Criança e brinquedos pela Casa

Criança e brinquedos pela casa. É possível?.... sssss _ Não! 

Mas há solução! Aliás várias soluções que ajudam!

A ideia é deixar o chão livre e arranjar todos sítios e recantos imaginários que possam guardar os mais variados tipos de brinquedos, livros, jogos, etc. 

Lugares como atrás da porta com uma sapateira de pendurar, prateleiras na parede, estantes, caixas e até mesmo no tecto (para os pais mais aflitos).

Por outro lado se quiser contribuir para a autonomia do seu filho em ir buscar e depois arrumar, tente colocar os locais de arrumação a uma altura que ele chegue (ir buscar vai de certeza, arrumar só após alguma dose de paciência e tolerância).

Mostro aqui algumas sugestões, mas convença-se, não vale a pena “remar contra a maré” e é da maneira que a decoração da sua casa ganha sem dúvida cor e vida que antes não tinha.

***Jo









Rebel Romantic


Olá meus amigos!
 
A Kiko acaba de lançar a sua mais recente criação: REBEL ROMANTIC é o nome de mais uma colecção de maquilhagem de edição limitada desta marca italiana. 

Como não podia ser, fui espreitar e escolhi dois produtos para experimentar. O estilo elegante das embalagens, com decorações em forma de leques, que evocam as fantasias do estilo Art Nouveau, não me deixaram indiferente. 

As cores escolhidas refletem a alma dupla da coleção: os tons quentes do bronze rosado contrapõem-se às nuances etéreas do cinza metalizado. Escolhi a sombra Metallic Shine Eyeshadow, na cor 05, um verde seco e o lápis de olhos Colour Definition Contour and Kajal, na cor 03, um castanho rosado. 

A sombra apresenta-se em creme e transforma-se num pó fino assim que é aplicado. é de longa duração e bastante pigmentada, o que significa que apenas com um pouco de produto conseguimos cobrir a pálpebra sem necessidade de reaplicar. Pode ser aplicada com um pincel de esfumar e trabalha-se muito bem com esta sombra, mesmo para quem não tem muita experiência. Apliquei a sombra em toda a pálpebra móvel e esbati até ao côncavo com o pincel. Apliquei um pouco junto à raiz das pestanas inferiores com um pincel biselado para dar continuidade. 

De seguida apliquei um traço de lápis junto à raiz das pestanas superiores e esbati com o pincel de esfumar para não ficar com uma linha muito marcada e fazer um suave e interessante degradé das duas cores. O lápis tem uma textura cremosa e suave e aplica-se facilmente na pele. Apesar de ser retráctil, traz um afia incorporado. Na embalagem é referido que o lápis dá para ser aplicado como contorno e também na linha de água, porque tem kajal na sua composição, mas quando o apliquei na linha de água, ele simplesmente não agarrou... Por isso uma nota negativa para este lápis que não cumpre tudo o que promete... 

Para finalizar o look, apliquei um pouco de máscara de pestanas waterproof. A sombra adquire-se por € 5,95 e o lápis por € 4,95, nas lojas KIKO MILANO.











Quantas pessoas já lhe disseram “Senta-te direito!” ?

Hoje partilho um vídeo. Assumo que, por vezes, é mais fácil passar a mensagem dessa forma. De qualquer forma, este vídeo em particular vale muito a pena. De forma muito eloquente, divertida e sucinta, e com o selo de qualidade do TED Talks, são 4 minutos em que se explica e se dão dicas para todos nós mantermos uma boa postura, e evitar as más. E gastar 4 minutos do vosso tempo por uma postura melhor… é barato!




Vejam o vídeo. Dúvidas? Perguntem ao vosso Fisioterapeuta. 

Se quiserem saber mais sigam este LINK!

P.S.: caso as legendas não surjam automaticamente, basta activá-las no ícone da barra do reprodutor de vídeo.

Greenfest


Trata-se do maior evento de sustentabilidade do país e celebra anualmente o que de melhor se faz ao nível da sustentabilidade nas vertentes ambiental, social e económica e conta já com 8 edições.

