Trendy Eco - Passa-me cartão!


Comemoramos este Dia Mundial do Ambiente com algo que faz parte do Pequeno-Almoço dos nossos pequenos grandes Campeões:

CEREAIS!

Sejam em papa ou das mais variadas formas, cores e sabores, não há miúdo (nem graúdo!) que resista!

O que gera muito desperdício - a não ser que o reutilizemos...

Começo pela sugestão mais "popular" nos meandros do DIY (do it yourself):


Entretanto, ficam aqui mais algumas opções:

Para uma bela guitarrada!


Porque esta geração já não vai saber o que é o friozinho no estômago de receber uma carta no correio, que tal brincar aos "emails à antiga"?

Bom e barato para estimular os neurónios!


Bastam umas tiras da parte da frente, uns pingos de cola, um buraco em cada uma e ... horas infindas nisto!



Basta dar azo à imaginação!




Boas reciclagens!

Trendy-Kiss

A*

Café com Style!


Aqui está um bom exemplo do que eu chamo MimoDesign.

Uma chávena que tira a sua bica sozinha.

Desenvolvida por Christoph Meyl para a StartNext, a Piamo Espresso é uma “chávena-cafeteira” que faz café de uma maneira muito fácil e prática.

O procedimento é simples: colocar água, o café em grão ou moído e após 30 segundos no micro-ondas temos um delicioso café!

Ora vejam só…

***Jo





Scanbox



Hoje venho falar-vos de uma caixa de cartão, sim, perceberam bem.

O Scanbox não passa de facto de uma caixa de cartão, mas com uma função muito específica, o scanbox permite-nos utilizar o nosso smartphone como um scanner. 

Se ainda não ouviram falar destas aplicações fantásticas que permitem transformar uma fotografia num documento pdf eu passo a explicar: existem várias, uma gratuitas e outras pagas, pessoalmente utilizo o TinyScan para o iphone, basta centrar o iphone sobre a folha que queremos digitalizar, fotografar, acertar os cantos e pronto, podemos salvar o documento como pdf ou imagem, guardá-lo ou enviá-lo por email.

E o scanbox serve para? perguntam vocês.

O scanbox vem ajudar a todo este processo, é uma caixa que desmontada fica totalmente plana e é pouco maior que uma folha A4, quando montada(com a ajuda de ímanes) tem um orifício no topo que permite posicionar o smartphone exactamente no local certo para fotografar o documento, fotografia, objecto, etc.

Existe na sua versão simples e a versão scanbox + que incorpora uma tira de leds para iluminar o objecto.

Embora seja possível fazer o mesmo sem a caixa a ideia está simplesmente genial.

Deixo-vos o video com a demonstração.

A pérola de um e a filha do outro



Johannes Vermeer 

A pérola de um e a filha do outro

Hendrik Kerstens









Laboratório de Coisas - LDC


Dois génios do mal, sem medo de usar tesouras e outros objectos de corte, juntam-se para tornar o mundo um lugar melhor. Ou não! No Laboratório de Coisas (LDC) fazem-se coisas barulhentas, comestíveis, com ou sem malícia, bem pensadas e temáticas. Coisas em geral, pois claro!



O LDC é um projecto criativo com algumas nuances comerciais, fruto da sinergia de dois colegas de trabalho (Filipe Bernardes, project manager/copywriter e Ana Barateiro, artista gráfica), com experiência na arte de bem comunicar e fazer omeletes sem ovos ou galinhas. No LDC, o objectivo é que as ideias surjam, cresçam (com ou sem adubo orgânico) e ganhem vida própria, nunca num sentido assustador, mas sempre numa perspectiva construtiva de aprender mais e fazer melhor.

Contam as más-línguas que tudo começou numa solarenga tarde de Janeiro, numa mesa redonda pronta a receber as ideias para o primeiro projecto que, simplesmente, tinha como objectivos exercitar a massa cinzenta e um pouco de diversão. A partir daqui, e graças à boa recepção do público, surgiu a motivação para dar forma a novas ideias, num registo informal, semi-pretensioso e que, acima de tudo, tem permitido explorar novos registos de criação artística. 



Os produtos criados pelo LDC distribuem-se em três gamas principais (bolachas, pasties e gifts) e, apesar do carácter artesanal, diferenciam-se pela atenção dada à imagem, não só do produto mas também da embalagem em que é entregue, e, ainda, pelo conceito que lhes dá origem e pela forma como são comunicados. Podem ser adquiridos na loja on-line do LDC, através de pedido directo (por mensagem via Facebook) ou, até à data, em três lojas situadas em Leiria: Livraria Arquivo (bolachas e gifts), FeticheShop (pasties) e Loja Alquimia (pasties).

