Sweatshirt Mode


Nas Fashion Weeks por este Mundo fora ganhou destaque e rapidamente passou para o quotidiano do universo feminino. A sweatshirt assumiu-se como uma tendência que veio para ficar. 

Desengane-se quem pensou que a sweatshirt era meramente para o universo masculino, para ir ao ginásio ou vestir por casa nos domingos de preguiça. A sweat "chegou, viu e venceu". Conquistou o guarda-roupa feminino e pode ser usada de mil e uma maneiras diferentes. É quase, quase uma questão de criatividade. Com uma saia pencil, uns jeans ou uma leggins. Mais larga e comprida ou mais justa e curta. Com uma camisa por baixo ou um casaco por cima. Vale tudo, até mesmo roubar a sweat do mais que tudo - em estilo boyfriend sweat - do primo, do irmão, do amigo. Vale também adorná-la com acessórios. O destaque aqui vai para os statemente necklace. Conjugar uma sweatshirt e um mega colar é uma das grandes tendências e o resultado é para lá de fabuloso.


São já várias as marcas que se renderam, também, a esta tendência e aqui ficam sugestões de onde pode encontrar sweats bem giras.


 

UM ABRAÇO DO FIEL AMIGO


A temática da segurança está sempre na ordem do dia, seja para uma viagem até à próxima esquina, ou para percorrer as diferentes quilometragens que separam um determinado ponto de partida do planeado local de chegada. Aquela máxima do “ah… não é preciso… é só daqui até ali…” não é desculpa para não nos assegurarmos que todos os que estão a bordo tem o ‘fiel amigo’ ao peito. 

Nop! Não estou a falar desse amigo dos mares do norte, ‘bicho’ que compõe muitas das mesas de Natal deste nosso rectângulo à beira mar plantado, mas sim de um dos mais antigos elementos de segurança a bordo de um automóvel, o cinto de segurança. 

Vem isto a propósito da fantástica campanha “Sussex Safer Roads” feita há tempos nesta região britânica em torno do tema. O vídeo, simples mas muito objectivo e sempre actual, está disponível em: 



Outra campanha feita pelo governo francês também há algum tempo é substancialmente diferente – atenção que o árduo impacto das imagens provoca alguns calafrios cá dentro – mas encerra a mesma mensagem, ‘rezando’ assim: 



Pelo nosso burgo, há várias décadas que a Prevenção Rodoviária Portuguesa utiliza os mais variados suportes para alertar para a condução em deficientes condições, seja sob o efeito álcool ou sobre a falta do cinto de segurança. Entre outras campanhas, algumas foram direccionadas logo às camadas mais novas, os nossos futuros condutores, que viam – e principalmente aprendiam… – com a campanha “Tinoni & Cia”: 



Apesar dos posicionamentos diametralmente diferentes dos três exemplos acima, todos eles apresentam exemplos claro de como as coisas se interligam, nomeadamente as relações familiares e o automóvel, sempre presentes numa viagem, enaltecendo-se o papel da segurança. As imagens falam por si! 

Só para saberem – lá diz o provérbio que “o saber não ocupa lugar” – o cinto de segurança foi inventado pelo engenheiro britânico George Cayley no início do Século XIX, embora tenha sido o americano Edward J. Claghorn quem primeiro o patenteou. Disse ele que se destinava a "ser aplicado em pessoas, providenciado com ganchos e outras fixações para segurar uma pessoa a um objecto fixo", dando como exemplos os turistas nos autocarros, os pintores de edifícios e, claro, os bombeiros, entre outros. 

Chegou aos aviões em 1911 e aos automóveis em 1949, aqui pelas mãos da extinta marca americana Nash, como opcional nos seus modelos da altura. A sueca Saab (que desapareceu recentemente do ‘mapa’) foi mais longe e – em 1958 – equipou de série com cintos de segurança de dois pontos os seus automóveis. O actual cinto de três pontos surgiu um ano depois, também de série, na Volvo, facto que obrigou os restantes condutores a seguirem este construtor, uma referência mundial no domínio da segurança.


O cinto de segurança é um dispositivo de protecção dos ocupantes de um meio de transporte face um movimento repentino que resulte de uma colisão ou de uma paragem brusca. Impede a sua projecção contra as diversas partes duras do interior do veículo ou para fora do veículo. Reduz a probabilidade e a gravidade das lesões decorrentes desses acidentes, também porque contribui para os manter correctamente posicionados em face do airbag, as tais almofadas de que falei na edição nº 6 do Trendy Wheels, em Novembro do ano passado. 

Lembre-se: a utilização do cinto de segurança é obrigatória em todos os lugares de uma viatura que esteja equipada com este dispositivo. Proteja-se, a si e aos seus! Assegure-se que todos viajam com o dito cujo bem fixo, independentemente das ‘birras’ que se possam fazer a bordo. E não estou só a falar das crianças…! 