É plataforma de partilha de ideias e experiências e procuram abordar novas tendências. É palco privilegiado para empresas, autarquias e cidadãos que querem contribuir para um futuro melhor.

Desde conferências, workshops, debates, palestras, oficinas, concertos, exposições, atividades lúdicas e de lazer, as opções são tantas quanto a ambição de tornar a sustentabilidade uma preocupação de todos.

É um evento para pessoas curiosas, interessadas em desenvolverem-se profissional e pessoalmente, assumindo um papel ativo na sociedade.

Consultem o programa completo AQUI 




HIPPO-História Divertida


“Saber” pode ser sinónimo de diversão? Resposta: Pode! Caramba, afinal, quando mandamos os nossos filhos estudar “História”, tentando incutir-lhes a ideia de que até pode ser divertido, estamos a contar-lhes a mais pura das verdades! Ainda mais se for numa HIPPOtrip, com a “Lola”, o “Xico” ou a “Alegria”, as três viaturas que esta empresa de animação turística opera em Lisboa, pela Baixa da cidade e rio adentro.





Sugiro-lhes, por isso, esta proposta irrecusável, para fazer em família ou com amigos, algo impossível de se perder! Uma HIPPOtrip tem mesmo de fazer parte dos seus planos, preferencialmente sob bom tempo, ou pelo menos ameno, “tal como são obrigatórios os Pastéis de Belém ou uma viagem no icónico Eléctrico 28 da Carris”, como apregoam os animadores a bordo dos HIPPOs, estranhas e imponentes viaturas, meio barco meio autocarro. 

Confesso que inicialmente estava apenas curioso com o evento. Sabia que se atravessava algumas zonas da cidade, navegando-se depois no Tejo, mas rapidamente a minha tarde e de quem me acompanhou tonou-se muito mais divertida. É que se me iria parecer uma daquelas monumentais secas históricas que, na maioria das vezes se afogam os turistas (estrangeiros ou de ocasião) que visitam a capital, do monumento X à direita e da estátua Y à esquerda, mais uma catrefada de datas e informações que, no final, poucos fixam, o tiro saiu-me pela culatra, a mim e aos 34 companheiros de viagem, das mais diversas origens.




Vimo-nos a bordo da “Lola”, um autêntico teatro sobre rodas, quanto mais não seja pela brilhante actuação do animador Vasco Galhofo, que em boa hora nos saiu na ‘rifa’, num HIPPO sabiamente conduzido no trânsito lisboeta e rio adentro pelo Comandante Pedro Fortuna. A animação, em modo lúdico e teatral, envolve os viajantes, convidados a viver e participar numa experiência inédita a bordo dos HIPPOs, junto com uns quantos e bem gritados a plenos pulmões “HIPPO HIPPOOOOOOOOOOOOOOOO”, intercalados de numa sessão de “Perguntas & Respostas”, quase sempre… com alguma ‘rasteira’! 

Saindo da Doca de Santo Amaro, paredes meias do denominado Viaduto Provisório de Alcântara – era provisório quando foi inaugurado em Março de 1972 e ainda hoje o é – ficámos a saber que as Sete Colinas de Lisboa nasceram não por derivas de placas tectónicas mas pela acção “de uma deusa, Ofiusa, meio serpente/meio mulher, que deixava encantados todos os homens. Isto até ao dia que um tal de Ulisses não lhe deu cavaco, indiferença que a irritou e fez bater violentamente com a cauda na cidade que dominava. Formaram-se as tais sete elevações que distinguem a nossa capital”, explicou o nosso cicerone. Também fiquei a saber porque os portugueses são vistos como um povo que está sempre atrasado. Tem a ver com o relógio que está num dos edifícios contíguos ao Cais do Sodré e que tem a nossa hora oficial. Faça uma HIPPOtrip, que eles completam a explicação com uma curiosidade/mito!






