Conhece alguém que é viciado no ginásio e não fala de outra coisa? Então esta sugestão é para si. Com o Natal aí à porta, nada melhor que aliar uma lembrança inigualável a um "estilo de vida" activo. O Trendy Fitness recomenda que ofereça a esse amigo o incrível Tug Toner. Simples, didático e super intuitivo. Fácil de transportar e de utilizar permitindo tonificar todos os músculos do seu corpo! Ora veja:
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Tug Toner
Conhece alguém que é viciado no ginásio e não fala de outra coisa? Então esta sugestão é para si. Com o Natal aí à porta, nada melhor que aliar uma lembrança inigualável a um "estilo de vida" activo. O Trendy Fitness recomenda que ofereça a esse amigo o incrível Tug Toner. Simples, didático e super intuitivo. Fácil de transportar e de utilizar permitindo tonificar todos os músculos do seu corpo! Ora veja:
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Peugeot 308 GTI "Push the Limits"
O que há de comum entre o Trendy Fitness o Trendy Wheels?
O Peugeot 308 GTI
É verdade. Acontece quando uma marca pretende tornar o lançamento de um carro desportivo marcante. E o que decidiram fazer eles? Além de toda a publicidade inerente aos media, fizeram-se valer de algo que está presente na vida da maioria de nós. O Treino e o Exercício Físico.
Ora, como o slogan ("Push the Limits") associado ao carro facilmente se transporta para quem treina e diariamente testa os seus limites, nada melhor do que o aplicá-lo num vídeo onde estão garantidos todos os desafios necessários para por à prova o corpo em apenas 20 minutos.
E tu? Estás à altura destes 20 minutos?
Então, "Push the Limits"
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Mexa-se! Pela Sua Saúde!
É daquelas pessoas que não vive sem o telemóvel, o computador ou passa demasiado tempo do seu dia sentado? Então, o vídeo que se segue é para si. Já não é só o sedentarismo que é prejudicial. A má postura está, cada vez mais, relacionada com a perda de qualidade de vida a médio/longo prazo. Tem dúvidas? Assita, então, ao vídeo que deixamos para si:
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It's Your Shoyce!
Por uma ou outra razão não consome leite e derivados ou é, simplesmente, fã de bebidas e produtos feitos à base de soja? Então temos uma recomendação para si! A marca portuguesa Shoyce surge com várias opções para quem aprecia bebidas de soja e não só. Assumem-me com uma alternativa ao leite saudável mas, ao mesmo tempo, deliciosa - "Nem vai acreditar que não é leite!"
Baunilha, chocolate ou original, light ou normal, adulto ou júnior, o consumidor é que escolhe.
Além de serem bebidas bastante ricas nutricionalmente, não possuem lactose nem glúten, importante para quem é intolerante ou celíaco!
A Shoyce também oferece uma alternativa saudável às tradicionais natas para uso culinário. Darão um toque saboroso à refeição garantindo uma opção mais saudável.
Quer conhecer um pouco mais desta marca?
www.shoyce.pt
Facebook.com/myshoyce
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Exercício Físico e Qualidade do Sono
Quando a questão reside nos hábitos de vida saudáveis, não são apenas mencionados a boa alimentação ou os níveis de atividade física. Para que seja possível ter um bom desempenho em todo o seu raio de ação (tanto a nível físico como cognitivo), é importante que o ser humano consiga tirar o máximo partido de uma boa noite de descanso.
Apesar de, anteriormente, ter sido feita uma publicação fazendo referência aos benefícios do descanso (em treino ou em repouso), desta vez, a associação que se vai estabelecer será entre o exercício físico e o sono e de que modo ambas se influenciam mutuamente.
Embora muitas vezes se negligencie esta parte, uma noite bem dormida deveria ser prioritário para quem ambiciona manter uma saúde física e mental exemplar. Noites mal dormidas, além de reduzirem a concentração e a produtividade, contribuem para uma maior instabilidade emocional, estados depressivos, irritabilidade e aumentam a probabilidade de cometer erros ou tomar más decisões.
Contudo, hoje em dia, graças a diversos fatores a que as populações estão sujeitas (contexto socioeconómicos, stress, rotina, etc.), tem-se verificado que a qualidade do sono tem vindo a diminuir havendo uma crescente procura de ajuda com vista a contornar esta questão (medicina e outras terapias alternativas).
Numa perspetiva de procurar saber quais as consequências do exercício físico sobre o sono, sabe-se que pessoas ativas, não só adormecem mais rápido como dormem melhor e conseguem ver a sensação de cansaço reduzida no dia seguinte. O sono de um "atleta" é mais relaxante e profundo, acordando poucas ou nenhumas vezes durante a noite. Os níveis de sonolência durante o dia são substancialmente inferiores. Quando relatamos um sedentário, todos os campos mencionados são prejudicados e o sono mais atribulado.
Estudos revelaram que o número total de horas dormidas é semelhante quer em sedentários, quer em pessoas fisicamente ativas (7 horas, em média). No entanto, quando o parâmetro analisado é a qualidade, o sono dos fisicamente ativos prevalece sobre os sedentários (havendo maior incidência de insónia e apneia de sono, justificando uma maior utilização de fármacos).
O reconhecimento da efetividade da atividade física no combate das insónias já é sabido. São libertadas endorfinas que ajudam a relaxar e a diminuir a ansiedade (uma das principais causas de insónia) permitindo que a pessoa consiga "desligar-se" de forma gradual. Portanto, se nos "mexermos", dormimos melhor!
Se for ponderado encontrar na atividade física uma "cura saudável" para as noites mal dormidas, é importante seguir algumas recomendações. Caso se trate de uma pessoa sedentária, a intensidade dos exercícios deverá ser ajustada em função da condição física individual. Alguns autores defendem que atividades físicas intensas devem ser evitadas, principalmente, ao fim do dia dado que são despertados mecanismos de produção de hormonas que estimulam o sistema nervoso aumentando o estado de alerta, atribulando o adormecer. Outros, seguindo novas linhas orientadoras, vieram reforçar que, mediante a experiência e condição física da pessoa, atividades físicas intensas podem e devem constar do "cardápio" de treino. Portanto, o melhor será moderar as intensidades e as doses de treino.
Os benefícios são mútuos. Se praticar exercício ajuda a melhorar a qualidade do sono também dormir bem ajuda a melhorar o rendimento físico. Os níveis de energia mantém-se estáveis ao longo do dia permitindo que os níveis de motivação não sejam prejudicados. É também durante o sono que é produzida a hormona de crescimento, fundamental para desenvolver e tonificar os músculos, evitar acumulações de gordura e combater patologias como osteoporose. Por outro lado, regenera-se o cérebro e o metabolismo como se fosse feita uma "limpeza" das toxinas geradas pelas atividades extenuantes realizadas durante o dia.
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Obesidade
Que futuro preparamos para nós quando não nos alimentamos de forma saudável, quando não praticamos exercício físico ou quando passamos demasiado tempo sentados/deitados sem fazer nada? As campanhas do “combate à obesidade” existem, cada vez mais, em maior número. Curiosamente, o número de obesos também.
O que está errado afinal?
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Adoçante, Sim ou Não?
O adoçante é uma substância de sabor doce e com baixo valor energético. Normalmente é utilizado como substituto de açúcar por conter menos calorias e por considerarem ser uma opção mais saudável.
Porém, nos últimos tempos, muito se tem discutido acerca da relação que os adoçantes estabelecem com a saúde. Os benefícios começam a perder "terreno" para os malefícios e a sua imagem começa a ser denegrida. Mas, será mesmo assim?
Apesar da sua empregabilidade estar especialmente orientada para diabéticos e obesos, muitos são os que (ab)usam (d)este produto. Embora seja uma variante doce tida como "mais saudável", o consumo deve ser igualmente moderado.
