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Estatísticas Sexuais



Quantas vezes fazemos sexo por ano? Qual o país onde se faz mais vezes sexo? Quem pensa mais em sexo? Onde fazemos mais vezes sexo (sem ser na cama, claro!)? Com que idade, normalmente, se começa a fazer sexo? Estes são apenas alguns dados curiosos e valem o que valem... O importante é adaptarmos a nossa vida sexual às nossas necessidades pessoais e do/a nosso/a parceiro/a... 



Quantas vezes? 

Em média, os homens fazem sexo 104 vezes por ano e as mulheres 101. Um em cada cinco adultos faz sexo 3 a 4 vezes por semana e 5% faz sexo uma vez por dia. Os relatórios variam quanto aos números exactos de cada grupo etário, mas não há uma grande diferença de frequência entre os 20 e os 45 anos, rondando as 108 a 112 vezes. 

O país mais excitado? 

Os Gregos parecem fazer mais sexo, 138 vezes por ano, e os Japoneses menos, 45 vezes por ano (a culpa talvez seja das viagens para o trabalho, tensão laboral, longos horários e casas pequenas que os casais costumam partilhar com os pais). 

Quem está obcecado? 

54% dos homens e 19% das mulheres pensam em sexo todos os dias, ou várias vezes por dia. 

Quando perdemos a virgindade? 

A idade média nos homens é aos 16.9 e nas mulheres é aos 17.4. 

Quem é heterossexual, gay, bissexual? 

Noventa por cento dos homens entre os 18 e os 44 anos consideram-se heterossexuais, 2.3% consideram-se gay, 1.8% considera-se bissexual e 3.8% considera-se "outra coisa". Noventa por cento das mulheres entre os 18 e os 44 também se consideram heterossexuais, 1.3% gay, 2.8 considera-se bissexuais e 3.8 considera-se "outra coisa". Vinte por cento dos homens gay tiveram um casamento heterossexual. 

Quando é mais provável casarmos? 

A tendência é casar, pela primeira vez, no final dos 20, ou início da dos 30 anos. Uma vez dado o nó, 45% faz sexo algumas vezes por mês, 34% faz sexo 2 a 3 vezes por semana e apenas 7% faz sexo 4 ou mais vezes por semana. Treze por cento dos homens casados e 12% das mulheres casadas só fizeram sexo algumas vezes no ano anterior. 

Quantos parceiros ao longo da vida? 

A Durex diz que a média para homens e mulheres é de 9 (10.2 para os homens e 6.9 para as mulheres). 

Taxa de masturbação? 

98% dos homens e 44% das mulheres masturbam-se. Os homens fazem-no dúzias de vezes por mês e as mulheres cerca de 5 vezes. Cerca de 85% dos homens e 45% das mulheres, que vivem acompanhados, dizem que ainda se masturbam a solo. 

Onde fazemos sexo? 

Fora da cama, o local mais comum é no carro (50%), seguido da casa de banho (39%), do quarto dos pais (36%) e do parque (31%). Apenas 15% das pessoas fizeram sexo no local de trabalho, 22% dos americanos e canadianos fizeram sexo em frente a uma câmara. 

Estamos satisfeitos com as nossas vidas sexuais? 

44% dos adultos estão satisfeitos com as suas vidas sexuais. 41% dos homens e 29% das mulheres gostavam de fazer sexo mais vezes. Quatro em cada 10 desejam ter novas experiências sexuais. 

O que agrada às mulheres? 

É mais provável que as mulheres tenham um orgasmo sozinhas do que com um companheiro, 75% dos homens e 29% das mulheres têm sempre orgasmos com os parceiros. 

Quem faz mais sexo seguro? 

As mulheres têm menos tendência a correrem riscos do que os homens (elas = 45%; eles = 48%). Quanto mais idade tiverem, mais provável é que corram riscos - 65% entre os 45 e os 55 anos fizeram sexo desprotegido contra 33% entre os 16 e os 20 anos. Os Gregos, Noruegueses e Suecos usam menos vezes o preservativo. Na Índia, Hong Kong e Espanha é mais provável usarem o preservativo. 

