Phonebloks e motorola ara


Com certeza existem muitas funções dos nosso smartphones que nunca usámos, no entanto haverão outras que gostaríamos que fossem melhores, como cada um de nós é único também faz sentido termos um smartphone à nossa medida. 

A pensar nisso e muito mais surgiu o projecto Phonebloks e mais recentemente o projecto motorola ara. São smartphones modulares, que podem ser criados à nossa medida e actualizados conforme as nossas necessidades e a bem da verdade, realmente o conceito faz todo o sentido. 
Além disso evitamos deitar fora um aparelho inteiro só porque avariou uma parte, ou porque a resolução da câmara já não é suficiente, o que a nível ecológico também tem os seus benefícios. Os módulos podem ser adquiridos à parte e substituídos como se fossem peças de lego.

O conceito em si é muito interessante e em conjunto com o sistema operativo android, que por sua vez também é personalizável, temos um smartphone totalmente à nossa medida.

Deixo-vos algumas imagens do conceito apresentado pela motorola e o vídeo do phonebloks para que possam perceber o potencial destes projectos.



MISTURAR ÁGUA E AZEITE


Estava eu a pensar em nova temática para o Trendy Wheels, quando uma colega de trabalho me alertou, sem que tivéssemos falado antes, para a questão do transporte de crianças nos transportes públicos, nomeadamente para a falta de condições e de sistemas de retenção adequados (vulgo ‘cadeirinhas’) nos ditos. Ora nem mais! Cá estava o tema desta edição – obrigado Andreia!!! – e nada melhor do que me socorrer, de novo, dos amplos conhecimentos e experiência nesta matéria da APSI - Associação para a Promoção da Segurança Infantil para vos compor a peça desta semana.

De facto, esta é uma situação anómala mas muito real nas estradas nacionais. Embora Portugal não esteja sozinho (se bem que não haja nenhum orgulho particular nisto), não há legislação para que os transportes públicos sejam obrigados a ter lugares adequados e preparados para o transporte de crianças. Quando muito, em alguns deles, existem lugares reservados para crianças “de colo”! Apenas e só, valendo o que vale, pois em caso de acidente, será o que se sabe…! 

Nem mesmo nos táxis onde, teoricamente seria mais fácil implementar tal obrigatoriedade, pois são viaturas idênticas a um automóvel tradicional. Claro que era impossível ter a bordo exemplares de todas as cadeiras adaptadas aos mais diversos escalões de altura e peso, mas não seria de analisar algo intermédio por quem de direito? Ou seja, parece ser aquela ‘máxima’ de que “água e azeite não se misturam”! Mas… será que é assim tão impossível?


A este propósito gostaria de referir uma de entre as inúmeras acções de sensibilização da APSI, através do passatempo realizado recentemente no ‘blog’ Avós Prevenidos, Netos Seguros e que tem sido divulgado pelas suas plataformas. Nele convidavam-se as pessoas a investigar qual era o país europeu que tem autocarros com assentos adaptados ao transporte de crianças. A resposta era “Espanha”, mas também poderia ser “República Checa”, só para citar dois exemplos reais do espaço europeu. 

De facto, o governo do país vizinho está a apoiar financeiramente o projecto “Pequebus” da empresa espanhola ALSA, no desenvolvimento de um autocarro especialmente preparado para o transporte de crianças com menos de cinco anos. Os assentos contam com cadeiras de criança com cintos de segurança e acolchoamento, semelhantes aos disponíveis para os nossos veículos particulares. A bordo segue um motorista devidamente habilitado e uma equipa especializada em cuidados infantis, assistindo os pequenos passageiros recorrendo às infra-estruturas ali existentes, como seja um fraldário, aquecedor de biberões, material de primeiros socorros e espaço para arrumação de carrinhos e berços. O processo até pode ser acompanhado pelos papás babosos via GPS (com registo individualizado). De modo a completar a monitorização, as crianças têm cartões individuais, incluindo informações importantes como o nome, idade, peso e nome da pessoa que os irá recolher no destino indicado, bem como outros dados de interesse, como sejam doenças específicas.




