Trendy a nossa Afilhada


A partir de hoje temos mais um elemento no Trendy Mind.

É uma cachorrinha de 4 meses, linda, que batizamos de Trendy e está na Associação ABRIGO.

Durante este próximo ano, o Trendy Mind será "padrinho" desta cadelinha. Apadrinhar é uma opção para quem quer cuidar de um animal, mas que não o pode ter em casa por falta de condições.

Na ABRIGO encontra vários cães e gatos à espera de madrinhas e padrinhos dedicados. Para apadrinhar só precisa escolher o animal, preencher a ficha de apadrinhamento e doar 5€ mensais, usando os seguintes contatos: amigos.abrigo@gmail.com / 912687621.
Foi o que fizemos hoje e ainda levámos uma saca de ração de 20 kgs para ajudar e durante este ano vamos dar outro tipo de materiais que entre os trendys consigamos juntar para tornar a vida da nossa Trendy e dos outros animais muito mais fácil.

A Abrigo tem  muitos animais entre cães e gatos que no total consomem cerca de 80 kgs de ração diária. Juntando a isto despesas de veterinário, vacinas, desparasitações, esterilizações e outras coisas necessárias, podem imaginar como é dificil manter estes animais com a minima qualidade de vida. 

Gostariamos de arranjar alguém que ficasse com a nossa Trendy ou outro animal que esteja na Abrigo.

Visite-os e dê carinho a quem não tem culpa de ter sido abandonado.

Quando pensar em ter um animal, pense na Abrigo, pois é dificil não sair de lá apaixonado...

Adopte um cão ou gato ou apadrinhe e ajude a Abrigo.

Nós já o fizemos!!!






CONCENTRADOS DE SUCESSO


Decorreram no passado fim-de-semana em dois pontos do nosso país, distantes em cerca de 300 km, outros tantos importantes eventos que contribuíram para o desenvolvimento das regiões em termos económicos, culturais e, em última instância, para a promoção do nosso país, fruto dos vários milhares de participantes que ali se concentraram e dos muitos mais que se lhe associaram. Falo da “33ª Concentração Internacional de Motos”, em Faro, e do “Smart Times 2014”, de Cascais, tendo a primeira garantido cerca de 15.000 participantes em duas rodas e a segunda reunido mais de 2.000 exemplares do popular modelo.

Começando pelas duas rodas com motor, admiro, há muito, toda a essência em torno daquele que se tornou num dos mais importantes eventos mundiais das duas rodas, numa organização do Moto Clube de Faro em terrenos dos arredores do aeroporto algarvio, trazendo até nós, ao longo das várias edições, milhares de participantes oriundos dos quatro cantos do mundo! Das duas centenas de ‘motards’ da edição de 1982, atingiram-se uns impressionantes 29.000 participantes na 20ª edição, número que este ano – pelas mais diversas razões – deverá ter ficado pelos 15.000. É, ainda assim, um fantástico prémio para o todo o trabalho de preparação, logística, montagem e manutenção que os cerca de 1.000 elementos do clube fazem com afinco e profissionalismo. Recorde-se que naquele espaço não há ali quaisquer infra-estruturas de raiz, pelo que todo o acampamento, os palcos dos espectáculos de música, dos shows surpresa e concursos diversos – de tatuagens ou do popular Miss T-Shirt Molhada –, os bares e demais ‘stands’, é tudo criado de raiz. E, finda a festa, tudo é desmontado e, o possível, eventualmente guardado para o ano seguinte!

Um trabalho extenuante que é premiado há 33 anos pela participação maciça de motociclistas de todo o planeta e pelo reconhecimento unânime em termos de qualidade da organização pelos mais diversos organismos nacionais e internacionais. Infelizmente, este ano, o evento que até é aplaudido pela população local – dos 8 aos 88 anos – que distribui aplausos, acenos e beijos aos milhares de ‘motards’, nomeadamente no desfile pela cidade que encerra cada edição, parece ter sido mal compreendido pelas autoridades policiais, que a organização acusa de excesso de zelo e de fiscalização, considerando mesmo e eventualmente acabar com tudo, como se ouviu nas várias reportagens de TV ao longo do fim-de-semana. Claro que há excessos, há sempre os ‘engraçadinhos’ que levam bastante para lá do desejável as ‘acrobacias’ em estradas que, independentemente do evento, continuam como via pública, mas esperemos sinceramente que não se chegue a tanto! Como diz o outro, “a bem da nação”!

