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Luminous House / Shinichi Ogawa & Associates


Uma casa de composição espacial simples, organiza-se no piso térreo delimitado por três empenas verticais e um plano horizontal.

A fachada principal é composta por uma superfície translúcida, emoldurando a paisagem rural na qual é inserida. O interior é composto por dois conjuntos de espaços: ambientes de estar e quartos voltados para um pátio – que separa a superfície da fachada principal do interior da casa – e ambientes mais ligados a serviços, alinhados na fachada norte, como o closet e lavandaria.

O pátio é o elemento articulador da casa. Este conecta os espaços, principalmente as áreas comuns, onde as grandes aberturas e o uso do mesmo tipo de piso fazem com que tudo vire um amplo espaço contínuo, também favorecido pela iluminação do sol nas superfícies claras (que compõem toda a casa). Ao mesmo tempo em que distância a fachada principal da casa de seu interior, criando um respiro, faz papel de transição entre o exterior rural e seu interior.




Reader


READER - ABRIGO LÚDICO DE MADEIRA CRIADO POR ESTUDANTES DE ARQUITECTURA 

Um grupo de estudantes do primeiro ano de arquitetura e urbanismo da Academia de Artes da Estônia projectou e construíu o READER, um abrigo baseado na ideia de distanciamento da vida cotidiana, um espaço para a pessoa se concentrar em si mesma. As pessoas são convidadas a entrar no abrigo e "escapar dos problemas do mundo real, entrando no mundo fictício dos livros". 

Para os estudantes, esta foi uma oportunidade de construír o primeiro projecto do ano. De 15 propostas apresentadas, uma - READER - foi escolhida para ser desenvolvida e construída através do esforço de todo o grupo. A estrutura localiza-se no coração de Tallinn, uma das áreas mais movimentadas do centro da cidade. 

READER foi construída em cinco dias a partir de painéis de pinho. A estrutura é suportada por três vigas que se apoiam sobre nove pés que se ajustam aos desníveis do solo.

A partir do exterior, parece um cubo simples, no entanto, no interior, os visitantes podem experienciar os contornos sinuosos das superfícies de madeira e, simultaneamente, olhar a paisagem urbana externa.

No dia 6 de Outubro, READER junta-se a outros abrigos produzidos nos últimos nove anos pelos alunos do curso de arquitectura. As estruturas serão reunidas num parque em Pedaspea, norte da Estônia, e farão parte de uma exposição externa.

Escola: Academia de Artes da Estônia
Orientadores do projecto: Prof. Andres Alver, Mari Rass (Arhitekt Must), Ott Alver (Arhitekt Must)
Orientador da construção: Jaan Tiidemann
Ideia: Liisa Peri
Equipa de projecto: Liisa Peri, Ann Kristiin Entson, Keiti Lige, Jarmo Vaik
Equipa de construção: Reelika Reinsalu, Carolyn Rennu, Liisa Peri, Triin Vallner, Maarja Liiv, Jarmo Vaik, Andreas Krigoltoi, Jekaterina Klishova, Jaana Kraus, Kristjan Värav, Keiti Lige, Ann Kristiin Entson, Laura Pint, Immaanuel Bush, Karmen Silde
Ano: 2015
Localização: Harju Street, Tallinn
Fotografias: Paco Ulman
Patrocinadores: Fundo Cultural da Estônia, Puuinfo, EMPL, Centro de Investimentos Ambientais





HYUNAMA - Casa no Meio da Natureza


A incorporação de uma estrutura arquitectónica dentro de uma paisagem natural majestosa é sempre uma tarefa difícil. 

O atelier Seung h-sang construiu 'hyunama', a casa de campo, no meio de uma floresta. Onde o proprietário tinha plantado cinco jardins botânicos e pediu aos arquitectos para criar uma habitação onde podia contemplar e meditar entre os mesmos. 