A alguns quilómetros fica Liberec, localidade na região da Boémia, na República Checa, onde desde há quase um ano circula o primeiro autocarro do país equipado com assentos de segurança para menores. Carinhosamente apelidado de “joaninha”, é maioritariamente usado em viagens de recreio dos pequeninos passageiros dos jardins infantis, contando com 50 assentos devidamente preparados para acomodar jovens até os 12 anos. À semelhança do projecto espanhol, este conta com o apoio da edilidade local e do governo checo. 

Ahhh!!! Afinal parece que as duas realidades até seu misturam! Por cá – e refiro-me aos tais transportes públicos – é do tipo “cada um por si”. Ou seja, se levar uma criança num táxi, o ideal será também ‘acartar’ com uma cadeirinha, pois eles não a têm como equipamento obrigatório. Situação que não se afigura nada fácil, dadas as dimensões das ditas, pois dependendo da idade e do peso das crianças a que se destinam, algumas pesam arrobas. E recorde-se que nem todos os assentos elevatórios são ideais para todas as crianças. 

E aqui só estou a falar nos táxis, que até têm cintos de segurança para a sua fixação, já que na grande maioria dos autocarros, comboios e mesmo na aviação comercial, tal situação simplesmente não é contemplada! E os próprios dos cintos, por si só, não seguram e/ou protegem devidamente as crianças pois os sistema de retenção não estão, por si só, adaptados aos seus corpos pequenos e frágeis. E quando não os há de todo, o recurso é o tão quentinho e confortável, quanto ineficaz e perigoso colo! Uffffffff… tantos “e”!!! 

Ou seja, apenas para o transporte colectivo de crianças, nomeadamente no âmbito escolar, há – felizmente!!! – legislação em vigor, através da Lei 13/2006, de 17 de Abril, que regulamenta as obrigatoriedades inerentes a esse transporte, aos veículos e a quem acompanha as crianças. O resto assenta no eterno optimismo nacional, numa espécie de “vamos esperar que não aconteça nada”, filosofia que é seguida por quase toda a população. Isto porque, de facto e verdadeiramente, quantas vezes pensou neste assunto ao levar consigo uma criança num transporte público? Pois… eu também não!


Acrescente-se que em termos de formação a APSI é, desde 2001, uma entidade incansável na implementação dessas competências, fazendo-o com o alvará oficial do IMTT, através de cursos dedicados para motoristas e vigilantes de transporte colectivo de crianças, tendo já formado bem mais de um milhar desses profissionais do sector. 

Recordo que a APSI é uma associação privada sem fins lucrativos, com o estatuto de utilidade pública, tendo como objectivo a promoção da união e do desenvolvimento de esforços com vista à redução do número e gravidade dos acidentes e das suas consequências nas crianças e jovens no nosso país. Informações adicionais sobre as suas actividades podem ser consultadas na sua página de Facebook ou no ‘blog’. Se puder, contribua para esta causa! 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro


Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Rihanna´s Shoes made in Portugal


A Célebre cantora Rihanna, assina uma linha moda para a River Island, com uma coleção "agressiva e requintada" que espelha o estilo da cantora.  

Um conjunto de “80 peças num misto de luxo desportivo urbano e vestidos sofisticados”, com abundância de “brilhos, padrões escoceses, saias coleantes e calçado alto com tiras” compõe a coleção de Inverno assinadas pela Riri. 






Para além da roupa, fazem parte desta coleção sapatos e botas desenhadas pela própria cantora e a parte física da produção é realizada no nosso país. Oh Yeah! Duas empresas de Oliveira de Azeméis assumem a produção do calçado desta coleção! Portugal rules!