À falta de um vídeo oficial – à data que escrevo estas linhas ainda não os há nas plataformas da organização – aqui fica um bloco de imagens de uma fã desta 33ª concentração:



Bastante menos problemático e também com uma enorme diversidade de países participantes – foram 32 as nacionalidades presentes – decorreu em Cascais, nos mesmos dias, o “Smart Times 14”, que fechou quase toda a baixa de uma vila que, este ano, completa 650 anos de história. Um ambiente de festa concentrou mais de 2.000 smarts – do fortwo ao forfour, ao roadster ou o mais raro crossblade… – unidades que deram um colorido a toda a envolvente da Baía de Cascais. 

Testes, concertos, concursos diversos, torneios de voleibol, ‘beach parties’, mais o ponto alto do evento, a ‘smart parade’ até ao Autódromo do Estoril, com que a organização entrou para o “Guinness Book Of World Records” como a maior parada de viaturas smart jamais realizada em todo o mundo. Pelo caminho, os responsáveis máximos da marca alemã até apresentaram aos presentes a 3ª geração do modelo – os novos smart fortwo e forfour – que dias antes haviam sido mostrados mundialmente na Alemanha. Veja-os aqui:



Foi o Fado, Património Imaterial da Humanidade (distinção atribuída pela UNESCO em 2011), a encerrar o “smart times 2014”, pela voz de Ana Moura que encantou os milhares de espectadores presentes na Baía de Cascais, cantando alguns dos refrões dos seus temas mais conhecidos "Os búzios", "Leva-me aos fados" e "Desfado". Quanto á organização, prepara-se para levar o evento até à Hungria, onde ser realizará o “smart times 2015”.

Veja, através do ‘link’ abaixo, alguns dos vídeos que a Câmara Municipal de Cascais disponibiliza na sua página no Youtube:



Como se vê em ambos os casos, independentemente do número de rodas, Portugal demonstrou, uma vez mais, como ser um óptimo anfitrião em eventos de abrangência mundial. Venham mais… rodas e eventos em solo luso!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Patchwork


Até onde pode ir o patchwork?
Pode ir aos limites da nossa imaginação.

Adoro patchwork, só tenho pena de não dominar uma maquina de costura, mas ainda não descartei esta aprendizagem da minha vida.

Mas patchwork não se limita ao mundo têxtil. A técnica é sempre a mesma: retalho, retalhinho, tiras ou tirinhas, o importante é muita cor e padrões diferentes.

Como diz o outro, o Céu é o limite.

Ora vejam. Não dá vontade de ter TUDO isto lá em casa?

*** Jo







Forma de Dormir e Estado da Relação


Já notou que, após uma zanga, costuma dormir de costas para o companheiro/a? Ou que, depois de um dia mais romântico, você e o seu par dormem com os corpos entrelaçados?

De acordo com especialistas, o momento que se vive na relação pode ser refletido na posição que o casal dorme. Para o psicólogo e mestre em cognição e linguagem João Oliveira, autor de “Saiba Quem Está à sua Frente” (Ed. Wak), é preciso observar a posição em que o casal está ao amanhecer, já que as escolhidas ao deitar raramente são as mesmas após um breve cochilo.

DE COSTAS PARA O OUTRO, MAS ENCOSTADOS
 



Um casal que costuma dormir nesta posição preserva o seu espaço sem perder o contato. “São pessoas dinâmicas, que têm vidas independentes, mas têm uma relação estável e saudável”, afirma João Oliveira. De acordo com o especialista em linguagem corporal Paulo Sergio de Camargo, essa posição revela que há confiança na relação e que um necessita da presença do outro. “Parece que o casal está colocado diante de um espelho. Essa simetria mostra que os dois estão em sintonia. Existe a necessidade da presença do outro. O tempo de afastamento entre os dois é curto”, afirma Camargo. 