Claro que eu e os meus companheiros de viagem – lusos e estrangeiros, da Alemanha, Noruega, Dinamarca, França e até do Senegal – levámos com o Terramoto de 1755, mas na vertente relacionada com a “Real Barraca da Ajuda”, estrutura de madeira erigida pós-cataclismo na Ajuda e ligada ao então Rei D. José I, apavorado que o tecto lhe voltasse a cair em cima da cabeça. A Rua da Prata serviu para explicar o formato em grelha da reconstruída Baixa Pombalina e no Rossio também se falou de um mito que o incansável Vasco partilhou connosco, em modo bilingue, parecendo viver o passeio como se fosse o primeiro. “Sabiam que a estátua que encima o centro da Praça D. Pedro IV poderá não ser deste rei, mas sim de um imperador mexicano, de seu nome Maximiliano?” As semelhanças são muitas e parece que há escritos que explicam esta alegada troca de identidades… Faça uma HIPPOtrip para descobrir o que por aí consta! 

Seguiram-se detalhes de outro vulto, o Marquês de Pombal, e também do Leão que se vê obrigado a assistir, impotente e lá do alto, às sucessivas celebrações do SLB; falou-se das semelhanças entre o Centro Cultural de Belém e o Novo Museu dos Coches, edifícios que partilham características que envolvem custos, beleza e… janelas; e até o Palácio de Belém tem algo para contar, fruto de uma alegada bandeira verde que sobe e desce, indicando as entradas e saídas do Presidente da República. Sabia que tivemos um líder amigo do bem comer e que, por isso, saía amiúde desta sua morada oficial para ganhar uns quilinhos extra… tantos quanto os que perdiam os pobre-coitados que eram responsáveis pelo constante hastear da dita? Pois, eu também não! 

As lendas e o rigor histórico continuaram a misturam-se com uns laivos de humor teatral até rio adentro, entrando-se no Tejo pela rampa da Doca do Bom Sucesso (em Belém) acompanhada do trecho “Also Sprach Zarathustra” de Richard Strauss, altura em que o autocarro se torna num barco. Há aqui um convite a novo “HIPPO HIPPOOOOOOOOOO…”, só que este sai bastante envergonhado das cordas vocais dos viajantes, que só depois de terem a certeza de que a coisa não mete água, relaxam para apreciar, em perspectivas bem diferentes das habituais, a histórica Torre de São Vicente (ou de Belém), o ímpar Padrão dos Descobrimentos, com o Infante D Henrique ladeado por inúmeros conquistadores, descobridores e velejadores e ainda uma única mulher. Se não sabe quem é suba para bordo de um HIPPO e descubra, tudo isto com uns quantos frescos borrifos do Tejo.




O regresso a terra firme faz-se pelo Centro Náutico de Algés, paredes meias com um já muito popular restaurante mexicano, depois de se navegar frente à bem mais recente e multi-premiada Fundação Champalimaud, edifício onde, entre outras, os seus profissionais se dedicam à investigação na área das neurociências e no combate ao cancro da visão! Para trás ficaram espiões da 2ª Guerra Mundial, “ligados à Estação do Rossio e ao contíguo Hotel Avenida Palace”, a razão porque o Parque Eduardo VII é dedicado a um monarca britânico, as relações linguísticas entre Portugal e o Japão, a “laranja” e Portugal em alguns países árabes e o modo como os tugas terão sido ‘comidos’ pelos bifes – estranha analogia esta!!! – “como paga pela ajuda que estes nos deram aquando das invasões francesas” (uma pista: envolve a zona circundante da Estrela), ou ainda “a Praia Real de Algés, que já teve 7 km de extensão e foi, nesse tempo, a maior de Portugal”. 

O passeio de hora e meia a duas horas, dependendo do trânsito e das marés, é feito a bordo de um veículo anfíbio da americana Cool Amphibious Manufacturers International, num processo que começou a ser desenvolvido em Portugal em 2005 mas que só oito anos depois – sim, só em 2013!!! – teve rodas para andar, ou lemos para navegar, depende da perspectiva!. Porquê? Devido à eterna burocracia das nossas entidades oficiais! 

