Estruturas Insufláveis que se Apropriam do Espaço Arquitectónico

Em Barcelona nasceu Penique productions, um colectivo de artistas de diferentes disciplinas unidos num projecto que se baseia na realização de instalações efémeras.

O ponto de partida do projecto é a selecção de uma localização a partir da qual se constrói uma peça única e feita à medida. Um insuflável que se expande e invade o espaço por completo. O balão cresce até se relacionar com a arquitectura existente. O ar, actuando de forma estrutural, exerce pressão contra o plástico que esbarra nas formas sólidas da arquitectura que o limita e modelam sua forma final. 

Conquistado pelo grande insuflável, o lugar transforma-se numa nova textura, a iluminação e a cor monocromática. Penique productions apropria-se da localização actual que perde seu uso habitual para formar parte da obra adquirindo uma nova identidade, a instalação actua como fronteira e define um novo espaço. 

Este projecto propõe uma experiência ao espectador. Através de uma mensagem perceptiva clara, directa e simples sem estabelecer um discurso fechado, pretende alcançar todo o tipo de público.

Galeria del Paranimf, El Claustro, Palo Alto, La Capella e Parque Lage são quatros dos projectos desenvolvidos. Instalações que estabelecem um diálogo íntimo entre os elementos que compõem e desenham o sítio da intervenção e os convertem em actores desta função efémera.

Galeria Del Paranimf. Penique productions 
El Claustro. Penique productions 
El Claustro. Penique productions 
Palo Alto. Penique productions 

Parque Lage. Penique productions 

Estradas do Futuro: Eléctricas ou… em Plástico?


Quando era puto e a loucura para mim era já o automóvel – então na versão “carrinhos da Matchbox” – tinha uma paixão que me ocupava grande parte das férias: as pistas! Tinha uma em plástico daquela marca e, mais tarde e á medida dos aniversários, Natais e outros que tais, outra eléctrica, acho que da ScaleXtric!

A primeira compunha-se, nesse tempo, por algumas secções em recta, uma ou outra curva e um looping, tudo em plástico amarelo, ligando-se por umas linguetas vermelhas. Idealmente deveria ser montada num longo corredor e o seu início fazer-se numa prateleira alta de um qualquer móvel. Para quê? Para se verem as miniaturas à escala 1:43 – o saco dos ditos era imenso!!! – ganhar velocidade na descida, até pararem algures no traçado. O que chegasse mais longe era o grande vencedor! Yeahhhhhhhh!!!! Já na eléctrica, encaixavam-se os carrinhos nos carris para corridas feitas a pares, em família ou amigos, disputas que detestava perder, por vezes acompanhando a derrota da tão irritante birra do gritado “não brinco mais!!!”.




O tempo passou, eu cresci – um bocado, acho… – mas mantive-me quase sempre ligado à vertente automóvel a nível profissional, e eis que vejo agora esses meus sonhos de criança estarem prestes a tornarem-se realidade. Hoje trago-lhe os projectos holandeses “PlasticRoad” e “Smart Highway”, o primeiro recorrendo aos quase indestrutíveis plásticos e o segundo apostando na electricidade, soluções com um vasto potencial de aplicações, num futuro que pode não estar assim tão longe quanto isso. 

O projecto PlasticRoad, dos holandeses da VolkerWessels, aposta num inovador conceito para o desenvolvimento e construção de pisos plásticos para estradas!. Uma aposta sustentável e que está a ser feita em parceria com a “Cradle to Cradle” e a “The Ocean Cleanup”, iniciativas que visam limpar os mares da chamada “sopa de plástico”. É que, de acordo com o mais recente estudo da PLOS – Public Library of Scince, são mais de 5.000.000.000.000.000 (sim… nada menos do que 15 “zeros”) as peças plásticas que o Homem ali já despejou, correspondendo a cerca de 250.000 toneladas de materiais que, neste momento, vagueiam pelos oceanos do nosso planeta!

Fotos: VolkerWessels 
Um projecto que apresenta outras vantagens em comparação com as estradas convencionais. O plástico é muito mais sustentável do que os materiais usados actualmente – betumes e cimentos – abrindo a porta à implementação de outras inovações: produz-se energia, obtêm-se superfícies mais suaves, integra sistemas de aquecimento, a construção é feita por módulos, há espaços para colocação de cabos, tubagens e drenagem da água da chuva, etc. Para além disso, há uma enorme poupança de tempo na sua construção e, com isso, milhões de euros às entidades rodoviárias, ao Estado e, em última instância, a nós que pagamos parte significativa da factura, em portagens e outras taxas, e necessita de menor manutenção, pois o material é mais resistente às condições meteorológicas. Resta saber como os produtores de pneus das viaturas irão fazer evoluir as borrachas que hoje fazem o contacto com o piso.

