Dan Brown


Hoje trago-vos o que provavelmente será o livro mais vendido do ano. O autor dispensa apresentações e o livro promete conquistar ainda mais seguidores…Tendo vendido já 9 milhões de cópias em 13 países, quando um dos seus romances mais conhecidos, 'Código Da Vinci', vendeu um total de 81 milhões de cópias em todo o mundo. Calculo que a esta altura já saibam de quem falo. É isso mesmo, Dan Brown. Inferno é o título do novo livro do autor e, para quem ainda não tenha tido oportunidade de ler a sinopse, ei-la:

“«Procura e encontrarás.»
É com o eco destas palavras na cabeça que Robert Langdon, o reputado simbologista de Harvard, acorda numa cama de hospital sem se conseguir lembrar de onde está ou como ali chegou. Também não sabe explicar a origem de certo objeto macabro encontrado escondido entre os seus pertences.

Uma ameaça contra a sua vida irá lançar Langdon e uma jovem médica, Sienna Brooks, numa corrida alucinante pela cidade de Florença. A única coisa que os pode salvar das garras dos desconhecidos que os perseguem é o conhecimento que Langdon tem das passagens ocultas e dos segredos antigos que se escondem por detrás das fachadas históricas.

Tendo como guia apenas alguns versos do Inferno, a obra-prima de Dante, épica e negra, veem-se obrigados a decifrar uma sequência de códigos encerrados em alguns dos artefactos mais célebres da Renascença - esculturas, quadros, edifícios -, de modo a poderem encontrar a solução de um enigma que pode, ou não, ajudá-los a salvar o mundo de uma ameaça terrível…

Passado num cenário extraordinário, inspirado por um dos mais funestos clássicos da literatura, Inferno é o romance mais emocionante e provocador que Dan Brown já escreveu, uma corrida contra o tempo de cortar a respiração, que vai prender o leitor desde a primeira página e não o largará até que feche o livro no final.”

A escrita exigiu um ano e meio de pesquisa e a acção e é inspirada no universo de Dante Alighieri (1265-1321), o autor de A Divina Comédia, poema épico que tem vindo a influenciar artistas e escritores ao longo dos séculos, como Sandro Botticelli, Gustave Doré, John Milton, T.S. Eliot e Ezra Pound.

Para terem noção do impacto que o livro está a ter, em Itália, agências de turismo já estão a vender "Tours Dan Brown" e os hotéis "Pacotes Dan Brown", a menos de um mês depois do lançamento mundial do livro.


Continuação de boas leituras!

PROFISSÃO SAUDÁVEL E AMBIENTAL


Eles palmilham quilómetros atrás de quilómetros, chova ou faça sol, enfrentando o trânsito, os cães e outros animais de casas, escritórios, prédios, condomínios e afins que, incansavelmente, visitam todos os dias. 

Conhecem as ruas das suas regiões como ninguém, entrosam-se com a população sempre com um agradável e sonoro “Bom Dia!”, acção tããããããããããão rara nos dias que correm, em que, maior parte das vezes, nem o fazemos ao nosso vizinho do lado, já que andamos a olhar para o nosso próprio umbigo.

Numa era em que o mundo virtual quase nos faz esquecer que somos de carne e osso, trazem-nos as boas e más notícias, escritas num postal tão ansiado ou na carta que contem palavras doces ou amargas, a encomenda que nos foi remetida as tão malfadadas contas ou avisos das Finanças e das autoridades de trânsito!


Falo-vos, claro está, do Carteiro, profissão que no nosso país remonta a 1520, ano em que o Rei D. Manuel I criou o primeiro serviço de correio público nacional, nomeando o também primeiro Correio Mor do Reino. Hoje, quase cinco séculos depois, a figura desta personagem presente no nosso dia-a-dia evoluiu significativamente, tal como a empresa a que, vulgarmente, nos referimos como CTT, também ela diferente das várias entidades que a antecederam, em denominação e objectivos.