Entre as 39 peças já disponíveis em pré-venda no site da empresa,  incluem-se dois sapatos de salto alto a preços finais entre 70 a 76 euros. Agora é só comprarem! Sintam-se a própria Rihanna e orgulhem-se da qualidade do calçado português!

Fonte: Público

O mundo de Dana Schutz


A pintora Dana Schutz vive em Nova Iorque. É muito conhecida por suas pinturas vivas e que se associam livremente entre ficção e realismo. Sua primeira exposição individual em Inglaterra está em exibição no Hepworth Wakefield de 12 de outubro de 2013 a 26 de janeiro de 2014. Schutz, também vai apresentar um novo trabalho no Contemporary Fine Arts em Berlim, entre de 9 novembro a 7 dezembro de 2013.



KUDURO DO PIRU


Nasce hoje o segundo trabalho do projecto "POW MILHER".

No seguimento do grande sucesso "EU JAH", com mais de 725.000 visualizações, surge agora o seu novo trabalho "KUDURO DO PIRU", que tal como o nome indica, incide sobre o estilo musical kuduro.

"POW MILHER", segundo RLP, o seu responsável, é um projeto com muita estupidez natural, uma parodia musical misturada com azeite brejeiro. Seja lá o que isso quer dizer, o que é certo é que a avaliar pelo primeiro trabalho, a diversão vem aí, para gáudio de quem aguarda por mais um trabalho deste projeto.


O Trendy Mind tem o prazer de apresentar em primeira mão o mais recente trabalho do projeto "POW MILHER".

Para todos, aqui está "KUDURO DO PIRU"

Happy Socks by LaChapelle


Já não é a primeira vez que escrevo sobre David LaChapelle no Trendy Mind. 

Este senhor considerado o Fellini da Fotografia, já trabalhou com muitas estrelas das artes. Madonna, Eminem, Philip Johnson, Lance Armstrong, Pamela Anderson, Lil’ Kim, Uma Thurman, Elizabeth Taylor, David Beckham, Paris Hilton, Leonardo DiCaprio, Hillary Clinton, Muhammad Ali, Britney Spears, Rihanna e até o próprio Andrew Warhol, já passaram pela lente de Chapelle, resultando sempre em magnificas obras de arte.

Desta vez aceitou o desafio da Happy Socks, marca que pretende encher o mundo de alegria através das suas meias coloridas e divertidas e o resultado foi para lá de fantástico. Uma produção fotográfica, com um ambiente industrial, um styling arrojado, usando e abusando da mistura de cores, característica da Happy socks!

Em Portugal, a colecção está disponível nas pop-up stores Happy Socks do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, e do Centro Comercial Via Catarina, no Porto.



Poderão ainda ver o video da campanha, também produzido por LaChapelle de nome " The Exorsocks" baseado no fime "O Exorcista"...

Colchão Conchinha


O "colchão conchinha" é uma criação que promete facilitar a vida dos casais apaixonados que gostam de dormir agarradinhos na posição "conchinha", mas que acabam por desistir desse romantismo por ficarem rapidamente com os braços dormentes. 

Segundo parece, uma fábrica de colchões está disposta a colocar fim a este problema. Com vários cortes na espuma e compartimentos separados por três polegadas, o colchão permite, segundo a fabricante, aguentar a posição por mais tempo, sem que o peso atrapalhe a circulação sanguínea e provoque a sensação de formigueiro.


O “Colchão Conchinha” ou Cuddle Mattress ainda não começou a ser comercializado e está a ser testado para poder ser colocado à venda no mercado. O seu criador afirmou, em 2007, que o seu produto ajudará na manutenção das relações. “O abraço é a ligação mais íntima entre os seres humanos e, com a invenção, o casal pode ficar mais tempo junto sem que o braço fique dormente”.


Fonte: mistureba

Quero perder barriga. O que posso fazer?