Fotos: Heijmans Infrastructure/Daan Roosegaarde 
Também do país das túlipas chega-nos um outro conceito de vertente eléctrica, da Heijmans Infrastructure e do designer Daan Roosegaarde. Chama-se Smart Highway e envolve a criação de toda uma rede de estradas e auto-estradas sustentáveis e interactivas. A energia solar é a fonte de alimentação destas estradas do futuro, no próprio piso e informações nele mostradas aos condutores, quer nas marcas no pavimento, nos sinais de trânsito e mesmo na relação com as viaturas e utilizadores, até prevendo corredores verdes para recarregamento de viaturas eléctricas enquanto se circula.


Algo semelhante ao que já foi apresentado do outro lado do Atlântico como uma startup, o projecto Solar Roadways. Aqui pretende-se aproveitar a energia solar através de um vasto conjunto de painéis transparentes, dotados de células que, uma vez dispostos no chão, revestem estradas e autoestradas, passeios e outros conteúdos envolventes. A tecnologia integra uma complicada electrónica e sensores com capacidades de autoprogramação, em função das mudanças e alterações ambientais. Para dar uma componente ainda mais verde, são feitos a partir de materiais reciclados e incorporando células fotovoltaicas e tecnologia LED de última geração.

Fotos: Solar Roadways


Ou seja, projectos não faltam, ou não fosse o Homem um elemento da natureza com uma muito fértil imaginação, ainda que, às vezes com resultados catastróficos... Mesmo com uma filosofia mais optimista, qualquer dos projectos acima não é de fácil implementação, nomeadamente pela mudança de mentalidades e pelas indústrias que irão afectar quando e se vierem a ver a luz do dia. Tal como os grandes produtores de petróleo viam com maus olhos a produção do automóvel eléctrico, que não precisava dos combustíveis fósseis por eles produzidos, o mesmo poder-se-á passar com os produtores de betumes e materiais que revestem as estradas do presente. 

Mas, como diz o dramaturgo britânico William Golding, “nenhum empreendimento humano pode ser totalmente bom... tem sempre que ter um custo”. 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro 

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Rebel Romantic by KIKO


Olá meus amigos! 

A Kiko acaba de lançar a sua mais recente criação: REBEL ROMANTIC é o nome de mais uma colecção de maquilhagem de edição limitada desta marca italiana. Como não podia ser, fui espreitar e escolhi dois produtos para experimentar. O *estilo elegante* das embalagens, com decorações em forma de leques, que evocam as fantasias do estilo Art Nouveau, não me deixaram indiferente. 

As cores escolhidas refletem a alma dupla da coleção: os tons quentes do bronze rosado contrapõem-se às nuances etéreas do cinza metalizado. Escolhi a sombra Metallic Shine Eyeshadow, na cor 05, um verde seco e o lápis de olhos Colour Definition Contour and Kajal, na cor 03, um castanho rosado. 

A sombra apresenta-se em creme e transforma-se num pó fino assim que é aplicado. é de longa duração e bastante pigmentada, o que significa que apenas com um pouco de produto conseguimos cobrir a pálpebra sem necessidade de reaplicar. Pode ser aplicada com um pincel de esfumar e trabalh-se muito bem com esta sombra, mesmo para quem não tem muita experiência. Apliquei a sombra em toda a pálpebra móvel e esbati até ao côncavo com o pincel. Apliquei um pouco junto à raiz das pestanas inferiores com um pincel biselado para dar continuidade. 

De seguida apliquei um traço de lápis junto à raiz das pestanas superiores e esbati com o pincel de esfumar para não ficar com uma linha muito marcada e fazer um suave e interessante degradé das duas cores. O lápis tem uma textura cremosa e suave e aplica-se facilmente na pele. Apesar de ser retráctil, traz um afia incorporado. Na embalagem é referido que o lápis dá para ser aplicado como contorno e também na linha de água, porque tem kajal na sua composição, mas quando o apliquei na linha de água, ele simplesmente não agarrou... Por isso uma nota negativa para este lápis que não cumpre tudo o que promete... 

Para finalizar o look, apliquei um pouco de máscara de pestanas waterproof. 

A sombra adquire-se por € 5,95 e o lápis por € 4,95, nas lojas KIKO MILANO.








