Print My World


Apareceu um novo conceito no mercado para quem gosta de dar vida às suas fotos, principalmente às fotos que deixamos no Instagram, que são de momentos lindos, ou de selfies malucas ou simplesmente de whatever que nos apeteça partilhar com o mundo!

Print My World promete possibilitar estas memórias digitais passem para o papel fotográfico, em peças decorativas com diversas utilidades.

Encontre no Print My World uma moldura para a sua sala, um quadro para a sua entrada, um íman para o seu frigorífico, uma peça de roupa para si, a decoração da parede para o seu quarto, um calendário para a sua secretária ou um presente para imortalizar os momentos que partilhou com aquela pessoa especial.

Eu já recebi várias fotos que a Print My World me ofereceu e já ando cheio de ideias para o que irei fazer com elas...

Print your Instagram @ Print My World.




A Sociedade Sentada – Parte I


Façamos um exercício mental. Recorde cada sitio onde esteve hoje - dos transportes, ao local de trabalho, àquele restaurante tão trendy que foi experimentar. Agora, tente lembrar-se de quanto tempo passou sentado nesses espaços. Bastante, não? Não se choque. Facto: praticamente todos os locais a que vamos, estão formatados para nos "receber" tendo o conforto como prioridade – do carro à sucursal do banco – e por conseguinte, oferecer-nos um lugar onde nos sentarmos.

No fundo, não é totalmente culpa dos hábitos ou opções de cada um. É um paradigma instalado que decorre de uma época em que a sociedade transitou de um estilo de vida activo, e de agricultura de subsistência para outro, baseado na tecnologia e trabalho, em grande parte, de escritório, ou simplesmente sentado. Esta “inactividade física” – por oposição ao conceito de “actividade física” que representa todo o movimento que fazemos (andar, subir escadas, levar o lixo) e que é também diferente de “exercício físico” (ginásio, correr, etc.) – começa agora a ser focada pela ciência. 

Fixe esta máxima e perceberá a lógica de tudo o que vou explicar a seguir: O corpo humano, está concebido para se mover.

Há muito que se fala das consequências que o sedentarismo acarreta – do aumento da predisposição a problemas cardíacos, acidente vascular cerebral, diabetes ou uma maior incidência de arterioesclerose, entre inúmeros outros – algo que tipicamente tentamos combater com exercício físico, seja ele ginásio ou um jogo de uma qualquer modalidade com amigos. Contudo, a evidência científica começa agora a mostrar que sedentarismo e passar muito tempo sentado não são a mesma coisa.

Num recente relatório australiano sobre diabetes (AusDiab), os investigadores avaliaram a relação entre o tempo passado a ver televisão e marcadores de risco cardio-metabólico (glucose sanguínea, perímetro abdominal, pressão arterial, entre outros) em cerca de 11 mil pessoas (1). Os resultados foram perturbadores, revelando alterações no metabolismo da glucose (2) bem como a presença de sídrome metabólico (3) (um conjunto de factores de risco cardiovascular e diabetes tipo 2), sobretudo nos idividuos que reportaram mais de 4h por dia de televisão.

E agora, o inesperado: de seguida, os investigadores focaram-se naqueles individuos que relataram fazer no minimo 150 minutos de exercício físico semanalmente (o valor recomendado por diversas guidelines internacionais, incluindo a maior referência, ACSM). Nestes individuos, nos quais muitos de nós se reverão e, que não rotularíamos de sendentários, a mesma relação negativa com os riscos metabólicos manteve-se. Isto indícia que fazer exercício por si só, não chega!

Outros estudos ainda identificaram que ver televisão e estar ao computador por periodos prolongados de tempo pode mais do que duplicar o risco de síndrome metabólico (4, 5, 6), e a sua prevalência sobe 26% nas mulheres por cada hora que passarem por dia, inactivas a ver televisão (4).

E mais investigadores já mostraram também o aumento do risco de doença cardiovascular por, específica e exclusivamente, as pessoas em estudo passarem muito tempo sentadas, seja por força do seu trabalho ou não (7,8,9,10). Além do mais, sabe-se também que após a perda de peso, a sua manutenção está associada ao evitamento de comportamentos sedentários, independentemente da prática de exercicio fisico (11).

Todos estes dados vêm mostrar que a inactividade muscular (diferente de não fazer exercício) vem com alto custo para a saúde.

