Entre as Rochas e o Mar


A Casa de Chá da Boa Nova de Álvaro Siza Vieira é pura integração da arquitectura no Lugar. Amplas janelas envidraçadas, onde se vê o céu, o mar e a terra.

A chegada à casa de chá é feita por um percurso exterior que articula uma série de plataformas a cotas diferenciadas que permitem explorar diferentes enquadramentos e percepções entre a obra e a natureza. A obra evoca a tranquilidade, modelada pela luz natural, pelas inflexões da morfologia do edifício, por percursos exteriores e interiores, em que a intrínseca relação entre o sítio e o projecto são o factor essencial no modo como o edifício se vai diluindo face à imponência dos maciços rochosos onde assenta, tornando-se parte integrante da construção.

“Quem Matou a Casa de Chá?” foi um artigo publicado pelo público num tom de desabafo de alguém que que se habituou a ver as telhas partidas, e o estado degradado em que se te encontrado. A boa notícia para os amantes de arquitectura, para os que gostam de contemplar o mar e aos apreciadores de uma boa refeição, a Casa de Chá da Boa Nova reabre em Junho, com um restaurante do Chef Rui Paula.

“Foi amor à primeira vista(…)Nunca vi um sítio tão bonito, tem um encanto especial.” (R.P)






A PEDALAR NA PASTELEIRA


Pasteleira: substantivo feminino, referente àquela que faz ou vende pastéis e outros bolos; ou, adjectivo, relativo a pastelaria. Mas, é também um adjectivo com que se descreve uma bicicleta pesada antiga.

Vem este introito a propósito de um curioso conceito em que, casualmente, tropecei há dias numa viagem ao Porto e que liga a indústria da pastelaria à comercialização, aluguer e reparação… de bicicletas!

Chama-se “A Pasteleira” e conjuga, num mesmo espaço, uma mercearia ‘gourmet’ que vende bolos e outras iguarias tradicionais, de confecção caseira – chás, chocolates, compotas, vinhos, licores, espumantes – e também comercializa e aluga exemplares destes ambientais veículos de duas rodas a pedais, acrescendo-lhe ainda operações de reparação. E tudo num mesmo espaço.


A loja em si situa-se no nº 563 da Rua de Santa Catarina, uma das principais artérias da cidade. Após a perplexidade inicial sobre onde estaríamos de facto, somos convidados a entrar e recebidos com um enorme sorriso. Uma vez lá dentro, fica-se imediatamente conquistado por todo o ambiente caseiro, para mais porque, naquele dia, nos deram a provar “As Bolachas da Sofia”, cuidadosamente expostas numa mesa recheada de cor e sabor. Um aveludado suave e doce que apetecia ficar a comer, uma após outra, maravilhados com a conjugação entre as bicicletas, os confortáveis sofás e a mobília antiga, pesada, mas agradável à vista, tal como a decoração geral do espaço.

Fotos: TrendyMind (1) e A Pasteleira (2 e 3)
Um piso abaixo fica a sala de exposições, local de encontros, tertúlias e eventos, cujas paredes estão decoradas com exemplares variados, mais ou menos clássicos, destes espécimes de duas rodas. Adicionalmente, há a oficina, onde a ‘sua’ bicicleta pode ser afinada e/ou reparada enquanto bebe um chá ou um café, acompanhado de um chocolate, um bolinho ou faz umas compras para levar para casa ou para os amigos. Numa palavra: “Fantástico”! 

Não fosse querer também conhecer mais um pouco de uma cidade em que já havia estado umas quantas vezes em trabalho, mas que nunca calcorreara ou tivera oportunidade de visitar com detalhe – incluindo subir os cerca de 200 degraus da Torre dos Clérigos, desfrutar da vista num esplêndido (mas muito frio) dia de sol e, claro, voltar a descê-los – e acho que ficaria em “A Pasteleira” durante horas a fio… 

Hei-de lá voltar – aliás, quero mesmo lá voltar… – sendo que convido todos os que me lerem e que forem ao Porto a dar um saltinho a “A Pasteleira” e visitar este espaço singular. Se for um local, aproveite e faça uma revisão à sua bicicleta ou compre uma nova, senão, alugue uma para umas voltinhas pela cidade. Há muito por onde escolher e tanto para ver! 

Se, entretanto, quiser saber mais sobre este espaço, visite “A Pasteleira” no Facebook. 