Disfunção Erétil e Estilo de Vida


Disfunção erétil pode ser tratada com algumas mudanças no estilo de vida

A disfunção erétil é a incapacidade de obter e manter uma ereção firme o suficiente para realizar uma relação sexual. A excitação sexual masculina que provoca a ereção é um processo complexo que envolve cérebro, nervos, vasos sanguíneos, músculos, hormonas e emoções. A disfunção erétil pode ser o resultado de um problema com qualquer um destes fatores ou uma combinação deles. De modo que o stress, preocupações e saúde mental podem causar ou agravar a disfunção erétil.

Portanto, a disfunção erétil é uma importante causa de diminuição da qualidade de vida dos homens. Hábitos saudáveis como evitar o tabagismo, o etilismo (consumo de bebidas alcoólicas), o consumo de drogas, somado a prática regular de atividade física melhoram o desempenho e a capacidade aeróbica. Como a ereção é em parte decorrente de uma boa circulação vascular ao nível do pénis, o estilo de vida tem impacto direto na qualidade da ereção. Também é notória a redução do estresse causado pela atividade física.



Um estudo publicado no The Journal of Sexual Medicine revelou que hábitos pouco saudáveis, como a obesidade, inatividade física, alto consumo de álcool, tabagismo e uso de drogas, aumentam a presença de disfunções sexuais nos homens. Ao mesmo tempo, os pesquisadores liderados por um estudioso do Statens Serum Institut, na Dinamarca, perceberam que tal estilo de vida é mais comum em pessoas sexualmente inativas.

A análise contou com informações médicas de 5.552 homens e mulheres entre 16 e 97 anos. A partir dos dados, foi possível quantificar a percentagem de indivíduos com riscos de saúde e disfunção ou inatividade sexual.

Os resultados apontaram que 78% dos homens e 91% das mulheres com hábitos de vida não saudáveis mantinham tal estilo por não terem um parceiro sexual. Já entre aqueles que tinham parceiros, os riscos de apresentar disfunções sexuais foi representativo apenas no caso dos homens, com probabilidade de 71%.

De acordo com os cientistas, há muitas razões para a disfunção sexual, incluindo algumas sobre as quais a pessoa não tem controle, como após tratamentos de cancro. Entretanto, os hábitos analisados na pesquisa faziam parte de escolhas individuais e, portanto, cabe a esses mesmos indivíduos decidir melhorar a sua vida sexual.

Fonte: Minha Vida

Obesidade


Que futuro preparamos para nós quando não nos alimentamos de forma saudável, quando não praticamos exercício físico ou quando passamos demasiado tempo sentados/deitados sem fazer nada? As campanhas do “combate à obesidade” existem, cada vez mais, em maior número. Curiosamente, o número de obesos também. 

O que está errado afinal?




Amor Platónico e a Baixa Auto-estima


Quando pensamos em amores platónicos, geralmente voltamos à nossa adolescência, àquela paixão pelo professor ou professora, pelo garoto ou garota mais popular da escola ou pelos ídolos da TV e do cinema. Um amor idealizado, com um tom de glamour, ilustrado por cenas e beijos imaginários.

Crescemos, e esses sonhos ficam no passado. Porém, quantas vezes não acabamos a reproduzir os antigos amores platónicos de uma nova maneira? Eles passam a ser direcionados a pessoas mais próximas, são amores aparentemente mais "possíveis". Porém, ainda assim, mantêm a inviabilidade da concretização do vínculo amoroso. Uma distância do ser amado que se manifesta em diferenças que podem ocorrer no âmbito social, de idade, hierárquico, por meio de uma relação proibida, ou simplesmente por um bloqueio em demonstrar o sentimento, que acaba tornando a pessoa amada inalcançável. Assim, percebemos que todas as manifestações do amor platónico guardam a mesma característica: a impossibilidade.

 A PESSOA DESEJADA SIMBOLIZA ALGO QUE NOS FALTA

Esses amores impossíveis costumam refletir algo que admiramos: a beleza, a inteligência, o charme ou alguma habilidade especial de certa pessoa que nos faz desejá-la. Ao olharmos para essa profunda admiração, que pode chegar à idolatria, é interessante perceber que aquilo que tanto apreciamos no outro é na verdade aquilo que, de alguma forma, não conseguimos encontrar em nós mesmos.

Se pensarmos bem, a adolescência é uma fase em que a autoestima e a individualidade passam a ser mais decisivas na nossa vida. O amor platónico adolescente representa esse referencial daquilo que queremos ser e ter, podendo ser positivo ao estimular a busca por aquilo que se deseja - a princípio visto como algo externo, em outra pessoa.

O fator platónico do amor torna inalcançável externamente aquilo que, na realidade, buscamos dentro de nós mesmos.

