Winter City


Os dias frios do Outono e do Inverno ainda vêm longe (quanto mais melhor, esperemos) mas na moda é já nessas estações que se pensa. A Salsa inspirou-se nas grandes cidades europeias e criou uma colecção cosmopolita e moderna para as próximas estações.

A colecção feminina vem num hino às mulheres que gostam de chá. Sob os temas Camomile, Green Tea e Early Grey os contrastes entre partes de cima oversize e partes de baixo fit slim são uma das grandes propostas da marca portuguesa. Os tons outonais, os brilhos e os print animal contrastam com o denim, criando looks descontraídos e, simultaneamente, sofisticados. 

Para os homens os prints e os materiais nobres são responsáveis por looks minimalistas, elegantes e contemporâneos. Os casacos estilo aviador e as parkas são peças hit, numa colecção onde os temas são Modesty Heritage, Contemporary&Luxury e Raw Elegance. 

Tomás Guarracino e Valeria Dmitrieka, modelos internacionais, são os protagonistas da campanha desta nova colecção Salsa, fotografada na cidade do Porto.




BICICLETAS DE DESIGN ÚNICO


Se os automóveis têm maior dimensão e mais área de chapa para servir de base aos maiores devaneios em termos de design, as duas rodas sem motor, apesar de mais contidas, também dão azo a inspiradas interpretações, umas mais felizes, outras mais práticas, outras com maior potencial para, um dia, se tornarem em casos reais... se bem que algumas a preços irreais!

Vem isto a propósito do facto de eu ser um seguidor assíduo do Trust Me, I’m a “Designer”, página do Facebook que nasceu para juntar o que de melhor se faz em termos de design e os que amam esta vertente do estilo, partilhando-se as mais irreverentes peças, destinadas a inspirar os designers do presente e mesmo os do futuro. 

Entre as inúmeras propostas das mais variadas temáticas – jardins, mobiliário, peças soltas, quadros, casas, estátuas, etc – as rodas têm a sua quota-parte no conjunto, nomeadamente as bicicletas, como os exemplos que a seguir desfilam:  





Por falar em futuro e ao contrário de temas anteriores em que me estendo em considerandos e análises, desta vez deixo-lhe a si, caro leitor do Trendy Wheels, as conclusões sobre alguns dos exemplos acima apresentados. De soluções práticas para pedalar no dia-a-dia, a solo ou com os rebentos ‘atrelados’, a outras de arrumação para melhor gerir o espaço lá de casa, todas constam daquela página integrada da maior rede social do mundo, a qual conta já com quase 850.000 ‘Gostos’! Será que, depois disto, não se lhes quer juntar?

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro 

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Encontros Improváveis



Esta será certamente a rubrica mais difícil que vou escrever. Provavelmente porque sei que o que escrever vai ficar muito aquém de todas as sensações que a leitura do livro me proporcionou. Já aqui vos falei do título e prometi que escreveria uma crítica. O livro? Encontros Improváveis, de Fernando Pessanha. 

Começo por vos dizer que não o li…devorei-o. Sabem quando estão a fazer algo e estão ansiosos de chegar ao fim, que qualquer coisa que vos distraia ou faça ter de tirar os olhos daquilo que estão a fazer vos tira do sério? Bom, foi o que me aconteceu ao ler Encontros Improváveis. Comecei e só parei quando terminei o livro. E dei por mim a ler a último capitulo extremamente devagar, para o prazer da leitura durar um bocadinho mais! Depois de ler a ultima página pensei “O livro não pode acabar já! Quero ler mais do mesmo…venham mais mil páginas!”. 

Há muito tempo que isto não me acontecia, mas a verdade é que o Fernando soube cativar o leitor da melhor forma: com suspense, atrevimento, uma sensualidade hipnotizante, uma elegância na escrita extraordinária, um enredo intrigante, referências históricas e fins inesperados. Por cada página que lia a curiosidade consumia-me por dentro por querer saber o que vinha nas próximas páginas. Facilmente nos identificamos com algumas personagens e, atrevo-me a dizer, ansiamos estar na pele dessas personagens em várias situações… Foi realmente um prazer enorme ler este livro e só lamento que a imprensa nacional por vezes nos faça chegar livros de supostos grandes autores cujas obras não têm um quinto da qualidade de Encontros Improváveis. Mas já me sinto uma privilegiada por estar na ponta oposta do país e me ter chegado um exemplar às mãos. 