Provavelmente, muitos poderão pensar: Como não uso adoçantes, esta informação não é para mim! No entanto, é importante salientar que iogurtes, bolos, bolachas ou refrigerantes contêm grandes quantidades de adoçantes.
Apesar de tudo, não se pode afirmar com certeza absoluta que a utilização de adoçantes seja prejudicial à saúde. Mesmo existindo bastantes estudos na área, os resultados não são conclusivos em determinados aspetos. Contudo, se o consumo for em proporções exageradas, poderá contribuir para o aparecimento de complicações para o organismo, influenciando o seu bom funcionamento. Tudo dependerá da forma como são inseridos nos hábitos alimentares pois, mesmo tratando-se de algo afamado de "saudável", continuam a ser substâncias artificiais.
Embora o consumo seja recomendado em processos de tratamento de casos como a obesidade, em exagero, poderá possibilitar ganhos de peso. A utilização excessiva tem implicância direta na regulação natural da fome. Apesar de artificiais, têm a mesma capacidade de despertar os mecanismos da glicose e sua metabolização. Por outro lado, os níveis saciedade característicos do consumo de açúcar serão prejudicados não sendo de admirar desejos compulsivos por doces.
Por outro lado, é necessário compreender que adoçante não é açúcar. Portanto, não se pode esperar que ambos sejam igualmente doces nas mesmas quantidades. Como o ser humano está habituado ao açúcar (experimentem dar açúcar a um recém nascido. Não fará cara feia como se estivesse a provar limão) e ao doce característico, muitas vezes comete o erro de dobrar as doses de adoçante com intuito de igualar o sabor. Caminho errado!
Mesmo com o que já foi referido, a questão que muitas pessoas procuram ver esclarecida reside na associação que se tem estabelecido entre os adoçantes e a prevalência de cancro. Boas notícias! Até hoje, apesar de existir muita informação que afirma e outra tanta que nega, os resultados dos estudos continuam a ser inconclusivos. Mesmo com amostras em que o consumo era acima do recomendado, não alcançaram os resultados que comprovassem a efetividade dessa relação. Porém, é importante advertir que se trata de uma substância artificial que, em concentrações elevadas no organismo, poderá tornar-se tóxica para o mesmo.
No entanto, existe um pequeno fator pelo qual os adoçantes podem e devem ser evitados. O aspartame é um tipo de adoçante que, submetido a temperaturas superiores a 30ºC torna-se nocivo para o organismo. Ora, se a temperatura saudável do corpo humano se mantém nos 36ºC, esta substância será sempre um elemento tóxico para nós. Por sua vez, essa toxicidade está relacionada com doenças neuro-degenerativas.
Relativamente a populações especiais como as grávidas, é importante que se evite o consumo de aspartame. Caso contrário, incorre o risco de causar má formação cerebral na criança. Pessoas com complicações renais ou tensão alta também deverão evitar a utilização de adoçantes (em geral).
Em suma, se nos referirmos a uma população saudável, abolir o açúcar da dieta alimentar não será necessário, muito menos com o intuito de o substituir pelo adoçante. A estratégia é muito simples, na verdade. Em vez de se utilizar um pacote inteiro de açúcar, usa-se só metade. Em casos de diabetes ou obesidade consultar um nutricionista será a melhor opção para encontrar um meio "mais saudável" para conseguir suprimir a falta de açúcar.
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HidrateMe
E se a sua garrafa o avisasse quando devia beber água? Com a ajuda da HidratateMe, uma app e um smartphone será possível saber quando e quanta água ingeriu e deverá ingerir ao longo do dia. Manter os níveis de hidratação saudáveis é fundamental para o bem-estar e equilíbrio do organismo. Basta, para isso, andar sempre com uma garrafa para facilitar o processo. Mas nem sempre nos lembramos de o fazer. Na verdade, desconfio que a maior parte das pessoas só consume água quando sente sede.
Esse procedimento é totalmente errado visto que o estado de sede já implica uma desidratação acentuada do organismo. É nesse sentido que a HidratateMe irá trabalhar e entrar em acção. Mandará beber água mesmo quando não apetecer com a ajuda de um sensor que se encontra no interior da garrafa. Esse sensor enviará um sinal que resultará num aviso sonoro sempre que for hora de ingerir água. Por outro lado, saberá quando e quanta água consumiu na última vez. Tem capacidade para 710ml de água e existem várias cores disponíveis. Prevê-se que o lançamento oficial desta garrafa seja no final de 2015.
Veja AQUI
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200 Calorias
É inevitável comer e não pensar na carga calórica dos alimentos que ingerimos. Aos poucos, as pessoas começam a tomar alguma atenção aos rótulos dos alimentos que consomem e vão fazendo contas para manter a linha. Contudo, a ideia de que o saudável pode ser comido sem restrição continua a imperar n’algumas mentalidades, o que se pode revelar um erro fácil para quem faz contas para manter a linha. Um grande exemplo é a fruta. Sempre fomos habituados ao “come fruta que faz bem” mas esqueceram-se de nos alertar para as quantidades de açúcar que esta possui.
O contacto com a realidade leva a crer que as pessoas continuam a reger-se por mitos nutricionais levando-as a cometer excessos, mesmo achando que não. Mas vamos quantificar e voltar ao tema inicial, as CALORIAS. Por exemplo, 200 calorias.
Sabe o que são 200 calorias?
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Leite
O leite está presente desde o momento em que nascemos e acompanha-nos ao longo da vida. Trata-se de um alimento que muito diz à cultura portuguesa.
Mas será que aquele anúncio televisivo que recomenda o consumo de 3 copos de leite por dia é verídico ou apenas assenta numa manobra estratégica de marketing?
Pessoalmente, acredito que seja apenas uma manobra de marketing. Fazem-se valer de ferramentas agressivas como a osteoporose ou o desenvolvimento ósseo saudável para nos incutir o hábito de beber leite. Para tornarem a informação mais credível, mencionam o cálcio e as vitaminas ao ponto de criarem "versões suplementadas" com estes elementos. No entanto, a maior parte das pessoas que não abdicam do leite ainda não parou para pensar que o homem é o único mamífero que bebe leite a vida toda. Haverá mesmo necessidade?
A resposta é não, principalmente se for referido o leite proveniente da vaca. À medida que as evidências científicas vão ficando mais claras, a sua imagem vai ficando manchada diante a sociedade. O que era tido como bem essencial começa a tornar-se em algo perfeitamente dispensável.
Contudo, se estivermos a falar do leite materno, numa fase precoce da vida, o consumo é fundamental pois permite estimular o crescimento e desenvolvimento funcional do organismo. Como tal, devo deixar bem claro que as críticas tecidas serão associadas ao leite proveniente da vaca aproveitando para estabelecer comparações com o leite materno.
O leite materno é constituído essencialmente por água (cerca de 85%) enquanto que o restante é preenchido por uma combinação perfeita de elementos altamente importantes para o bom desenvolvimento do organismo numa fase de crescimento.
Já o leite da vaca, apesar de conter factores biológicos de excelente qualidade, acaba por não assumir o grau de importância que lhe continuam a impingir. Além de ser proveniente de outra espécie animal, é tão processado que até chegar ao nosso copo já perdeu parte da riqueza nutricional característica pelos processos de fervura e armazenagem.
O leite materno é rico em ácidos gordos essenciais para o organismo. Além disso, revelam grande importância no processo de "maturação" do cérebro e sistema nervoso central. Além da lactose (principal açúcar contido no leite), o leite materno possui muitos outros açúcares conferindo uma maior acção "bifidogénica" quando comparado com o leite da vaca. Por outro lado, a composição proteica e o desequilíbrio entre os minerais acabam por ditar que o leite materno jamais poderá ser substituído pelo leite da vaca.