Projetamos externamente as possibilidades para conquistar aquilo que só será alcançado dentro de nós, mas que colocamos fora do nosso alcance, de alguma forma nos distanciando de nossa própria realização. A pergunta a se fazer é: por que continuamos a tornar inalcançável justamente o que mais desejamos, projetando isso no outros?

O LADO CÓMODO DAS ILUSÕES

Viver as ilusões de um amor platónico faz parte de nosso amadurecimento afetivo. Porém, a repetição dessa situação requer a compreensão do que está por trás dessa busca inconsciente pelo impossível. É fácil perceber que esse tipo de amor traz implícito um medo, uma fuga. Alimentar-se da ilusão, ainda que não traga a tão sonhada concretização do amor, é mais seguro e confortável do que encarar a realidade e todos os confrontos inevitáveis na vivência dos relacionamentos. A vida real é muito mais sem graça, menos glamourosa e bem mais trabalhosa do que o amor idealizado. O final feliz dos filmes e contos de fadas não é a regra geral para a maioria das relações afetivas.

POR QUE TEMOS MEDO DE ENCARAR OS MEDOS?

Muitas vezes ficamos prisioneiros da nossa dificuldade de nos mostrar, de nos expor e de nos colocar para o outro. Com medo de nos sentirmos expostos, submissos, e até mesmo humilhados por uma possível rejeição, fechamo-noss em nós mesmos. O nosso maior desejo é viver o amor, porém, o nosso maior medo é demonstrá-lo para quem amamos. Assim o que mais queremos passa a ser nosso maior medo.

Os motivos que criam o medo de viver o amor real podem ter as mais variadas raízes: vivenciar quando criança um relacionamentos nocivo dos pais, vivenciar pessoalmente, e/ou ver a sua volta experiências afetivas traumáticas, situações traumáticas de rejeição e abandono que ficam gravadas no campo emocional (ainda que hoje possam não parecer um problema). A rejeição traz sempre uma dor muito intensa. Porém, essa dor geralmente tem raízes mais profundas, e é nelas que devemos nos focar para encontrar caminhos para viver o amor de maneira mais verdadeira e saudável.

A dor da rejeição representa uma fragilidade, criando uma ferida que nos faz deixar de acreditar em nós mesmos, enfraquecendo a autoestima e poder pessoal.

Fonte: Personare

Melt


Aproveitámos as férias para começar a manhã em alguns sítios trendy por Lisboa. Descobrimos que existem sítios para todas as preferências, mais sofisticados, mais casuais e descontraídos, para quem quer iniciar a manhã de um modo mais leve ou com um brunch que sacia até meio da tarde.

Hoje conto-vos a experiência no Melt, que fica entre o Saldanha e o Campo Pequeno. A escolha foi o Brunch (existe também o Mini-Brunch e o Royal Brunch, mas fiquei-me pelo intermédio). Importa referir que o brunch existe todos os dias e não apenas ao fim-de-semana. Confesso que de manhã não costumo ter muita fome e, como fui relativamente cedo, para mim as quantidades eram demasiado generosas (o que é um ponto positivo). Destaco o croissant (muito, muito bom), os ovos mexidos e o iogurte. 

Para quem pretenda um pequeno-almoço menos composto, tudo o que faz parte do Brunch pode ser pedido individualmente e existem muitas outras opções. O Melt tem ainda carta com hambúrgueres, tostas, petiscos, saladas e cocktails para serem apreciados durante todo o dia.

O espaço é amplo e com bastante luz, optei por ficar na zona da esplanada interior, com mesas e cadeiras de madeira, rodeadas por fotografias nas paredes e um espaço lounge bastante engraçado. No interior a decoração é moderna e existe um espaço de mercearia com produtos gourmet, alguns de origem biológica, que podemos trazer para casa. No Melt também podemos adquirir livros e, se o fizermos, convidam-nos para um lanche por conta da casa!

Localização:
Avenida Visconde de Valmor, n.º 40 A
1050-063 Lisboa






Bolas de Gelo para Gatos


Se quiser manter o seu gato entretido durante o tempo quente e se ele gostar de água gelada ou lamber gelo, aqui fica uma ideia bem económica (para si) e divertida (para ele).




Heróis Pelos Ares


Tem viajado de avião, encontrando nos aeroportos as mais ‘estranhas’ aeronaves? Ou então, se não, já olhou para os céus e viu um Pokemon, a Minnie ou mesmo um Hobbit a voar? Eheheheheheh! Juro que não bebi nada antes de começar a escrever este texto. Vá… continue a ler mais um bocadinho!