Composta por uma estrutura de aço corten de dois andares com uma longa encosta. Na parte superior deste volume há uma colina artificial, onde um conjunto de escadas nos guia até o portão de entrada. Uma vez aberto o mais esplêndido panorama de um vasto vale é revelada através de janelas do chão ao tecto, que correm ao longo de três lados da casa.

O sitio está localizado no centro da montanha, onde apenas vimos montanha e céu, e permite ver o sol se por sobre o reservatório e dando calor no inverno ao longo do trajecto do sol.

Arquitectos: Seung-sang / h IROJE arquitectura e planeamento 
Equipa: jong tae yun, sinwook han, sunjoo kim
Localização: bugye-myun, gunwi-gun, Gyeongsangbuk-do, Coreia
Área de implantação: 133,699㎡
Área de construção: 125.05㎡
Área bruta: 137.33㎡
programa: equipamentos culturais
Escala edifício: 2 andares acima do solo
Estrutura: Betão Armado
Materiais Exteriores: Painel corten THK2.3, betão, vidro
Materiais interiores: Betão, piso ondol, madeira compensada





"Dynamic Sanctuary"






Instalação "Dynamic Sanctuary" responde à pulsação dos seus visitantes

O estúdio nova-iorquino the principals concluiu o projeto dynamic sanctuary, uma instalação interativa no sight unseen offsite, durante o festival nycxdesign. Feita a pedido da Ford Motors, a instalação de luz detecta e pulsa de acordo com o biorritmo dos visitantes, cria um espaço de natureza dinâmica.

A instalação modular foi manualmente construída pelo estúdio the principal. Uma superfície hexagonal espelhada de plexiglass conforma o chão da instalação, que é definida por uma série de elementos escultóricos modulares de plástico. Descrito pelo estúdio como um "diafragma triangular invertido", o sistema de paredes combina folhas planas montadas de modo a ficarem curvadas, aumentando a resistência e estabilidade. Colunas estruturais ocultas no interior oco dos elementos plásticos suspendem um forro espelhado através de uma série de vigotas de alumínio. Ao longo do perímetro do piso e na base dos módulos de parede, 29 triângulos recebem um conjunto de mais de 100 luzes led. O tom das luzes rende à instalação coloração azulada serena que se torna quase branca na junção das paredes com o chão.

No coração da instalação há um pódio espelhado ao qual sensores de pulsação estão afixados. Os visitantes entram na instalação através de uma estreita abertura e colocam os sensores nos seus dedos. A instalação responde imediatamente com luzes pulsantes em sincronia com a pulsação dos visitantes, projetando biorritmos nas paredes da estrutura. 

Projetada para receber um visitante de cada vez, o espaço intimista reflete uma série de influências, desde falésias estreitas a obras de Richard Serra e o interior do carro Ford Edge.

 





Projecto do Ano

O edifício de Inovação, Ciência e Tecnologia de Santiago Calatrava na Universidade Politécnica da Flórida foi recentemente eleito o "Projeto do Ano" pela Engineering News-Record. A peça central da nova universidade, teve um masterplan também concebido por Calatrava, foi recentemente eleita a "Melhor Construção em Aço" pela AISC. 

"Educar, particularmente pessoas mais jovens, é uma das tarefas mais nobres que existe", disse Calatrava em resposta ao prêmio. "O edifício de Inovação, Ciência e Tecnologia busca ser uma ferramenta para alcançar o nível mais alto de educação para jovens". 

"Além disso, espero que este edifício seja visto, com o tempo, como um símbolo do espírito inovador da comunidade, um portal, e se torne um estímulo para a potente economia high-tech que está a crescer em Lakeland e Polk County na Flórida. Os importantes prêmios recebidos pelo projeto até agora reafirmam que, com sorte, pode ser este o caso." 

O edifício serve como principal edifício de salas de aula da Universidade, dispondo de 26 laboratórios de estudo, 11 laboratórios de pesquisa, 17 salas de reunião de grupos e mil metros quadrados de área comum. O projeto incorpora um terraço externo, sombreado por uma pérgola contínua, que serve como área de encontro, estudo e descanso. 

