Trendy Work Place - Candy Crush Office


Está mais que provado que o ambiente em que vivemos nos influencia muito. Algumas empresas e escritórios, cientes disso apostam em decorações e arquiteturas arrojadas, com muita cor, luz e sem medo de usar e abusar de padrões e elementos decorativos fortes e comprova-se que o desempenho dos seus trabalhadores e colaboradores são mais elevados. A criatividade, o foco e a produtividade estão diretamente relacionada com o bem-estar e a vontade do trabalhador estar ali.

Hoje trago os escritórios da CANDY CRUSH – o joguinho que toda a gente joga, ou já jogou, via facebook. Toda a decoração está relacionada com o jogo e até parece que em vez de ir trabalhar, o pessoal vai “curtir” ali umas boas horas de Candy Crush. 

Há sítios incríveis!

Prometo trazer mais Cool Trendy Places…

*** Jo







Fim-de-Semana em Fiesta


Se há automóvel com que tenho uma relação estreita, de quase intimidade, é o Ford Fiesta. Acompanha-me quase desde que tirei a carta, comecei a conduzir e, mais tarde, a praticamente destruir um do meu pai, como resultado de uma curva mais desastrosa. Isto para além dos que me passaram pelas mãos, meu percurso profissional nesta área das rodas! Como se não chegasse, há já uns anitos que tenho um parado à porta que não me dá dores de cabeça, para além dos ‘investimentos’ relacionados com os seus quase 110.000 km! Quanto às ‘quincadas’, nesta altura já não me dou ao trabalho de as contar!





Assim sendo, ‘bute prá Fiesta neste Trendy Wheels, ou antes ‘pró’ Fiesta, já que a Ford me permitiu um contacto com a mais recente geração – a 6ª e meia (já explico!) – do modelo que, em 2016, completará 40 anos… quase tantos quantos os meus! Um Ford Fiesta 1.0 EcoBoost Titanium, novinho em folha – chegou-me ‘virgem’ às mãos, com uns míseros 16 km – pintado num quente e flamejante Race Red, acrescentado com uns vidros escurecidos e umas bonitas jantes de 16 polegadas. Vrooooooooummmmm…!

O ideal para dar nas vistas e para umas quantas voltinhas ao longo de todo um fim-de-semana, suficientes para me conquistar e a fazer contas à vida. Hummmm… trocava as 5 portas por uma bem mais desportiva versão Sport de 3 portas, que casam melhor com o visual ‘racing’, com aquela asa a sair da traseira! Ufffff… coisas de gajo mesmo! 

Sem olhar para a carteira e as idas à bomba, este motor a gasolina de 125 cv é fantástico, num estábulo mais do que suficiente para um pequenino ‘1.000’ turbo. Comedido a andar com ele ao colo e mais sedento em condução mais espirituosa, algo que este vermelhinho cheio de pica pedia a toda a hora. Se for fã dos diesel e de controlar as contas, também vai bem servido se optar por um menos guloso motor a gasóleo, como o 1.5 TDCi de ‘apenas’ 95 cv.



Enfim… novinho que este Fiesta era e sem conhecer nada deste mundo, levei-o a umas quantas voltas pela cidade, mostrei-lhe a beleza do campo e até dei um saltinho à praia! Recebia-me com um piscar de luzes e ajudava com toda a tecnologia a bordo – de segurança (MyKey, travagem activa em cidade, airbags), de ‘infotainment’ (que permite hoje levar telemóveis e outros ‘gadgets’ para dentro dos automóveis), de ajuda ao estacionamento (embora não o fizesse sozinho como o do anúncio, mas avisava…), Start-Stop (desliga e liga nas paragens e poupa combustível), EcoMode (a mudança ideal), Hill Assist (não descai em arranques em inclinação), etc, etc, etc… – sendo um fiel companheiro durante três dias.

O meu habitual Fiesta de 5ª geração roía-se com uma certa dose de inveja, mas também de orgulho face ao ver o que a família evoluiu em tão pouco tempo, num dos nomes mais conceituados da história automóvel! Um descendente que dava bastante nas vistas, não apenas pela cor e visual agressivo que faz virar cabeças no meio do trânsito, passeios e passadeiras, mas por ser muito despachado na caótica Lisboa. 