DE COSTAS E AFASTADOS




Se vocês têm dormido nessa posição, é sinal que algo pode estar errado na relação. De acordo com João Oliveira, ela revela a necessidade de afastamento e mais liberdade na vida a dois. “A falta de contato e os corpos em direções opostas podem sinalizar uma forte disputa de espaços ou total independência do outro”, afirma. De acordo com Paulo Sergio de Camargo, se as mãos estiverem fechadas e o corpo tenso, é sinal de que o casal não quer se comunicar após uma briga. Já se o corpo estiver solto, é sinal de que não há tensão no relacionamento. Nesse caso, a posição pode indicar confiança no par e respeito ao espaço do outro. 

DE FRENTE PARA O OUTRO, MAS SEM TOQUE




O casal que dorme nesta posição quer intimidade e tem necessidade de observar o par, mas sabe respeitar o espaço alheio e tende a sentir menos ciúmes. “Eles sabem lidar com a rotina e com os problemas quotidianos e respeitam os momentos de isolamento do par, sem nunca se distanciar”, afirma. João Oliveira acredita que esse casal vive um bom momento em sua relação. “Mesmo que não exista o toque, o simples fato de todo o corpo estar voltado para o outro significa aceitação do outro como parte de si mesmo. Provavelmente são dois grandes amigos e companheiros e a vida sexual é bastante ativa”. 

ENTRELAÇADOS




Esta posição é sinal de desejo ardente e de uma paixão muito forte. “Ela é muito comum no início de uma relação e costuma ocorrer quando ambos caem no sono após o sexo, ainda na 

intenção de serem um corpo só”, diz João Oliveira. Segundo Ronaldo Antonio Cavalli, os braços abertos são sinal de proximidade. Já o entrelaçamento das pernas, de acordo com Paulo Sérgio de Camargo, revela o desejo sexual. Para ele, é possível que o casal que durma nessa posição sofra com o ciúme. 

CONCHINHA




A pessoa que abraça tende a guiar o outro na relação e protegê-lo, e o par sente-se confiante e confortável ao lado dele. “Talvez seja a posição que mais indica a perfeita harmonia em que o casal vive. Os corpos se transformam em apenas um, existe paixão e necessidade de estarem grudados”, afirma Paulo Sérgio. Mas, segundo o especialista João Oliveira, essa postura também pode surgir quando há insegurança na relação. “Não se engane pensando que quem dorme nessa posição sempre está em um momento ótimo. Ela também pode ser uma tentativa de segurar o outro numa relação que não está boa”. 

ABRAÇADOS





O entrelaçamento revela comprometimento, amor e carinho entre o casal. “Essa posição revela bom entrosamento. A relação está em um momento excelente e a vida sexual deve estar ótima”, afirma João Oliveira. Segundo ele, aquele que busca abrigo no ombro do outro demonstra profundo afeto pelo parceiro. De acordo com Paulo Sergio de Camargo, a cabeça no ombro é um indicativo de que a pessoa se sente bastante segura com o par –que, provavelmente, domina a relação. “Os braços envolvidos nela ampliam o desejo de proteção”, afirma ele.

O ESPAÇOSO E A ENCOLHIDA





Esta posição não é boa para o casal. “A pessoa espaçosa na cama não demonstra afeto e carinho pelo parceiro. Ela busca mais espaço como uma forma de autoafirmação na relação”, afirma João Oliveira. Para ele, essa posição revela que a relação passa por um momento conturbado, no qual a pessoa que ocupa mais espaço se sente inseguro e com baixa autoestima, enquanto a pessoa em posição fetal virada para o par é alguém que ainda acredita no sucesso do relacionamento. Além disso, de acordo com o especialista Paulo Sergio de Camargo, dormir sobre estômago e com as mãos acima da cabeça indica teimosia, persistência e necessidade de dominar e controlar demais o ambiente em que vive. 

