Cálculos


Andamos a abusar, não há dúvida nenhuma e o planeta é finito, todos sabemos. Mas não creio que o caminho passe pelos julgamentos, creio que passa sobretudo por decisões conscientes. E muitas vezes, na pressa do dia a dia, nem nos damos conta de que uma aparente pequena e insignificante decisão se transforma num tornado de consequências inimagináveis.

Assim sendo, deixo-vos dois sítios online onde poderão medir o impacto das acções banais de todos os dias. 

Em http://footprint.wwf.org.uk/ poderão descobrir o tamanho da vossa pegada ecológica, medindo as consequências da casa que habitam, da comida que ingerem ou das viagens que fazem. 



Aqui, podemos perceber quantos planetas seriam necessários, a longo prazo, se não modificarmos alguns comportamentos.

Já em http://slaveryfootprint.org/ a pergunta que se coloca é, até chegar às mãos do consumidor final, eu ou tu, qual o impacto de objecto ou artigo na vida de todos, quantas pessoas foram necessárias para o seu fabrico e qual o custo do seu trabalho. Acima de tudo é uma chamada de atenção para a responsabilidade dos consumos e das empresas para com os seus produtos e ciclos de vida. 



Não deixem de fazer o teste! 

Tenho a certeza que há pequenas coisas que podemos mudar já hoje!

Alertas Para o Regresso à Escola


Começaram as aulas e a azáfama matinal, das mochilas, pequenos-almoços engolidos a correr, o corre-corre da porta de casa para fora, com um rápido mas indispensável beijo aos pais e mães. Às vezes é acompanhado de um enfadado “até logo”, em face do que antecipa um dia de longas aulas, mais difíceis ainda depois de umas férias de Verão anormalmente longas. Só que, por vezes, esse ansiado regresso a casa não se faz com a normalidade habitual.




De acordo com o mais recente estudo da APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, são mais de 20 as crianças e jovens que, semanalmente, sofrem atropelamentos diversos nas nossas estradas, representando 32% da totalidade dos acidentes em ambiente rodoviário. A maioria abrange jovens dos 10 aos 14 anos, em zonas residenciais e durante percursos casa/escola. Assim e com a dinâmica que lhes é habitual e aproveitando este início de ano lectivo, aquela organização implementou uma campanha de abrangência nacional, para a sensibilização dos condutores sobre este tema. 

Na manhã do passado dia 17 de Setembro, a APSI esteve à porta de alguns estabelecimentos de ensino de Lisboa, realizada em conjunto com a PSP e a GNR uma Operação STOP, acção pedagógica que contou com a participação de algumas crianças. Acompanhadas por agentes da autoridade ou elementos da APSI, petizes de várias idades – nomeadamente das abrangidas por estas estatísticas – abordaram alguns condutores, sensibilizando-os para a necessidade de adaptarem o seu comportamento perto de escolas e outros locais frequentados por crianças, como forma de evitar esses atropelamentos.

Imagens: APSI (oficiais)
A campanha decorre até ao próximo dia 4 de Outubro em várias plataformas e conta com diferentes apoios, mas o principal e esmagador virá de si caro/a condutor/a, com o seu contributo para baixar aqueles números até ao patamar zero! O seu comportamento ao volante é crucial para este objectivo, sendo sabido que todos andamos com a cabeça na lua, seja pelo estado da nação que se reflecte nas finanças lá de casa, seja porque nos atrasámos para um compromisso, o que nos faz ter o pé mais pesado no acelerador! Há ainda os estacionamentos indevidos, em cima de passadeiras ou passeios, ou a paragens em 2ª fila, para além da “doença da moda” que ‘cola’ os telemóveis e demais aplicações aos nossos dedos, algo impensável – mas infelizmente tão real - quando estamos ao volante!


“Andar a pé é um direito da criança, para além de um comportamento saudável e sustentável. A segurança e a mobilidade da criança não podem estar comprometidas pelo excesso de carros e pelo comportamento abusivo dos condutores,” referiu-nos Sandra Nascimento Presidente da APSI. 

Os números acima são isso mesmo, números e frios, é certo, mas essas 20 crianças e jovens que morrem ou ficam feridos na sequência de um atropelamento são bem reais, destruindo-se, em parte ou no todo, o seu futuro e o dos seus familiares e amigos.