Coube em todo o lado e estava equipado a preceito. Não era uma “árvore de Natal” mas quase, pois para além do acima, acedia-se a bordo com a chave no bolso, iluminando-se para receber os convivas em tons suaves de branco (habitáculo), vermelho (pormenores no ‘tablier’ e consola entre os bancos) e azul (instrumentação, áudio e ar condicionado). Uma vez posto a trabalhar no botão de ‘start’, lá íamos nós à vida!




Porta-bagagens granjola para tudo o que foi preciso levar e o Fiesta EcoBoost apontou depois ao verde do campo, rumando às Salinas da Fonte da Bica, em Rio Maior, onde parou para um almoço de… Cozido à Portuguesa, pois claro! Para rebater um passeio em redor das ditas, infelizmente bastante vazias de sal, e para despedida nada melhor do que uma Ginja de Alcobaça, acompanhada(s) de um ímpar quanto delicioso Pastel de Ló. Uma criação da casa com o mesmo nome e que conjuga massa folhada com o fantástico creme e cobertura de um tradicional pão-de-ló. Algo a repetir logo, não só pelo doce em si como pela simpatia dos donos do pequenino mas agradável espaço, numa das muitas casinhas de madeira das salinas, em que nos receberam! 

Depois de ali fazer algumas das fotos desta peça, voltei à estrada da região, com passagem por Alcobertas, com visita ao Olho d'Água, nascente aberta da freguesia, visto como um oásis na região, com água abundante à superfície durante todo o ano, e também ao dólmen-capela adjacente à Igreja de Santa Maria Madalena, um raro exemplo de cristianização de um ancestral monumento megalítico. O Fiesta serpenteava pelas estradas da região, sentindo-se como peixe na água, antes de rumar a casa e preparar-se para o dia seguinte.




Um terceiro dia com a tarde passada à beira-mar, na Fonte da Telha, com o vermelhinho de olhar rasgado a brilhar ao sol, cativando o olhar de uns quantos que o espreitavam de perto. Peixinho escalado grelhado no ponto, com um Muralhas bem fresquinho a acompanhar, no início de uma tarde no Bambu Bar onde algum vento tentava estragar o conjunto. Já o cair da noite levou-nos até ao Mercado da Ribeira, um dos actuais ‘spots’ da capital, para um encontro com amigos recém-chegados da Suíça e que já não via há dois anos. Cheers!!! 

E eis-me de volta a casa, com a consequente devolução aos seus donos deste Ford Fiesta, herdeiro do modelo original de 1976. É o 6º descendente de uma longa linhagem – ou 6º e meio pois teve uma evolução intermédia em 2013 – sendo notável a metamorfose sofrida ao longo dos anos e que pode ser melhor percebida neste vídeo:



Algumas curiosidades sobre o Ford Fiesta: 
  • “Bobcat” era o nome do projecto que lhe deu origem 
  • o nome espanhol “Fiesta” surgiu pela sua fabricação, em Valência; 
  • deu-se a conhecer ao mundo em 1976, ano em que a British Airways e a Air France iniciaram as travessias do Atlântico com o supersónico Concorde; 
  • também nesse ano surgia uma jovem e inexperiente empresa, uma tal de Apple Computer;
  • se os primeiros Fiesta eram só feitos e vendidos na Europa, hoje é produzido e comercializado em todos os continentes;
  • se bem que ainda não hajam números definitivos – a Ford estará a preparar as comemorações dos 40 anos para 2016 – assumo que já tenham sido produzidos 20 milhões de Fiesta. Se estiver errado não deve ser por muito!
Quanto a este exemplar que me serviu de fio condutor ao Trendy Wheels de hoje, e para terminar uma história que já vai algo longa, ele custa cerca de 20.000 euros neste ‘pacote’ mais completo. São 18.020 euros (PVP sem despesas de transporte e legalização) de base, se chegar ao Concessionário Ford e comprar um Ford Fiesta 1.0 EcoBoost 125 Titanium 5p sem mais extras. 

Esta unidade tinha mais 1.850 euros dos tais extras que tornam algo que já é bom em verdadeiramente melhor. Entre eles, o grande destaque vai para o sistema Ford SYNC com App Link, que permite as tais ligações ao mundo virtual das ‘apps’ e a dispensa do telefone na orelha, situação que se apanhada pelas autoridades, diminui o pilim na carteira. Se no meu Fiesta o então bem mais limitado sistema Ford Connection funcionava bem e com comandos por voz já na língua de Camões, neste novo, com acesso aos conteúdos dos smartphones e afins nem vos conto! É simples, intuitivo e custa 610 euros, mas a Ford até tem uma campanha a decorrer até final de Junho em que oferece este equipamento.