Um estudo recente levado a cabo por autores portugueses concluiu que as principais razões que levavam as pessoas a inscrever-se nos ginásios prendia-se, fundamentalmente, com questões de saúde/bem-estar, agilidade, stress, peso e aparência. Pessoalmente, dada a realidade onde me insiro, diria que o peso e aparência são os principais motivos que levam as pessoas a iniciar a prática de atividade física, seguindo-se da saúde/bem-estar.

Opiniões à parte, é sobre o peso e bem-estar (aparência) que se vai incidir este post, principalmente naquele público que apenas procura o ginásio em meses que antecedem o Verão, com o intuito de aparentar uma forma mais Fitness, sobretudo na hora de vestir o calção de banho/bikini.

Este tipo de utilizador de ginásio caracteriza-se pela sazonalidade aos treinos e, por desejar resultados demasiado ambiciosos em tempo recorde, acaba por, quase sempre, ver as suas expectativas defraudadas. Nesse sentido, a desistência é quase certa! 



Independentemente do sexo, o principal objetivo passa por conseguir reduzir as percentagens de massa gorda, principalmente a que se localiza na zona abdominal. Assim:

"Quero perder gordura na barriga. O que posso fazer?" 

A primeira solução que ocorre a quem ambiciona ter uma barriga lisa ou um six pack passa por executar exercícios abdominais. E quantos mais melhor!! É uma lógica legítima. Contudo, lamento informar mas fazer muitos exercícios de abdominais não fará com que a barriga fique esculpida!

Em 2011, como meio de desmistificar a queima de gordura abdominal através de exercícios abdominais, um grupo de investigadores utilizou dois grupos de pessoas. Um de controlo (sem exercícios abdominais) e outro com exercícios abdominais. O estudo teve a duração de seis semanas, sendo avaliadas a composição corporal e resistência muscular abdominal. 

Analisando os resultados, verificaram que o grupo dos abdominais não obteve resultados significativos comparado ao grupo de controlo (sem abdominais) em relação ao peso corporal, percentagem de massa gorda, circunferência abdominal, etc. O único parâmetro melhorado foi apenas a resistência dos músculos abdominais. Portanto, fazer mais abdominais não trará qualquer tipo de benefício estético ou de redução do perímetro abdominal.

Então o que é que eu posso fazer para conseguir ter uma barriga perfeita?

Na verdade, trata-se de uma questão tão simples como disciplina e rigor a nível físico (treino) e, principalmente, alimentar. 

Mesmo que façam mil abdominais por dia, todos os dias, não terão qualquer tipo de benefício significativo. Bem pelo contrário. Os malefícios para a coluna cervical e lombar em nada compensam os esforços redobrados. 

Assim, no que ao treino diz respeito, o fundamental é procurar alguém que tenha formação específica em Avaliação e Prescrição de Exercício pois procurar na Internet nem sempre é o mais indicado, sobretudo quando se trata de pessoas sem experiência nem rotina de treino.

Aliar exercícios cardiovasculares (correr, andar de bicicleta) a treino de resistência muscular (musculação, body pump, localizada) permitirá que se consiga reduzir a percentagem de massa gorda, não só pelo gasto calórico adjacente à prática de atividade física como também, pela "aceleração" do metabolismo basal (quantidade de calorias que o corpo necessita para manter as funções vitais durante 24 horas, em repouso).

No entanto, para alcançar resultados realmente satisfatórios, treinar apenas não basta (de que vale gastar 1000 kcal num treino se ingerimos 1500 logo a seguir?). Somente com um programa alimentar bem estruturado é que se conseguirá que os resultados surjam de forma consistente e equilibrada. Também é importante ter consciente que leva tempo e só surgem com a persistência. Caso contrário, é desperdício de esforço e dinheiro! 

Um treino pode durar duas horas mas ainda sobram 22 ao dia! 
(É aí que reside o desafio, o tal rigor e disciplina que foi mencionado acima)

Não é revelada, portanto, ciência nem solução milagrosa. Bons resultados só se conquistam com força de vontade e espírito de sacrifício, levando tempo e exigindo paciência. 