O exterior do edifício é dominado por dois elementos muito expressivos: a pérgola e a cobertura operável. A pérgola consiste em uma estrutura metálica leve que circunda todo o edifício, proporcionando espaços externos cobertos e reduzindo o ganho de calor solar do edifício em 30%. A cobertura operável, por sua vez, consiste numa série de brises solares ativados por controle hidráulico responsáveis pelo sombreamento da clarabóia do hall central. 

Fotos © Alan Karchmer para Santiago Calatrava








Homes for the Homeless

Casulos anexados a edifícios proporcionam abrigo para moradores de rua no Reino Unido
Homes for the Homeless, de James Furzer do estúdio Spatial Design Architects vence o sexto concurso anual “Space for New Visions”.

Reconhecendo o problema da falta de habitação no Reino Unido, James Furzer focou-se em criar um espaço seguro para os sem-abrigo -Homes for the Homeless consiste em uma série de casulos que são anexados a edifícios existentes. Podendo ser usados tanto independentemente como em conjunto, formando uma comunidade de casulos que acolham as pessoas. Não fosse o abrigo a principal característica da arquitectura.

Projectados para um orçamento limitado, os materiais usados em cada casulo podem variar, permitindo que o custo final continue baixo e que a estrutura modular se mimetize ao edifício "hospedeiro". Por possuírem um carácter temporário, as instituições de caridade cuidariam da manutenção e disponibilidade dos abrigos.

Com a crise económica, o número de pessoas a viver na rua está cada vez maior. Acompanhado pelo sentimento de isolamento, o morador de rua tem uma expectativa média de vida de 47 anos e são 35 vezes mais propensos a cometerem suicídio. Insultados, assediados e atacados pelo público, é difícil para o sem-abrigo melhorar de situação. Neste sentido, Homes for the Homeless foi pensado para acolher o homem e responder a um problema social, uma nova visão.





Estruturas Insufláveis que se Apropriam do Espaço Arquitectónico

Em Barcelona nasceu Penique productions, um colectivo de artistas de diferentes disciplinas unidos num projecto que se baseia na realização de instalações efémeras.

O ponto de partida do projecto é a selecção de uma localização a partir da qual se constrói uma peça única e feita à medida. Um insuflável que se expande e invade o espaço por completo. O balão cresce até se relacionar com a arquitectura existente. O ar, actuando de forma estrutural, exerce pressão contra o plástico que esbarra nas formas sólidas da arquitectura que o limita e modelam sua forma final. 

Conquistado pelo grande insuflável, o lugar transforma-se numa nova textura, a iluminação e a cor monocromática. Penique productions apropria-se da localização actual que perde seu uso habitual para formar parte da obra adquirindo uma nova identidade, a instalação actua como fronteira e define um novo espaço. 

Este projecto propõe uma experiência ao espectador. Através de uma mensagem perceptiva clara, directa e simples sem estabelecer um discurso fechado, pretende alcançar todo o tipo de público.

Galeria del Paranimf, El Claustro, Palo Alto, La Capella e Parque Lage são quatros dos projectos desenvolvidos. Instalações que estabelecem um diálogo íntimo entre os elementos que compõem e desenham o sítio da intervenção e os convertem em actores desta função efémera.

Galeria Del Paranimf. Penique productions 
El Claustro. Penique productions 
El Claustro. Penique productions 
Palo Alto. Penique productions 

Parque Lage. Penique productions 

Mercado Municipal de Abrantes


O Mercado Municipal de Abrantes, projeto do atelier Arx Portugal. Localiza-se na transição para o centro histórico, no espaço das antigas oficinas da Rodoviária do Tejo, cujo avançado estado de ruína recomendou a sua total demolição. Trata-se de um lote urbano situado entre duas ruas a cotas diferentes: em baixo (a poente) o Largo do Tribunal, e em cima a nascente, a rua Nossa Senhora da Conceição. É um lote extraordinariamente estreito para o programa em causa, que marca decisivamente o projecto desenhado. 