Resumindo: se gosto do Ford Fiesta? Claro! Se comprava? Decididamente, mas mudar de carro é coisa que neste momento não dá. O meu de 2008 está aí para as curvas e dá para os gastos. Se aconselho a comprar um novo Fiesta? Sim, principalmente se conseguir fugir das cores sóbrias e escolher um Race Red como este, ou os novos Hot Magenta, Blue Candy, ou ainda o Molten Orange e Spirit Blue da versão mais desportiva ST (ver abaixo).

Fotos: Ford / José Pinheiro (Trendy Mind)



Por isso, considere dar um salto a um Concessionário Ford e quem sabe se um dia destes não terá um novo Ford Fiesta à porta de casa!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Romantismo e Misticismo em Sintra


Hoje vamos até um local que nos permite isolar do mundo por completo e viver momentos únicos. O Penha Longa Resort é um sítio idílico onde tudo foi pensado ao pormenor. Todos os quartos dispõem de varandas para os jardins a perder de vista e para a serra de Sintra, a roupa de cama é de delicado algodão egípcio e o pequeno-almoço é, possivelmente, um dos melhores que já experimentei, tanto a nível de diversidade como de qualidade.

A imensa propriedade convida a um passeio, a pé ou de bicicleta. É fácil perdermo-nos nos trilhos verdejantes que ladeiam o campo de golfe, visitando edifícios plenos de história, passando por fontes e pequenos lagos. O spa convida à meditação e ao relaxamento. A comunhão com a Natureza está bem presente em todo o espaço e existe um ambiente mágico que nos envolve a cada momento.

Ao todo, são cinco os restaurantes existentes no hotel… consoante o que nos apetece experimentar, é possível optar por comida japonesa, italiana, tipicamente ibérica ou confort food.

Partilhamos algumas fotografias que nos fazem sonhar!

Localização:
Estrada da Lagoa Azul
2714 - 511 Linhó - Sintra







Vegan: Bolo de Cenoura e Limão


Olá a tod@s!

No primeiro post do TrendyVegan trago-vos uma receita de um bolo muito simples, para ajudar a adoçar os vossos dias - Bolo de cenoura e limão (com bagas goji, sementes de papoila e cobertura de chocolate).

Fiz esta receita para partilhar num piquenique hoje ao almoço, com este solinho bom. É uma receita adaptada (como grande parte das que faço), que resultou da experiência de outros bolos feitos anteriormente.

Acho que me arrisco a dizer que é dos melhores bolos que fiz até hoje.

É bastante fácil e rápido:

Ingredientes*:
BOLO:
  • 5 cenouras pequenas (com casca)
  • 1 limão
  • 1 chávena de açúcar mascavado
  • 1 chávena de água
  • 1/2 chávena de óleo
  • 1 colher de chá de canela1 colher de sopa de fermento
  • 1 colher de sopa de sementes de papoila
  • bagas goji (a gosto, eu coloquei o equivalente talvez a 1/4 de chávena)
  • 3 chávenas de farinha de trigo integral
COBERTURA:
  • 5 colheres de açúcar mascavado
  • 2 colheres de cacau em pó (ou chocolate, desde que sem leite nos ingredientes!)
  • 1 quadrado de chocolate preto
  • 3 colheres de sopa de água
  • 1 colher de sopa de creme vegetal
Modo  de Preparação:

Lave bem as cenouras, sem descascar e corte aos pedaços, assim como o limão (com casca, só é necessário retirar os caroços. 

Coloque as cenouras e o limão na liquidificadora com o açúcar, a água, o óleo, a canela e o fermento. Bata até estar tudo bem misturado. 

Num recipiente, junte ao preparado a farinha, as bagas goji e as sementes de papoila. Misture tudo muito bem. Se achar que está muito denso, coloque um pouco mais de água, mas não em demasia.

Agora falta só untar a forma com manteiga vegetal e um pouco de farinha, levar ao forno a 180Cº (aquecido previamente) durante aproximadamente 30 minutos. Após este tempo é só usar a velha técnica do palito para ver se está cozido.

Para a cobertura, coloque todos os ingredientes ao lume e mexa até formar uma pasta densa.

Quando estiver, coloquem por cima do bolo, ainda quente e….. Voilá! 

Bom apetite!