Boa viagem com os habituais cumprimentos distribuídos irmãmente. Até breve! 

José Pinheiro 

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.


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ON THE OTHER SIDE OF THE GLOBE!


Oh Happy Days!


Felicidade é o conceito por detrás da colecção Primavera Verão 2013, de acessórios, da Tous. Para esta colecção a marca espanhola quis amor, transformação, alegria, liberdade. Quis recuperar as sensações e os sentimentos. Quis as pequenas coisas que nos fazem encontrar pedacinhos de felicidade. Quis uma atitude positiva perante a vida. O resultado foi apaixonante, leve, fresco e revitalizante.



Carnavalando



Olá olá!

Quem gosta do Carnaval meta a mão no ar! 
(eu ! eu ! eu !) 

Completamente na onda Homem-Aranha, não consigo dissuadir o meu filho para se mascarar de outra coisa. 

Também é verdade que o tempo de quem trabalha não abunda para estas situações e já com os festejos à porta, ficam aqui umas sugestões rapidinhas de máscaras para o Carnaval, tudo com material reciclado: 

Com caixas de ovos pintadas e eis um Samurai!




Pratos de papel e temos umas asas de Anjo:


Cartão pintado, cartão dobrado e o Egipto volta a ter Faraós: 


Que música tocará este iPod? 


E a minha preferida, que dá para fazer um montão delas, em várias cores e tamanhos (bom para um grupo!) - basta CARTÃO!


E pronto, para os mais atarefados ou para quem simplesmente não tem jeito/tempo/vontade (é escolher a "desculpa"), aqui está uma solução para poder fazer parte dos festejos: 


E agora vou mas é tratar da minha máscara que ainda não pensei nisso....! 

Qual foi a sua máscara preferida em criança?

E em adulto, continua a festejar o Carnaval "a preceito"? 

(já lhe disse que A-DO-RO o Carnaval!!!????) 

Green Kiss a tod@s *

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TRAIN ROAD!


Costumizar o Crocodilo


Para celebrar o seu 80º aniversário, a Lacoste criou 12 polo kits customizáveis de edição limitada. 

Ao longo de 2013, todos os meses, sairá um pólo e o respectivo kit de personalização. A sua comercialização será exclusivamente feita na F-Store da página do Facebook da Lacoste e cada kit contará apenas com 12 exemplares, lançados a nível mundial. Quanto à customização esta passa por técnicas como a pintura, a costura, os bordados, o grafitti ou o pontilhado. 

Os temas dos pólos foram inspirados no logotipo desenhado por Peter Saville e imaginados pela Twenty First para se tornarem verdadeiros objectos de colecção e imaginação. Esta acção comemorativa Lacoste vem reforçar o modo como a marca francesa vê o futuro: renovação constante, inovação e a imaginação necessária para criar uma vida melhor.




Hotel Casa da Sé - Viseu



No Hotel Casa da Sé em Viseu fui princesa por um dia.

Nos dias de hoje, somos transportados à magia e encanto de um palácio de outrora. 

Em pleno centro histórico de Viseu, paredes meias com a Sé Catedral da cidade, nasceu em 2011 um pequeno hotel de charme: a Casa da Sé. 

Classificado como turismo de habitação urbano, nenhum pormenor foi esquecido aquando da recuperação deste edifício do século 18. Os exteriores são palacianos e servem de antecâmara para um interior de decoração sofisticada, onde somos surpreendidos com pequenos detalhes que tornam este local num sítio mágico: obras de arte, antiguidades e móveis de outrora salpicam o nosso imaginário. Encantador e sofisticado, suspiramos em cada recanto. 

Cada quarto (num total de 12, incluindo 2 suites) tem o nome de uma figura ilustre de Viseu e cada um tem uma decoração distinta. 

Pernoitamos na suite D. Duarte (um elogio o 11º rei de Portugal, que nasceu em Viseu)e asseguramos que o bom gosto e requinte estão presente em todos os pormenores. Princesa por um dia, apetece-me balbuciar, perante um ambiente tão palaciano. 

A maioria das antiguidades, peças de arte e artigos de decoração expostos quer nos quartos, quer nas áreas comuns podem ser adquiridas pelos hóspedes. 

O Bar Casa da Sé, um espaço aberto à comunidade, tem um variado programa de iniciativas culturais. Nenhum detalhe foi deixado ao acaso. No Hotel existe um loja gourmet de produtos locais e artesanato e a sala de eventos D. Miguel da Silva, tem sido palco de vários eventos, para empresas e até casamentos. 

Não podemos deixar de enaltecer o profissinalismo e a arte de bem receber, tónica dominante de toda a Equipa. 