O que o futuro reserva é um mistério absoluto mas, para já, sente-se no LDC a satisfação de conseguir cumprir o objectivo principal de criar produtos apelativos, com um carácter diferenciador e preço justo para o consumidor final, e, simultaneamente, construir uma plataforma de comunicação com os clientes/fãs da página que assenta numa dose saudável de humor e liberdade de expressão (tanto para os criadores do projecto como para as pessoas que visitam e querem deixar o seu contributo na página do Facebook). Como bónus ao trabalho desenvolvido, têm surgido colaborações com outros indivíduos igualmente talentosos - Joana Esteves, a novíssima Content Creator do LDC, ou a Joana Raimundo e o Nélson Ribeiro, dois ilustradores que colaboram pontualmente com o LDC -, que permitem não só explorar outros registos artísticos como, também, chegar a outros públicos igualmente receptivos ao conceito do Laboratório de Coisas.


Celebrar os prazeres da vida


Há marcas que têm o poder de nos apaixonar mal lhe metemos a vista em cima. Que de repente nos conseguem dizer tanto, que nos revemos em cada peça, em cada detalhe, em cada mensagem. Foi o que me aconteceu com a Malindi. 

“Nascida” em Maio, a Malindi teve como ponto de partida o desejo de criar peças únicas e surpreendentes, algo que ainda não tivesse sido visto. Para tal fizeram uma mistura entre o antigo e o actual: as já velhinhas e nostálgicas friendship bracelets e a bijutaria moderna foram conjugadas e as primeiras peças inesperadas surgiram. 

A confecção das peças, feita em Lisboa, é exclusivamente manual, desde os nós à colocação de cada pedra ou cristal. A inspiração vem dos locais do mundo onde o sol brilha durante todo o ano. Vem dos dias de praia em que o tempo corre devagar. Dos risos e gargalhadas. Da liberdade. Do amor e da amizade. Vem dos passeios despreocupados pela areia, na qual os pés vivem quase permanentemente enterrados. Vem, também, do continente africano, que traz muitos dos padrões e das cores, e no qual a criadora da Malindi tem passado grandes temporadas. 










Uma marca apaixonante e que condiz tão bem com o Verão que lá vem.

Dia da Criança


Celebra-se hoje o dia Mundial da Criança e, a meu ver, a melhor forma de o celebrar é junto das crianças partilhando sorrisos, abraços, beijinhos, gargalhadas contagiantes e contando ou lendo histórias! Deixo-vos algumas sugestões para este dia tão especial! Boas leituras. 

O Incrível Rapaz que Comia Livros, 
de Oliver Jeffers


“Esta é a história de um rapaz com um apetite insaciável... por livros. Um dia, assim por acaso, o Henrique descobre esta estranha paixão, que se transforma numa mania constante e deliciosa! E eis a parte melhor: quanto mais livros devora, mais esperto fica. O Henrique sonha tornar-se na pessoa mais esperta do mundo. Até que percebe os malefícios deste hábito peculiar.... Já não consegue digerir bem, as coisas que aprendeu começam a ficar todas baralhadas e tem de parar.”

É um livro genial e tem uma história muito divertida! É um excelente incentivo para as crianças que não gostam de ler ganharem alguma motivação para o fazerem. 

Nicomedes O Careca ,
de Pinto e Chinto


“Nicomedes não encontra nenhuma solução perfeita para a sua calvice prematura. A cada alternativa para voltar a ostentar a sua abundante cabeleira, sucede-se um inesperado e incómodo inconveniente, cada um mais surrealista que o anterior, que o deixa novamente calvo: desde um cabeleireiro que lhe aparece na cabeça e lhe corta a cabeleira a uma velhinha que dela se aproveita para tricotar… Mas felizmente, e antes de eventualmente perder a paciência - e a cabeça -, ocorre-lhe uma ideia muito prática.” 

Dos mesmos autores de “Contos para meninos que adormecem logo a seguir” e “Minimalário”, eis que sai este mês o novo livro de Pinto e Chinto, da editora Kalandraka. A história tem tudo para nos fazer soltar umas boas risadas e as ilustrações são muito originais.


História de um Gato e de um Rato que se Tornaram Amigos

de Luis Sepulveda


“Max vive em Munique com os seus pais e irmãos - e com Mix, o seu inseparável gato preto com uma mancha branca na barriga. Amigos desde a infância, quando Max cresce e decide mudar de casa, leva Mix consigo. Mix adora viver no novo apartamento. Mas quando Max começa a trabalhar e não pode estar tanto tempo em casa, Mix, que está a envelhecer e a perder a visão, sente-se cada vez mais sozinho.