Relativamente às proteínas, as do leite humano são estruturais e possuem melhor qualidade. Enquanto que o leite materno possui 80% de lactoalbumina, o leite da vaca possui a mesma proporção em caseína (proteína de absorção mais lenta). Como esta se encontra em quantidades reduzidas no leite humano, os "flocos" formados são de fácil digestão reduzindo o tempo de esvaziamento gástrico. Por outro lado, o leite da vaca contém vários constituintes proteícos alergénicos dado que o nosso sistema digestivo não possui enzimas que consigam digeri-los. E aqui iniciamos a descrição das razões pelas quais o leite que consumimos ao longo da vida não é tão recomendado como nos fazem crer.
Apesar do leite materno conter mais aminoácidos, o leite da vaca possui 3 vezes mais proteína. No entanto, o consumo exagerado acidifica o pH do sangue contribuindo para uma sobrecarga renal. Ora, quando pensamos que estamos a criar condições favoráveis para os nossos ossos ao consumir muito leite, na verdade estamos a prejudicar os nossos rins e a contribuir para o aumento da excreção de cálcio pela urina.
O leite da vaca contém 3 vezes mais quantidade de cálcio. Contudo, devido ao desequilíbrio dos minerais fundamentais para a sua absorção e utilização, acaba por nada valer ao nosso organismo dada a biodisponibilidade reduzida. No leite materno, as proporções são mais equilibradas permitindo a utilização apropriada do cálcio.
O leite começa a estar cada vez mais no centro da discussão dado que actua como substância alergénica para o organismo. O mais comum é associar-se com a intolerância à lactose. Apesar da lactose ser a grande responsável pelos transtornos gastrointestinais (esporádicos ou crónicos), a maior parte das complicações (alergias) devem-se ao facto do corpo não conseguir digerir alguns dos constituintes que compõe o leite.
No mesmo sentido, várias publicações têm relacionado o consumo de leite com o facto de não acrescentar qualquer tipo de benefício na prevenção da osteoporose. Até faz algum sentido!
Como se explica que em alguns países africanos exista uma baixa prevalência de osteoporose quando o consumo de leite ou derivados é quase inexistente?
Para agravar, começam a surgir indícios que reforçam a relação com o cancro da próstata, do ovário ou da mama. Não entrarei por esse caminho pois existem muitos outros factores que podem influenciar mas, sinceramente, tendo em conta todos os processos químicos e hormonas a que a vaca e o leite estão sujeitos, não será de espantar que, a longo prazo, o consumo diário de leite se venha a revelar bastante prejudicial para a nossa saúde e seja totalmente desaconselhado.
Com o que foi escrito em cima, posso recomendar que esqueçam as propagandas dos leites com maior teor de cálcio ou vitaminas. Na verdade, apenas contribuem para o enriquecimento do vosso xixi e consequente "emagrecimento" da carteira.
No entanto, o que se pretende não é diabolizar a imagem do leite e que deve ser excluído dos nossos hábitos alimentares. Em pessoas saudáveis e sem qualquer problema do foro gastrointestinal, o leite poderá ser consumido mas de forma bastante regrada. Para quem já foi diagnosticado, existem outras fontes de cálcio cuja biodisponibilidade é maior (semelhante ao leite materno), como o caso dos alimentos vegetais.
A melhor forma de contribuir para uma saúde óssea exímia é manter um estilo de vida saudável. Exposição solar moderada, exercício físico com impacto (permite melhorar a mineralização óssea), alimentação saudável e variada ou um sono confortável com a duração recomendada são pequenas dicas que contribuem para que consigamos manter uma boa qualidade de vida e prolongar a nossa saúde óssea.
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Será que Deixar de Fumar Engorda?
Nos dias que correm, o contacto com substâncias como o álcool ou tabaco dá-se em idades cada vez mais precoces. Apesar da muita legislação em vigor, a verdade é que o acesso continua facilitado e não se revela tão difícil quanto isso adquirir bebidas alcoólicas ou um maço de cigarros.
No entanto, da mesma forma que existe muita gente a "iniciar-se" no consumo de tabaco (tema central de hoje), existem outros tantos cuja vontade passa por abdicar do vício. Por razões de saúde ou económicas, os esforços centram-se em renunciar a necessidade de satisfazer o organismo com este tipo de substâncias que se revelam tão nocivas a curto prazo.
O corpo vicia-se de tal forma que somente na presença de uma grande força de vontade é que se consegue deixar por completo a prática sem que se verifiquem recaídas. Apesar de existirem produtos que facilitam este processo, de nada servirão se o autocontrolo não for estável e persistente. Porém, não sei até que ponto serão assim tão eficazes como dizem ser.
Assim, e no decorrer desta temática, surge sempre uma questão com que todos os ex-fumadores se deparam: o aumento de peso!
Grande parte dos casos de ganho de peso com que me cruzo diariamente deram-se após a pessoa deixar de fumar. Assim:
Será que deixar de fumar engorda?
Estaremos perante mais um mito? Neste caso, não. Todas as referências mencionam que o facto de se deixar de fumar está diretamente relacionado com o aumento de peso por várias razões.
Que o tabaco é prejudicial e tem imensas implicâncias no funcionamento do nosso organismo, já todos sabemos. No entanto, deixar de fumar, apesar de ser a opção mais saudável (sendo que o melhor será mesmo nem começar), comporta um conjunto de alterações que poderão ser prejudiciais ao corpo se os comportamentos a adotar posteriormente não forem os mais adequados.
Em primeiro lugar, o ato de fumar estimula o nosso organismo. Ao reduzir/extinguir esse estímulo, o metabolismo irá abrandar. Ou seja, a médio prazo, caso não sejam adotados comportamentos saudáveis como praticar exercício físico e alterar os hábitos alimentares, a pessoa começará a engordar lentamente. O aumento de peso pode ir de 3 a 12kg. Contudo, ganhar peso é reversível e pode ser combatido "facilmente", o mesmo não se verificando com as lesões pulmonares consequentes do tabagismo. Como tal, deixar de fumar, pelas mais diversas razões, é ponto prioritário!
Em segundo lugar, a nicotina tem a capacidade de estimular o metabolismo. Ajuda, também, a suprimir o apetite. A pessoa sente-se saciada por muito mais tempo não tendo necessidade de comer tantas vezes. Por outro lado, acaba por ser mais fácil fazer uma pausa para fumar um cigarro do que para fazer uma refeição além de que, ao consumir nicotina, estará a "dar" prazer ao organismo.
Ao deixar de fumar, o olfato e o paladar da pessoa melhoram. Além de aumentar o apetite, os alimentos começam a tornar-se mais apetecíveis fazendo com que comer passe a ser uma forma de escape à vontade incessante de recorrer ao cigarro. Ora, se o metabolismo diminui e as pessoas começam a comer em maior quantidade, naturalmente que a questão se vai refletir sobre o peso corporal num curto espaço de tempo.
O fator psicológico também tem um papel relevante. O consumo de nicotina comporta alterações a nível psicológico. Deixando de fumar, a pessoa perde o prazer associado a esse hábito. Nessa omissão, a carência psicológica poderá ser extrema. Assim, e como já foi falado em artigos anteriores, o corpo procurará obter compensação na alimentação (principalmente aquela que "faz engordar"). A justificação para esta questão reside nas variações de açúcar. Num fumador, os níveis de açúcar são bem mais elevados quando comparado um não fumador. Nesse sentido, percebe-se a maior "atração" por doces quando se deixa de fumar.
Então, o que fazer para minimizar estes efeitos secundários?
Antes de mais, para que o processo de reabilitação tenha maior probabilidade de dar certo, recomendo que o consumo de tabaco seja reduzindo de semana para semana. Uma redução brusca tornará a missão mais complicada e o mais certo será frustrar as expectativas. Para evitar tentações, numa primeira fase, evitar locais propícios a fumar poderá ser uma mais-valia.