“Mas… carteiro… rodas?! Hã?!” – estarão, nesta altura, a indagar, pensando que o abrasador sol que nos visita me queimou um qualquer fusível. Isso também, mais um, mas não interessa… A ponte entre as duas temáticas faz-se, naturalmente, porque alguns deles se deslocam em veículos, mais ou menos motorizados, enquanto outros fazem-no em propostas em que têm de dar ao pedal, por estradas e caminhos mais ou menos íngremes, de acessibilidade variável, naquela que deve ser uma das profissões mais saudáveis do mundo. Mas outros viram, recentemente, a sua vida tornar-se mais fácil, desde que a empresa decidiu investir em novos equipamentos, como as bicicletas eléctricas entretanto admitidas ao serviço.


São 150 bicicletas eléctricas para ser mais correcto, numa aposta ecológica no valor de 245.000 euros (felizmente que ainda há investimentos sustentados por estas bandas) daquela que é a 6ª melhor empresa postal do mundo em termos desempenho carbónico, fruto da sua já algo extensa frota amiga do ambiente. 122 destas ‘meninas cheias de genica’ circulam desde 28 de Maio último (as restantes estão de reserva, ‘just in case’), permitindo a outros tantos carteiros percorrerem os seus percursos diários de distribuição de correio, usando-as como viaturas de serviço.

Com elas e fruto dos estudos e testes levados a cabo antes do “OK para avançar”, a empresa refere que o conjunto daqueles profissionais irá fazer uma média diária de 1.400 quilómetros, representando uma poupança de 50 toneladas de CO2 por ano, para além de aumentar-se a eficiência da distribuição de correio e o conforto e segurança dos próprios carteiros.

Estas unidades “made in Portugal” foram concebidas pelo fabricante luso Órbita propositadamente para os CTT, com especificações extra face ao leque de propostas à venda ao público, contando com um sistema de descanso e um travão de parque, caixas de transporte específicas, com o eterno ‘logo’ do correio a cavalo, fazendo-se anunciar através de uma corneta! Pesam cerca de 25 kg, integrando um sistema de travões específico e um motor eléctrico de 250w/24v, alimentado por uma bateria de iões de lítio de 24v/10Ah, permitindo-lhes atingir uma velocidade de 25 km/h. 

Assim sendo, não se admire se as suas cartas começarem a chegar um pouco mais cedo a sua casa. E sim, cumprimente o seu carteiro com um também sonoro “Bom Dia!”, não só porque mandam as regras da boa educação, como pelo facto de eles não serem invisíveis… só são – a partir de agora – mais rápidos e mais amigos do ambiente.

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

MELANCIA – O VIAGRA NATURAL


Sabe-se que existem diversas causas fisiológicas e psicológicas que podem causar a Disfunção Erétil. E, segundo alguns cientistas, embora possa não ser tão específica quanto o Viagra ® (que é direcionado para a indução de ereções penianas), a melancia pode ser uma alternativa sem efeitos colaterais.

Uma pesquisa realizada pela Universidade do Texas A & M, EUA, afirma que os fito-nutrientes (Licopeno, Betacaroteno e Citrulina) que existem na melancia, atuam sobre os vasos sanguíneos e podem ter efeitos semelhantes aos do Viagra ®, um medicamento para combater a disfunção erétil. O Viagra ®, assim como o Cialis ® e o Levitra ® são medicamentos prescritos para a Disfunção Erétil, pois provocam a dilatação dos vasos sanguíneos penianos facilitando a ereção.

Segundo os autores do estudo, esses componentes, especialmente a Citrulina, têm o poder de relaxar os vasos sanguíneos, como a famosa pílula azul. Ao ser ingerida a Citrulina é convertida em Arginina (aminoácidos) que aumenta a produção de Óxido Nítrico que beneficia o sistema circulatório e sistema imunológico.

Bhimu Patil, diretor do Centro de Aperfeiçoamento de Frutas e Legumes da A & M University, refere que “quanto mais estudamos a melancia, mais nos convencemos do quão incrível é esta fruta para fornecer elementos que fortalecem o corpo humano”. Além disso acreditam que a fruta tem outros benefícios, como ajudar o ciclo da ureia para remover alguns resíduos tóxicos do corpo.