Um dia, Mix ouve uns passinhos suaves vindos da despensa e descobre que há um ladrão a comer os cereais crocantes do dono. Esperto, Mix deixa-se ficar quieto e, de repente, com a rapidez de outros tempos, estica a pata e sente o corpo trémulo de um minúsculo ratinho. Mex, como é batizado, é um ratinho mexicano, muito medroso e charlatão. Mas os verdadeiros amigos apoiam-se um ao outro e juntos aprendem a partilhar o que de melhor têm dentro de si.

Baseado num episódio da vida de um dos filhos de Luis Sepúlveda, a História de um gato e de um rato que se tornaram amigos oferece-nos uma vez mais uma fábula singela e divertida sobre o verdadeiro valor da amizade.” 

O resumo diz tudo e parece-me que é mais um livro fascinante com uma mensagem bonita e ao mesmo tempo divertida transmitindo valores tão importantes como a amizade e a partilha.



Escreve o teu livro- Um livro único em que és tu o autor!, 

de Hubert Bem Kemoum


“Este livro espera por ti, pela tua caneta e pela tua imaginação para se tornar na tua obra, para se tornar único...Para ti, Hubert Ben Kemoun montou um cenário, criou personagens e imaginou situações. A continuação está nas tuas mãos: cabe-te a ti dar vida a estas personagens durante um dia inteiro. Bem-vindo à Praça das Penas, a partir de agora és tu o autor!” 

É o livro ideal para incentivar a criatividade e a imaginação das crianças. Permite às crianças experimentarem todo o tipo de escrita, desde postais, a artigos de jornal, receitas, anúncios, classificados, acrósticos, críticas, contracapas, anedotas, canções, teatro, discursos...etc. Tem ilustrações giríssimas e está construído de uma forma muito interessante.

Dia da Criança


Prestes a chegar a Junho e com ele dias infindos de sol, propício para as brincadeiras lá fora, existe melhor maneira de comemorar o Dia da Criança?

No entanto, como S. Pedro anda um pouco bipolar e não se antevê melhoria de tempo para este fim-de-semana, ficam aqui algumas sugestões de coisinhas que podem fazer com os miúdos.

Esta dá para ocupar um bom bocado do dia, bastam umas embalagens, tampinhas e imaginação q.b.:



Ainda com tampinhas, fita cola preta num um tabuleiro de esferovite et voilà, um jogo-do-galo pronto a jogar:



Mudamos de material e passamos ao cartão - este exemplo é óptimo para trabalhar a motricidade com o encaixe dos pinos de madeira, em jeito de puzzle:



Desafio em grande, mas que não será tão grande como o sorriso dos filhotes!



Claro que, se entretanto o tempo "virar" e estiver um lindo dia de Sol, todos lá para fora, vá de protector solar, manga curta e um bom chapéu!!!


Boas reciclagens e FELIZ DIA DA CRIANÇA!

Trendy-Kiss

A*

PEDALAR (QUASE) ‘AU NATUREL’


Não tem complexos com o corpo? Gosta da comunhão com a natureza? Quer mostrar ao mundo que é mais forte do que as consecutivas massas de ar polar que nos visitam? Deverá ainda ser um acérrimo defensor da natureza, mesmo que no dia-a-dia faça milhentos disparates, maior parte dos quais lhe passem – será?! – despercebidos, desde o lixo que não separa ou no uso recorrente dos mais diversos sprays em lata…

Ah, sim, também tem de gostar de andar de bicicleta, a tal peça com rodas que faltava para se inserir na temática “Trendy Wheels”. Se se identificar com tudo o acima, então este tema assenta-lhe que nem uma luva… tanga… parra! Pois… adiante!



Isto porque no próximo dia 8 de Junho que tem lugar a “World Naked Bike Ride Lisboa 2013”, a terceira edição em terras lusas. A temática é a mesma dos dois anos anteriores, num "Vem pedalar o mais nu que conseguires!", convidando-se, por isso, os participantes a completar o percurso da prova envergando o menor número de peças de roupa possível, numa manifestação ciclo-pacifista em prol do planeta, onde se fomenta a utilização de transportes não poluentes – como a bicicleta – e promove a mobilidade sustentável. 

Dependendo do grau de puritanismo das cidades visitadas e da suposta “ofensa à integridade e aos bons costumes” que a exposição dos corpos e seus ‘apêndices’ possa ter entre as populações, os participantes das várias “World Naked Bike Ride” realizadas um pouco por todo o Mundo enfrentam este desafio com os corpos praticamente desnudos, surgindo com mais ou menos pinturas ou mesmo mensagens dirigidas a determinadas entidades (in)competentes.