Relativamente ao aumento do peso corporal, tudo aquilo que já foi mencionado em artigos anteriores poderá (e deverá) ser posto em prática. Consultar um nutricionista numa fase inicial poderá ser uma mais-valia para que haja um controlo mais efetivo. Comer de três em três horas e beber água são princípios básicos. Contudo, existem sempre momentos em que a tentação fala mais alto. Nesses casos, se a vontade passar por fumar um cigarro, recomenda-se mastigar uma pastilha elástica ou um rebuçado sem açúcar. Se a vontade passar por comer, optar por alimentos pouco calóricos e que obriguem a mastigar (maçã ou cenoura, por exemplo).
Iniciar a prática de atividade física é outro aspeto fundamental. Além de comportar um leque variado de benefícios adjacentes ao exercício físico, permite-nos relaxar e ocupar o tempo. Na ausência de tempos livres (normalmente responsáveis pelos delitos que cometemos), a probabilidade de falhar é menor.
Assim, se a intenção passar por deixar de fumar, deverá ser prudente, paciente e persistente. Não é fácil mas também não é impossível!
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Fazer Exercicio para Ganhar Descontos!
E se fazer atividade física for vantajoso também para a carteira? É verdade. É um conceito inovador capaz de colocar Portugal a mexer.
Estamos a falar da ideia Move Bonus, totalmente portuguesa. Trata-se uma plataforma onde toda a atividade física pode ser convertida em descontos. Subir e descer escadas, passar ferro, passear o cão entre outras atividades físicas (desportivas) estão entre o leque de opções para enriquecer a conta pessoal com pontos/descontos.
É impossível não reconhecer a empatia especial que o ser humano tem por descontos. A pensar nisso, e numa tentativa de reduzir os índices de sedentarismo em Portugal, Bruno Claro, mentor da Correr Lisboa, vai lançar a Move Bonus, no dia 19 de Março. Qualquer pessoa pode participar contribuindo com todo o tipo de movimento, independentemente da sua natureza.
Não se trata de uma aplicação mas sim de uma plataforma onde todas as outras aplicações estão agregadas. Por outras palavras, independentemente da aplicação que utilizemos para fazer o registo da atividade física, smartphone ou relógio, podemos sincronizá-la com a Move Bonus.
O acesso à plataforma é totalmente gratuito. Para justificar isso, Bruno afirma que “a pessoa que se esforça não deve ser cobrada por isso” acabando até por ser recompensada.
Movimentar, mexer, saltar, correr são algumas das palavras de ordem. “A ideia é que as pessoas não usem o elevador e vão de escadas, e que vão a pé para o trabalho”. A partir daí, tudo o que se faça será convertido em pontos e estes, por sua vez, convertem-se em descontos. O utilizador pode ainda escolher o que quer ver contabilizado: calorias gastas, número de passos dados ou tempo investido em atividade física.
Quando alcançado determinado número de pontos, podemos trocá-los por um voucher de descontos em qualquer um dos parceiros da plataforma (hotéis Tivoli, lojas Running 7, Holmes Place, MyProtein, Clínicas da Foz, 4 moove, Puma e Salming). Caso não haja interesse em nenhum destes parceiros, os “coletores de pontos” têm a possibilidade de abraçar causas solidárias doando os teus pontos a uma instituição. Caso a instituição consiga alcançar o objetivo de pontos, um dos parceiros fará um donativo podendo ir desde alimentos a brinquedos, passado por material escolar. A seleção de instituições legíveis para a plataforma ainda está em curso mas qualquer participante poderá sugerir espaços que necessitem de apoios.
O fator competição também pode estar presente, para quem gosta de levar a “coisa” mais a sério. A principal finalidade passa por as pessoas se motivarem umas às outras promovendo desafios e competições saudáveis. O sistema de aposta de pontos em desafio é possível. Por exemplo, desafiamos um amigo e quem correr mais ou gastar mais calorias durante uma semana fica com os pontos do outro. Não se preocupe quem não confia nas suas capacidades físicas face às do adversário. Só poderá competir com adversários do mesmo nível.
Não estranhe as frases espanholas no site, não fique a pensar que isto é importado — garantimos que é inteiramente português. É tudo charme paranuestros hermanos, já que dentro de dois meses a plataforma vai chegar a Espanha, para convencer os turistas espanhóis a usufruir de descontos em Portugal, e para que os portugueses possam fazer o mesmo sempre que dão um pulinho ao país vizinho. Até ao fim do ano, a ideia é que a plataforma já esteja espalhada pela Europa.
Não é certo que os portugueses comecem a praticar as duas horas e meia de exercício semanal recomendado pela Organização Mundial de Saúde, mas isto pode ser aquele empurrão que lhe faltava. Registe-se no site e a partir daí dance, passeie o cão, limpe o pó… só não fique refastelado no sofá, porque no fim terá o merecido desconto. E lembre-se: os pontos só têm a duração de um ano, pelo que se passar esse prazo perderá todos. Na certeza, no entanto, de que o esforço não terá sido em vão.
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Glúten
No âmbito do exercício físico e nutrição, é frequente surgirem modas com capacidade para alterar teorias que persistem durante anos. Na maior parte dos casos, não passam de simples "correntes". Noutros, a sua coerência é tão imponente que rapidamente conquistam um lugar de destaque tornando o que se fez ontem em algo errado ou simplesmente ultrapassado.
Esta questão aplica-se tanto no âmbito das metodologias de treino como nas dietas fazendo com que surjam novas tendências constantemente.
Seja Cetogénica ou Paleolítica, a verdade é que as pessoas se deixam levar pelas novidades do mundo da nutrição, muito pelo desempenho físico mas principalmente pela busca incessante de resultados que tardam em aparecer. No entanto, a eficácia das mesmas não está aqui em causa. O mais importante será fazer tudo com conta, peso e medida e, preferencialmente, com acompanhamento especializado por parte de nutricionistas em vez da autorrecreação.
No seguimento desta temática, nos últimos tempos, muito se tem ouvido falar sobre Glúten e será esse o nosso tema de hoje.
Basicamente, muitos especialistas têm colocado em causa o facto das massas integrais não serem tão saudáveis quanto se julga por conterem uma substância (Glúten) que é associada, entre outras coisas, ao aumento de peso. Fonte de negócio por parte das indústrias, ou não, a verdade é que a venda de alimentos sem Glúten disparou exponencialmente desde 2006.
À parte das modas, os principais "interessados" numa dieta sem Glúten são os celíacos. A doença celíaca caracteriza-se pela intolerância ao Glúten contribuindo para que o organismo tenha dificuldade em absorver outros nutrientes, vitaminas, sais minerais e água. A médio/longo prazo, as lesões no intestino, caso o consumo desta substância não seja abolido, serão inevitáveis. Esta doença, apesar de não escolher idade nem sexo, manifesta-se mais nas mulheres adultas.
Então, o que é o Glúten?
Trata-se de uma proteína que pode ser encontrada na aveia, centeio, cevada e trigo. Além de ser responsável pelo sabor espetacular característico dos bolos e biscoitos, é um dos elementos que confere elasticidade às massas.
No entanto, tem sido alvo de muitas críticas recentemente. Além de fazerem crer que não acrescenta qualquer tipo de valor ao organismo, começam a surgir teorias na sua relação com o aumento de peso, como já foi referido anteriormente. Por outro lado, também existe quem defenda uma dieta sem Glúten tem a mesma capacidade de fazer aumentar/diminuir o peso como qualquer outra. Na realidade, independentemente da dieta o que importa é a quantidade calórica ingerida e os hidratos de carbono totais. Então, em que ficamos?
Engorda ou não?
Diretamente, não! A forma mais correta de explicar que o Glúten não faz engordar é pelo facto de, ao não consumirmos essa proteína, estamos a abdicar de alimentos ricos em hidratos de carbono como o pão, as massas, farinhas e outros produtos de confeitaria. Assim, ficam de lado as pizzas, bolos, biscoitos e tudo aquilo que normalmente apelidamos de "bombas calóricas". Acaba por ser um meio para atingir um fim.