Obrigada Fernando, por partilhares connosco este talento e criatividade singulares! Para os interessados a obra custa apenas 10€ e deixo o link do facebook do autor, para que possam encomendar o vosso exemplar! Venha o próximo Fernando. Encomendem, leiam e deliciem-se!


Sumo de Melancia e Menta


Nestes dias quentes de Verão, um sumo refrescante e sem calorias!!!!

Sumo de melancia e menta:

Ingredientes:
  • 1/4 melancia
  • Hortela pimenta
  • Gotas de limão
  • Gelo


Modo de Preparação:

Triturar tudo numa maquina de sumos et voilá!


ERA UMA VEZ UM BICHO-PAPÃO


Dado o avanço registado ao nível da produção automóvel, muitos de nós podemos dizer que, tirando as indesejáveis mas necessárias intervenções de rotina e demais revisões programadas, as nossas quatro rodas raramente vão à oficina. Mas muitos outros já viram o seu investimento de uma vida ser chamado de urgência à oficina da marca porque, de repente, se identificou um qualquer potencial problema, que poderá afectar o bom funcionamento do seu veículo e, no limite, a sua segurança e a daqueles que transporta a bordo.

Falo do “recall”, o aterrador bicho-papão da indústria automóvel, num termo de apenas seis letrinhas – sendo uma delas repetida – que, quando vem à baila, provoca um tsunami à escala global, numa ‘onda’ de proporções por vezes gigantescas, que atinge mais ou menos continentes dependendo de onde a viatura em causa tenha sido vendida. Ele pode ainda ser mais ou menos devastador consoante o tema seja bem explorado (poucas vezes, infelizmente muito poucas…) ou mais atabalhoadamente (na grande maioria dos casos) através dos órgãos da imprensa (seja ela escrita ou televisionada).


Os ‘recalls’ mais recentes, de vários milhões de viaturas à escala global, afectaram marcas outrora impensáveis de se verem atingidas por tão aflitiva desgraça, como sejam alguns construtores japoneses ou mesmo algumas marcas de automóveis de luxo, em que as tecnologias de produção são tão avançadas que quase não se percebe como tal ‘micróbio’ se pôde instalar! Pois é… quase!

Quando os automóveis eram feitos 100% ‘em casa’, sem ingerências externas ou fornecimentos de terceiros, o processo era bastante mais controlado, se bem que não assegurado na totalidade. Nunca o foi! Mas pronto… uma vez identificado um erro ou um defeito, a coisa tinha menos impacto e resolvia-se de um modo relativamente mais fácil. A partir da altura em que os fornecedores de peças começaram a ser comuns à grande maioria das marcas, decorrentes das chamadas economias de escala que a indústria automóvel adopta (ver texto anterior do Trendy Wheels – HOJE CASO CONTIGO, AMANHÃ LOGO SE VÊ, os tais ‘bugs’ começaram a surgir, até mesmo entre os supostos inatingíveis!

O caso mais recente remonta a Abril último, quando ocorreu um dos maiores ‘recalls’ conjuntos de sempre, afectando vários construtores e nada menos do que 3,4 milhões de veículos em todo o planeta, entre os quais cerca de 20.000 unidades no nosso país. Tudo porque se identificaram alguns casos a nível internacional, de automóveis produzidos entre 2000 e 2004 e equipados com airbags fornecidos pela empresa Takata Corporation, integrados num lote de peças potencialmente com defeito. Não surpreende, portanto, a dimensão desta onda, numa maré cada vez mais frequente e mais abrangente, implicando perdas astronómicas para as marcas envolvidas.


Aliás, só para se ter uma ideia, ao longo dos últimos três anos (de 2010 até à presente data) os construtores automóveis já chamaram às oficinas mais de 24.000.000 de viaturas! Sim, leu bem, são 24 milhões de automóveis, integrados em ‘recalls’ onde se alertam os proprietários para o potencial defeito de uma determinada peça, não se querendo correr o risco de algo falhar e, eventualmente, os estragos se tornem muito para além de chapa batida, pondo em risco as vidas de quem segue a bordo. 