Sem me alargar muito mais, o Trendy Wheels subscreve alguns dos pedidos feitos pela APSI, para os quais terá, decerto, uma atenção redobrada no futuro:
  • Perto de escolas, zonas residenciais, campos de jogos, parques infantis, ou outros locais onde possam existir crianças e adolescentes circule abaixo dos 30 km/h;
  • Reduza também a velocidade na aproximação de passadeiras ou locais de atravessamento de peões;
  • Não estacione em cima de passeios, passadeiras ou em 2ª fila, pois obriga a que as crianças se desloquem para as estradas para ultrapassar esses obstáculos caminhar ou obriga-os a atravessar em qualquer lado que não o ideal;
  • Sempre que possa, ande com a criança a pé, preparando-a para mais tarde ela poder deslocar-se autonomamente. Ensine-a a identificar situações de maior risco e a adoptar comportamentos defensivos;
Dê o exemplo, quer enquanto peão, quer enquanto condutor. As crianças aprendem mais com o que veem do que com o que lhes dizem.

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro


Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Everest


'Everest', de Baltasar Kormákur, é um filme que pede para ser experienciado em IMAX, devido à soberba cinematografia de Salvatore Totino – que dá à audiência a possibilidade de simular a experiência de estar no Monte Evereste – e a uma realização que dá uma correcta representação de grandiosidade e respeito, sobre um local que transcende a humanidade.



O desastre de 1996, que este filme retrata, ficou marcado, durante muito tempo, como um dos piores eventos ocorridos no Monte Evereste. Somente em 2014 (16 pessoas morreram devido a uma avalanche) e 2015 (18 mortes devido ao fatídico terramoto no Nepal) é que ocorreram eventos com maior número de casualidades. Contudo, apesar dos mais recentes incidentes, foi em 96 que o desastre ganhou notoriedade e levantou questões sobre a comercialização do Monte Evereste. Este é um dos focos presentes numa narrativa que, apesar de ser bastante linear no que toca às personagens que acompanhamos, mostra o quanto o hype e a excessiva exploração, condicionou as expedições a um local que não é suposto ser visto como turístico.

Com um elenco que se compara à magnitude de Everest (Jason Clarke, Josh Brolin, John Hawkes, Robin Wright, Emily Watson, Keira Knightley, Sam Worthington e Jake Gyllenhaal), adivinhava-se complicado uma caracterização mais trabalhada das personagens que preenchem o lado humano deste filme. Este é um dos lados negativos de retratar eventos verídicos: existe uma necessidade de encaixar todas as personagens, bem como os seus destinos, dificultando a empatia por parte da audiência. Apesar disso, os protagonistas Jason Clarke e Jake Gyllenhaal destacam-se devido a um inegável carisma – mesmo que fiquemos a saber muito pouco acerca das suas personagens.




Com apenas uma leve noção do que motiva este grupo a efectuar uma proeza tão sofredora, acompanhamos uma escalada que se assemelha a uma lenta caminhada para a morte, tendo em conta que o nosso corpo começa literalmente a falhar a partir dos 8000 metros de altitude, na chamada 'Zona da Morte'. 

Este conceito foi concebido pelo médico e alpinista suíço Edouard Wyss-Dunant, que em 1952 liderou uma expedição ao Everest. Em 1953 lançou um artigo no jornal 'The Mountain World', onde descreve as quatro zonas que um montanhista atravessa em grandes altitudes (zona de aclimatização, zona de adaptação, zona da morte e zona máxima). Estas noções, e respectivos efeitos secundários, são-nos transmitidos ao longo da história, mantendo sempre a mensagem de que subir o Monte Everest é um caminho doloroso e sem piedade. 

'Everest' retrata a luta do homem contra a natureza, através de factos reais e incontornáveis. Por esta razão, um foco exagerado no drama entre os envolvidos do desastre de 96, não iria surtir o mesmo efeito (considerando o elevado número de personagens), mas sim afastar a narrativa do elemento mais importante deste filme: o fantástico poder da natureza, que nos recorda da total insignificância e fragilidade do ser humano – razão pelo qual muitos se sentem atraídos em tentar provar o contrário.