A minha recomendação é que recorram a profissionais especializados em ambas as áreas mencionadas, exercício físico e alimentação. Ou seja, um ginásio e um(a) nutricionista. Esqueçam os produtos e as dietas mirabolantes que vendem resultados milagrosos. Na verdade até podem resultar no momento mas, a longo prazo, os efeitos secundários desses meios nunca compensam podendo trazer imensas complicações para a saúde (excesso de peso, diabetes, doenças cardíacas). 

A nível alimentar, defendo que não existem alimentos proibidos. Apenas o consumo deve ser bastante regrado e moderado. Uma forma muito simples de escolher quais os alimentos a consumir ao longo do dia é saber se são processados ou não. Se forem, esses devem surgir em último plano. Optar por uma dieta variada faz com que consigamos ingerir os nutrientes e vitaminas necessários para o bom funcionamento do organismo.

Deve dar-se prioridade às proteínas (carnes brancas/peixe/ovo) e gorduras saudáveis(frutos secos/azeite/peixes gordos). Os hidratos de carbono surgem por último, por considerar que são sobrevalorizados nos planos alimentares. Optar, preferencialmente, pelos que possuem baixo índice glicémico (legumes, leguminosas, vegetais e cereais pouco ou nada processados - aveia, cevada, etc.). Preferir o pão e massa integrais, batata-doce e arroz basmati/integral. 

Já se sabe que é aconselhado fazer várias refeições ao longo do dia, seis a oito, a cada duas horas e meia. Evitam-se períodos de jejum prolongados e que se coma demasiado duma só vez. Todas elas devem ser equilibradas do ponto de vista nutricional (conter uma fonte de proteína, gordura e hidratos). Contudo, é preciso ter em conta a quantidade de kcal ingeridas na totalidade.

E com os abdominais? Em que ficamos?

Podem e devem continuar a treinar abdominal. Aulas como Pilates e Body Balance resultam muito bem neste sentido pois, além de desenvolver a sua resistência, desenvolve também a sua função estabilizadora. Na sala de exercício, o critério deve ser o mesmo adotado para outros grupos musculares. Trabalhar com dois ou três exercícios, x séries e y repetições. Aulas de abdominal também podem ser incluídas pois são um excelente meio de desenvolver a sua resistência devendo ter especial atenção com o stress acumulado no pescoço e na região lombar. Se o objetivo for hipertrofia, nesse caso, é importante trabalhar com carga de modo a conseguir fazer x séries de oito a doze repetições. Treinos que possuam mais que 15 repetições são otimizados para desenvolver apenas a resistência muscular.



Graft


Dando um saltinho até ao Trendy-Design (fica tudo em família...), apresento-vos o projecto GRAFT:

De inspiração na Natureza, de com e para alimentos, esta linha prima pelas formas de alimentos usadas nos talheres e demais utensílios de cozinha!


Ao fim de quatro meses de desenvolvimento do projecto, desde tentativas de recriação da cor natural dos alimentos à textura dos mesmos (veja aqui alguns exemplos ), estes produtos são uma delícia para os nossos sentidos!


Um copo de "limão:


ou ainda uma taça a lembrar uma meloa:




A melhor parte?

Toda esta linha é produzida em Bioplástico (PLA), que é produzido a partir de recursos biológicos renováveis, completamente biodegradáveis!




Mais informações AQUI

Trendy-Kiss!
A*

ENTRE GRITOS E APITOS


Pois descansem as alminhas que não vos venho falar da actual vaga de apresentadoras de programas (ditos) de entretenimento que nas noites dos fins-de-semana (e também dos outros cinco dias da dita) nos entram sala dentro com as suas vozes esganiçadas, passando o tempo em modo ‘histérico’ como se, de repente, os espectadores portugueses tivessem ficado surdos, parecendo querer fazer-se ouvir mais alto do que a ‘vizinha’ do canal concorrente! Os “gritos e apitos” a que me refiro no título integram algumas das soluções de segurança da actual vaga de automóveis novos.

