respostas”, quase sempre… com alguma ‘rasteira’! 

Saindo da Doca de Santo Amaro, paredes meias do denominado Viaduto Provisório de Alcântara – era provisório quando foi inaugurado em Março de 1972 e ainda hoje o é – ficámos a saber que as Sete Colinas de Lisboa nasceram não por derivas de placas tectónicas mas pela acção “de uma deusa, Ofiusa, meio serpente/meio mulher, que deixava encantados todos os homens. Isto até ao dia que um tal de Ulisses não lhe deu cavaco, indiferença que a irritou e fez bater violentamente com a cauda na cidade que dominava. Formaram-se as tais sete elevações que distinguem a nossa capital”, explicou o nosso cicerone. Também fiquei a saber porque os portugueses são vistos como um povo que está sempre atrasado. Tem a ver com o relógio que está num dos edifícios contíguos ao Cais do Sodré e que tem a nossa hora oficial. Faça uma HIPPOtrip, que eles completam a explicação com uma curiosidade/mito!






Claro que eu e os meus companheiros de viagem – lusos e estrangeiros, da Alemanha, Noruega, Dinamarca, França e até do Senegal – levámos com o Terramoto de 1755, mas na vertente relacionada com a “Real Barraca da Ajuda”, estrutura de madeira erigida pós-cataclismo na Ajuda e ligada ao então Rei D. José I, apavorado que o tecto lhe voltasse a cair em cima da cabeça. A Rua da Prata serviu para explicar o formato em grelha da reconstruída Baixa Pombalina e no Rossio também se falou de um mito que o incansável Vasco partilhou connosco, em modo bilingue, parecendo viver o passeio como se fosse o primeiro. “Sabiam que a estátua que encima o centro da Praça D. Pedro IV poderá não ser deste rei, mas sim de um imperador mexicano, de seu nome Maximiliano?” As semelhanças são muitas e parece que há escritos que explicam esta alegada troca de identidades… Faça uma HIPPOtrip para descobrir o que por aí consta! 

Seguiram-se detalhes de outro vulto, o Marquês de Pombal, e também do Leão que se vê obrigado a assistir, impotente e lá do alto, às sucessivas celebrações do SLB; falou-se das semelhanças entre o Centro Cultural de Belém e o Novo Museu dos Coches, edifícios que partilham características que envolvem custos, beleza e… janelas; e até o Palácio de Belém tem algo para contar, fruto de uma alegada bandeira verde que sobe e desce, indicando as entradas e saídas do Presidente da República. Sabia que tivemos um líder amigo do bem comer e que, por isso, saía amiúde desta sua morada oficial para ganhar uns quilinhos extra… tantos quanto os que perdiam os pobre-coitados que eram responsáveis pelo constante hastear da dita? Pois, eu também não! 

As lendas e o rigor histórico continuaram a misturam-se com uns laivos de humor teatral até rio adentro, entrando-se no Tejo pela rampa da Doca do Bom Sucesso (em Belém) acompanhada do trecho “Also Sprach Zarathustra” de Richard Strauss, altura em que o autocarro se torna num barco. Há aqui um convite a novo “HIPPO HIPPOOOOOOOOOO…”, só que este sai bastante envergonhado das cordas vocais dos viajantes, que só depois de terem a certeza de que a coisa não mete água, relaxam para apreciar, em perspectivas bem diferentes das habituais, a histórica Torre de São Vicente (ou de Belém), o ímpar Padrão dos Descobrimentos, com o Infante D Henrique ladeado por inúmeros conquistadores, descobridores e velejadores e ainda uma única mulher. Se não sabe quem é suba para bordo de um HIPPO e descubra, tudo isto com uns quantos frescos borrifos do Tejo.




O regresso a terra firme faz-se pelo Centro Náutico de Algés, paredes meias com um já muito popular restaurante mexicano, depois de se navegar frente à bem mais recente e multi-premiada Fundação Champalimaud, edifício onde, entre outras, os seus profissionais se dedicam à investigação na área das neurociências e no combate ao cancro da visão! Para trás ficaram espiões da 2ª Guerra Mundial, “ligados à Estação do Rossio e ao contíguo Hotel Avenida Palace”, a razão porque o Parque Eduardo VII é dedicado a um monarca britânico, as relações linguísticas entre Portugal e o Japão, a “laranja” e Portugal em alguns países árabes e o modo como os tugas terão sido ‘comidos’ pelos bifes – estranha analogia esta!!! – “como paga pela ajuda que estes nos deram aquando das invasões francesas” (uma pista: envolve a zona circundante da Estrela), ou ainda “a Praia Real de Algés, que já teve 7 km de extensão e foi, nesse tempo, a maior de Portugal”. 

O passeio de hora e meia a duas horas, dependendo do trânsito e das marés, é feito a bordo de um veículo anfíbio da americana Cool Amphibious Manufacturers International, num processo que começou a ser desenvolvido em Portugal em 2005 mas que só oito anos depois – sim, só em 2013!!! – teve rodas para andar, ou lemos para navegar, depende da perspectiva!. Porquê? Devido à eterna burocracia das nossas entidades oficiais! 