Programaticamente sugeria-se a importância de proceder à ligação dessas ruas, criando um caminho ascendente em direção ao Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, que se pretende construir no Convento de S. Domingos implantado na cota mais alta da cidade. Adicionalmente, uma leitura do local revelou a importância de refletir sobre o impacto deste novo edifício no seio do casario envolvente, heterogéneo na qualidade arquitetónica e nos tempos de construção, mas também de escala consideravelmente menor, quando observado a partir de poente.

Do ponto de vista tipológico, um mercado é um edifício onde a ideia de espaço público é levada ao extremo. No limite, como ainda acontece em diversas civilizações, o mercado acontece na própria rua onde os comerciantes vendem a quem passa os seus produtos em bancas e coberturas improvisadas, numa diluição ou coincidência total do espaço ‘mercado’ no espaço urbano.

O novo Mercado de Abrantes é simultaneamente edifício e rua. Através dele passa-se de uma rua para outra, seja de forma directa através da escada que se abre no limite norte, ou deambulando entre bancas e a escada em espiral situada no limite sul. No fundo, trata-se fundamentalmente de uma rua conformada e coberta por uma casca de betão aparente pintada a branco. 

No coroamento do edifício dois volumes captam a luz solar que flui para aos pisos inferiores através de aberturas nas lajes dos vários andares, iluminando suavemente os espaços, sublinhando a textura de betão e marcando a cadência temporal dos dias.








Texto do arquitecto; 
Fotografia: Fernando Guerra

Pedra Silva Arquitectos recebe Menção Honrosa do Prémio "The Plan Awards 2015"


O atelier Pedra Silva Arquitectos, sediado em Lisboa, recebe Menção Honrosa na categoria de Interiores do prémio “The Plan Awards 2015”, organizado pela revista de arquitectura italiana “The Plan”, com o seu projecto Uralchem Headquarters em Moscovo, Rússia.

Perpective Europe 2015, o evento decorreu no dia 20 de Maio. Um forum internacional de arquitectura com mais de 1000 profissionais participantes de todo o mundo, com o objectivo de reconhecer e divulgar arquitectura de qualidade.

Na categoria de Interiores, na qual Pedra Silva Arquitectos receberam uma Menção Honrosa, participaram projectos de paises estrangeiros tais como India, Itália, Kuwait, Espanha, França, Russia, Japão, Turquia, Índia e México.

Uralchem Headquarters 

E se...o baixo se tornasse alto? 

O objectivo foi criar um espaço que permitisse condições ideais de trabalho que refletissem o espírito dinâmico, descontraído e jovem da empresa que ocupa um andar inteiro de um arranha-céus na cidade de Moscovo. 

O primeiro desafio surgiu quando no sítio se percebeu que alguns dos andares da torre foram previamente construídos para ser um hotel. O que explica a altura reduzida do tecto e inexistência de pisos elevados que seria ideal para uso de um escritório. A questão base foi: "Como podemos fazer um espaço parecer mais alto do que o que é realmente é?" 

Em resposta a este problema repensou-se o tecto. Criou-se um tecto único e inovador que não só faz com que o espaço pareça maior, mas também remove elementos desagradáveis ​​que compõem o tecto tradicional. O resultado é um "filtro visual" horizontal que é colocada para fora em uma matriz composta de discos onde iluminação e ar condicionado são colocados de acordo com a necessidade. Por trás deste filtro existem todos os mecanismos técnicos que estão escondidos da vista tais como detectores de incêndio, condutas de ar e outros aparelhos. O resultado é um sistema flexível de discos suspensos que permitem fácil acesso à infra-estrutura superior, minimizando o efeito de um limite inferior. 

Um projecto com soluções sob medida, do tecto aos espaços especiais culminando em um ambiente de trabalho confortável, que promove a felicidade e produtividade. 

Pedra Silva Arquitectos | http://pedrasilva.com | Fotos: Fernando Guerra