Passo a explicar: mais ou menos confortáveis ou rápidos, com mais ou menos espaço para a cabeça, ombros, pernas, joelhos, bagagem, etc, é indesmentível que os automóveis do presente têm interiores substancialmente ‘mais crescidos’, mesmo que por fora pareçam mais pequenos quando olhamos para eles. É também uma verdade que os construtores andam todos numa roda-viva à procura daquela tecnologia especial de motores, diferente das demais, que fará com que visitemos menos vezes os postos de abastecimento, anunciando médias de consumos já muito baixas (uns mais, outros menos), mesmo entre os grandes automóveis.


Mas um dos saltos mais significativos tem sido alcançado ao nível das tecnologias de segurança, muito para além dos travões melhorados, do número de airbags – as tais almofadas de que nos ‘acolhem’ aquando de um acidente – ou dos aços de maior tensão e reforço, que dispersam a energia dos impactos pela estrutura das viaturas, impedindo que sintamos na pele ou nos ossos toda a dureza dos, por vezes, inevitáveis acidentes, entre outras soluções que nos protegem, sem que as vejamos fisicamente a actuar. 

Os actuais automóveis tornaram-se, assim, verdadeiros amigos (nós é que, às vezes não o somos deles e, em última instância, nossos…), já que passando o tempo a alertar-nos para as mais diversas situações inerentes à nossa condução. Fazem-no através de avisos sonoros, irritantes apitos de intensidade variável, imagens em vídeo nos ecrãs de bordo ou – nos modelos mais equipados – projectadas no pára-brisas e em painéis virtuais, por vibrações no volante, nos bancos ou mesmo nos cintos de segurança! Longe vai, por isso, o tempo em que o célebre ‘pi-pi-pi’ apenas surgia, mais ou menos sonoro, quando deixávamos as luzes ligadas ou uma porta mal fechada, para mais tarde aparecer o aviso de que alguém dentro do dito automóvel se esquecera de colocar um ou mais cintos de seguranças (primeiro o do condutor, agora de todos os ocupantes em algumas viaturas). 

Não desfazendo nas dezenas de inúmeras propostas que têm sido lançadas ultimamente, com uma panóplia de ajudas ao condutor e funcionalidades de conforto para os demais ocupantes, há automóveis – porque os mesmos me são muito próximos em termos profissionais – que espelham o que acima refiro e abaixo descrevo: por ordem alfabética os novos monovolumes Citroën C4 Picasso e Grand C4 Picasso e as novas berlinas Mazda3 e Mazda6.

Fotos: Oficiais e outras
Estas estruturas sobre rodas transformaram-se em autênticas orquestras de sons e luzes, de diferentes frequências e intensidades, alertando-nos para substancialmente mais situações: a aproximação das viaturas que circulam á nossa volta, a faixa que cruzámos involuntariamente, a distância ao veículo da frente que se encurtou em demasia, o pedal de travão que não carregámos quando devíamos ou a mudança acima ou abaixo que não ‘metemos’ porque vamos a pensar na morte da bezerra, a margem do espaço onde estamos a estacionar, a velocidade a que fazemos uma estrada onde devíamos ir a pelo menos metade, os máximos que nos esquecemos de cortar no cruzamento com uma viatura oposta cujo condutor ficou encandeado, entre outras inúmeras ajudas que facilitam a condução. Uffff!!! Veja alguns destes exemplos presentes nas mais recentes propostas da Mazda:




Muito interessante é também a solução que os mais recentes Citroën integram, com os próprios modelos a serem capazes de enviar mensagens de alerta aos serviços de assistência em viagem ou de emergência médica, respectivamente nos casos de incidentes mecânicos ou de acidentes de estrada, assumindo mesmo o comando do sistema caso ‘verifiquem’ que os ocupantes, por alguma razão inerente ao acidente, não os activam!