Adaptado do original de “Tracey Cox - Sexo em Êxtase”, Civilização Editores

Solidão enfraquece o sistema imunitário


Pesquisa revela que pessoas solitárias estão mais propensas a quadros de inflamação e de ativação de vírus oportunistas.



A solidão pode enfraquecer o sistema imunitário de uma pessoa e deixá-la mais vulnerável a doenças como Herpes até as relacionadas a quadros de inflamação crônica, como artrite reumatoide e Diabetes tipo 2. Foi o que concluiu um estudo coordenado por Lisa Jaremka, da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos. 

Esta pesquisa baseou-se nos dados de pessoas que participaram em dois estudos distintos. Num dos estudos, foi avaliada a saúde de 200 mulheres, com uma média de 51 anos, que tinham concluído o tratamento contra o cancro da mama dois meses a três anos antes do início da pesquisa. No outro, participaram 134 adultos com excesso de peso. 

As 200 mulheres que sobreviveram ao cancro da mama responderam a um questionário desenvolvido pela Universidade da Califórnia, Los Angeles, para medir o nível de solidão que sentiam. Também foram recolhidas amostras de sangue para avaliar os níveis de anticorpos contra os vírus Epstein-Barr, que provoca a mononucleose, e o citomegalovírus (CMV), que pertence à família do vírus do herpes. Estes dois vírus podem permanecer inativos no organismo do indivíduo infectado. No entanto, quando ativados, resultam em níveis elevados de anticorpos, mesmo que não produzam sintomas característicos das doenças que provocam. 

De acordo com os resultados, as mulheres que se sentiam mais sozinhas foram as que apresentaram os maiores níveis de anticorpos contra ambos os vírus, o que caracteriza a reativação do vírus, e esse quadro foi associado a uma presença maior de sintomas como dores e fadiga. 

No segundo estudo participaram 134 adultos com excesso de peso e 144 mulheres entre as que foram curadas do cancro da mama. Também foram recolhidas amostras de sangue mas, neste caso, procurou-se avaliar os níveis de proteínas que, em grandes quantidades, estão relacionadas a quadros de inflamação no organismo capazes de desencadear doenças coronarianas, Diabetes tipo 2, Alzheimer, artrite reumatoide e comprometimento cognitivo. 

Este grupo de estudo também foi submetido a uma situação stressante onde lhes foi pedido para resolverem uma questão matemática enquanto estavam a ser avaliados por um grupo de três jurados. Logo após esta atividade, os pesquisadores deram aos participantes um composto chamado lipopolissacarídeo, molécula que é encontrada em bactérias e é capaz de provocar uma resposta imune no organismo. 

Os resultados revelaram que aqueles que ficaram mais stressados e também relatavam sentir mais solidão (que é uma forma de stress) foram os que apresentaram os maiores níveis da proteína interleucina 6, que é associada a quadros de inflamação, em resposta a situações de stress. 



"É evidente que a má qualidade de vida, em especial a solidão, está relacionada com uma série de problemas de saúde. A nossa pesquisa mostra que as pessoas solitárias correm mais riscos de saúde do que as que são mais socialmente ativas", diz Jaremka. 

Love Relations XXX

SE É MENOR DE IDADE OU É UMA PESSOA IMPRESSIONÁVEL, POR FAVOR NÃO VEJA ESTE ARTIGO!



As relações amorosas são como as antigas cassetes de audio  Temos o Lado A e o Lado B e nem sempre damos ouvido ao outro lado, quando a música preferida está no nosso lado.

Confusa(o)?

Como nós só vivemos a nossa vida, sairmos de dentro de nós e ver as coisas sob a perspectiva da outra pessoa fica difícil e nem sempre estamos dispostos a fazer esse caminho, principalmente quando achamos que o nosso ponto de vista é o que está correcto. Óbvio!