Por isso, se e quando receber uma carta em casa, enviada pelo representante nacional da marca do modelo que comprou, antes de se atirar ao ar e começar a falar mal de Deus e do Mundo, pense que o que tem parado à porta é, antes de mais, uma máquina. Claro que é uma máquina demasiado cara, pois por cá não se compra um automóvel novo por menos de 10.000 euros e que, em casos mais extremos, afecta outras de várias dezenas ou centenas de milhar de euros, que teoricamente deveriam funcionar como um relógio suíço. Só que, infelizmente, não é bem assim…

Lembre-se, antes de mais, que a sua marca está também a zelar pelos seus interesses e atente no pormenor que o seu automóvel PODERÁ estar afectado por esse problema. Não há certeza de que esteja. Há uma hipótese porque a peça afectada é do mesmo lote das identificadas como estando, pelo que se torna POTENCIALMENTE defeituosa e, jogando pelo seguro, há que ir à oficina da marca e combinar a intervenção. “Ah, ya… que trabalheira…”, “vai-me complicar com a agenda…”, “agora tenho de ir de propósito lá…”, “gastei eu X mil euros e tenho um carro defeituoso…”. Tem carradas de razão, mas é a sua vida e a dos que estão a bordo que está em jogo.

Ah sim… e não se alarme pelo que lê em determinados jornais ou ouve em alguns canais de televisão, pois na grande maioria das vezes o tema é – audiências ‘oblige’… – explorado de modo a dar ‘sangue’. Quanto mais melhor! Não interessa se o modelo em questão é um sucesso de vendas ou que integra as mais avançadas tecnologias e inúmeras soluções de segurança a bordo, que lhe garantem conceituados prémios internacionais e que até têm sido um papel preponderante em alguns acidentes. Nada disso… o que interessa, para alguns, é o turbilhão de abanões que provoca, ao anunciar-se à boca cheia, às vezes mesmo sem se estar em posse dos números oficiais, que X milhões de viaturas “ESTÃO” afectadas com o problema Y ou Z. Não é “ESTÃO”… é “PODERÃO ESTAR”! É tudo uma questão de conjugação dos tempos verbais na cada vez mais estraçalhada língua de Camões.

Assim, se receber a dita da carta, combine o mais rapidamente possível com a sua marca de eleição o quando e onde e siga com a vida em frente. É bem melhor do que receber um telefonema a dizer que houve um acidente, eventualmente com vidas perdidas…!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Simples!



Hey greenies!

Todos os dias tropeçamos em coisas TÃO simples mas que podem facilitar TANTO o dia-a-dia...!

Para quem já tem o seu quotidiano incrivelmente complicado, como é o caso dos cidadãos com dificuldades motoras, deparei-me com algo tão simples quanto eficaz.

Para que os benefícios da hortoterapia chegassem a todos, principalmente aos deficientes motores, a TERRAform teve esta excelente ideia!





Usar materiais e respeitando o ambiente tanto quanto possível no processo de fabricação:

utilizando polietileno reciclado e reciclável a 100%, contratando localmente e utilizando madeira proveniente de florestas francesas tratadas com oléothermie, aumentando a durabilidade e facilidade de adaptação do TERRAform.



Vejam lá se não acham o mesmo?



Os meus Parabéns à TERRAform por tão fantástico produto!

Trendy-Kiss
A*

Make-upTrends F/W 2013-14


Olá meus Amigos!

Nas passereles internacionais já se apresentam as colecções para a próxima estação.

E com as novas colecções, vêm também as novas tendências de cabelos e maquilhagem!

Então, para a estação fria, as tendências são os volumes, as linhas rectas, o futurismo, o regresso dos anos 30, as cores fortes e frias e algum dramatismo.

Os cabelos vão usar-se apanhados, muito lisos e bem penteados com gel, em coques elegantes e por vezes, com volume geométrico sobre a testa, ou usam-se curtos, com ondas, numa referência aos anos 30.

Na maquilhagem, a pele usa-se perfeita, imaculada. As sobrancelhas ganham o destaque, usando-se delineadas e bem marcadas, dramatizando a expressão do olhar. Os olhos, usam-se esfumados em tons escuros.

O blush, ou não se usa, ou usa-se em excesso, marcando geometricamente as maçãs do rosto e elevando-se até às têmporas.

Os lábios, tal como o blush, ou se usam em tons nude, ou em tons frios e fortes, como o vinho e o castanho escuro.

Aqui ficam as novas tendências em imagens e sugestões de compras dos produtos chave, para se conseguir este look!

Até breve!!!