Ao abdicarmos destes alimentos, naturalmente, faremos opções bem mais saudáveis (frutas, legumes, leguminosas, carne, peixe, arroz, etc.). No entanto, não significa, necessariamente, que a dieta sem Glúten seja considerada mais saudável dado que ao deixar de comer certos cereais, estamos a privar o organismo de outros nutrientes importantes. Daí a importância em manter hábitos alimentares saudáveis e variados, principalmente se o não consumo de Glúten for por mera opção. No caso dos celíacos, a questão será outra.
Quando não estamos perante um caso de patologia, recorrer a uma dieta sem Glúten permitirá reparar alguns danos causados pelos maus hábitos alimentares ocorridos anteriormente. Contudo, desconfio que muitos se deixam levar pelos efeitos da publicidade e marketing. O que pretendo dizer com isto? Pelo facto de percorrermos os corredores dietéticos/"saudáveis" e enchermos o cesto com alimentos supostamente "saudáveis" não quer dizer que possamos abusar do seu consumo. Apesar de não conterem Glúten (ou qualquer outro tipo de substâncias), continuam a possuir uma elevada carga calórica. A velha máxima volta a aplicar-se quando afirmamos que, tudo em excesso faz mal! Assim, se a tolerância ao Glúten não foi diagnosticada, poderá ser consumido de forma moderada, como em tudo na alimentação.
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Café e Exercício Fisico
Seja num dia de trabalho ou de treino, por vezes, sentimos a necessidade de recorrer a estímulos que nos ajudem a despertar o corpo e a mente, para enfrentar mais uma "batalha".
Quando se fala em estimulantes, o mais habitual é pensar em substâncias pouco naturais ou mesmo ilícitas que, de alguma forma, permitam melhorar a nossa performance física e cognitiva. Apesar de coexistirem em tal contexto, a maior parte de nós consome outros produtos com substâncias de igual capacidade estimulante para o organismo, sem que sejam consideradas ilegais. Exemplo disso é a cafeína (desde que em concentrações inferiores a 12mg/L na urina, no caso dos desportistas).
Resultante da publicidade, são já do conhecimento geral, diversas bebidas preparadas com o objetivo específico de proporcionarem um efeito estimulante. Para tal, contém na sua composição substâncias como cafeína, taurina ou guaraná (RedBull® ou Monster®). Apelidadas de bebidas energéticas, são consumidas, essencialmente, em contexto desportivo. No entanto, como se tratam de bebidas estimulantes, é frequente serem consumidas tanto por "festeiros" noctívagos, como por estudantes em vésperas de avaliações que precisam da máxima concentração para assimilarem o máximo de conhecimento possível. Não sabemos, ao certo, até que ponto estas bebidas atuam eficazmente nesse sentido. Mas, centremo-nos no âmbito do desporto e no papel que assume uma das bebidas mais consumidas diariamente na rentabilidade de um atleta, o clássico café.
Todos nós conhecemos alguém (ou até mesmo nós próprios) incapaz de abdicar de um café pela manhã, depois das refeições ou antes do treino. Seja para "acordar" ou pelo simples prazer de beber, a verdade é que uma grande parte da população consome café uma ou várias vezes por dia.
Como não existem duas pessoas exatamente iguais, é natural que nem todas sintam os mesmos efeitos da cafeína. No entanto, com o avançar da idade, é natural que o corpo se manifeste de forma diferente face à presença de certos estimulantes.
Para quem se exercita com regularidade, certamente, já se deparou com uma enorme falta de vontade para treinar. A força imprescindível para iniciar diminui e a motivação desaparece. Atenção, atenção! Há boas notícias, principalmente para os amantes de café.
Vários estudos revelam que beber um café antes do treino - 30 a 60 minutos - não só proporciona um maior conforto, como influencia positivamente a performance desportiva. A cafeína contida no café gera um aumento de ácidos gordos em circulação na corrente sanguínea, os quais serão utilizados como fonte de energia pelos músculos. Assim, o corpo ganha maior resistência e consegue suportar um esforço físico por mais tempo, principalmente se falarmos de atividade aeróbia (corrida, ciclismo, natação). Por outro lado, o café tem efeito sobre o sistema nervoso central, permitindo melhorar o estado de alerta e a coordenação motora (daí muitos não abdicarem de um pela manhã ou antes do treino). Também atua sobre o nosso estado de espírito, o que ajuda a tornar a tarefa mais agradável e aumenta, consequentemente, os níveis de motivação.
Portanto, no que ao treino diz respeito, o café assume um papel relevante na nossa predisposição física e psíquica, relativamente ao mesmo. Os níveis de concentração e motivação aumentam/melhoram e o rendimento obtido no treino sai beneficiado. Como tal, percorre-se o caminho certo para o sucesso.
O consumo moderado de café, quando aliado a outros hábitos de vida saudáveis, revela-se, ainda, uma "arma" antidepressiva e uma mais-valia na prevenção de patologias como Cancro, Diabetes ou Parkinson.
No que respeita às intituladas bebidas energéticas, apesar de poderem conter cafeína, não devem ser utilizadas como substituto do café. As mesmas não possuem os antioxidantes e outros elementos saudáveis ao organismo. São constituídas, essencialmente, por calorias vazias que não correspondem a qualquer tipo de benefício para a saúde.
Quantos cafés podemos consumir diariamente?
As várias referências bibliográficas consultadas apontam entre 3 a 4 cafés diários. Quanto ao produto em si, o café, o ideal é optar pelas variedades orgânicas e de cultura biológica. Os tipos de café mais convencionais são concebidos em meio químico, com recurso a pesticidas, potencialmente perigosos para a saúde. Por outro lado, deve ser preparado por meio de filtração e não expresso. Assim, consegue-se uma maior concentração de antioxidantes.
Beber café ajuda a emagrecer?
Quando consumido de forma moderada e associado a bons hábitos de vida, o café revela-se como uma ferramenta no que à perda de peso diz respeito. Sendo um estimulante, acelera o metabolismo, permitindo ao organismo gastar mais calorias. Por outro lado, como já foi referido, a presença da cafeína faz mobilizar maiores quantidades de ácidos gordos, os quais podem ser utilizados como fonte de energia. Contudo, atenção às quantidades de açúcar!
E açúcar? Podemos adicionar?
Depende. A bibliografia não é conclusiva relativamente a esta questão. Dizem os verdadeiros apreciadores que o café deve beber-se sem açúcar, para melhor saborearem o seu paladar. Mas, a maioria gosta de um toque mais doce. O mais correto será, pois, estabelecer um equilíbrio entre o número de cafés consumidos diariamente e a quantidade de açúcar adicionada. Para quem toma mais de três cafés, parece um pouco exagerado se colocar sempre um pacote de açúcar, certo?! O ideal será dividir um pacote de açúcar (aproximadamente), pela totalidade dos cafés. Já antes de um treino, podemos colocar o pacote de açúcar na sua totalidade.
E se em vez de açúcar for adoçante?
Apesar de parecer melhor, o certo é que é muito pouco recomendável, a utilização de adoçantes. Várias referências, incluindo a Organização Mundial de Saúde (OMS), associam o seu consumo a casos de cancro. Portanto, se o objetivo é tornar a hora do café um momento mais saudável, o ideal será usar apenas metade de um pacote de açúcar ou nenhum.
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Água - Importância de estar Hidratado
Já percebemos que a alimentação saudável e o treino regular são fundamentais para quem ambiciona alcançar objetivos com firmeza. Mas, existe outro fator chave que assume um papel tão ou mais importante quanto os já mencionados, para um bom rendimento físico, assim como para a saúde em geral. Falamos da água e da importância de manter o organismo hidratado.