A cidade pulsa num ambiente cosmoplita ali mesmo ao lado da Casa da Sé. Sugerimos explorar o centro histórico a pé e descobrir os segredos que esta cidade secular esconde, como os Museus Grão Vasco e Almeida Moreira, a Sé Catedral, a Igreja da Misericórdia. Admire a beleza das ruas estreitas, os edifícios históricos e visite as lojas de comércio tradicional. 

A não perder, uma ida ao restaurante muralha da Sé, uma casa de granito, recuperada de acordo com a tradição. Cozinha regional autêntica. Imperdíveis o polvo dourado com migas, a grelhada à Muralha da Sé e, como entrada a irrecusável tábua de enchidos. Infelizmente não conseguimos chegar à sobremesa.. mas ficou a promessa de a Viseu voltar para o pudim de pão com leite creme queimado e o “Muralhinhas”  experimentar. 

De visita obrigatória é, sem dúvida o Palácio do Gelo, único no país! 

Para além do ringue de patinagem no gelo, pode experimentar tomar um café no Bar… do Gelo, a temperaturas de -12º C. Toneladas de gelo, trazidas directamente dos glaciares do Canadá. A entrada inclui aluguer de vestuário térmico, 30 minutos dentro do bar e uma bebida em copo de gelo. 

Bem haja! 








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SO WHAT?


Olha o Saco


Quem não acha piada aos sacos de papel - que em algumas padarias e pastelarias ainda existe - quando vai buscar o pão quentinho?! Quem não o acha um mimo?! A ANVE, uma marca fabricada em Portugal, traz-nos este saco visto de uma outra perspectiva. Um “saco de papel” feito em cabedal. Transformado em clutch. Um “saco de papel” que fica para toda a nossa vida, que nos pode acompanhar no nosso quotidiano, numa festa ou no trabalho, num café com as amigas ou num almoço de família. 

Quanto à ANVE a inspiração vem de Lisboa e de toda a sua envolvência. Das suas casas antigas, lojas e armazéns. Do quotidiano, das pessoas e dos seus acessórios. A vivência noutras cidades internacionais, por parte das suas fundadoras, como Berlim, Viena ou Tóquio influenciou toda uma maneira de observar, de ver, de reparar. As peças – que não são apenas os ditos ”sacos de papel” - são feitas à mão, ou com a ajuda de artesãos locais ou no próprio estúdio da ANVE, e são de edição limitada.





"Chatos" em vias de extinção



"Chatos" em vias de extinção devido às depilações “à brasileira”


A pediculose púbica (Pthirus púbis), mais conhecida como "piolhos púbicos" ou “chatos” pode estar estar em vias de extinção. Estes parasitas (ver foto acima) são transmitidos nos contactos sexuais, entre parceiros, e propagam-se pela zona genital e perianal. Os piolhos púbicos não devem ser confundidos com os piolhos que sobrevivem no couro cabeludo. 

As condições de calor e humidade, existente nas regiões próximas à genitália (tanto a masculina quanto a feminina) são as preferidas deste pequeno parasita, que se esconde nas roupas da cama, toalhas e dobras das roupas. 

Mas, segundo um estudo desenvolvido na Austrália, este parasita parece que tem os dias contados, pois precisa de um ambiente cada vez mais raro: pêlos púbicos. Neste estudo, verificou-se uma queda vertiginosa (cerca de 80%) destes casos, nos últimos dez anos. A razão para este novo índice é muito clara: a moda em depilar os pêlos da virilha. 

Origem da "moda" de depilar a zona genital 

Foi em 1986 que um grupo de brasileiras entrou para a história, deste movimento, ao abrir um salão de beleza em Nova Iorque, que acabou por moldar os padrões de estética nos Estados Unidos, e por conseguinte, na sociedade ocidental. O centro de estética de Janea Padilha e das suas seis irmãs - todas com nomes começados por J - chega a ter 600 clientes por dia. Nos dois pisos do prédio de Manhattan onde funciona o salão "J. Sisters" trabalham 85 pessoas "de todas as partes do mundo". A brasileira de 55 anos proclama-se inventora da depilação à brasileira, que exportou para os Estados Unidos com o nome "brazilian wax". 

Quando Carrie e Samantha, personagens de "Sexo e a Cidade", experimentaram a depilação à brasileira num episódio da terceira temporada da série, em 2000, o salão de Janea tornou-se ainda mais concorrido. 

Do ponto de vista social, é discutível o impacto que este fenómeno teve nos padrões de beleza atuais que tratam os pêlos como uma espécie de heresia. 

Actualmente, este negócio gera lucros na ordem dos 4,69 biliões de dólares. Em 2005, 99% das mulheres inglesas com mais de 16 anos depilava, pelo menos uma zona do corpo. Se, inicialmente, a moda se limitava às mulheres, hoje em dia cada vez mais homens (independentemente da orientação sexual!) depilam várias zonas do corpo, sendo o peito, ombros e costas as zonas privilegiadas. 

Confesse ... ainda não tinha pensado nisso, pois não?


Fontes: 





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