Mas como se processa tudo isto?

Lembra-se do mote que lhe dei no início? O corpo humano, está concebido para se mover. É disso que se trata.

O corpo humano consome energia para 3 propósitos: o metabolismo basal, que basicamente representa a energia consumida para manter o corpo simplesmente ligado; a termogénese induzida pela dieta, grosso modo a energia utilizada para a digestão e finalmente, a termogénese de actividade. Esta última, representa a energia que utilizamos para nos movimentarmos e divide-se naquela que consumimos quando fazemos exercício puro e duro, e noutra, particularmente importante chamada NEAT (do acrónimo inglês Non-Exercise Activity Thermogenesis). Esta é a energia usada para a actividade fisica – andar, sacudir um pano, vestir-mo-nos, etc.

Figura 1. Weekly Activity Exercise Expenditure (Gasto Energético Semanal) – 
Comparação do gasto energético da Actividade Física + Exercício Físico.
E é neste pormenor que tudo falha. Se pensarmos, a maior parte do nosso tempo é passado em actividade física – ou não, daí o problema em discussão – e não em exercício físico. Será que 1 ou 2 horas de exercício representa o mesmo gasto energético que as cerca de 14, 15 ou 16h que passamos em movimento no dia-a-dia? Tal como o relatório australiano mostrou, não! Em média, num dia, ingerimos nunca menos de 2100 kcal (o habitual valor recomendado, neste caso para um homem). Sabe-se que em média, os trabalhadores que passam a sua jornada diária maioritariamente em pé – lojistas, baristas, carteiros, carpinteiros, etc. – gastam entre ~1400 kcal a ~2300 kcal (12), enquanto nas profissões “sentadas” – motoristas, operadores de call-center, etc. – os valores descem para ~700 até umas incrívelmente baixas 300 kcal (13). Para estes últimos, são 1400 a 1800 kcal que sobram armazenadas, a maior parte sob forma de gordura. Introduzindo uma corrida de 10km, são “apenas” cerca de 700kcal subtraídas.

Figura 2. Actividade eléctrica do quadricípite.
 Picos representam contracção muscular.
Estar em pé, representa milhares de minúsculas contracções em todos os músculos do corpo de modo a que nos mantenha-mos nessa posição e equilibrados a contrariar a gravidade. Esse trabalho é feito maioritariamente por fibras musculares específicas, resistentes à óbvia fadiga inerente, existentes em todos os músculos mas maioritarimente nalguns, a que poderemos chamar “músculos posturais” para simplificar. A partir do momento em que nos sentamos ou deitamos, todo esse trabalho deixa de ser necessário, e um músculo que não trabalha, é um músculo que não consome energia. Mas infelizmente, não acaba aí.

Em qualquer mamífero, os musculos são os grandes consumidores de energia no corpo. E descobriu-se que, nos ratos (já cá faltavam), 12 horas de inactividade conduziram a uma redução de 75% (!) na capacidade de absorverem a gordura circulante. Mais, este dado estava relacionado com uma redução de 90% a 95% da actividade de uma enzima chamada Lipoproteína Lipase (LPL), precisamente nas fibras musculares resistentes à fadiga (14)

E para que serve a LPL? Entre muitas outras coisas, permite que o musculo possa absorver a gordura e a usar como combustível, além de contribuir na regulação do HDL ou “bom colestrol”. Algo que é necessário termos em grande quantidade no corpo, dado que a função deste colestrol (daí o “bom”) é a de trazer a gordura de todos os pontos do corpo, até ao figado para ser decomposto. 

Mais uma vez, o efeito pernicioso da inactividade, ao cabo de 8 horas, determinou uma diminuição de 22% na concentração de HDL (15)

Por outro lado, poder-se-ia pensar que, se a inactividade tem tão drásticos efeitos fisiológicos, então treinando conseguir-se-iam os efeitos opostos. Mais uma vez a natureza dá-nos uma tampa e a LDL só se torna ligeiramente mais activa nos ratos sujeitos a um treino extremamente intenso e em fibras musculares que não são as responsáveis por manter a postura (16)

As guidelines e a cultura do exercício físico abunda e felizmente que sim. O treino tem efeitos fantásticos no corpo e na sua longevidade. Mas começa a fazer sentido olharmos para os nossos hábitos diários e perceber que o exercício não é um “comprimido milagroso” que queimará todas as calorias em excesso. 