“Foram necessárias dezenas de licenças, do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (actual DGRM) ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (actual IMT), Administração do Porto de Lisboa, Capitania do Porto de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa (CML) e do Turismo de Portugal, etc,” explicou ao Trendy Wheels o responsável de operações da HIPPOTrip, David Ferreira. “O processo foi muito moroso porque envolvia a comunicação e o aval conjunto de várias delas, sendo sabido que os organismos públicos nacionais demoram eternidades a dar despacho às solicitações. Ao mesmo tempo, iniciámos o processo de aquisição do primeiro veículo em Dezembro de 2008, que baptizámos de ‘Lola’, com que iniciámos, finalmente, a actividade a 3 de Maio de 2013”.

Fotos: José Pinheiro (Trendy Mind) e HIPPOtrip (oficiais)


Dois anos depois “são três os HIPPOs a operar, tendo-se entretanto adquirido o ‘Xico’ e a ‘Alegria’, estando em equação a chegada de uma quarta unidade”, adiantou. Pesam cerca de oito toneladas, apesar do seu casco em alumínio, sendo assente num chassis da Mercedes-Benz. Medem 11 metros de comprimento, 2,5 de largura e 3,6 de altura e têm um calado de 1,3 metros para enfrentar o rio, onde recorrem a uma propulsão a hélice. “Cada um deles pode transportar 37 passageiros, mais um condutor e um animador,” acrescentou. 
David Ferreira destacou ainda o facto de o lançamento destes passeios anfíbios trazer “inúmeros benefícios para a comunidade local, numa actividade pioneira na Península Ibérica. Impulsionamos a indústria do turismo em Lisboa, geramos dividendos para o Estado português, contribuímos para a criação de novos postos de trabalho [nota: eram 10 os funcionários no lançamento do projecto, numero que pode triplicar com a chegada do quarto veículo] e consideramo-nos com um motivo de orgulho para os habitantes da cidade”. 
Por isso, se quiser viver uma experiência histórica inédita, explorando parte das atracções da capital de um modo lúdico, não só em terra, mas também Tejo adentro, faça uma HIPPOtrip. São já mais de 100.000 os que gritaram a plenos pulmões “HIPPO HIPPOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO”. Junte-se a eles! 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro 

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

"Dynamic Sanctuary"






Instalação "Dynamic Sanctuary" responde à pulsação dos seus visitantes

O estúdio nova-iorquino the principals concluiu o projeto dynamic sanctuary, uma instalação interativa no sight unseen offsite, durante o festival nycxdesign. Feita a pedido da Ford Motors, a instalação de luz detecta e pulsa de acordo com o biorritmo dos visitantes, cria um espaço de natureza dinâmica.

A instalação modular foi manualmente construída pelo estúdio the principal. Uma superfície hexagonal espelhada de plexiglass conforma o chão da instalação, que é definida por uma série de elementos escultóricos modulares de plástico. Descrito pelo estúdio como um "diafragma triangular invertido", o sistema de paredes combina folhas planas montadas de modo a ficarem curvadas, aumentando a resistência e estabilidade. Colunas estruturais ocultas no interior oco dos elementos plásticos suspendem um forro espelhado através de uma série de vigotas de alumínio. Ao longo do perímetro do piso e na base dos módulos de parede, 29 triângulos recebem um conjunto de mais de 100 luzes led. O tom das luzes rende à instalação coloração azulada serena que se torna quase branca na junção das paredes com o chão.

No coração da instalação há um pódio espelhado ao qual sensores de pulsação estão afixados. Os visitantes entram na instalação através de uma estreita abertura e colocam os sensores nos seus dedos. A instalação responde imediatamente com luzes pulsantes em sincronia com a pulsação dos visitantes, projetando biorritmos nas paredes da estrutura. 

Projetada para receber um visitante de cada vez, o espaço intimista reflete uma série de influências, desde falésias estreitas a obras de Richard Serra e o interior do carro Ford Edge.