CADA UM EM SEU ESPAÇO, COM PÉS ENTRELAÇADOS




Se você se vê nessa posição, é sinal de que vocês se amam, mas a relação precisa de mais atenção, afirma João Oliveira. “Há um misto de paixão e divergências no relacionamento. Pode ser que o casal viva um momento de ansiedade, mudança de rotina ou pressões no trabalho”. De acordo com Paulo Sergio de Camargo, quem dorme de costas (nessa ilustração, o homem) é porque não sente necessidade de ver a parceira. Já dormir sobre o estômago e com as mãos acima da cabeça (mulher) revela teimosia e necessidade de controlar o ambiente em que se vive. Para o especialista Ronaldo Antonio Cavalli, como há o contato dos pés, ainda há comprometimento com o outro e cumplicidade entre o casal. “Sendo o pé a área corporal mais inconsciente em seus movimentos, há uma declaração de amor subliminar e verdadeira nessa postura de dormir”, diz Oliveira. 

CADA UM EM SEU ESPAÇO, MAS UM TOCANDO O OUTRO



Uma posição de dormir como essa revela um relacionamento bastante espontâneo. “Cada um respeita o espaço do outro. Eles podem ter amigos e atividades separadas, mas a confiança é mútua”, afirma Paulo Sérgio de Camargo. De acordo com ele, a mão estendida revela intenção de proteger e tomar conta da parceira, mas sem exagero. Já o rosto dela voltado para o homem revela confiança nele, enquanto suas mãos embaixo do rosto mostram que ela está confortável na presença dele. Para o especialista João Oliveira, a demonstração de afeto por parte dela e a mão dele sobre ela, como se ele procurasse descobrir se está tudo bem, podem ser indicativos de que a posição é consequência de uma tentativa de reaproximação. 

DE COSTAS, MAS COM O PAR TOCANDO-O




De acordo com Paulo Sergio de Camargo, o afastamento mostra que o casal deseja liberdade, mas a mão esticada e apoiada sobre ela revela que ele a quer por perto e quer senti-la. “No caso dele, é quase uma necessidade tocar, sentir a parceira”, diz o especialista Ronaldo Antonio Cavalli. Para João Oliveira, nesse caso, o homem é mais carente e se preocupa com o rumo que o relacionamento está tomando. “Existe afeto, mas o nível não está tão bom quanto antes. Ela, com sua postura à frente, deve estar em um bom momento profissional, com autoestima elevada, e ele busca apoio e carinho nela”, afirma. 

DIREITO a ser CRIANÇA!


A convenção sobre os direitos das crianças foi adotada pela Assembleia Geral, nas Nações Unidas, em 20 de Novembro de 1989 e ratificada por Portugal em 21 de Setembro de 1990.

Com a Convenção assistimos a uma viragem na conceção dos direitos da criança, passando esta a ser reconhecida como um sujeito autónomo de direitos.

Face ao exposto e como forma a garantir o bem-estar e desenvolvimento da criança, surge a Lei 147/99, de 1 de Setembro, a Lei de Promoção e Proteção de Crianças e Jovens em Perigo.

Esta lei tem como objeto, garantir o bem-estar e o desenvolvimento integral da criança. A mesma aplica-se a todas as crianças e jovens em Risco/Perigo que residam ou se encontrem em território nacional, independentemente da sua raça, etnia, crença ou nacionalidade.


Quando intervir?

A intervenção acontece por parte das entidades reguladoras, e competentes para o efeito, tais como Tribunal, através das Equipas de Crianças e Jovens em risco (ECJ/ EATTL), ou Comissões de Proteção de Crianças e Jovens em risco (CPCJ), quando os pais, o representante legal, ou quem tenha a guarda de facto, coloca em risco a segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento do menor.

Considera-se que a criança está em perigo quando exposta a determinadas situações:
  • Está abandonada ou vive entregue a si própria; Negligência
  • Sofre maus tratos físicos ou psicológicos ou é vítima de abusos sexuais;
  • Não recebe os cuidados ou a afeição adequados à sua idade e situação pessoal;
  • É obrigada a atividades ou trabalhos excessivos ou inadequados à sua idade ou prejudiciais à sua formação ou desenvolvimento (humilhação);
  • Quando assume comportamentos desviantes (atividades ou consumos que afetam gravemente sua saúde, segurança);

Quando identificadas as situações, e após intervenção/sinalização por parte das entidades para o efeito (Tribuna/ CPCJ), a criança/ jovem beneficia de uma medida de Promoção e Proteção, que visa:
  • Afastar o perigo em que estes se encontram;
  • Proporcionar-lhe as condições que permitam proteger e promover a sua segurança, saúde, formação, educação bem-estar e desenvolvimento integral;
  • Garantir a recuperação física e psicológica das crianças e jovens vítimas de qualquer forma de exploração e abuso.