Por cá, como grande parte da sociedade portuguesa é sensível (para não chamar outra coisa) à nudez integral em público, os participantes das edições nacionais têm sido aconselhados a manterem-se mais vestidos. Por isso, a maioria tem surgido em fato de banho, calções e/ou boxers, com mais ou menos pano, havendo mesmo quem vá de ‘kilt’ escocês - sem mais nada por baixo, ‘comme il faut’ - ou com roupa feita de materiais alternativos.

Fotos: WNBRL e Outros
Se decidir arriscar-se um pouco mais na exposição e quiser arejar as partes pudendas, no limite, terá um tête-à-tête com as autoridades e leva consigo para casa um papelinho que poderá, depois, contestar junto das entidades respectivas pois ele é nulo de legalidade. Afinal, ao contrário do que a maioria pensa - inclusive eu próprio - a nossa legislação não chega a tanto!

É um facto que todos viemos ao mundo do mesmo modo – ok… éramos substancialmente mais pequeninos e com ‘acessórios’ bem mais comedidos – mas a mensagem que se pretende passar não é essa. Apesar dos mais puritanos o verem como tal, a organização destaca não se tratar de um evento para chocar a sociedade, mas antes para expor a vulnerabilidade que os ciclistas e os peões enfrentam nas ruas, entre outras mensagens mais direccionadas àqueles que atentam contra o nosso planeta. Infelizmente há sempre as excepções e os extremismos que destroem a génese dos diferentes eventos em prol de um determinado objectivo. Nada de novo neste domínio no nosso cantinho à beira mar plantado!

Neste particular, a mensagem é simples: “Ande de bicicleta!” É saudável, é exercício, é convívio, num conjunto de vantagens que ajudam a deixar para trás a azáfama da semana de trabalho, os problemas familiares ou outras questões do foro individual. E, afinal, sempre pode vir a ser entrevistado para o Jornal da Noite, ou aparecer num qualquer vespertino nacional, pois a imprensa cobre o evento, até com honras de transmissão em horário nobre! 

Posto isto resta dizer que esta terceira “World Naked Bike Ride” alfacinha corre-se no segundo sábado de Junho. Os convivas partem do parque Eduardo VII, descem do Marquês de Pombal até à Praça do Comércio, rumando depois a caravana ao Cais do Sodré, apontando o azimute à Torre de Belém, onde se fará a concentração final. Depois dos mais de 200 participantes da edição inaugural, a edição de 2012 teve menos de metade, mas nem por isso a organização esmoreceu, pretendendo este ano concentrar um número significativo de defensores – em última instância – do uso da bicicleta. O resto, cada um sabe de si! 

Caso esteja interessado e queira saber mais informações, pode consultar tudo no Facebook da WNBRL  ou na página da World Naked Bike Ride Lisboa

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro 

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Até onde vai a sua LATA?


Lembra-se (os trintões) da musiquinha da tinta Stucomat que ficava no ouvido para o resto do dia?

“Stucomat é uma grande tiiintaaaa… Stucomat é Robbialac!

Pois é, a empresa de tintas desafia estudantes de design a reinventarem o grafismo das convencionais latas. 

O desafio é reinventar as comuns latas de tinta que dão pelo nome Stucomat , numa edição limitada comemorativa do 50º aniversário. O vencedor ganha 5 mil euros em material informático e a embalagem chegará às lojas em 2014.

Para participar basta estudar num curso de Design Gráfico (ou equivalente) numa das escolas que aderiram ao projeto. Mais informações em www.robbialac.pt .

Toca a dar asas à criatividade!

Puré de Batata e Espinafres


A mãe do meu amor faz também parte do meu coração.

Uma mulher admirável que tenho a sorte de ser avó do meu filho.

Nutro por ela um carinho enorme e está um pouco debilitada devido a uma cirurgia.

Hoje dedico-lhe esta receita.

Porque gosta de legumes e porque quando estamos menos bem,precisamos de comidinha reconfortante, nada melhor que um puré caseiro...

Ingredientes:
  • Batatas para cozer
  • Espinafres frescos
  • Azeite
  • Alho
  • Manteiga
  • Noz moscada
  • Natas
  • Queijo creme(facultativo)
  • sal e pimenta
Modo de Preparação:

Coza as batatas em água e sal. Escorra bem e esmague com um esmagador de batatas ou passe vite.

Envolva com natas quentes, uma colher de manteiga e noz moscada a gosto.
Salteie numa frigideira os espinafres num pouco de azeite e 2 dentes de alho, escorra e junte uma colher de queijo creme.

Envolva os espinafres no puré de batata.

Decore com azeitonas.



Anima


Marc Laroche nasceu em França em 1959. A sua primeira exposição como escultor foi nos anos noventa. Hoje ele é um reconhecido escultor e fotografo.

O exato momento em que se recebe a lua.