Como é já do conhecimento comum, o corpo humano é constituído por cerca de 70% de água. Portanto, é essencial manter o corpo bem hidratado. Além de assegurar o bom funcionamento de todos os órgãos, a água é essencial em vários processos metabólicos e fisiológicos como a regulação da temperatura corporal, eliminação de toxinas do organismo, transporte de oxigénio e nutrientes até às células, entre outros.
Não hidratar o organismo de forma correta, além de influenciar negativamente o rendimento físico aumenta o risco de desenvolver algumas complicações de saúde que podem agravar-se com o decorrer do tempo. Por exemplo, a pedra nos rins. Esta resulta do processo de filtragem que ocorre nos rins. Se não se verificar uma hidratação constante, os sais e toxinas em excesso no sangue, que serão filtrados, depositar-se-ão nos rins. Ora, se a ingestão de água for suficiente, o processo desenvolve-se com naturalidade evitando que tal aconteça. Mais água, maior excreção de "resíduos". Se for insuficiente, o organismo, para garantir as funções vitais em condições saudáveis, diminui a quantidade de água fornecida aos rins. Assim, não haverá uma remoção tão eficaz das toxinas, tornando a urina muito mais concentrada. Se as toxinas pertencerem ao conjunto das que se depositam e "empedram", dá-se a formação das tais pedras que, dependendo do seu tamanho, poderão obstruir o canal que une os rins à bexiga, provocando dores agudas sobre a região lombar.
Por outro lado, uma hidratação negligente poderá influenciar e promover a retenção de líquidos (verificando-se alguns queixosos a este nível nos ginásios). O corpo humano, ao sentir o défice de água no organismo, retém o máximo de água possível, para sobreviver. Como não é eliminada por estar em quantidades reduzidas, esta começa a acumular-se entre as células do organismo. As consequências acabam por ser visíveis. O corpo incha - pés, tornozelos, pernas, barriga, mãos - levando a um mau estar e aumento de peso.
Vamos começar a adquirir o hábito de nos hidratar com frequência?
Acho que sim!
A advertência serve para a população em geral. No entanto, quando falamos de pessoas fisicamente ativas, com profissões que requerem um maior desgaste físico ou que praticam algum tipo de atividade física, a atenção deve ser redobrada.
Ao exercitar o corpo, o organismo sofre um leque de reações químicas que necessitam da água para que ocorram conforme a normalidade (em repouso também se verificam, mas com menor impacto). Como tal, é importante hidratar o corpo ao longo do dia para que, na hora do treino, se verifique o bom funcionamento do organismo e, consequentemente, um bom rendimento físico, sem colocar em causa a saúde.
Quem dá por iniciada a atividade física (principalmente de intensidade moderada/elevada) com os níveis de água corporal abaixo dos recomendados, corre o risco de sentir tonturas, mal-estar (desmaio, em caso extremo) ou "ver" a sua frequência cardíaca disparar.
O sangue é constituído, sobretudo, por água. Com o organismo desidratado, o sangue perde água tornando-se mais espesso. Além de outras complicações como tromboses, vai obrigar o coração a ter que redobrar esforços para o conseguir fazer chegar a todo o corpo e dessa forma, o aporte de nutrientes e oxigénio às células será dificultado. Como tal, se o combustível não chegar eficazmente ao nosso "motor", veremos o mesmo perder força e rendimento.
Então, qual a quantidade de água que deverei ingerir diariamente?
Obviamente que, nesta questão, a quantidade depende de pessoa para pessoa. A profissão, o tipo de atividade física, o clima ou o estado de saúde são fatores a ter em conta. Não obstante, algumas fontes citam que devemos ingerir 35ml por cada quilo de peso que tenhamos (0.035 x Peso). Assim, uma pessoa com 80kg deverá ingerir aproximadamente 3L. Beber 1,5 a 2L por dia é bom se partirmos do princípio que a pessoa, por norma, não ingere a quantidade suficiente. Ainda assim, poderá não chegar, em função das suas necessidades.
Existem, também, alimentos que nos ajudam a hidratar e que, no Verão, podem ser uma opção muito agradável. É o caso de alguns frutos da época como melão, melancia, meloa ou abacaxi.
Todavia, é importante não exagerar nos líquidos durante as refeições. Além de provocar desconforto e inchaço abdominal, poderá dificultar a digestão dos alimentos.
Durante o exercício, água ou bebida isotónica (Powerade®/Gatorade®/Isostar®)?
Quando estamos perante exercícios com duração inferior a uma hora, apenas água será suficiente. Em períodos superiores a uma hora, já se verificam desequilíbrios a nível de sais minerais. Nesse caso, recomenda-se a ingestão de bebidas isotónicas. Além de hidratarem o organismo, ajudaram a repor os hidratos de carbono e os sais minerais. No entanto, tudo dependerá da duração, desgaste e níveis de sudação associados ao tipo de treino.
Como saber se estou bem hidratado?
Antes de mais, é importante salientar que devemos ingerir líquidos mesmo antes de sentir sede. Sentir sede, indica que o organismo já se encontra desidratado. A forma mais usual de perceber se nos encontramos bem hidratados é através da cor da urina. Quanto mais transparente, melhor.
Em suma, é importante ajustar o consumo de líquidos ao nosso quotidiano. Sair de casa com uma garrafa de 1.5L será uma boa estratégia para manter uma boa hidratação ao longo do dia. No que respeita aos treinos, recomenda-se o consumo antes, durante e após. Não existe nenhuma quantidade específica mas a minha recomendação é de 500ml duas horas antes, 500ml durante e 500ml após o treino. As idas à casa de banho passarão a ser rotina frequente mas, na verdade, é por uma "boa causa", não?!
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Índice Glicémico: O que é?
Quando o assunto é alimentação, há vários fatores a ter em conta se pretendemos torná-la o mais saudável possível. Optar por alimentos pouco ou nada processados, fruta, legumes, leguminosas e água, constitui um dos princípios básicos no processo de seleção. Contudo, por ser natural ou dizer Magro/Light, não quer dizer que seja sempre a melhor escolha. Apesar de nos interessarmos apenas pelas calorias, é importante analisar a distribuição de macronutrientes - hidratos de carbono/açúcares, proteínas e gorduras - vitaminas, sais minerais, fibras, etc. Existe, ainda, outro elemento chave quando o objetivo é, por exemplo, emagrecer. Falamos do Índice Glicémico (IG).
Índice Glicémico: O que é?
O termo não será estranho para a maioria. Já, algures, todos ouviram falar em IG. Mas, a maioria desconhece em que consiste, concretamente, e qual a sua importância. No mundo do Fitness, esta questão tem vindo a ganhar grande importância dados os benefícios implícitos na boa gestão alimentar em função do IG.
O Índice Glicémico (IG) é a forma de medir a rapidez com que os alimentos ricos em hidratos de carbono fazem subir os níveis de glicose (açúcar) no sangue, após serem ingeridos.
O IG dos alimentos é classificado numa escala de 0 a 100 e, mediante esse valor,denomina-se por baixo, moderado e alto: IG Baixo - valores entre os 0 e 55; IG Moderado - entre 56 e 70; IG Alto - superior a 71. Nesta 'Tabela' é possível comparar o IG de diversos alimentos incluídos na nossa cultura alimentar. Mas, existem outras disponíveis à distância de um click.
Alimentos de IG alto, contêm hidratos de carbono de digestão rápida e fácil e caracterizam-se por elevarem rapidamente os níveis de açúcar no sangue, diminuindo de forma igualmente rápida. Alimentos de IG reduzido, são constituídos por hidratos de carbono de digestão lenta e fazem com que os níveis de açúcar no sangue aumentem de forma gradual, sem alcançar níveis elevados. (ver figura 1)
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| Figura 1: Níveis de açúcar no sangue em função do índice glicémico |
Sem necessidade de recorrer a grandes evidências científicas, rapidamente percebemos que optar por alimentos de IG baixo fará com que se cumpram os requisitos de uma alimentação saudável, além de contribuir para a diminuição do risco de desenvolver patologias do foro cardiovascular ou diabetes.