 





Mutant


É já no próximo sábado dia 10 de Outubro que a cidade de Setúbal recebe a nova coleção do designer Filipe Blanquet.

Ao açúcar, elemento caracterizador de antigas coleções do designer, Filipe Blanquet adiciona as penas e os metais e a junção destes materiais dão nome à mais recente coleção "MUTANT" que reflete a passagem do Homem pela vida e as suas constantes transformações.

Entre lingerie, macacões, vestidos e capas, elaboradas pelo artista sadino, também haverão outras surpresas que não vai querer perder!

Para ver ao vivo, gratuitamente, pelas 21h30, na Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal.

Nós estamos lá! Convidamo-lo a estar também!


As Melhores Horas para Fazer Sexo



Se falamos de relações sexuais é claro que as preferências são muitas e de certeza que cada pessoa terá as suas, mas o nosso corpo é uma máquina perfeita que reage de forma diferente aos estímulos dependendo do momento do dia em que nos encontramos e a situação à nossa volta.



Certamente que já se interrogou sobre quais as melhores horas para ter sexo. Ou, noutras palavras, em que períodos do dia o nosso corpo está mais ativo e disposto a dar e receber prazer?

Das 8h00 às 10h00: Uma boa hora para elas

Neste período existe um aumento de endorfinas, no corpo feminino, que facilitam o processo de excitação sexual. No caso dos homens esta é uma hora aceitável, mas não a melhor, os seus níveis de testosterona são regulares mas mentalmente podem estar concentrados em assuntos que devem atender durante o dia.

Das 10h00 às 12h00: Ponto médio para ambos

Durante estas horas ambos podem ter alguma disposição para o sexo, no caso delas estarão sempre abertas a experimentar especialmente ao nível do sexo oral, carícias e masturbação e eles podem concentrar-se em dar e receber prazer.

Das 12h00 às 14h00: Eles querem fantasiar, elas nem tanto

Antes do almoço alguns homens ativam a sua mente e se encontram a sua parceira disposta apetece-lhes ter sexo, incluindo algumas fantasias e preliminares. Mas, elas não estão tão abertas e durante estas horas têm a mente concentrada em outras coisas, podem ceder mas de certeza que não será um encontro demasiado notável.

Das 16h00 às 18h00: O ponto alto deles

Durante estas horas o homem regista os melhores níveis para ter sexo, apesar do dia de trabalho costuma apetecer-lhes um encontro longo e cheio de desejo e ação. Para elas também é um momento agradável, mas querem receber uma boa atenção, nada de sexo rápido, preferem um encontro longo para obter o clímax.

Das 22h00 às 24h00: Relaxados mas dispostos?

Para os casais com filhos a partir desta hora os pequenos dormem e eles têm tempo para descansar e compartilhar um pouco. Nelas a hormona da melatonina aumenta gerando sono, no entanto sentem-se românticas e dispostas a ser queridas, eles estão mais relaxados mas também não tão sonolentos, ambos podem encontrar-se se o cansaço não for demasiado e ter uma ronda de sexo delicioso.

Durante a madrugada, sexo atípico, mas interessante

Durante estas horas ambos dormem profundamente, mas se ele acordar para ir ao chuveiro e a vir semi nua pode ficar excitado e tentar um movimento. Entre acordada e a dormir ela poderá recebê-lo e obter um bom orgasmo com essa mistura de sono e sensações. Se a situação for ao contrário, a verdade é que lhe custará mais a ele acordar, a menos que tenha a sorte de contar com uma ereção mesmo nesse momento, assim o sexo interessante pode quebrar a rotina.

Cada um no seu próprio momento

Muitos casais escolhem a hora do sexo segundo distintos factores: disponibilidade, ausência das crianças, etc, no entanto é interessante ter em conta a atividade do nosso corpo pois isto pode influenciar em obter orgasmos de mais prazer. 

Juntos experimentem e determinem.

Qual é a melhor hora para ter sexo na vossa opinião?

Fonte: umcomo

Sopa de Beterraba (e outros legumes)


Com a chegada do Outono, também a nossa alimentação se altera e as sopas quentes voltam a fazer parte do menu. 