As medidas aplicadas pelo Tribunal e/ou CPCJ podem ser as seguintes: 
  • apoio junto dos pais 
  • apoio junto de outro familiar; 
  • confiança a pessoa idónea; 
  • apoio para a autonomia de vida; 
  • acolhimento familiar; 
  • acolhimento em instituição (CAT/ LIJ) (quando a situação encontra-se no limite e coloca em perigo o bem estar da criança). 
No caso do acolhimento institucional e tal como refere o artigo 49º da Lei de Promoção e Proteção, o acolhimento em instituição consiste na colocação da criança ou jovem aos cuidados de uma entidade que disponha de instalações e equipamento de acolhimento permanente e de uma equipa técnica (Psicólogo, Técnico de serviço social e Educador Social) que lhes garantam cuidados adequados às sua necessidades e lhes proporcionam condições que permitam a sua educação, bem-estar e desenvolvimento integral.

O acolhimento pode ser de curta duração ou prolongado. De curta duração, tem lugar em Centros de acolhimento temporário (CAT*) por um prazo não superior a 6 meses. Prolongado tem lugar em LIJ, Lares de Infância e Juventude.



A Convenção dos direitos da criança confere que todas as crianças têm o direito a ser protegidas contra todas as formas de violência, mesmo no seio familiar.

Sempre que crianças ou jovens sejam vítimas de exploração ou maus-tratos, o Estado tem a obrigação de intervir, proteger, proporcionar e promover a reabilitação e reintegração familiar (quando assim é possível).

Assim sendo, todo o cidadão tem o dever de alertar as entidades competentes, caso seja conhecedor de alguma situação que coloque em perigo a integridade da criança/jovem, visando assim o superior interesse do mesmo.

No próximo artigo o Trendy Kids dar-lhe-á a conhecer um pouco a ideologia, objetivo e função dos CAT – Centro de Acolhimento Temporário para crianças e jovens em perigo.


Contatos úteis:
  • SOS – Linha de Apoio à Criança - serviço anónimo e confidencial, de apoio às Crianças, Jovens, Famílias, Profissionais e Comunidade, de âmbito nacional e internacional. – TEL. 217 931 617
  • Linha da Criança (Provedor da Justiça) - A Linha da Criança destina-se a acolher queixas relativas a crianças e jovens que se encontrem em situação de risco ou perigo. As queixas podem ser transmitidas pelos próprios ou por adultos em seu nome. – TEL. 800 20 66 56 - Chamada é grátis. 


Agenda Trendy Kids 
  • Fiesa 2014 – XII Festival de Internacional de Escultura em areia - Pêra – Silves, de 28 Junho a 25 Outubro 2014. 
  • Experiências Eletrizantes no Museu da Eletricidade - Neste Museu é possível fazer pequenas experiências lúdicas e didáticas. Exposições diversas - Avenida da Brasília, Lisboa Telefone 210028130/90. Mais Informação: Fundação EDP- Museu da Eletricidade. (entrada livre)

Eco Suites


Um pequeno apontamento mais trendy do que eco ou apenas uma ideia diferente para viver de forma mais confortável os festivais de verão! 

Estarão disponiveis já na próxima edição dos festivais Super Bock Super Rock (17 a 19 Julho) e Meo Sudoeste (6 a 10 Agosto) as eco-suites, alojamento alternativo em zona reservada dentro do recinto. 

O espaço SIT Fest Village oferece uma experiência diferente, adaptada ao evento e integrada na natureza. Cada quarto duplo possui cama de casal, wc e ar-condicionado e ainda zona de lazer no exterior com acesso a Hot Spot. 

Para os interessados, os pack SIT Fest Village incluem o alojamento e passe VIP para duas pessoas e os preços vão desde os 82€ por pessoa/noite.