Gostaria de referir que este texto também ficaria muito bem integrado no espaço da minha colega de ‘blog’ Andreia Mouro, responsável pela área Trendy Spot. Caso queiram saber mais de outros locais de eleição do nosso Portugal, visitem-na! 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro 

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Rock in Rio: Tributo a António Variações


Em 2014 o Rock in Rio Lisboa comemora dez anos de vida e a um cartaz de luxo, com que de resto já nos habituou, junta uma homenagem a um dos maiores cantores portugueses de sempre: António Variações. No dia 31 de Maio vão estar em palco quatro artistas para celebrar a vida e obra do cantor que tantas saudades nos deixou. Deolinda, Linda Martini, Rui Pragal da Cunha e Gisela João foram os escolhidos por Zé Ricardo, director artístico do festival.

A sessão de apresentação dos artistas que farão parte deste tributo decorreu hoje, em Lisboa, e o Trendy Mind não podia faltar a tão importante acontecimento. 

Coube a Roberta Medina abrir o evento explicando que embora seja o Rock in Rio a fazer anos “é o público que recebe uma prenda”. Na sua intervenção fez questão de agradecer a disponibilidade da família do falecido cantor, dado que a mesma foi “absolutamente fundamental em todo o processo, sem o aval de todos eles hoje não nos seria possível estar aqui a apresentar este magnifico tributo”. 

Zé Ricardo afirmou que “mexer na obra de alguém tão talentoso e carismático é uma grande responsabilidade” e que a escolha dos artistas “se revelou mais difícil do que o esperado dada a enorme qualidade dos cantores, cantoras e bandas nacionais”. 

Todos os músicos convidados reafirmaram a importância que Variações teve nas suas carreiras, e nas suas vidas, sendo também comum o orgulho manifestado em fazer parte desta actuação especial.

Nota ainda para a entrega de uma guitarra personalizada aos elementos da família do cantor que, caso fosse vivo, completaria este ano 70 anos de vida. 

Esta sessão de apresentação ficou marcada pelo magnífico espaço escolhido para o efeito assim como pelo mini-concerto de Gisela João, que presenteou os convidados com duas músicas do seu reportório. Aconteça o que acontecer no dia 31 de Maio todos os caminhos vão dar ao Parque da Bela Vista e ao décimo aniversário do Rock in Rio Lisboa.

O bilhete diário tem um valor de 61€ para os dias 25, 30, 31 de maio e 1 de Junho e de 69€ para o dia 29 de maio, e já se encontram disponíveis em cerca de 500 pontos de venda.


Rock In Rio Lisboa 2014 - Tributo a António Variações
Entrevista A Zé Ricardo (Clique para Ouvir)


Rock In Rio Lisboa 2014 - Tributo a António Variações 
Entrevista A Rui Pragal Da Cunha (Clique para Ouvir)


Linda Martini

Zé Ricardo, director artístico do Rock in Rio

Roberta Medina, Vice-Presidente do Rock in Rio
Deolinda

Familiares de António Variações

Joaquín Sorolla y Bastida


Joaquín Sorolla y Bastida (1863-1923) foi um retratista tradicional notável na fase inicial da sua carreira. Ele fez toda uma trajetória considerada necessária na época para o pintor que se queria valorizar como académico. Entretanto, a partir de 1900, o seu estilo revelou-se de forma espetacular, manifestando-se em pinceladas rápidas e carregadas de tinta, que em poucos traços plasmavam a rica e vibrante gama de cores das praias e transeuntes que ocupavam as suas telas.

Descubra mais sobre este pintor que nos faz desejar ainda mais o verão, AQUI


Estilo para os mais pequeninos


A vontade de vestir os mais pequenos com modelos originais, modernos e confortáveis fez com que Daniela desse aso à sua imaginação e criasse a Chocolate às Cores. Uma marca de roupa de crianças que nasce da combinação entre o look clássico e o design moderno, a partir de materiais delicados e detalhes minuciosos que marcam cada peça e a tornam peculiar. 

Na Chocolate às Cores é possível encontrar peças de roupa que por mais “mimosas” que sejam respeitam o lado prático e confortável que o vestuário de uma criança deve ter, para poder brincar, pular, saltar confortavelmente, seja na rotina diária da criança ou numa ocasião mais especial. 