O conceito de sedentarismo mudou. Não o é, somente, aquele que não se exercita. As pessoas cujo dia-a-dia é passado maioritariamente sentado apesar de se exercitarem com regularidade também estão em risco, um fenómeno denominado Active Couch Potato. É necessário uma mistura entre actividade física e exercício físico. Não basta só exercício.

Figura 3 Esquema diário de um "Active Couch Potato"


A questão que se coloca é: será que ainda iremos passar mais tempo sentados no futuro? Recordo o filme Surrogates, com o Bruce Willis. A evolução tecnológica e as permanentes facilidades e comodismos que esta era moderna nos fornece são muitas e tentadoras. Porém, esta capacidade que temos para criar, costuma pender para os dois lados da balança. 

De momento existem dois problemas que não deixam soar o “alarme”: a quantidade de evidência científica sobre o assunto que só nos ultimos 10 anos começou a despontar; e a resistência à mudança típica da espécie humana, sobretudo em algo tão sensível como o conforto pessoal. Mas como a história nos tem ensinado é sempre uma questão de tempo: Benjamin Franklin, Winston Churchill, Ernest Hemingway, todos eles tinham perídos ao longo do dia em que trabalhavam propositadamente de pé. Que sirva de inspiração. 

Na Parte II, abordarei os problemas e disfunções mecânicas que decorrem da inactividade física na posição sentada. 

Na Parte III e última, aconselharei sobre como evitar e recuperar dos problemos abordados na Parte I e II.

Referências Bibliográficas
1. Healy GN, Dunstan DW, Salmon J, et al. Television time and continuous metabolic risk in physically active adults. Med Sci Sports Exerc. 2008; 40:639–645 
2. Matthews CE, Chen KY, Freedson PS, et al. Amount of time spent in sedentary behaviors in the United States, 2003–2004. Am J Epidemiol. 2008; 167:875–881 
3. Taylor HL, Klepetar E, Keys A, et al. Death rates among physically active and sedentary employees of the railroad industry. Am J Public Health Nations Health. 1962; 52:1697–1707. 
4. Dunstan DW, Salmon J, Owen N, Armstrong T, Zimmet PZ, Welborn TA, Cameron AJ, Dwyer T, Jolley D, Shaw JE; AusDiab Steering Committee: Associations of TV viewing and physical activity with the metabolic syndrome in Australian adults. Diabetologia 48:2254 –2261, 2005 
5. Bertrais S, Beyeme-Ondoua JP, Czernichow S, Galan P, Hercberg S, Oppert JM: Sedentary behaviors, physical activity, and metabolic syndrome in middle-aged French subjects. Obes Res 13:936 –944, 2005 
6. Ford ES, Kohl HW 3rd, Mokdad AH, Ajani UA: Sedentary behavior, physical activity, and the metabolic syndrome among U.S. adults. Obes Res 13:608–614, 2005 
7. Morris JN, Heady JA, Raffle PA, Roberts CG, Parks JW: Coronary heart disease and physical activity of work. Lancet 265:1053–1057, 1953 
8. Weller I, Corey P: The impact of excluding non-leisure energy expenditure on the relation between physical activity and mortality in women. Epidemiology 9:632– 635, 1998 
9. Manson JE, Greenland P, LaCroix AZ, Stefanick ML, Mouton CP, Oberman A, Perri MG, Sheps DS, Pettinger MB, Siscovick DS: Walking compared with vigorous exercise for the prevention of cardiovascular events in women. N Engl J Med 347:716 –725, 2002 
10. Paffenbarger RS Jr, Blair SN, Lee IM: A history of physical activity, cardiovascular health and longevity: the scientific contributions of Jeremy N Morris, DSc, DPH, FRCP. Int J Epidemiol 30:1184 –1192, 2001 
11. Raynor DA, Phelan S, Hill JO, Wing RR. Television viewing and long-term weight maintenance: results from the National Weight Control Registry. Obesity (Silver Spring). 2006; 14:1816–1824. 
12. Karvonen MJ, Pekkarinen M, Metsala P, Rautanen Y: Diet and sérum cholesterol of lumberjacks. Br J Nutr 15:157–163, 1961 
13. Black AE, Coward WA, Cole TJ, Prentice AM: Human energy expenditure in affluent societies: an analysis of 574 doubly-labelled water measurements. Eur J Clin Nutr 50:72–92, 1996 
14. Bey L, Akunuri N, Zhao P, et al. Patterns of global gene expression in rat skeletal muscle during unloading and low-intensity ambulatory activity. Physiol Genomics. 2003; 13:157–167 
15. Bey L, Hamilton MT. Suppression of skeletal muscle lipoprotein lipase activity during physical inactivity: a molecular reason to maintain daily low-intensity activity. J Physiol. 2003; 551(Pt 2): 673–682 
16. Hamilton MT, Etienne J, McClure WC, et al. Role of local contractile activity and muscle fiber type on LPL regulation during exercise. Am J Physiol. 1998; 275(6 Pt 1):E1016–E1022. 
17. Hamilton MT, Hamilton DG, Zderic TW. The role of low energy expenditure and sitting on obesity, metabolic syndrome, type 2 diabetes, and cardiovascular disease. Diabetes. 2007; 56:2655–2667 
18. Hamilton MT, Healy GN, Dunstan DW, Zderic TW, Owen N. Too little exercise and too muchsitting: inactivity physiology and the need for new recommendations on sedentary behavior. CurrCardiovasc Risk Rep. 2008; 2(4):292–8. 
19. Owen N, Healy GN, Matthews CE, Dunstan DW. Too much sitting: the population-health science of sedentary behavior. Exerc Sport Sci Rec. 2010; 38(3):105-113 
20. Clee SM, Zhang H, Bissada N, Miao L, Ehrenborg E, Benlian P, Shen GX, Angel A, LeBoeuf RC, Hayden MR. Relationship between lipoprotein lipase and high density lipoprotein cholesterol in mice: modulation by cholesteryl ester transfer protein and dietary status. J Lipid Res. 1997; 38(10):2079-89.