Quando a questão é a perda de peso, é ponto não negociável abdicar, quase na totalidade,de alimentos com alto IG. Optar por baixos níveis de IG ajuda, também, a controlar o apetite e a aumentar a sensação de saciedade por mais tempo.
Todavia, muitas vezes julgamos estar a fazer as escolhas alimentares mais acertadas quando, na verdade, por falta de conhecimento, acabamos por cometer alguns erros. Um dos exemplos mais comuns é o consumo de grandes quantidades de fruta. Apesar de serem mencionadas como "saudáveis", algumas frutas possuem grandes quantidades de açúcar, daí a chamada de atenção para a seleção alimentar ponderada!
Ainda assim, alimentos de elevado IG são importantes em determinadas fases do dia, nomeadamente ao pequeno-almoço, antes e depois do treino. Relativamente ao treino, antes do mesmo servirá como energético e depois ajudará na reposição das reservas glicolíticas (sendo importante ingerir juntamente com uma fonte de proteína). A partir do lanche da tarde, recomendam-se alimentos de baixo IG. Além do metabolismo abrandar com o findar do dia, evitam-se picos de insulina desnecessários. O ideal é que os "pecados" alimentares sejam feitos sempre no período da manhã. Assim, serão desgastados gradualmente ao longo do dia e, é nesta fase que o nosso metabolismo está mais ativo.
Além da diferença entre alimentos, existem outros elementos a ter em conta. A forma como são cozinhados, processados ou o estado de maturação (fruta), pode influenciar o seu IG. Por exemplo, a banana, quanto mais madura, maior será o seu IG.
Nem sempre é possível contabilizar, de forma rigorosa, o IG dos alimentos, visto não serem consumidos isoladamente como acontece, por exemplo, nas grandes refeições em que, além de cozinhados, misturam-se com outros ingredientes. O teor de gordura e proteína também desempenham um papel importante sobre esse valor. Por exemplo, as batatas fritas têm um IG mais baixo que as batatas cozidas sem adição de gordura (boas notícias, não? Mas cuidado com os excessos!)
Em Portugal, as informações a este nível carecem de maior destaque. Os valores nutricionais que constam nas embalagens dos alimentos não fazem referência ao IG dos mesmos, coisa que já se verifica em alguns países onde a prevalência de obesidade na população é elevada. Assim, é natural que as pessoas não desenvolvam a capacidade de selecionar os alimentos de acordo com o seu índice glicémico, visto que não são estimuladas nesse sentido.
Em suma, as recomendações passam por evitar as gorduras saturadas optando, preferencialmente, pelas saudáveis (azeite, frutos secos ou peixes gordos). É importante ser seletivo nas escolhas dos alimentos de baixo IG visando a qualidade, dado que mesmo alguns chocolates apresentam baixo índice glicémico. Além dos benefícios cardiovasculares, dar relevância à informação sobre o IG dos alimentos é um passo importante para quem procura uma vida mais saudável, devendo, para isso, aliar a “boa mesa” à prática de atividade física regular.
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Sugestão de Natal
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Tatiana Costa
Entrevistámos a Tatiana Costa (Atleta Fitness estreante). Vamos procurar saber um pouco mais sobre a vida e hábitos de alguém que faz do ginásio e do exercício físico a sua vida.
a) Fala-nos um pouco sobre ti e sobre como surgiu o gosto pela musculação.
Durante a minha infância/adolescência tive maus hábitos alimentares e ausência de atividade física, por consequência o meu corpo começou a ser reflexo dos meus actos e hábitos. Diversas vezes procurei soluções, erradas e feitas "à minha maneira", um jogo de "tentativa/erro", que acabava sempre em erro e levava-me a não ter força psicológica para manter hábitos ditos saudáveis. Há cerca de 1 ano e pouco tive a felicidade de conviver com atletas que tinham descoberto que o segredo para se viver bem consigo próprio passava por impor rigor e disciplina nos hábitos alimentares e na tipologia de treino. O gosto pela musculação surgiu pelo descontentamento e procura de uma solução para mudar algo que via em mim e me destruía a nível psicológico e físico cada vez mais. Hoje dedico-me bastante para manter e sempre melhorar a postura rigorosa que adotei, invisto bastante na criatividade para tornar a minha dieta, treino e todo o planeamento dos meus dias a fim de tornar os mesmos desafiantes e sempre diferentes. A verdade é que saborear os resultados da minha luta e investimento dá-me força para continuar.
b) Sabemos que és uma estreante nas competições de Fitness. O que te fez querer competir?
O que me levou a querer competir foi a grande admiração por vários atletas, pelo desafio de viver a experiência de levar a minha condição física ao limite, todo o processo levou-me a compreender como funciona o meu corpo, e principalmente a minha cabeça. É super desafiante a nível psicológico. Só quem passa por este processo e sacrifício compreende o que falo.
c) Agora que já experimentaste a sensação em cima do palco, como perspectivas o teu futuro nesta área?
Não posso adiantar muito sobre esse assunto pois ainda estou a decidir e a ponderar algumas "alíneas" e oportunidades. Posso adiantar que esta foi a primeira de muitas, é para continuar e sempre com o objetivo de ser melhor que ontem.
d) Quais as principais dificuldades com que te deparas no teu percurso enquanto atleta fitness?
Dificil é começar, é viver na ignorância, é não saber distinguir o que é correto ou errado para nós. Não existe um procedimento padrão que possa ser praticado por todos. No meu caso, como sou uma pessoa de certo modo "radical", tive que alterar completamente o meu estilo de vida. Gosto de obter algo na sua totalidade e não apenas superficialmente, mas como disse, tudo depende do objetivo pessoal. A maior dificuldade que senti até hoje foi sentir-me sozinha nesta luta, coisa que não acontece hoje.
e) Provavelmente já surgiram comentários relativamente ao modo de vida que escolheste. Como ages perante isso? E aos que dizem que a musculação faz as mulheres parecerem “homens”?
Sobre esse tema pouco tenho a dizer, é enfadonho falar sobre o assunto, "cansa-me a beleza". Mas sim, há muito comentários/"frases feitas", mas francamente não dou qualquer relevância aos mesmos, preocupo-me em gostar de mim, luto diariamente por mim e para mim, quem gosta apoia e segue, quem não gosta poderia simplesmente ficar em silêncio, mas devem gostar que dê umas boas gargalhadas de vez em quando. Quanto a esses comentários infelizes (vindos sempre de homens que fisicamente e nitidamente também psicologicamente, são débeis) de que "mulheres musculadas parecem homens", essa frase é tão monótona e cansativa, poderiam ser mais criativo e criar novas, porque até lá terei que responder também com a mesma frase feita de sempre "se mulheres que treinam parecem homens, homens sem músculos parecem mulheres".
f) Sabemos que não é fácil e não está ao alcance de qualquer um mas o que te motiva para não desistires? Quais as tuas fontes de inspiração?
O meu percurso enquanto atleta é um percurso também pessoal, é uma luta diária e amo o meu estilo de vida por ser desafiante, faz-me sentir que consigo ser um "super herói", por vezes tendo mesmo a complicar ainda mais a minha rotina de forma a sentir-me útil e sobretudo sentir que aproveitei ao máximo o dia (tempo/vontade para me sentar no sofá para ver televisão não existe, para mim é perda de tempo). Sejam quais forem as dificuldades o meu lema para seguir firme e forte na luta é: Há sempre alguém que sofre e se dedica mais que tu, no momento em que quiseres desistir, alguém continuou! A minha maior fonte de inspiração e de cumplicidade, com quem partilho objetivos e sonhos, é a minha cara metade. É essa uma das minhas maiores inspirações.
g) Fala-nos um pouco das tuas rotinas diárias de treino
Posso dizer que treino todos os dias, treinos duração média de 45 minutos, procuro alcançar sempre "overtraining", intensidade alta.