É que se até há bem pouco tempo quase todas as companhias aéreas ostentavam orgulhosamente as cores do seu país, o seu passado mais recente e alguma necessidade de equilibrar as finanças fizeram-nas alargar horizontes, alugando espaços nas fuselagens aos mais diversos anunciantes. É que, quando em terra, as aeronaves passeiam-se, quais modelos na passerelle, pelas pistas dos aeroportos, frente a milhares pares de olhos, numa enorme audiência de potenciais compradores desse produto ou serviço. 

Há de tudo mas hoje falo da enorme aposta num tema com que todos nós nos identificámos na nossa juventude ou como educadores: a Banda Desenhada e os grandes êxitos de bilheteira. Percebe-se, agora, o meu devaneio inicial? Então ‘bora lá! Chame os seus filhos e leiam o resto em conjunto, ou vejam simplesmente os ‘bonecos’! 

Um dos mais recentes exemplos voadores é o “Rackham”, o submarino do álbum “Tintin e o Tesouro de Rackham, o Terrível” da saga “As Aventuras de Tintin”. Agora dotado de asas e operado pela Brussels Airlines, este Airbus A320 de vez em quando até faz uma visita a terras lusas. O seu exterior ostenta as cores desta obra de Hergé, tema que se prolonga para o seu interior, onde se disponibiliza aos passageiros – aos novos para conhecerem e aos menos novos para recordarem – esse álbum, em várias línguas.



Já do oriente voará, a partir de Dezembro, o popular robot R2-D2, da saga “Guerra das Estrelas”, personagem escolhida pela japonesa All Nippon Airways para colorir um dos seus novos Boeing 787. A entrada ao serviço está agendada para a altura do lançamento de “O Despertar da Força”, o 7º filme da saga da LucasFilms e da Disney. O interior ainda está por desvendar, mas também aqui é esperado que o tema se prolongue!


Também da Disney anda pelos ares do Canadá o seu personagem mais carismatico, o Rato Mickey, fazendo magia num Boeing 737 denominado “Magic Plane” da WestJet, entre outras apostas de um dos maiores estúdios de filmes de animação e aventura.




Mas há muito mais a voar acima das nuvens, como personagens dos Simpsons, Hello Kitty, Angry Birds, Pokemons, ou o saudoso Pica-Pau. Na longínqua Nova Zelândia lutam por um espaço nos céus do planeta, ou junto das mangas de desembarque dos maiores aeroportos do mundo, aviões com as cores do “Hobbit” de “O Senhor dos Anéis”, entre muitos outros.

Fotos: Brussels Airlines, All Nippon Airways, WestJet, Disney, Alaska Airlines, Western Pacific, Universal Studios Japan, Air New Zealand (oficiais)


Partilhem estes exemplos com os vossos filhos e pode ser que, em alguma das viagens programadas para estas férias se cruzem com um destes aparelhos de cores garridas, que arrancam sorrisos até àqueles adultos que cresceram depressa demais! 

Ou que até consigam mesmo uma viagem neste renovado mundo. Se for caso disso, boas viagens e boas aventuras! 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve! 

José Pinheiro 

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Vai uma sueca? Ou jogamos Poker?


Não, não troquei de rubrica. Sim, isto é o Trendy Style e estou-lhe mesmo a perguntar-lhe se quer jogar à sueca?! Ou ao peixinho?! Copas, ou até mesmo poker ou bridge?! Se a moda é uma paixão e as cartas, também, então aqui está o baralho certo para si.

A Hermès acaba de lançar mais um "acessório". A marca de luxo francesa surpreendeu e acrescentou à sua linha de lifestyle os baralhos de cartas com a sua assinatura. Estes baralhos estão disponíveis em três modelos diferentes, dois deles, o Les Mondes e o Accostage, trazem um par de cartas, já o Parade traz dois, possibilitando assim jogar poker ou bridge

Para muitos uma excentricidade, ter um baralho de cartas Hermès, para outros uma banalidade. As cartas já se encontram à venda no site da marca, a título de curiosidade, por preços que variam entre os 90€ e os 155€. 




Cortina Power

E alguém dizia – cortinas por baixo do lava-loiça ou a disfarçar “buracos? Isso parece do tempo das nossas avós!!... E…? What’s the problem? O vintage tá na moda e veio para ficar e quando bem feita, uma aplicação de uma cortina para este fim fica bem giro!

Quando há necessidade de tapar uma zona na cozinha, ou porque a máquina está à vista, ou porque não há hipótese de colocação de portas, temos esta grande aliada que pode transformar completamente o ambiente da cozinha favorecendo e MUITO a nossa cozinha. Basta escolher o tecido certo, altura certa e ganham um New Look fantástico.

Confiram só

***Jo