André Costa e Jennifer Lopez - Again!


O manequim português André Costa continua imparável, tanto na sua vida profissional, como na sua vida social.

O manequim, que está há uma semana em Miami, vindo de uma temporada repleta de trabalhos por toda a Europa, mal se instalou nos Estados Unidos viu-se convidado por Jennifer Lopez, que não quis perder a oportunidade de o ter na sua festa privada de Halloween, que decorreu na passada sexta-feira, na sua Mansão em Los Angeles.

André Costa, que muitos já chamam de Cristiano Ronaldo da moda, nem pensou duas vezes e claro que não perdeu oportunidade de estar com a sua amiga J-Lo, aparecendo sob o disfarce de James Bond, como podem ver na foto tirada na varanda da casa da cantora com vista sobre a grande Los Angeles.

O nosso Bond Português é cada vez mais solicitado para estar em festas de celebridades americanas. Depois de jantar com o próprio Calvin Klein, agora é Jennifer Lopez que não dispensa a presença de André Costa nos seus eventos!

O manequim português está imparável!

Foto retirada do Facebook de André Costa

Foto retirada do Facebook de André Costa

Foto Vogue Portugal



The Lovely Bones - Alice Sebold (2002)


"Murderers are not monsters, they're men. And that's the most frightening thing about them."

Artist: Pieter Paul Rubens 1577-1640


Lisboa Open House - 3.ª Edição


Lisboa de portas abertas 

"Ver, e dar a ver, abrindo portas ao que existe de arquitectura contemporânea, de autor e de tantas épocas diferentes do passado, os clássicos. Pretende-se dar oportunidade de conhecer oito séculos desta cidade encantatória e colorida, apoiada numa topografia acidentada que esconde lugares surpreendentes."

Fernando Sanchez Salvador

A iniciativa organizada pela Trienal de Arquitectura insere-se numa rede mundial, a Open House Worldwide. Acolhida por cidades como Londres, Nova Iorque ou Buenos Aires com o objectivo de dar a conhecer espaços de valor arquitectónico e cultural de referência a um público alargado. Este mês foi a terceira edição em Lisboa.