Vencedor Shop 22

Indicamos aqui o vencedor do magnifico colar oferecido pela Shop 22. Neste passatempo contámos com o apoio do blog Ofertas e Passatempos...

Obrigado a todos os que participaram e parabéns à vencedora..


SEGURANÇA EM (R)EVOLUÇÃO


Já por diversas vezes aqui me referi – de passagem ou com mais pormenor – a toda a parafernália de tecnologias que os construtores estão a colocar nos seus automóveis novos, para nos proteger do ambiente onde rodamos e nos ajudar na condução, facilitando-nos a vida a bordo, tornando mais confortável as viagens que fazemos e, em ultima instância, protegendo-nos das voltas do destino. Sejam elas de trabalho, no vaivém constante de casa para esse local onde nos pagam o valioso serviço que, grande parte do comum dos mortais, presta a terceiros, ou de lazer, nas sempre desejadas férias e passeios de fim-de-semana, ou numa simples ida ao café do fundo da rua, há algo de que nunca estamos livres: os acidentes!


É um facto que, por mais cuidados que tenhamos e por mais daquelas ajudas que o nosso adorado ‘quatro rodas’ (ou mesmo duas) nos preste ou alerte, existe sempre o imponderável, factores de risco inerentes a quem anda na estrada, como sejam os outros condutores, as condições da via ou aquela preocupação que não nos sai da cabeça, que nos distrai e, num micro-segundo, altera para sempre a nossa vida, já para não falar do formato da viatura. 

Mesmo sabendo que há milhentos acidentes, com inúmeras variáveis – velocidade, condições da estrada, clima, estado do condutor (cansaço, álcool, distracções), etc – o vídeo que apresento a seguir é exemplificativo de algumas dessas situações. A violência dos impactos fica bem marcada no automóvel e nos seus ocupantes, aqui simulados através de ‘dummies’.



Violento não é? As imagens são da EuroNCAP, consórcio europeu que atesta os níveis de protecção dos automóveis, avaliando a resistência do conjunto, a validade dos sistemas que as marcas colocam nos seus interiores e o seu contributo para a protecção dos ocupantes e mesmo as preocupações no domínio dos impactos com os peões. Elas servem apenas de exemplo a três tipos de acidentes que estamos sujeitos. Ele demonstra:
  • uma batida de frente, com uma esquina fixa a 64 km/h, velocidade perfeitamente aceitável numa condução no dia-a-dia, 
  • um impacto lateral de um veículo que o atinge a 50 km/h, 
  • ou ainda uma batida lateral num poste ou outra estrutura vertical, a 29 km/h.




Se cá fora os danos são imediatos – o nível de destruição é bem visível nas imagens – para os passageiros a bordo há todo o resultado desses indesejáveis impactos, por vezes ‘escondido’. Explodem almofadas de ar, que tentam privar-nos de encontros mais violentos com estruturas do carro, os cintos tensionam ‘apertando-nos’ contra o banco, enquanto os encostos de cabeça tentam minimizar o denominado efeito-chicote, em que o nosso pescoço é o infeliz protagonista. 

Para tal, a EuroNCAP usa os tais ‘dummies’, personagens que recriam adultos e crianças – adolescentes e recém-nascidos nas cadeirinhas (idealmente adequadas ao peso/tamanho/idade) – e que estão repletos de sensores, avaliando os potenciais danos e ferimentos que o acidente poderia provocar se os personagens a bordo fossem de carne e osso. 

À medida que os automóveis evoluem, também os critérios da EuroNCAP se tornam mais rígidos e, por isso, mais difíceis de alcançar, significando que um modelo que tenha obtido a tal avaliação máxima de 5 estrelas há uns anos, se fosse hoje testado segundo os moldes actuais (os mais recentes são de Junho deste ano) dificilmente ultrapassaria um resultado mediano de 3 ou 4 estrelas… ou seja, era seguro na altura, mas agora já não o é tanto!


Acrescente-se que o caso acima apresentado refere-se ao novo VW Golf Sportsvan, uma das mais recentes propostas da ‘casa’ alemã, modelo que garantiu as almejadas 5 estrelas na avaliação global, em conjunto com percentagens elevadas nos seus quatro capítulos principais – protecção de passageiros adultos e de crianças, impacto em peões e sistemas de segurança – mas poderia ser de outro automóvel qualquer analisado por este organismo. 