Quando o calor extremo nos bate à porta…


Uma ida de 15 minutos à sauna, um passeio pelo deserto, uma busca suada por um oásis próximo… Nada se compara com os verdadeiros dias tórridos que temos vindo a sentir. A água tornou-se escassa para tanta sede, os banhos transformaram-se em bens insaciáveis e as nossas casas verdadeiros fornos ambulantes.

Nestes momentos de intenso calor, o nosso corpo apenas tem 2 preocupações: procurar por uma boa fonte de água e equilibrar os níveis de sais minerais. Quando não se consegue atingir a plenitude e algo nos falta, podemos começar a sofrer de uma sede extrema, fraqueza muscular, cefaleias, taquicardia, náuseas e vómitos, podendo levar mesmo à perda de consciência. Desta forma, devemos ter em especial atenção as crianças, os idosos, os doentes cardíacos, diabéticos, hipertensos, obesos e pessoas medicadas com diuréticos, sedativos, ansiolíticos e estimulantes. Para a prevenção destas complicações, podemos, especialmente nas horas de grande calor (11h-16h), descansar em locais frescos com ar condicionado, beber muito e bem, evitando a cafeína e o álcool, usar roupas largas e tomar muitos banhos de água fria. Se sairmos de casa, devemos optar por roupa de cores claras já que as escuras absorvem muito mais o calor e usar um protetor solar acima de 30 SPF, preferencialmente. Na imagem abaixo, temos as melhores dicas para superar uma situação de calor extremo ou insolação.


HOJE CASO CONTIGO, AMANHÃ LOGO SE VÊ


Sabia que o seu SEAT já não é 100% espanhol e que, apesar da sua alma manter toda a dinâmica latina do país vizinho, os seus conteúdos são maioritariamente alemães? E que o novo Citroën C3 a gasolina que acabou de comprar tem um motor de origem BMW? E que esta marca francesa divide muito com a sua ‘meia-irmã’ Peugeot? E que até uma marca de luxo como a Bugatti partilha peças com a não menos conceituada Audi? E que alguns Volvo e Jaguar têm componentes da Ford? E que há modelos Fiat com chassis da Opel? E que… e que…

Pois é! Fruto dos acordos e desacordos, aquisições e vendas de participações, falências e afins nuns e noutros, os maiores construtores do sector automóvel surgem hoje sob uma bandeira que, na maior parte dos casos, é tudo menos a original. Longe vai o tempo em que os automóveis eram 100% feitos ‘em casa’ com conteúdos próprios, mas o aumento dos custos de produção e de desenvolvimento, bem como o lucro que as várias marcas – nomeadamente as mais valiosas – têm associado à sua imagem, levaram a que se fundissem, juntassem, comprassem ou outras soluções que permitam, no seu todo, diminuir a factura.

Assim sendo, o discurso “o meu carro é um X porque não gosto da marca Y”, ou se é de um determinado país porque se tem algum preconceito com outro, o mais certo é ter, efectivamente, comprado algo de que não gosta, sem que o saiba. De facto tem a carroçaria do automóvel que lhe agrada aos olhos, mas – sem o saber – também tem mecânicas do outro de que não gosta e que diz que nunca compraria. Pois é… mas, de facto, até comprou!

O mapa seguinte é espelho dessa realidade. Prepare-se para o embate: 

Gráfico: Car Magazine 

Parece-se com a rede de metro londrina e foi publicado já no ano 2010 pela revista britânica Car Magazine, mostrando à altura todos os acordos da indústria automóvel. Serve apenas pala ilustrar o tema, pois em três anos muitos mais acordos surgiram e desvaneceram-se, não dando os resultados previstos pelas partes.

Mas, apesar das adversidades do sector, há marcas que se mantém orgulhosamente (quase) sós, vivendo dos seus próprios conteúdos, embora já piquem aqui e ali algumas soluções de outros construtores – mediante acordos, ‘joint-ventures’ ou cedências de direitos – para os seus modelos. Tal é verdade para a maioria das marcas orientais, como a coreana Hyundai ou as japonesas Honda, Toyota e Mazda, esta última entretanto livre das ingerências da Ford, mas prestes a associar-se ao Grupo Fiat. Já a Nissan está hoje intimamente associada à Renault.