Desejos Masculinos: Uma questão de tempo

O relógio é aquele acessório indispensável e o relógio certo faz toda a diferença num look. Sobre tudo num look simples e, mais ainda, no look de um homem. Pessoalmente, é daquelas coisas em que reparo logo, não há hipótese - não é defeito, é feitio. Posto isto e porque os desejos não são só femininos, deixo dois relógios Karl Lagerfeld, da colecção Seven Chrono, para esta Primavera. Ambos os modelos são marcantes, elegantes e simples. Ambos metalizados, um em preto o outro em prateado. É só uma questão de escolha, ou porque não de adoptar os dois.



Escova de dentes ECOBAMBOO


A escova de dentes Ecobamboo é feita com uma das plantas que mais cresce no nosso planeta, o bambu. Ele contém agentes antimicrobianos de origem natural, de modo que não é necessário o uso de fertilizantes ou pesticidas durante o seu cultivo. 

Feita de material natural e de alta qualidade, a escova destaca-se ainda pela alta resistência do bambu. As cerdas, de fibra de bambu e nylon4 são elas também biodegradáveis e livres de BPA (Bisfenol A), perigoso para a saúde. 

O bambu usado na sua produção (Bamboo Moso) é plantado e colhido por agricultores, que não é alimento de pandas. 

A embalagem é também ela amiga do ambiente, sendo o cartão e o plástico vegetal biodegradáveis.

O preço ronda os 4€ e pode ser encontrada em várias lojas pelo país.






Bandas Neuromusculares: Afinal o que são aquelas ligaduras coloridas?


Regra geral, cada vez que nos lesionamos, seja a praticar desporto ou no decorrer do nosso dia-a-dia, das primeiras dúvidas que surgem são o tempo que demorará até voltarmos aos 100% ou então, até podermos voltar a praticar o nosso desporto ou retomar as nossas vidas com o mínimo de limitações possível.



Com qualquer lesão (digna desse nome), não é do dia para a noite que esta se corrige, mas é possível tentar conduzir o processo reparativo o mais correctamente possível, de modo a que não se prolongue. Basicamente, não é possível acelerar a reparação de nenhuma lesão – as células demoram o tempo que a nossa biologia lhes dita que têm de demorar – mas podemos garantir que não demora mais do que o estritamente necessário a reparar. E para que isto seja possível, existem determinados recursos que devem ser utilizados, nos quais se incluem as ligaduras de que falo aqui.

Há mais de 30 anos que foram criadas, apesar de só recentemente se verificar a difusão e massificação do método, e com grande apelo do público. De tal modo que as cadeias de supermercados e de artigos desportivos começaram a vender cópias do produto, inclusivamente já cortadas e prontas para a própria pessoa o aplicar. Erradamente como iremos ver; uma ligadura não é um penso rápido.

E como funcionam estas ligaduras?

São bandas de tecido, elásticas, adesivas e resistentes à água e transpiração. E é na elasticidade que possuem que está o truque, porque procura mimetizar a da pele humana (apesar de já se começar a ver aplicações veterinárias, nomeadamente em cavalos).



É também possível produzir um efeito mecânico ou seja, oferecer uma resistência ou facilitar o movimento de determinada articulação, mediante a tensão que se coloca durante a aplicação da fita, ainda que em pequena escala, e é algo controverso e mal sustentado cientificamente.

Por fim, numa espécie de misto entre estes dois efeitos, há também um efeito sobre o sistema linfático, grosso modo os “esgotos” do nosso corpo. Quando aplicadas sobre uma região com sangramento (subcutâneo) decorrente de uma rotura muscular ou de um traumatismo, as áreas por baixo das bandas que forem aplicadas, costumam apresentar sempre uma ausência ou diminuição desse sangramento.

Em que problemas são mais utilizadas?

Há um grande leque de situações e é complicado mencionar condições concretas, porque não se pretende tratar determinado problema mas sim, intervir sobre um determinado sintoma ou sinal desse problema. De qualquer forma é frequente verem-se aplicadas em roturas musculares de uma forma geral, em epicondilites, em dor lombar de várias origens, em problemas de joelho como a tendinopatia rotuliana ou síndrome de banda ilio-tibial, e em fascítes plantares.

A nossa pele possui uma grande diversidade de receptores ao nível da pele, e também mais profundos, com as mais diversas funções e ligações ao Sistema Nervoso Central – por questões de simplificação não os vou diferenciar. Quando colada, esta banda vai traccionar e portanto, estimular, estes receptores, provocando um determinado efeito sobre o que estiver por baixo, seja pele, fascía ou músculo. Com isto pretende-se aumentar a estimulação ou inibir um determinado musculo ou grupo muscular. Produz-se assim, um efeito neurofisiológico.