Caso queira saber o nível de segurança do modelo que tem parado à porta de casa, consulte o ‘site’ da EuroNCAP. É certo que hoje em dia quase não existem automóveis inseguros, mas há uns que se destacam dos demais, oferecendo maiores níveis de protecção, se bem que em alguns casos à custa de um ou mais euros extra no preço, é certo! Mas o que é bom paga-se e a preservação da nossa vida e da de quem transportamos a bordo do nosso ‘boguinhas’ decerto valerão esse esforço adicional. 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro 

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

O MUNDO PELO NARIZ DE UM CÃO!


É do conhecimento geral que os cães têm um faro muito apurado. Todos nós sabemos que eles são chamados a detetar, através do seu olfato, desde alterações hormonais, cerebrais e/ou cardíacas, antes mesmo de determinadas doenças acontecerem, até tecnologia escondida (notícia aqui).

"Aeroplanes"

Image: Nice Nosing You by Elke Vogelsang


Mas será que temos mesmo a noção do que representa para um cão usar o seu nariz? Coloquemo-nos, então, no “nariz de um cão”! Se fizermos pequenas inalações, sem exalar com muita força, como fazem os cães, conseguimos perceber uma quantidade de cheiros que nos passariam despercebidos ao respirarmos naturalmente. 

No nariz do cão existe um tecido nasal (assim como no nosso) que possuí de duzentos milhões (como nos cães pastores) a mais de trezentos milhões (no caso dos Beagles) de pontos recetores sensoriais (em oposição aos 6 milhões de recetores do nariz humano) que vão imobilizar as moléculas cheiradas, para enviarem a informação ao cérebro, onde é codificada por uma maior quantidade e de diferentes tipos de células. 

E é por isso que, enquanto nós vemos o mundo, o cão cheira-o! Até podemos ser capazes de saber, através do olfato, se nos deitaram uma colher de açúcar no café, mas um cão é capaz de detetar uma colher de chá diluída em milhões de litros de água (uma quantidade equivalente a duas piscinas olímpicas cheias).

“Before You Speak”

Image: Nice Nosing You by Elke Vogelsang

Da próxima vez que for passear o seu cão, seja ainda mais amigo dele, e deixe-o orientar-se pelo nariz. O seu cão agradece-lhe! 

Ah! E não torça o nariz aos cães cheirarem o rabo uns dos outros: só assim é que eles sabem quem o outro é! 
“Insert Treat Here”
Image: Nice Nosing You by Elke Vogelsang
Para ver mais narizes escandalosamente divertidos, aceda aqui.



Caia na Tendência, Caia na Praia


Quem gosta de estar deitadinho, na toalha, com o sol a aquecer, nos belos dias de Verão?! Acho que todos nós! E se estar deitado, ao sol, pudesse ser feito assim cheio de estilo? Pois bem, é isso mesmo. Com a Caia é possível “cair” na toalha, na espreguiçadeira, onde quiser, com muita pinta e de uma forma bem confortável. 

A Caia é a primeira marca portuguesa de almofadas de praia. Giras e sobretudo práticas, oferecem aquele conforto que tantas vezes nos falta quando estamos ao sol. 

Mas porquê a Caia no Trendy Style? Fácil, porque são também elas super estilosas. Há nos mais variados padrões, riscas, flores, mais ou menos coloridos e exuberantes, desde os tons pastéis aos mais garridos, os azulejos portugueses às florestas tropicais e até os conhecidos palheiros de Aveiro. Há para todos os gostos, meninos ou meninas, homens ou mulheres, seja lá qual a idade. A marca inovou, arrojou e mantém a promessa de não deixar nenhum amante de sol, ficar indiferente à nova coleção. Aliás, nem o transporte é um problema para quem tenha uma Caia, visto que as novas almofadas são compostas por um ilhós e um cabo náutico, fácil de colocar ao ombro e difícil de se perder, mesmo nos dias em que o vento dá luta.

Eu, confesso, que já me rendi à tendência Caia. A minha já faz parte do meu look de praia.