Outras têm investido forte e lutam pela conquista do título de “O Maior Construtor do Mundo” do sector automóvel, como é o caso do colosso alemão Volkswagen AG (simplesmente VW ‘para os amigos’) que destronou a – pensava-se – imbatível General Motors norte-americana. Hoje tem nada menos do que 12 marcas no seu portfólio, variando as percentagens de acções detidas: a própria marca VW (de passageiros e comerciais), a Audi e a Porsche (todas de origem alemã), a espanhola SEAT, a checa Skoda, a britânica Bentley e as italianas Bugatti e Lamborghini, para além dos construtores de veículos comerciais pesados MAN (alemão) e Scania (sueco) e também de motos, com a recente compra da italiana Ducati! 

Foto: Grupo VW  


No extremo oposto temos os outrora “Gigantes de Detroit”, Ford Motor Company, General Motors e Chrysler Group, que hoje têm uma muito menor expressão no panorama dos produtores automóveis mundiais. Renascidas das quase pronunciadas falências (só a Ford soube evitar o recurso à ajuda financeira do governo dos EUA), as três vivem realidades distintas. Hoje a Ford aposta quase a 100% em si, fazendo acordos esporádicos com outros construtores em domínios específicos, longe dos tempos áureos em que o grupo integrava as marcas de luxo britânicas Jaguar e Range Rover (entretanto vendidas à indiana Tata) e Aston Martin (agora nas mãos de num consórcio internacional), ou ainda a gestão e 1/3 das acções na Mazda. Detém a americana Lincoln, que não tem grande expressão na Europa. A General Motors já esteve ligada ao Grupo Fiat, mas mudou agulhas e acelera a plena implementação da aliança internacional com o Grupo PSA Peugeot Citroën. É dona da Opel (vendida como Vauxhall em Inglaterra) na Europa e a Chevrolet e Cadillac nos EUA, entre outras de menor expressão por cá. Falhado o acordo acima, a Fiat está a finalizar uma ‘merger’ com a Chrysler, apostando esta no mercado americano e os italianos no resto do mundo, adquirindo ambas acções da outra, passando-se a vender nos vários continentes alguns dos seus automóveis sob os ‘logos’ das duas marcas. Na Europa a Fiat divide-se entre modelos de passageiros da própria marca e também da Lancia, Alfa Romeo, Abarth, Ferrari e Maserati, mais os comerciais Fiat e Iveco.

A título de curiosidade, recorde-se o acordo feito em terras lusas em 1991, quando a Ford e a VW criaram a AutoEuropa, num acordo ‘fifty/fifty’. Num salto qualitativo e quantitativo para o país enquanto produtor automóvel, ali se produziam os monovolumes Ford Galaxy, Seat Alhambra e VW Sharan, que quase só se distinguiam pelos logótipos das marcas neles colocados. Tudo o resto eram exactamente iguais, sem tirar nem pôr! Mas os clientes eram fiéis às marcas. Gostavam de um, não gostavam dos outros. Eram iguais, mas não interessava! A partir de 1999 a Ford saiu do projecto e a AutoEuropa passou a ser detida em 100% pelo construtor alemão.

Enfim, podia estar aqui com um testamento, que seria insuficiente para dizer que A comprou B, que vendeu X por cento das suas acções a C e que se associou a D e que partilha uma fábrica com E e F, que por sua vez cede motores a G e vende carros da marca H, gastando todos os símbolos dos diversos alfabetos e abecedários à face da Terra, pontuações e ‘wingdings’, o que, ainda assim, não era suficiente para as descrever a todas. 

Confuso/a? Não esteja! Em resumo, quando de manhã olhar para o seu Dacia, pense que pode ser dono de um Renault ou de um Nissan, que se pensar comprar um Mini, a mecânica é, decerto, da BMW, ou se tiver um Kia, ele poderá ter algumas peças da Hyundai, ou como o pequeno Toyota do vizinho tem tantas semelhanças com o Citroën do seu filho, ou… 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Trendy Eco - Mimar, Ajudar, Plantar


Trendy-Ecos, quem conhece o Baobá?

- nome estranho? -

Mais uma pista!

É a árvore nacional de Madagáscar e o emblema nacional do Senegal.

Então... e embondeiro? Já reconhecem?

Olhem aqui "O Principezinho" em cima de um:







O baobá - ou embondeiro - são umas árvores magnânimes, fulcrais para o bom funcionamento da vida nas zonas onde crescem, nomeadamente no Malawi, onde há grandes períodos de seca.

Fiquem sabendo que cada "arvorezinha" destas chega a armazenar até 120.000 litros de água no seu tronco! 