O único problema é que a citrulina é encontrada em concentrações mais elevadas na casca de melancia.


Propriedades Nutricionais da Melancia:
A melancia tem um valor calórico muito baixo, apenas 20 calorias por 100 gramas, sendo que é o fruto que contém mais água (93%). Os níveis de vitaminas e minerais são pouco relevantes, sendo o potássio e magnésio sua maioria, embora em quantidades menores, em comparação a outras frutas.

Benefícios da Melancia:
  • a cor rosada da polpa deve-se à presença de licopeno, uma substância com capacidade antioxidante;
  • possui propriedades de limpeza;
  • recomendada para os rins ou trato urinário;
  • muito adequada para dietas de emagrecimento;
  • o seu consumo produz saciedade;
  • o seu conteúdo de fibras ajuda a limpar o intestino;
  • promove a eliminação de resíduos tóxicos;
  • ajuda a manter a pressão sanguínea estável.



Convite - Nagy Gallery


Está agora na moda a sensação nostálgica da Nova York da década de 1970, mas naqueles anos, era a maneira da arte lamentar o desaparecimento da década de 50.

Numa história de 1979 para a revista New York, Larry Rivers sugeriu que o mundo da arte perdeu sua pureza quando esse seu casamento com os poetas, cujo trabalho não é particularmente uma mercadoria, morreu.


Noa: Um apelo à Natureza




A nova colecção da Tous é um autêntico passeio pela Natureza. Noa, assim se chama a dita, traz-nos a frescura, a liberdade, a beleza e o deslumbre de uma borboleta ou de uma flor. Uma colecção feminina, romântica e delicada, com um toque selvagem e natural.


Tous Anel em Vermeil 155€

Tous Brincos em Vermeil 279€

Tous Colar em Vermeil 659€

Tous Anel em Vermeil 335€


À venda na Tous.

SCUT PARA QUE VOS QUERO!!!


Sou ou não um ‘mãos-largas’ com os fiéis leitores do blog Trendy Mind, nomeadamente os da secção Trendy Wheels? É que depois de na passada edição vos ter falado de postos de combustíveis ‘low cost’ e dado indicações sobre onde podem abastecer as vossas viaturas e, assim, poupar uns magros euros na factura ao final do mês, esta semana venho dizer-lhes como fugir às cada vez mais odiadas SCUT, originalmente alternativas de borla às auto-estradas a pagar, mas depois – buracos orçamentais ‘oblige’ – transfiguradas pelos nossos governantes, para ajudar a pagar a factura da enormíssima sequência de disparates do nosso país! Ou seja, mais do mesmo!

Bem, não sou bem eu quem vos vai dizer como contornar essas SCUT, mas sim o conceituado jornalista Rui Cardoso (editor da secção internacional do semanário ‘Expresso’ e editor executivo da revista mensal ‘Courrier Internacional’), ele que acaba de apresentar o livro “Pare, SCUT e Olhe”. Nele explica-se como minimizar os custos de circulação na nova geração de auto-estradas equipadas com portagens electrónicas, as mesmas que, inicialmente, nos foram ‘vendidas’ como sendo para viajar à borla, num bónus aos tão amados eleitores. Mas a posterior introdução de portagens (via pórticos automáticos) agravou de sobremaneira os custos de deslocação dos Portugueses, voltando a isolar o interior do país e a aumentar a poluição, os engarrafamentos e, consequentemente, os acidentes. 

 Depois do enorme ‘boom’ de auto-estradas que as diversas governações nos têm brindado (algumas delas até quase paralelas), usando e abusando do erário público – para o qual contribuímos com uma muito elevada carga de impostos, fielmente descontados todos os meses dos nossos ordenados e, mais tarde, nos IRS e afins – vimos surgir, a título de brinde à “nação valente”, algumas estradas alternativas, as ditas SCUT. “Uau!!! Fantástico!!!” clamámos todos em uníssono, contentinhos com tão vasta oferenda da qual nunca desconfiámos que tinha um enorme “V” de “volta”, nunca desconfiando que, um dia…  