Mas afinal porque não posso aplicar a ligadura sozinho?

Na verdade, se o leitor for um profissional de saúde e formado nesta técnica, pode. Mas a maior parte não o será. Portanto, para começar são necessários conhecimentos anatómicos e de anatomia palpatória que não se adquirem com o “Doutor Google”. Ponto.

Quando se coloca uma ligadura, por exemplo, num ombro, pretende-se que esta se sobreponha em determinadas estruturas, cuja forma e localização difere de qualquer outro ombro (incluindo numa mesma pessoa), e que esta inicie e acabe em determinado sitio, e/ou que se esquive de determinada zona até.


Depois, a ligadura a aplicar é sempre criada no momento, e a sua forma e tamanho tem em conta o efeito a produzir, o tamanho do local do corpo a cobrir ou outras contingências. Por alguma razão, as verdadeiras ligaduras vêm em rolos contínuos. Uma ligadura comprada já com uma determinada forma e tamanho não tem em conta nenhum destes critérios.
Tão ou mais importante que isto, é a forma de aplicação. Estas ligaduras podem ser aplicadas sem tensão, com determinada tensão igual em toda a banda, ou com tensão variável em determinados sítios da banda. Podem ser aplicadas com a(s) articulação(ões) por onde passa em determinada posição ou necessitar do seu movimento enquanto se cola. Podem ser coladas de cima para baixa , da esquerda para a direita ou vice-versa, por exemplo.
Em suma, a utilização desta técnica depende de um conhecimento anatómico prévio, e dos efeitos da própria ligadura mediante a forma como é aplicada. A partir daí é possível extrapolar para o objectivo que se quer atingir, e criar uma ligadura específica para um problema específico, numa pessoa específica.


A mensagem final que quero deixar, é que nisto, “o barato sai caro”. Comprar ligaduras que nada fazem é deitar dinheiro ao lixo. Até porque pode nem precisar delas. E se precisar, está a prolongar um problema que possivelmente, já estaria resolvido se tivesse recorrido a um profissional de saúde.

Sob um Céu Cheio de Estrelas…


É assim que se pode dormir e relaxar no L’And Vyneards Resort em Montemor-o-Novo, onde existem suites com tectos que abrem para o céu mesmo por cima da cama.

As suites, de design moderno e sóbrio, foram decoradas utilizando elementos de madeira e ardósia. Peças vintage e recantos minimalistas fazem com que, mais do que nos permitir sentir que estamos em casa, sonhemos ter uma casa assim. O pátio tem uma lareira e cadeirões para aproveitar dias mais frescos de modo acolhedor. Para os dias mais quentes, existem pequenas piscinas interiores privativas (com água aquecida no Inverno). 

O restaurante, sob orientação do chefe Miguel Laffan, oferece uma verdadeira experiência gastronómica com pratos originais e decorados de modo surpreendente. No spa, as uvas são rainhas, desde os tratamentos que utilizam produtos da marca Caudalie (Vinothérapie®) até à vista para as vinhas e para o lago. O vinho produzido no resort pode ser apreciado em provas e degustações.

E para uma escapadinha romântica inesquecível, o L’And apresenta em Março e Abril o pack “Romantic Short Break” que inclui a estadia, massagem a dois, degustação de sete pratos e serviço especial no quarto. 

Localização:
Herdade das Valadas, EN 4 
Nossa Senhora do Bispo 
7050-031 Montemor-o-Novo







Levar a Leitura Até Si


Depois de alguma pesquisa, cheguei à triste conclusão de que no espaço de um século o conceito de biblioteca itinerante pouco ou nada cresceu no nosso país, sendo que só no passado mais recente se têm desenvolvido os chamados bibliocars ou bibliomóveis, consoante a designação dada pelas diversas autarquias que os têm a rolar nos seus limites geográficos.

Fotos: Câmaras Municipais da Batalha, Grândola, Oliveira de Azeméis, Penafiel, Porto e Montijo (por ordem de apresentação) 
Nascidas em Portugal em 1911 – os estudos publicados dizem que o primeiro Decreto-Lei sobre o tema data de 18 de Março – as bibliotecas sobre rodas evoluíram ao longo dos tempos, aliás, como em tudo na vida, mas muuuuuuuuuuito devagarinho, qual tartaruga esmagada pelo conteúdo literário das mais diversas obras. Três anos depois houve um primeiro encontro em Alpiarça dos primeiros veículos – então referidos como “carros ou barracas sobre rodas” – que transportavam livros de conteúdo diverso para tentativa de educação da população. 