Muitos de nós por vezes tende a exigir da outra pessoa coisas e nem sequer lhe damos a oportunidade de se dar livremente, pois a nossa vontade, para nós, sempre prevalece.

Você que está numa relação, será que já parou para pensar no que realmente quer a pessoa que está consigo? Será que se lhe der essa oportunidade não terá uma belíssima (ou não) surpresa?

O video que se segue, que confesso adorar, não pela linguagem grosseira, mas pela magnifica forma como foi filmado e principalmente pelo humor, retrata exactamente isso, pelo menos é essa a interpretação que faço.

Por isso, não pelas imagens, mas pela linguagem usada, se não for uma pessoa impressionável ou menor de 18 anos e tem um excelente sentido de humor, veja o video "Sobre a Mesa".

É dos carecas que elas gostam mais!!!


São diversos os estudos que procuram associar características físicas a tipos de personalidade, tais como,o tamanho das pessoas, a postura adotada em certas situações e, até, a cor dos olhos. A maioria destes traços é imutável, mas o cabelo é particularmente interessante pois é “controlável”. Foi isso que levou Albert Mannes, na Universidade da Pensilvânia (EUA), a realizar 3 estudos para investigar esta característica:

No primeiro, Mannes, pediu a 52 estudantes universitárias para visualizarem fotografias de 25 homens, de raça branca e negra. Dez dos homens tinham a cabeça rapada, enquanto os outros tinham diversos tamanhos de cabelo, sem sinais visíveis de calvície. Seguidamente, era pedido para que as estudantes avaliassem as fotos de acordo segundo as seguintes características: dominação, atratividade, idade e força física. Neste estudo, os homens carecas foram consistentemente classificados como parecendo mais dominantes. 

No segundo estudo, pediu-se a 367 adultos para avaliarem oito fotografias de homens. Metade dos participantes viu as fotografias originais, da pessoa com cabelo, e outra metade viu as mesmas fotos mas modificadas, para que os homens ficassem carecas. As versões “alteradas” (homens de cabelo digitalmente “rapado”) tiveram valores mais elevados nas características de dominância, masculinidade, idade, altura, força física e confiança. Porém, também foram considerados como menos atraentes que nas versões originais. 

No último estudo, Mannes pediu a 588 participantes que lessem a descrição de um homem com três versões: homem com muito cabelo; homem com queda de cabelo e homem careca. Mais uma vez, o homem careca foi avaliado como mais dominante, mais masculino e mais forte, enquanto que o homem com queda de cabelo foi o pior classificado. 


Resumindo: verificou-se que os homens carecas são geralmente encarados, pelas mulheres, como mais dominantes, confiantes e masculinos do que os homens com cabelo. Porém, esse fator não está diretamente relacionado com a atração, visto que muitas vezes são considerados como menos atraentes. 

Considera-se que a perceção do homem careca como mais masculino e viril, provavelmente tem a ver com alguns estereótipos culturais. Os cabelos curtos/rapados são mais frequentes nas profissões tradicionalmente masculinas, como militares, policias, atletas, etc. Sem contar que nos filmes de ação atores, como Bruce Willis, aumentam a fama do “careca forte e corajoso”. 

Por fim, um homem rapar o cabelo pode sinalizar que é suficientemente autoconfiante para “desistir do seu cabelo que é um símbolo de beleza e poder”. No entanto, em algumas culturas, existe o risco, que o visual “careca” seja associado à cultura Skinhead e, portanto, se torne menos desejável. 

Concluindo se um homem quiser parecer bonito, deverá cuidar do cabelo, mas se preferir parecer mais confiante ou masculino, deve rapá-lo. Porém é preferível rapar o cabelo, se começar a notar queda de cabelo, visto que corre o risco de ficar sem duas características desejáveis: atratividade e dominância.

Adaptado do original: Live Science