Acrónimo para "Sem Custo para os Utilizadores", a expressão SCUT representava uma auto-estrada sem portagens, com custos suportados pelo Estado português e atribuídas – em construção e manutenção – a uma determinada concessionária. O conceito foi introduzido no nosso país em 1997, num governo socialista, mas seria com os sociais-democratas que surgia a primeira SCUT, a hoje A23. Duraria 14 anos o eldorado, pois o conceito foi, como se sabe, abolido em definitivo em 2011, depois dessa A23 – juntamente com a A22, A24 e A25 – passar a auto-estrada, um ano depois de deixarem de ser ‘livres’ a A4, A17, A28, A41 e A42.
  
Centenas de quilómetros de auto-estradas, até então gratuitas, passaram, então, a ser pagas, com tarifas substancialmente superiores à das outras vias com portagens físicas. Com ordenados substancialmente emagrecidos – ou simplesmente evaporados, nos casos mais extremos – os inconformados ‘tugas’ voltaram às antes mais abandonadas estradas secundárias, caindo o tráfego a pique nas AEs, com a consequente diminuição das receitas (ahhhhh… que surpresa!!!). Um tiro dado à toa pelos nossos iluminados governantes que, de uma vezada, dizimou uma catrefa de ‘melros’: o interior regrediu décadas, afectou-se negativamente o turismo e dificultou-se, de sobremaneira, as deslocações para o trabalho e de lazer. Mais ainda porque algumas dessas SCUT foram construídas em cima de outras estradas! Só vantagens, como se vê!

Pois, e “o que fazer perante este cenário?” – remete-nos, a pensar, o autor do agora apresentado livro “Pare, SCUT e Olhe”. É que, segundo o mesmo, é possível evitar ou minimizar os custos das novas portagens que nos atiraram para cima, caso o utilizador planeie, com algum tempo, os percursos a realizar entre dois ou mais pontos, seja nas deslocações para o trabalho, ou nas sempre ansiadas férias (venham elas!!!). Para o efeito, sugere-se um conjunto de rotas alternativas, conjugando uma utilização cirúrgica dos troços com portagens, conseguindo-se, sem grande perda de tempo, chegar onde é preciso, pagando pouco ou, mesmo, nada! Ah pois!!! Não sabiam, pois não?

Depois de ler este livro vai ter a sua vida substancialmente facilitada e uns euros extra na conta bancária (mesmo depois de investir os necessários 11 euros na sua aquisição). Da A23 à A25, do Grande Porto à Via do Infante, sem esquecer os restantes eixos viários, operou-se uma completa recolha de itinerários, acompanhados de mapas explicativos, que permitem aos automobilistas poupar dinheiro, viajar tranquilamente e (re)descobrir um Portugal que existe para além do betão e dos viadutos.
Este, decerto, muito apreciado livro está agora à venda nas lojas da FNAC, Bertrand e Corte Inglés e também nas superfícies comerciais do grupo Pão de Açúcar. Pode também ser encomendado através do Lifecooler, o portal de turismo e lazer mais visitado em Portugal, que apoia este lançamento.

Acrescente-se que a pesquisa de Rui Cardoso na área da divulgação científica e do turismo e lazer vai muito para além desta obra. Autor dos guias de viagem “Guia de Portugal”, “Guia das Cidades”, “Guia do Melhor de Portugal” e “Guia das mais Belas Viagens de Comboio”, publicados pelo jornal Expresso entre 1995 e 1999, é-o também de diversos outros livros, destacando-se “Portugal Passo a Passo – 20 Passeios a Pé, de Norte a Sul”, “Portugal, Palco do Euro 2004”, “Turismo Científico em Portugal, um Roteiro”, “Pelas Linhas da Nostalgia - Passeios a pé nas Linhas de Caminho de Ferro Abandonadas”, ou “Atalhos de Portugal”. 
 
Um conjunto de excelentes propostas de leitura para este Verão 2013 que, até ver, se apresentou em todo o seu esplendor. Aproveite-o, cultive-se e poupe uns tostões! É que nunca se sabe de onde vem o próximo tiro…

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.