Mesmo assim, apesar de tudo o acima, de todas estas ajudas tecnológicas e desta imensidão de soluções mais ou menos avançadas, há uma peça nas viaturas que continua a fazer toda a diferença: o condutor! Por isso, quando estiver na estrada, conduza em segurança e tenha em atenção quem viaja consigo. Claro que alguns acidentes acontecem sem que tenhamos culpa, mas outros podiam ser evitados se tivéssemos a consciência mais presente nas rodas em que circulamos, independentemente do seu número. Elas dependem de nós condutores para chegarem ao destino do mesmo modo como saíram da origem: inteiras… tal como nós, aliás!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

MAQUILHAGEM RÁPIDA PARA O TRABALHO


Olá minhas amigas!!!

Quem sai de casa, pela manhã, bem cedo e com calma que ponha a mão no ar...

Pois, bem me pareceu que ninguém...

Cada vez temos mais tarefas para fazer e o dia não tem mais do que 24 horas... Resultado, deitamo-nos cada vez mais tarde e tentamos aproveitar todos os minutos para descansar mais um bocadinho e quando não podemos adiar mais a hora de despertar, temos de fazer tudo a correr. Eu por mim falo, pois não há dia em que não saia de casa a passo de corrida para apanhar o comboio...

De certeza que já vos aconteceu (ou acontece diariamente) sair de casa sem se maquilharem e pensarem que depois darão um "jeitinho". Só que esse "jeitinho" acaba por não acontecer. 

Não tenho tempo, dirão algumas de vocês... Quem é que tem, nos dias de hoje?

Tudo tem solução e às vezes, basta optarmos por uma maquilhagem simples e discreta que combine com qualquer tipo e tom de roupa, para ficarmos mais bonitas.

Neste artigo, apresento-vos uma maquilhagem muito simples e discreta que poderão fazer em dez minutos e que é óptima para o trabalho.

Os produtos que sugiro são apenas uma opção. Podem sempre adaptar aos produtos que já têm em casa ou adquirir de outras marcas.

Espero que gostem e toca a sair de casa maravilhosas!!!


PRODUTOS QUE VÃO PRECISAR, EM EMBALAGENS 

PRÁTICAS PARA TRANSPORTAR NA CARTEIRA


Aplicar a base em pó, com o pincel que vem na embalagem, em movimentos suaves e circulares, por toda a face.
Com um pincel kabuki ou outro pincel para pó, aplicar o pó compacto, de um ou dois tons mais escuro,
na parte superior da testa, na cana do nariz, nas maçãs do rosto e no queixo.
Aplicar um pouco de blush, pouca quantidade no pincel, nas maçãs do rosto em direcção às têmporas, fazendo um ligeiro sorriso, de modo a aplicar o blush sobre a zona mais saliente da maçã do rosto.
Aplicar uma sombra castanho claro neutro na pálpebra móvel do olho.
Aplicar um pouco de sombra castanho escura no côncavo (onde a pálpebra móvel superior se encontra com o osso da sobrancelha) e esbate-la muito bem com o aplicador de esponja que vem na embalagem das sombras.
Unir a sombra castanho escura até à raíz das pestanas superiores, fazendo um C e esbatendo muito bem para que as duas cores se fundam.
Com o lápis de olhos, fazer um risco fino junto à raiz das pestanas superiores para "abrir" mais o olhar e dar volume às pestanas.

Esbater o risco com o aplicador de sombra, para um efeito mais natural e glamouroso.

Aplicar a máscara mesmo junto à raiz das pestanas para as levantar bem e curvá-las o mais possível.

Aqui podemos ver o efeito de uma máscara.
Abre o olhar, define as pestanas e dá a ilusão de que o olho é maior.
O meu olho direito parece maior do que o esquerdo, devido à máscara de pestanas
Aplicamos um pouco de bálsamo para lábios secos.
Resultado final!!!