Nas estações secas, estes reservatórios vivos mantêm a esperança de vida da comunidade providenciando água e alimento.

Então tive conhecimento de um projecto que ajuda a reflorestar o embondeiro no Malawi, através de donativo feito a cada embalagem de creme vendida.

O projecto chama-se Malawi Seeds of Hope e o creme de que vos falo chama-se Epoch ® Baobab Body Butter (manteiga corporal).

Tão simples e lógico quanto este creme ser riquíssimo devido ao facto de ter na sua composição as características hidratantes da polpa do fruto do Embondeiro (além de manteiga de Shea e óleo de Macadâmia).







Por cada embalagem vendida, a NuSkin doa $0,25 à Fundação E ainda a garantia de plantação de UM embondeiro.

Toda esta gama é produzida de maneira sustentável, tendo uma grande variedade de produtos para toda a pele, para todos os tipos de pele.

A NuSkin apresenta oficialmente os seus produtos HOJE dia 18 Julho no Hotel Tryp Oriente pelas 19:00 . eu não vou faltar!

Portanto....quem quer vir conhecer cremes que nos mimam, ajudam e plantam... com entrada gratuita? - lá vos espero!

Trendy-Kiss

A*

Descontraído & Sofisticado


Há homens que gostam de ter sempre um toque de sofisticação consigo, mesmo quando se quer estar no mais descontraído que pode haver e por vezes a dificuldade de encontrar algo que tenha este dois em um não é assim tão fácil ou explícito (na maioria das vezes!).

A Clae tem dois modelos que assentam lindamente a quem busca a simbiose do descontraído&sofisticado: Ellington Canvas, com um design mais simplista e sóbrio mas com padrões que lhe dão um toque de génio; e Newman, que apesar de ser um género de clássico intemporal brinca com o formato como os atacadores estão postos e surge também em padrões mais cool.

Para poder ver os modelitos ao vivo e até comprar pode ir até à Wesc Chiado, um dos pontos de venda Clae. Aproveita e dá um belo passeio pela Baixa Lisboeta.



Amazonas



Olá a tod@s!

Quem queria desesperadamente que chegasse o Verão e logo a seguir ficou doido com a caloraça que se fez sentir, meta a mão no ar!


                                            Calor + pézinho ao léu + inspiração ecológica
                                                                            =
                                                   Receita de sucesso para o Verão!


A traça Amazónica inspirada na cultura aborígene desta parte do planeta confere o elemento sui generis no calçado que se apresenta confortável, colorido e de design muito apelativo.




Tendo a preservação do meio-ambiente como bandeira, a Amazonas Sandals "foca-se na tecnologia em benefício da natureza e das comunidades que dependem da maior floresta do mundo".


Destaco as linhas ECO e BIO:

ECO RUBBER, que traz uma colecção de sandálias de borracha compacta 100% recicladas.
Design e tecnologia para garantir conforto total.

BIO RUBBER, uma linha de sandálias de borracha biodegradável, de desenvolvimento sustentável.                         Absorvida pelo ambiente em 5 anos, 50 vezes mais rápido que a borracha sintética.


E sim, também há modelitos para os meninos ;)





Para mais delícias aos olhos, que tal uma visitinha à sua PÁGINA ONLINE  ?

O Ambiente e os seus pés agradecem!

Trendy-Kiss
A*

Mota “boby”


A dificuldade de mobilidade urbana, falta de segurança e de espaço para estacionamento, juntamente com a procura de soluções sustentáveis para grandes centros urbanos parecem problemas difíceis de resolver.

E se a novidade apresentada trouxer soluções para tudo isto? É o que promete esta proposta do Grupo Húngaro Antro (centro de desenvolvimento de protótipos automotivos alternativos) com uma pequena moto dobrável, batizada de Moveo,  que permite ser transportada no estilo mala de viagem (ou “boby” do supermercado, como costumo chamar), pesando 25 kg e com uma autonomia de bateria recarregável para rodar 35 km. Dá pra levar ao trabalho, pôr a carregar como um telemóvel e ainda ficar tranquilo em relação a roubos, não é o mundo perfeito?

Este projeto foi concebido em 2008 com a pretensão de conseguir parceiros que o coloquem nas ruas até 2014.

Rezo que alguém olhe para isto e invista, porque eu quero uma destas para mim!


***Jo