A “loja mãe” localiza-se em Azambuja, mas é também possível encontrar a marca no Facebook e em alguns eventos como por exemplo o Lisbon Kids Market.









Música para os sentidos…


A minha rádio de eleição durante as viagens de carro é a Smooth FM… Foi assim que descobri a Soundwich. Esta esplanada cheia de som fica no Parque da Cidade, no Porto, tendo nascido de um antiga eira onde se ouve a rádio que a recomenda.

No menu (apresentado num disco de vinil) contam-se com as criações de 7 chefes da cidade. As Soundwiches podem ter paladares tão variados como perú com parmesão, pastrami acompanhado de mostarda de estragão e ervas aromáticas, uma mistura de atum com pesto vermelho, manjericão e cebola roxa ou beringela com ovo mexido… depende da imaginação do chefe que quiser experimentar. Estas sandes têm a particularidade de serem servidas em caixas com cumprimentos especiais dos chefes. Também as chamadas Tapewiches fazem parte do menu: uma selecção de saladas, massas, mil folhas ou carpaccio.

E as sobremesas? Bom, desde o doce caramelo ao ácido limão, existe de tudo um pouco. Os croissants acabados de fazer e as mantas na esplanada permitem aproveitar uma tarde fria da melhor maneira.

Para marcar ainda mais a diferença, é o primeiro restaurante com menus para os nossos amigos de quatro patas, o Menu Cão. Com opções adequadas para diferentes cães e sobremesas para todas as raças.

Quem consegue resistir a boa comida acompanhada de excelente música?







Trendy Music # 10



O quarteto britânico Coldplay volta lançar uma nova faixa após a inesperada “Midnight”, desta vez é “Magic” que volta a agitar o universo da música.

Não só têm mais um single como também anunciaram a data de edição de Ghost Stories, o novo álbum da banda, que estará disponível a 19 de Maio (curiosamente 2 anos e 1 dia depois do arranque da Mylo Xyloto Tour na Europa, com o concerto no estádio do Dragão).

Se são fãs da banda britânica não vão querer perder estas duas faixas que marcam, definitivamente, uma nova era na sua sonoridade.





Tiago Bettencourt vai lançar um novo disco no final da Primavera. Este novo trabalho é apresentado pelo single “Aquilo Que Eu Não Fiz”, que já está à venda no iTunes e que podem ouvir abaixo.

Mário Laginha e Fred Pinto Ferreira (dos Orelha Negra) fizeram visitas ao estúdio do ex-Toranja durante as gravações. E está também confirmada uma colaboração com Jaques Morelenbaum, conhecido pelo seu trabalho com Tom Jobim, Caetano Veloso, Gilberto Gil, entre outros.

Este será o sucessor de "Tiago na Toca", de 2011, e do disco gravado ao vivo em estúdio, "Acústico", de 2012.


O cantor e compositor Pedro Augusto, cujo nome artístico é Yesterday, está de regresso com o seu sexto álbum a solo, The Waiting. Para além de escrever as suas próprias músicas, Pedro Augusto faz todo o trabalho de gravação e produção em casa e é também conhecido por ter ganho o prémio do Festival Termómetro Unplugged (2006), o dos Jovens Criadores (2012) e ter participado na compilação dos Novos Talentos FNAC de 2012.

Este é um trabalho para se conhecer na íntegra no dia 7 de Abril e, para já, para ouvir o primeiro single intitulado “Destruction”!

Afinal, o Tamanho do Pénis Importa Sim!



Um novo estudo publicado recentemente revela que, de facto, o tamanho importa. Pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália analisaram a reação de um grupo de mulheres a 343 formatos de corpos masculinos diferentes e descobriram que existem algumas características que deixam um homem mais atraente, entre elas o tamanho do pénis.

O tamanho médio do órgão sexual masculino costuma variar de espécie para espécie. Entre os humanos, por exemplo, ele é maior do que nos outros grandes primatas, seus parentes evolutivos mais próximos. O gorila, por exemplo, apesar de poder chegar até os dois metros de altura, tem um pénis de apenas quatro centímetros (o humano, flácido, tem um tamanho médio de 9 centímetros e de 14 centímetros ereto). Essa variação costuma ser explicada pela taxa de sucesso que os diferentes tipos de pénis têm na hora da fertilização: a evolução tenderia a selecionar os órgãos sexuais responsáveis pelos maiores índices de sucesso reprodutivo. Os pesquisadores, no entanto, dizem que o tamanho da genitália masculina também pode ser produto de uma seleção sexual, e a preferência feminina teria, nesse caso, ajudado a selecionar pénis cada vez maiores na espécie humana.