“Foram necessárias dezenas de licenças, do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (actual DGRM) ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (actual IMT), Administração do Porto de Lisboa, Capitania do Porto de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa (CML) e do Turismo de Portugal, etc,” explicou ao Trendy Wheels o responsável de operações da HIPPOTrip, David Ferreira. “O processo foi muito moroso porque envolvia a comunicação e o aval conjunto de várias delas, sendo sabido que os organismos públicos nacionais demoram eternidades a dar despacho às solicitações. Ao mesmo tempo, iniciámos o processo de aquisição do primeiro veículo em Dezembro de 2008, que baptizámos de ‘Lola’, com que iniciámos, finalmente, a actividade a 3 de Maio de 2013”.

Fotos: José Pinheiro (Trendy Mind) e HIPPOtrip (oficiais)


Dois anos depois “são três os HIPPOs a operar, tendo-se entretanto adquirido o ‘Xico’ e a ‘Alegria’, estando em equação a chegada de uma quarta unidade”, adiantou. Pesam cerca de oito toneladas, apesar do seu casco em alumínio, sendo assente num chassis da Mercedes-Benz. Medem 11 metros de comprimento, 2,5 de largura e 3,6 de altura e têm um calado de 1,3 metros para enfrentar o rio, onde recorrem a uma propulsão a hélice. “Cada um deles pode transportar 37 passageiros, mais um condutor e um animador,” acrescentou. 
David Ferreira destacou ainda o facto de o lançamento destes passeios anfíbios trazer “inúmeros benefícios para a comunidade local, numa actividade pioneira na Península Ibérica. Impulsionamos a indústria do turismo em Lisboa, geramos dividendos para o Estado português, contribuímos para a criação de novos postos de trabalho [nota: eram 10 os funcionários no lançamento do projecto, numero que pode triplicar com a chegada do quarto veículo] e consideramo-nos com um motivo de orgulho para os habitantes da cidade”. 
Por isso, se quiser viver uma experiência histórica inédita, explorando parte das atracções da capital de um modo lúdico, não só em terra, mas também Tejo adentro, faça uma HIPPOtrip. São já mais de 100.000 os que gritaram a plenos pulmões “HIPPO HIPPOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO”. Junte-se a eles! 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro 

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

O Acordar do Gigante Adormecido


Se, neste momento, lhe pedisse para jogar a algo semelhante ao “Logo Quiz Game”, um dos mais populares jogos para smartphones, tablets e afins, com os logótipos da imagem abaixo, quase que apostava o valor de um EuroMilhões inteirinho de que, no máximo, poderia adivinhar um… vá lá, ok… dois deles! Quer experimentar? E até lhe estou a dar umas abébias, pois ao contrário do que acontece nesse jogo, onde apenas se vê uma parte da imagem (a não ser que se activem as ‘ajudas’) estes até estão completamente visíveis, não havendo nada escondido!




Então… uma beca complicado, não? Pois… a não ser que trabalhe nas empresas em questão ou no sector automóvel (e mesmo assim…), tendo, por isso, algum conhecimento de causa, a coisa não se afigura nada fácil, pois são 48 logótipos de veículos automóveis… chineses! 

“Tantos?!” – pergunta, algo incrédulo e talvez apenas familiarizado com uma dúzia de marcas habituais, se a sua guerra não for esta, mesmo que mais informado por alguns dos textos deste escriba das rodas no blog Trendy Mind

Pois é, a outrora estanque República Popular da China acordou para o mundo automóvel, tal como em tantas outras áreas, pelo que – prepare-se! – que num futuro não muito longínquo, as populares “Lojas do Chinês” poderão dar lugar aos “Concessionários do Chinês”, com corredores de roupas, brinquedos, detergentes, ferramentas, malas, livros, flores, bugigangas, cordas, terra e… automóveis!

Fotos: MG, Great Wall e Qoros (oficiais)
Segunda maior economia do mundo, atrás da dos EUA, a China regista o maior crescimento económico dos últimos 25 anos entre todos os países do Mundo, fruto de um Produto Interno Bruto que cresce numa média de 10% ao ano. Novo eldorado de salvação para os números vermelhos que os relatórios teimam em apresentar em quase todo o restante planeta, todas as marcas ocidentais querem, por isso, ir para a China, estabelecendo parcerias com empresas locais, procurando conquistar o coração e os muitos Yuans (moeda oficial) desta nova clientela, ávida de um automóvel ocidental, mesmo que seja produzido por lá.

Logótipos: Oficiais


Senão, veja isto: em 1985 apenas se produziam uns ‘míseros’ 5.200 veículos em solo chinês, mas no ano passado o volume “made in China” atingiu os 23,7 milhões de unidades, mais que duplicando os números dos EUA (11,6 milhões) ou do Japão (9,8 milhões). E nem a totalidade da produção europeia (19,9 milhões) chegou para a bater! 

Será, por isso, uma questão de tempo até que comece a ver nas estradas uns quantos BAIC, Brilliance, Cheri, Dongfeng, FAW, Great Wall ou Shannxi… ou mesmo uns quase impronunciáveis Sichuan Nanjun, Tangjun ou ling, ou Xiamen King Long! Só não é já porque os chineses ainda têm que evoluir em matéria de segurança e de impacto ambiental, factores que as impedem de serem vendidos na União Europeia ou na América do Norte. Ainda assim, as tentativas não faltam, como o comprovam os enormes investimentos feitos nos salões europeus, como Genebra e Paris ou mesmo Frankfurt, certame em que há meia dúzia de dias se desvendaram ao público europeu os chineses MG GS, o Great Wall H6 e o Qoros 3 City SUV (ver fotos acima)! 

Como disse acima, o gigante acordou… agora, aturem-no! 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro 

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.