Um evento para o público que permite dar a conhecer do valor do património edificado a partir de visitas e percursos apresentados pelos próprios autores ou por uma equipa de voluntários. A 3º edição decorreu no fim de semana de 11 e 12 de Outubro. Foram 70 espaços abertos ao público em toda a Cidade de Lisboa, todos são gratuitos, e mais uma vez não falhei… e recomendo que da próxima para quem ainda não o fez, abram o mapa e escolham os pontos que mais querem conhecer, arquitectos e não arquitectos é um evento interessante para todos e que garantidamente vos dará outros olhos de entender o papel decisivo da arquitectura na vida dos cidadãos. 

Deixo-vos algumas das minhas melhores fotos do evento desta edição.

Terminal Fluvial –Terreiro do Paço
Cottinelli Telmo / Atelier Daciano da Costa

Atelier Francisco Aires Mateus

Atelier Francisco Aires Mateus

Reabilitação na Baixa – Casca Atelier

Apartamento no Master Plan de Entrecampos – Promontório 

Testamento Vital





Testamento Vital 
O direito de decidir os últimos momentos de Vida?

O Trendylaw traz hoje uma temática que (embora possa parecer dura…) é de uma dimensão humana gigante. A ideia do testamento Vital, surgiu em proposta de Lei há cerca de 9 anos em Portugal, mas só agora surge (finalmente!) uma plataforma informática que permite ao cidadão, em Vida, decidir como quer que sejam tratados os seus últimos momentos de Vida, caso não se encontre nas suas plena capacidade. E sem que tal decisão seja incumbida aos familiares directos, como manda a Lei. E isto pode ser tratado de uma forma tão ou mais simples, do que vir aqui à Internet, e escolher as opções. No entanto, mantém-se as dúvidas: o que é um testamento Vital? Como o podemos fazer? O que diz a Lei? Vamos tentar responder a algumas questões…



Um testamento vital é também designado como directiva antecipada de vontade e tem como objectivo deixar expressa a vontade em relação aos cuidados de saúde que se quer, ou não, receber em fim de vida, caso se esteja impossibilitado de o expressar de forma autónoma. 

Já era possível tomar esta decisão – em 2012 a lei já existia – no entanto, tinha que partir de cada pessoa a redação do documento e a sua validação num notário para que este tivesse valor jurídico. Esta documentação poderia chegar aos 100€. O Sistema Informático Rentev (Registo Nacional do Testamento Vital) permite agora que qualquer pessoa possa fazê-lo, sem custos e com maior garantia de que a sua vontade será conhecida pelo médico a quem este tipo de decisão possa vir a caber.


Um exemplo claro: se o cidadão der entrada na urgência de um hospital, o médico assistente em causa pode saber, por via informática, se a pessoa deixou expressa alguma vontade em relação a cuidados de saúde a receber em fim de vida. Existe liberdade de redacção do documento, mas o Ministério da Saúde aconselha o uso de um modelo em concreto. E este modelo pode ser encontrado AQUI, assim como o esclarecimento do seu preenchimento AQUI.

Rui Nunes, Director do Serviço de Bioética e Ética Médica da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, dirige-se a este tema como “a sensação de dever cumprido”, visto que Portugal é um dos últimos países a tomar esta iniciativa, na UE. No entanto, não deixa de citar que se deve “fazer uma intensa campanha de sensibilização aos médicos de família”, como forma das pessoas compreenderem verdadeiramente para que serve e como pode ser utilizado este “novo direito”.


Independentemente a opinião de cada um de nós e das decisões, há que considerar a existência de um novo Direito e Serviço Público – o de escolher como podemos ser tratados nos nossos últimos minutos de Vida num Hospital. E porque nunca sabemos como será o dia de amanhã, nem podemos deixar para segundo plano uma questão tão importante como o Bem Jurídico essencial que é a Vida, também é importante falar das Garantias que lhe são assistidas quando esta já pode estar no fim. 

O Direito marca assim em Portugal um novo ponto de Evolução. E nós ficamos felizes com isso, porque cada vez, podemos decidir mais sobre esta “coisa” tão Intensa e Maravilhosa que é a VIDA!


Navdy


Todos sabemos o perigo que corremos cada vez que tiramos os olhos da estrada ao conduzir, com os smartphones, aparelhos de GPS e afins estamos cada vez mais sujeitos à distracção provocada por estes aparelhos enquanto conduzimos. Uma função que utilizamos a conduzir é o GPS, embora com a navegação por voz todos temos tendência a olhar para o visor de vez em quando.  