Para descobrir se as mulheres realmente consideram que tamanho é documento, pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália realizaram uma pesquisa com 105 voluntárias heterossexuais de seu país. Elas foram apresentadas a uma série de figuras masculinas geradas por computador, cada uma variando em três características: tamanho do pénis (em estado flácido), altura e proporção entre ombros e cintura (pesquisas anteriores já haviam mostrado que homens com altos valores nas duas últimas características são mais atraentes). As figuras mostravam sete variações em cada uma dessas características, fornecendo, ao todo, 343 formatos diferentes de corpo. As mulheres tinham de avaliar cada figura conforme sua atratividade, ajudando assim os pesquisadores a descobrir quais características eram mais importantes.

Como resultado, descobriram que a característica mais importante para um homem ser considerado atraente é a proporção entre o tamanho dos ombros e a cintura. Em seguida, aparecem empatados a altura e o tamanho do pénis. Essas características também se relacionam entre si, e as mulheres consideraram o tamanho da genitália mais importante entre os homens mais altos e com maiores proporções entre ombro e cintura.

A pesquisa fornece indícios de que o tamanho do pénis flácido pode afetar o quanto uma mulher considera um determinado homem atrente. Os pesquisadores perceberam, no entanto, que a atratividade não variava de forma constante conforme o tamanho do pénis mudava. Nos tamanhos menores, cada aumento no órgão proporcionava um grande acréscimo na atratividade masculina. Mas, a partir dos 7,6 centímetros — tamanho menor do que a média da espécie humana — os aumentos sucessivos vão se tornando cada vez menos importantes.

Os índices de atratividade também estiveram relacionados ao biotipo da mulher que avaliava as figuras. Quanto mais alta fosse a voluntária, mais importância ela dava à altura masculina. Também houve uma pequena tendência de as mulheres mais obesas darem mais importância ao tamanho do órgão sexual.

Os cientistas dizem ser difícil explicar as origens dessas preferências femininas, que podem ter causas tanto culturais quanto biológicas. Mas concluem que, independente do mecanismo por trás disso, o resultado do estudo apoia a hipótese de que as escolhas de companheiros por parte das mulheres pode ter levado à evolução de maiores pénis nos seres humanos. É importante ressaltar que essa preferência tem origens pré-históricas, quando os humanos e seus ancestrais não usavam roupas. 



Fonte: Revista Veja


DAS CONSOLAS PARA O CINEMA


O grande ecrã é, desde há muito, um veículo por excelência para captar a atenção dos clientes para um sem número de produtos do nosso dia-a-dia. Enquanto em casa nos podemos levantar do sofá e ir fazer um lanchinho enquanto o dito filme não começa, ou mesmo nos loooooooooooongos intervalos que a nossa TV nos brinda em alguns canais, no cinema não. Estamos ali, sentadinhos à espera do dito filme, levando com tudo o que sai da tela, mesmo com aquelas pipocas virtuais que, com os óculos de 3D, até parecem que nos vão acertar em cheio no meio da testa.



Mas para o que vos trago hoje – o filme “Need for Speed”, que estreou nas salas portuguesas na 5ª Feira passada – nem precisam desses óculos, pois mesmo em 2D transmite uma tal adrenalina inerente à trama que, mesmo que por demais ‘dejá vu’ seja o argumento, nos consegue prender ao ecrã durante perto de duas horas. E não é que o Trendy Wheels assistiu à ante-estreia do dito dois dias antes como convidado da Ford Portugal? Deixo aqui o meu agradecimento público à marca. 

Os mais atentos, nomeadamente os fãs de videojogos, poderão estar a perguntar-se: “Mas… isso não é um jogo?!”. Sim, é… ou antes, era, até que a Dreamwork Studios se associou à Electronic Arts (detentora dos direitos deste hoje enorme ‘franchise’) e o transpôs para o grande ecrã. E, dado que “Need for Speed” implica ter-se automóveis super-desportivos, fantasticamente rápidos e com motores a transbordarem cavalos, a Ford acenou-lhes com o Novo Ford Mustang, numa altura em que estava a preparar o lançamento à escala mundial daquele que é um dos seus ‘monstros’ da velocidade e performance.