O meu esquema de treino é simples, treino perna 2 vezes por semana; ombro; gluteo e gémeos; bicep e tricep; costas e peito. Quanto à alimentação procuro variar bastante tendo em conta os alimentos que escolho tendo sempre por base o meu objetivo/meta a atingir.
h) E a alimentação? Que cuidados tens? O que varia em fase de competição e off-season?
Na alimentação faço cerca de 6/7 refeições diárias. Fase de competição e fase de off-season são completamente diferentes, tanto na dieta como no treino, posso dar umas luzes de que em fase de competição reduzo (e chego a cortar) o sal, a lactose, procuro sempre alimentos de índice glicémico baixo, a estratégia que melhor se adapta a mim passa por ciclar hidratos de carbono...etc.
i) Recorres à suplementação? Quais consideras mais importantes?
Sim, a meu ver uma boa suplementação é uma base essencial para qualquer atleta. A minha suplementação varia também dependendo da fase em que me encontro. Na minha opinião, de um modo geral, não no meu caso, mas sim para praticantes de musculação, a base fundamental/primária passa por: whey protein; caseína; glutamina; BCAA's; e um bom multivitaminico.
j) Que dicas darias às mulheres que queiram praticar musculação e, quiçá, entrar em competições, tal como tu?
A melhor dica que posso dar é: não aceitem dicas, dicas qualquer pessoa dá, qualquer pessoa faz umas pesquisas pela internet e absorve aquilo que lhe é mais conveniente, há sempre o lado "sim e não" da questão. Procurem serem ajudadas por pessoas que provem fisicamente que estão aptas a.
Não há verdades absolutas ou regras iguais para todos, somos todos diferentes e é necessário auxiliar um atleta/individuo tendo em conta aquilo que ele faz e é. Sozinhos não chegamos a lado nenhum e enquanto as pessoas não entenderem isso vão andar a perder tempo com "formulas mágicas". A melhor dica é mesmo, procura ajuda em alguém que admires e que te motive, foi o que eu fiz e continuo a fazer, e espero que outros me vejam também dessa forma.
Aos que tiverem interesse podem seguir o meu "daily fitness de um fitcouple" partilhado com o Gonçalo, meu namorado, e a minha página pessoal.
Divulgamos o conceito de receitas fitness e relatamos a nosso rotina em volta de um culto ao fitness
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Ovos e Colesterol, Mito ou Verdade?
Hoje em dia e cada vez mais, existe informação com base científica que corrobora muitas teorias utilizadas que não passam de mitos no que ao ginásio e nutrição dizem respeito. O que é certo hoje, a médio prazo poderá deixar de ser.
Quem busca resultados consistentes nos ginásios sabe (deveria saber) que é ponto não negociável aliar o treino com a alimentação, tanto em quantidade como em qualidade. Nesse sentido, quem encara esta questão com maior seriedade e dedicação, vê-se obrigado a regrar a alimentação no que toca à seleção dos tipos de fontes de macronutrientes (gorduras, hidratos de carbono e proteínas). Seguindo essa linha de raciocínio, apesar de todos terem a mesma relação de importância na manutenção de um organismo saudável, são as proteínas que ganham maior destaque, principalmente para os aficionados da musculação. Estas podem ser encontradas em fontes processadas (suplementação) ou de "proveniência" natural (carne, peixe, leite, ovos, etc.).
Hoje, o foco vai para os ovos, um alimento presente na nossa cultura alimentar e que, durante muito tempo, viu a sua imagem distorcida por ser considerado um alimento prejudicial para a saúde.
Quantas vezes já ouvimos criticar o consumo diário de ovos ou a ingestão de dois ou três, de uma só vez? Desconfio que, na maior parte dos casos, as pessoas encaram o consumo de ovos como algo nocivo para a saúde associando, principalmente, a problemas relacionados com fígado e rins mas, sobretudo, com o excesso de colesterol.
Mas, serão os ovos assim tão prejudiciais para a saúde?
Durante bastante tempo, os ovos foram vistos como autênticas bombas de colesterol para o organismo. Os benefícios eram tão reduzidos face aos malefícios que a sua ingestão era desaconselhada por completo ao ponto de se conseguir calcular o tempo de vida "perdido" por cada gema comida. Felizmente, os tempos são outros e a ciência desenvolveu-se. Por todo o mundo, realizaram-se estudos no sentido de verificar se as teorias estavam certas e se os ovos faziam assim tão mal como se dizia. Como seria de esperar, estavam erradas!
Os resultados revelados pelos estudos eram/são cada vez mais expressivos. A sua imagem foi reabilitada e conquistou uma relevância digna de destaque no quotidiano de todos nós, principalmente para atletas e utilizadores de ginásio que viram a possibilidade de incluir mais um alimento rico vitaminas lipossolúveis, minerais, aminoácidos e gorduras essenciais (tanto nas claras como nas gemas) no seu cardápio sem colocar a saúde em risco. Vamos então reabilitar a fama do ovo!
Relativamente à nutrição humana, existe a designação de Valor Biológico. O valor biológico expressa a comparação dos níveis de absorção dos nutrientes contidos nos alimentos por parte do organismo. Esta comparação é feita, principalmente, a nível proteico e, quanto maior for esse valor, mais aminoácidos e nitrogénio o organismo reterá.
Assim, ao comparar com outros alimentos (excluindo a que provem de suplementação), o ovo é a fonte de proteína que apresenta o valor biológico mais elevado:
Contudo, apesar das vantagens associadas ao consumo moderado de ovos, sempre fomos habituados a comer duas ou três unidades por semana pois a ingestão excessiva era automaticamente associada a aumentos significativos de colesterol. Mas, será que o consumo de ovos diariamente influencia o aumento colesterol?
A resposta é não, mesmo tratando-se de um alimento rico nesse aspeto. Apenas um terço do colesterol total é proveniente de fontes dietéticas sendo que os restantes dois terços provêm, essencialmente, das gorduras saturadas.
É importante salientar a divisão em LDL (vulgarmente denominado de "mau colesterol) e HDL ("bom colesterol"). O LDL e HDL referem-se às lipoproteínas de baixa e alta densidade, respetivamente. Estas estruturas formadas pela união química entre proteína e gordura, são responsáveis pelo transporte de gorduras na corrente sanguínea, uma vez que não se dissolvem na água. Como tal, tanto o LDL como o HDL não são o colesterol mau ou bom mas sim o meio de transporte do colesterol pela corrente sanguínea.
Num estudo realizado em Março de 2013 (com contornos semelhantes a outros realizados no passado), indivíduos consumiram 3 ovos inteiros por dia, durante 12 semanas. Os resultados foram claros. Verificou-se uma clara melhoria no perfil lipídico de cada um: redução dos triglicéridos, redução do LDL e aumento do HDL. Cai por terra mais um mito. Comer ovos diariamente não é prejudicial à saúde cardiovascular.
Contudo, é de realçar a importância da dieta, mais concretamente da ingestão de hidratos de carbono, dado que são a principal causa do aumento dos níveis de "mau colesterol" quando consumidos em excesso (sendo armazenados sob forma de gordura no corpo). Quando se pensa em "combater" o colesterol, o mais lógico é cortar imediatamente nas gorduras. No entanto, um estudo publicado em 2004 mostrou que uma dieta pobre em hidratos de carbono é bem mais eficaz que uma dieta pobre em gorduras quando se visa o melhoramento do perfil lipídico da pessoa.
Ainda assim, o consumo de ovos deve ser especialmente moderado para aqueles que já sofram ou possam vir a desenvolver fatores de risco para doenças cardiovasculares. Apenas nesses casos, o colesterol contido na gema do ovo poderá ser prejudicial para a saúde.
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