A pensar nesta necessidade e para nossa segurança foi criado o Navdy, é basicamente um display transparente que é colocado em cima do tablier do carro, na direcção do nosso campo de visão enquanto conduzimos. É compativel com smartphones android e ios e basicamente projecta à nossa frente informação como navegação GPS e chamadas recebidas, como o display é transparente nunca temos que tirar os olhos da estrada para ver a informação. 

Além disso o Navdy também reconhece o controlo por gestos e basta mover a mão à nossa frente para atender ou rejeitar uma chamada. Para fazer chamadas também não precisa de distracções porque o Navdy é compativel com o controlo de voz do android e do ios. 

Melhor que isto só mesmo displays incorporados no vidro do carro. 








Roubar o Balde ao ‘Puto’


Parece tirado de um filme de ficção científica, mas está a tornar-se numa realidade cada vez mais palpável e… promissora! Imagine que, um dia, poderá ir até à praia trabalhar para o bronze e, de caminho, abastecer o seu automóvel com… água salgada!!!

Era fantástico, não? Pois, mas o melhor é regressar das nuvens que a ‘coisa’ não se afigura tão simples – quase nada o é, na realidade – pese embora o crescendo de preocupação para com o suposto fim dos combustíveis fósseis e com as restrições ambientais, virando-se as empresas para a exploração do potencial das energias alternativas e sua aplicação em temos reais. Isto sem fazer disparar muito os custos de produção, de modo a que o comum mortal possa adquirir os novos produtos daí resultantes.


Electricidade, ‘fuel cell’ (vulgo pilhas de combustível) e mesmo o hidrogénio, são já realidades em alguns automóveis, soluções ainda algo caras, nomeadamente de produzir. Tanto que, há tempos, um presidente de uma marca disse que até preferia não vender unidades de um determinado modelo eléctrico pois, cada vez que o faz, perde dinheiro! Elucidativo! Isto para além dos seus preços bastante irreais, nomeadamente na afogada em impostos Tugalândia. 

Já o sonho do automóvel movido a água continua a ser isso mesmo, um sonho, mas muito presente na cabeça dos engenheiros de motores de todas as marcas, com vista a proporem veículos eficientes, que gastem pouco e sejam amigos do ambiente! Um passo que a empresa nanoFLOWCELL já deu. É que eles já têm um automóvel que anda… a água… embora salgada! Veja-se aqui o fantástico vídeo promocional:


Parece mentira, não é? Uma vez mais, o processo não se afigura tão simples quanto pedir o balde ao ‘puto’ por cinco minutos – prepare-se para um berreiro desenfreado – ir enchê-lo ao mar e depois despejá-lo no depósito. Lá chegará o dia… digo eu! Mas, sempre com uma perspectiva ecológica e de sustentabilidade, o mar serviu de inspiração na concepção do QUANT e-Sportlimousine, que até já circula em estradas europeias. Não me alargo em detalhes, mas esta obra-prima tem quatro motores eléctricos alimentados pela energia gerada por uma reacção química de um fluido electrolítico (‘flow cell’), líquido esse que é, nada mais, nada menos, do que a tal água salgada. Ou uma espécie, pois é naturalmente diferente da água do mar em que mergulhamos.




Para mais informações clique no ‘link’ QUANT e-Sportlimousine e delicie-se com toda a panóplia tecnológica e demais conteúdos presentes a bordo deste potencial de futuro da indústria automóvel. 

É um facto que já estivemos mais longe mas, para já, devolva lá o tal do balde ao puto! 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro 



Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Moda Lisboa Legacy - Day 3


Deixamos aqui as propostas dos designers portugueses presentes no último dia da Moda Lisboa Legacy:

Dino Alves

Dino Alves abriu o terceiro e último dia da edição Legacy, da Moda Lisboa, com uma colecção a apelar ao conhecer o sabor de cada pessoa. Pelo meio de folhos e outros detalhes levou a degustação às peças que apresentou. Silhuetas assimétricas, em tons sóbrios, e vestidos, para as mulheres, foram o maior destaque visto nas propostas do criador português.