Estrela de cinema e da televisão desde há quase meio século, este modelo da Ford – que, em vez da oval azul, apresenta na grelha da frente um cavalo da raça “Mustang” – já regista mais de 3.300 presenças em filmes e séries televisivas. Acrescenta-se, agora, uma nova página a esse enormíssimo compêndio, ao assumir um dos papéis principais na trama “Need for Speed”, numa extensa filmografia que está sistematizada no ‘site’ Mustang IMDB e que cresce numa base quase diária!




Foi em Abril de 1964 que o Mustang original, um dos ícones da indústria automóvel mundial, fez a sua estreia no cinema, numa versão cabrio na cor Wimbledon White, no filme “007 Contra Goldfinger”. Na memória de muitos está, também o Mustang verde usado por Steve McQueen no filme “Bullit” de 1968, percorrendo as ruas de S. Francisco numa das mais fascinantes e marcantes cenas de perseguição do cinema. 

50 anos depois surgem no “Need for Speed” dois Mustangs, uma hiper-preparada versão Mustang Shelby GT500 (cinza com riscas azuis) e um Mustang GT Coupé Cobra vermelho, dos novos, igual ao que a Ford irá lançar oficialmente e pela vez na Europa lá mais para o final deste ano. Portugal incluído, mas só no início de 2015, sendo que ainda não há preços… mas baratinho não será!




Quanto ao filme, tudo começa quando… ehhhh… nop… não vou contar o que vi em termos de argumento, embora, para quem conheça os videojogos da EA, não seja difícil de adivinhar o que vai ter quando for ao cinema. Velocidade (muita), adrenalina (a transbordar), automóveis de sonho (vários, no valor de muitos milhões de dólares), cenas-só-mesmo-nos-filmes (as imagens acima ajudam…) e um grupo de actores que transfere para a grade tela o que normalmente se vê nos PC, PlayStation, Xbox, Wii e demais plataformas lá de casa, resultam num ‘cozinhado’ dirigido por Scott Waugh, à boa maneira dos filmes de perseguição e velocidade com ‘meninos bonitos’ e ‘maus da fita’! 

Acrescente-se que em Dezembro último a EA deu a oportunidade aos fiéis seguidores desta série de videojogos, originalmente lançada em 1996, de se estrearem a ‘conduzir’ o novo Mustang, em modo virtual, através de uma versão ‘free-in-game’ do “Need for Speed™ Rivals”, o mais recente dos seus videojogos desta temática, disponível para ‘download’. Neste já podemos personalizar o modelo com várias opções de design, incluindo uma naturalmente idêntica à versão do filme. Se quiser saber mais, clique AQUI.

Fotos: Ford/Dreamwork Studios/Electronic Arts
E pronto… resta-me deixar-lhe o ‘trailer’ oficial do filme, com o aviso de que é detalhado demais, quase que contando em pouco menos de minuto e meio esta aventura sobre rodas de quase duas horas. Mas para os amantes dos automóveis de sonho e da velocidade, decerto que os deixará a salivar por ter na mão uns certos e determinados bilhetes!



Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro


Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Trendy Mind com a Philips no MasterChef


A Philips convidou o Trendy Mind a visitar os estúdios do MasterChef, e falou-nos da sua parceria com o programa.

A Philips nasceu na Holanda em 1891, e apesar da sua longa existência, ao longo do tempo tem inovado e reinventado os seus produtos. Tem na sua estratégia oferecer a sua vasta gama adaptada ao mercado de cada país.

Tivemos oportunidade de visitar o estúdio do MasterChef, com quem a Philips estabelece uma parceria, disponibilizando uma enorme variedade de pequenos electrodomésticos, desde a simples torradeira à fritadeira, facilitando a execução das várias tarefas dos concorrentes ao confeccionarem os seus pratos.

O MasterChef no dia da sua estreia permitiu à TVI liderar a audiência média da TV, e tem como objectivo desafiar os seus concorrentes a demonstrarem as suas habilidades e conhecimentos culinários.

Com os pequenos electrodomésticos Philips, os concorrentes têm a ajuda necessária para elaborar os seus pratos de forma mais perfeita e também de conseguirem poupar tempo, tão necessário para as provas que lhes são apresentadas. Assim, conseguem ocupar-se dos pormenores que lhes dá autenticidade e marca a diferença entre cada um deles.