Hoje trago-vos uma receita de sopa de beterraba, que fiz pela primeira vez. 

Para quem não sabe, a beterraba é um ótimo alimento, pois é uma grande fonte de nutrientes, como ácido folico, vitamina C, ferro e potássio. É também rica em vitaminas do complexo B e betacianina, responsável pela cor avermelhada, que é um agente muito poderoso no combate ao cancro. 

Entre muitos outros, estes são os benefícios da beterraba:
  • Redução da hipertensão 
  • Redução do colesterol 
  • Ajuda a prevenir o cancro 
  • Ajuda a combater a anemia 
  • Reforça o sistema imunológico. 
Como podem ver, são todas boas razões para consumirmos beterraba! Sendo que tem um sabor muito peculiar que muita gente não gosta, quando cozinhada em conjunto com outros alimentos fica bastante suave e os benefícios estão presentes na mesma. 

Sopa de beterraba (e outros legumes) 

Ingredientes: 

  • 4 beterrabas pequenas (frescas, não embaladas) 
  • 2 batatas pequenas 
  • 2 cenouras grandes 
  • 150g/200g de abóbora 
  • feijão verde (cerca de 10) 
  • couve (usei couve chinesa que tinha em casa , mas pode ser com qualquer outra) 
  • azeite q.b. 

Modo de preparação: 
Lave bem e corte todos os ingredientes (menos a couve) com água suficiente para cobrir. Deixar cozer bem e passar tudo com a varinha mágica. A consistência vai variar do gosto de cada um, se estiver muito cremosa pode-se adicionar mais água. Acrescentar a couve partida em bocados pequenos e deixar cozer cerca de 10 minutos. No final, acrescentar um pouco de azeite e mexer bem. Fácil, não é? Venha o Outono e as sopas!






Moda Lisboa : The Timers


Está de volta mais uma edição da Moda Lisboa. 

O Pátio da Galé e a Praça do Município, em Lisboa, recebem entre os dias 9 e 11 de Novembro as colecções dos criadores portugueses para a Primavera/Verão de 2016.

Fique a saber quais os desfiles, as datas e os locais, aqui no Trendy Mind e siga-nos no Facebook nesses dias que vamos estar por lá e mostramos-lhe o que está a acontecer.


5ª FEIRA | 8 OUTUBRO

18H00 FAST TALKS | Paços do Concelho

6ª FEIRA | 9 OUTUBRO

18H00 SANGUE NOVO *
20H00 AWAY TO MARS | LAB **
CATARINA OLIVEIRA | LAB **
21H00 LUÍS CARVALHO*
22H30 CARLOS GIL *

SÁBADO | 10 OUTUBRO

14H30 NAIR XAVIER | LAB **
15H30 OLGA NORONHA | LAB **
16H30 RICARDO ANDREZ | LAB *
17H30 CHRISTOPHE SAUVAT *
18H30 VALENTIM QUARESMA *
19H30 SAYMYNAME *
21H00 MIGUEL VIEIRA *
22H00 RICARDO PRETO *
23H00 ALEXANDRA MOURA *

DOMINGO | 11 OUTUBRO
14H00 NUNO GAMA | Marinha Portuguesa
15H30 FILIPE FAÍSCA *
16H30 KOLOVRAT *
17H30 NADIR TATI *
18H30 PEDRO PEDRO *
19H30 PIOTR DRZAL *
20H30 ALEKSANDAR PROTIC *
22H00 DINO ALVES | Teatro São Luiz
(entrada restrita a convidados do criador)

Desejos Femininos: Ouro sobre Azul

"Ouro sobre azul" é por si só uma expressão associada ao luxo e à opulência e maior ênfase tem quando figura sob o nome Michael Kors. Sawyer é o novo relógio do designer norte-americano, que surge como a essência do luxo descontraído, da sofisticação lado a lado com o clássico. Um relógio perfeito para uma mulher mais clássica, que facilmente o usa numa situação mais formal ou menos.