Pedro Pedro

Foi ao mar que Pedro Pedro foi buscar a inspiração, para a colecção Primavera Verão 2015. Uma colecção em que o cinza foi o destaque em visuais quase sempre andrógenos. As riscas, muito náuticas, também marcaram presença em propostas livres, leves e vestíveis. Mais uma vez, a influência sportswear dominou a passarelle, mudando o criador.


Valentim Quaresma

Valentim Quaresma trouxe peças de arte vestíveis à edição Legacy. Com uma inspiração tribal, foram peças grandes e de forte apelo visual que desfilaram no último dia de Moda Lisboa. Peças que não só "acessorizam" mas que acabam por vestir um look.


Saymyname

A criadora portuguesa, Catarina Sequeira, apresentou propostas divertidas para as estações quentes, pautadas por saias e vestidinhos. Padrões em tons alegres e também o preto e o branco desfilaram na passerelle da Moda Lisboa, numa colecção que se diz inspirada pelo escaravelho. Um animal repugnante mas que deu origem a uma colecção tudo menos isso mesmo.


Kolovrat

Lidija Kolovrat deixou-se inspirar pelas ondas e pelo mar e criou. Recortou silhuetas, desconstruiu e criou drapeados, em tons sóbrios, entre os cinzas e os azuis maioritariamente. Propostas soltas e descontraídas numa colecção saída da praia.

 


Nuno Gama

Foi à Arrábia, ao contraste da serra com o mar, que Nuno Gama foi buscar a inspiração para a colecção Primavera Verão 2015. Usou o formal e o casual. Abusou, e bem, nos padrões. Trouxe a alfaiataria e o sportswear para as suas propostas. O criador português apresentou uma coleção bonita, alegre e em que a tradição se mistura com a actualidade. Peças com um corte bem talhado e a trazer tanto do mundo português: o mar e a serra!

 


Dubody Saldanha - Cuide de Si!


Hoje apresentamos-lhe a nossa mais recente parceira: A Dubody Saldanha.

No Trendy Mind estamos atentos às empresas que tem excelentes tratamentos a preços bastante em conta, para que todos os nossos leitores tenham acesso a este tipo de mimos.

Foi assim que encontrámos a Dubody Saldanha, uma clínica que promete cuidar de nós da cabeça aos pés com uma equipa profissional, simpática e muito competente!

Disponibilizam vários tipos de tratamentos, como a eliminação de gordura localizada, cavitação, radiofrequência, envolvimento de algas redutoras e anti celulíticos. Também têm tratamentos de rosto tal como limpeza de pele, peeling ultra-sónico ou microdermabrasão.

Destacamos a Fotodepilação Laser4Skin E-light, a fotodepilação por Luz Pulsada Intensa de Última Geração, que é o método mais eficaz, duradouro e rápido para eliminar o pêlo. Graças ao seu Spot Refrigerado a -4ºC permite trabalhar a altas intensidades sem danificar os tecidos adjacentes e fazendo deste, um tratamento Indolor. Os últimos avanços tecnológicos, permitem, fazer fotodepilação inclusivamente em peles escuras e bronzeadas graças aos seus filtros exclusivos.

Na Dubody Saldanha poderá também ser mimado com o tratamento NACARY. O tratamento NACARY é uma criação da equipe científica da DU, que durante mais de dois anos tem estudado os benefícios que o pó de pérola e a seda produzem na pele, dado que ambos componentes, durante milhares de anos têm sido empregues na medicina tradicional chinesa como produtos medicinais e produtos anti envelhecimento. Todas as investigações e estudos demonstraram a validez cosmética destes preciosos elementos e a DU, combinou-os com uma seleção dos princípios ativos mais eficazes da atualidade, desenhando um novo e revolucionário tratamento que faz uma fusão de “ tradição e inovação”. NACARY, é um exclusivo tratamento regenerador, que retarda o envelhecimento cutâneo e devolve à pele a sua firmeza e esplendor. Um luxo de tratamento que satisfaz sem dúvidas as clientes mais exigentes.

O slogan da Dubody Saldanha é "O Vosso Corpo é a nossa Paixão!", por isso, se está com vontade de se mimar, é um destino a seguir. Na Avenida Defensor de Chaves, 16 cv / direita, junto ao Saldanha, a equipa Dubody está pronta para cuidar de si e mimá-la(o) até ao último minuto. Contacte por telefone através do 213 520 608 / 963 963 130 ou por e-mail dubodysaldanha@gmail.com.