Conseguimos sentir a magia do estúdio ao acedermos a todos os recantos que nos entram em casa apenas pela televisão, desde a enorme cozinha, ao supermercado, passando pelo restaurante, e como não poderia deixar de ser, conhecemos a área que possui todos os pequenos electrodomésticos Philips e outro material usado pelos concorrentes.

Foi-nos colocado o desafio de elaborarmos uma receita com os vários pequenos electrodomésticos da Philips, tendo o Trend Mind experimentado o picador e a sublime “airfry”, a fritadeira que cozinha sem gordura. A airfry surpreendeu pela sua eficiência e rapidez no cozinhado, facilidade de manuseamento e limpeza, assim como o facto de permitir fazer cozinhados mais saudáveis.

Agradecemos à Philips por esta experiência fantástica num ambiente tão especial. “Luzes. Câmara. Ação!”






Violação = Violência a Triplicar!



Por muito que se diga que não, ou que se tente refutar esta ideia para bem longe da nossa mente, os Crimes contra a autodeterminação sexual são uma realidade que cada vez mais acontece perto das nossas portas, entre namorados, jovens adultos, parentes em 1.º, 2.º ou 3.º Grau que vitimizam uma criança que a maior parte das vezes nem sabe o que lhe está, verdadeiramente, a suceder. 

Hoje trago-vos mais uma boa notícia (assim o esperamos), com a aprovação por parte da Assembleia da República de um projecto-lei escrito pelo Bloco de Esquerda, no qual não será mais necessária a existência de uma queixa por parte da vítima de violação, para que se dê inicio ao processo. 

Desta forma, o crime de Violação, como o conhecemos no artigo 164.º do Código Penal, vai ter uma remodelação, para que, baste a ausência de um consentimento para o acto sexual existir, e este é visto como um acto de Violência. 

Como foi dito em sede de audiência, esta realidade «altera a previsão legal dos crimes de violação e coação sexual no código penal» de forma a "que se configure o atentado à autodeterminação e liberdade sexual, e as demais formas de violência usadas para a consecução do acto só podem ser entendidas como agravantes (…)”


Para que se compreenda melhor, vejamos o próprio do artigo: 

"Artigo 164.º - Violação


1 - Quem, por meio de violência, ameaça grave, ou depois de, para esse fim, a ter tornado inconsciente ou posto na impossibilidade de resistir, constranger outra pessoa: 
a) A sofrer ou a praticar, consigo ou com outrem, cópula, coito anal ou coito oral; ou

b) A sofrer introdução vaginal ou anal de partes do corpo ou objectos; é punido com pena de prisão de três a dez anos. 

2 - Quem, por meio não compreendido no número anterior e abusando de autoridade resultante de uma relação familiar, de tutela ou curatela, ou de dependência hierárquica, económica ou de trabalho, ou aproveitando-se de temor que causou, constranger outra pessoa:

a) A sofrer ou a praticar, consigo ou com outrem, cópula, coito anal ou coito oral; ou 

b) A sofrer introdução vaginal ou anal de partes do corpo ou objectos é punido com pena de prisão até três anos."





Já era visível a determinação pelo legislador de que a ofensa de Violação era considerada um “Violência”, como vem escrito na lei, mas agora, este tipo de violação já não necessitará de uma queixa por parte da pessoa que a sofrer. Basta, por exemplo, que seja o acto “apanhado” em flagrante delito. 

As “agravantes” que são igualmente trabalhadas no Projecto-Lei, remetem-nos para as alíneas do artigo, tais como a prática de acto sexual no seio de uma relação familiar (pai-filho, por exemplo).

A nova lei, muito em breve trará uma nova concepção deste artigo do Código Penal, provavelmente estimulando a extinção do n.º 2 da lei, e reformulando as penas.

Do que se sabe de ter sido apresentado no relatório para o Projecto-Lei, há que ter em consideração os seguintes dados: «em 2012 foram apresentadas 375 queixas às forças de segurança por violação, 25% das quais foram contra membros da família, 34% contra conhecidos das vítimas e 24% contra estranhos»

A partir do momento em que a alteração entre em vigor, já não será necessária uma queixa formal, mas isso não faz certamente com que o número de violações ou tentativas desta diminuam. É uma realidade que existe, e que nos pode bater à porta a qualquer instante. Protecção, respeito e autodeterminação, querem-se hoje, mais do que nunca!