Apesar da aparente boa vontade, o processo teimava em emperrar, dado o aparente grau de iliteracia que se pretendia para o povo luso entre a queda da monarquia e o final do denominado Estado Novo. Ainda assim, haviam ténues tentativas de promoção e desenvolvimento do prazer pelas letras e que, sobre rodas, se fosse ter com as pessoas. Como o carro-biblioteca que começou a circular por Cascais em 1953 – veja-se bem, 40 anos depois!!! – numa ideia impulsionada por António Branquinho da Fonseca, escritor e conservador/bibliotecário do Museu e Biblioteca Conde Castro de Guimarães, ou, cinco anos depois, a criação do serviço de bibliotecas móveis da Fundação Calouste Gulbenkian, primeiro com 15 bibliotecas itinerantes, frota que cresceria até 47 saudosas Citroën Type-H, que invadiram a capital.

Fotos: Câmara Municipal de Cascais, Fundação Caloust Gulbenkian 
Transportando várias centenas de livros, elas permitiam o livre acesso às estantes, empréstimos, entrega domiciliária e outros serviços, tudo de modo gratuito. Os mais novos tinham à sua estatura os livros infantis e as prateleiras que iam subindo em altura e conteúdos, entre obras de literatura, ficção e biográficas. No topo ficavam as temáticas ou os livros menos pedidos, das ciências e filosofias. Infelizmente, dado a censura da altura nem tudo estava disponível! 

A leitura sobre rodas ultrapassava, assim, com enorme dificuldade os muitos obstáculos, sofrendo muitos ‘furos’ pelo caminho, sendo necessário mais meio século até que se voltasse a considerar imperativa a recuperação das bibliotecas móveis. Os renovados passos foram dados em 1996, no norte do país, primeiro em Arcos de Valdevez, Guimarães ou Mirandela, municípios que deram rodas aos serviços das existentes bibliotecas municipais. Hoje, quase 20 anos depois, notam-se avanços significativos – mal seria!!! – mas se considerarmos que Portugal tem 308 municípios, há apenas 69 com esse o serviço Bibliobus (ou algo equiparado) e maioritariamente direccionado aos leitores mais novos. Surpreendentemente, há um nos Açores, no Concelho da Madalena, na Ilha do Pico! Conheçam-nas mais em detalhe na página de A Nave Voadora, base actualizada a Dezembro do ano passado.

Fotos: Google Search
Fora das nossas fronteiras o conceito Bibliobus também está mais ou menos disseminado, dependendo do grau de envolvimento das autoridades de cada país, sendo as fotos acima apenas alguns exemplos correntes do que se pode encontrar a nível mais ou menos oficial por esse mundo fora. Correntes… um adjectivo que decerto não se aplica ao exemplo seguinte, um conceito que se demarca dos demais e que foi desenvolvido por um argentino, passeando-se pela capital Buenos Aires, assente no que parece ser… um tanque de guerra! Fazendo a ponte com a expressão “Arma de Destruição Massiva”, Raul Lemesoff construiu esta Arma de Instrução Massiva, para levar os seus conterrâneos a desenvolverem o gosto pela leitura.



Um projecto que até mereceu a atenção da 7UP e que funciona apenas como método de distribuição de livros sem custos, obrigando a apenas uma promessa ao artista: que sejam efectivamente lidos! 

Posto isto, deixo-lhe uma última pergunta: há quanto tempo não lê um livro? Acha que não tem tempo ou que os afazeres diários não lhe permitem essas ‘frescuras’? Desengane-se, porque não há nada melhor do que alguma cultura, mesmo que perdendo uma meia hora de sono em prol das letras. O tema não interessa, bem como se os conteúdos são mais rebuscados ou menos elaborados, isso depende da predisposição do momento. Interessa é que leia e que, com isso, leve a que os seus familiares e amigos também o façam.

Quiçá, um excelente objectivo para as próximas férias que se avizinham!

Uma palavra final de agradecimento a Rui Manuel Neves, Chefe de Divisão de Bibliotecas/ Biblioteca Pública Municipal de Montijo, e ao blogger Fernando Vilarinho, cujos estudos me ajudaram a compor este texto e aprender algo mais sobre a evolução da leitura sobre rodas no nosso país!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.