Projecto do Ano

O edifício de Inovação, Ciência e Tecnologia de Santiago Calatrava na Universidade Politécnica da Flórida foi recentemente eleito o "Projeto do Ano" pela Engineering News-Record. A peça central da nova universidade, teve um masterplan também concebido por Calatrava, foi recentemente eleita a "Melhor Construção em Aço" pela AISC. 

"Educar, particularmente pessoas mais jovens, é uma das tarefas mais nobres que existe", disse Calatrava em resposta ao prêmio. "O edifício de Inovação, Ciência e Tecnologia busca ser uma ferramenta para alcançar o nível mais alto de educação para jovens". 

"Além disso, espero que este edifício seja visto, com o tempo, como um símbolo do espírito inovador da comunidade, um portal, e se torne um estímulo para a potente economia high-tech que está a crescer em Lakeland e Polk County na Flórida. Os importantes prêmios recebidos pelo projeto até agora reafirmam que, com sorte, pode ser este o caso." 

O edifício serve como principal edifício de salas de aula da Universidade, dispondo de 26 laboratórios de estudo, 11 laboratórios de pesquisa, 17 salas de reunião de grupos e mil metros quadrados de área comum. O projeto incorpora um terraço externo, sombreado por uma pérgola contínua, que serve como área de encontro, estudo e descanso. 

O exterior do edifício é dominado por dois elementos muito expressivos: a pérgola e a cobertura operável. A pérgola consiste em uma estrutura metálica leve que circunda todo o edifício, proporcionando espaços externos cobertos e reduzindo o ganho de calor solar do edifício em 30%. A cobertura operável, por sua vez, consiste numa série de brises solares ativados por controle hidráulico responsáveis pelo sombreamento da clarabóia do hall central. 

Fotos © Alan Karchmer para Santiago Calatrava








Do Fundo dos Túneis Para o Fundo do Mar

É salutar que se lute pela preservação do planeta, numa altura em que os oceanos contam com milhares de milhões de toneladas de plásticos e outros detritos, conforme provam os relatórios das diferentes organizações ambientais, entregues às autoridades (alegadamente) competentes mas que, depois, demoram eternidades a decidir e a implementar normas realmente eficazes de supervisão. No quadrante oposto temos outras que atiram para o oceano, de modo controlado, coisas que o Homem já não usa, com vista à sua transformação em recifes artificiais, algo que a Mãe Natureza depois se encarrega de adaptar de modo ímpar!




Vem isto a propósito do recente anúncio de que vão ser afundadas duas corvetas da Marinha Portuguesa que já não estão ao serviço da nação e que, num processo normal, iriam parar à sucata. Uma delas – a NRP General Pereira d’Eça (com a referência F 477 na amurada) – vai ser afundada nos mares da ilha de Porto Santo em 2016, criando-se um autêntico museu subaquático e um pólo de atracção turística na área do mergulho amador. Fantástico! 

Mas… e que tal se a Comboios de Portugal, a Metropolitano de Lisboa ou a Metro do Porto pensassem em algo assim? Decerto há material circulante que, finda a sua vida útil, poderá ter destino semelhante. Isto porque lá fora – é inevitável o eterno paralelo com exemplos estrangeiros… – há quem o faça já há muito, com resultados esmagadores. Senão veja-se o que a Autoridade de Transportes Metropolitanos dos EUA faz há mais de uma década, afundando no Oceano Atlântico carruagens de metro da cidade de Nova Iorque.

Fotos: Stephen Mallon
O processo conta com a participação de diversas entidades e está documentado pela lente do fotógrafo profissional Stephen Mallon, depois de três anos de acompanhamento das várias das viagens das barcas que levaram material desactivado, entretanto, despido e limpo de conteúdos nocivos ao ambiente, até ao seu destino final. Veja-se este conjunto de imagens do projecto “Next Stop Atlantic”. 

Desprovidas de todos os elementos supérfluos – motores, rodas, sistemas hidráulicos, bancos, vidros, iluminação e cablagens, bem como os gases dos sistemas de ar condicionados, entre outros elementos nocivos – são já mais de 2.500 as carruagens afundadas em diversos pontos do Atlântico. Com o passar do tempo, os diferentes organismos marinhos ligam-se às armações, transformando-as gradualmente em corais, promovendo uma saudável evolução da biodiversidade em meio aquático. 

Acrescente-se que se as fotos de Mallon são, já por si, bastante elucidativas, este vídeo, um pouco mais antigo, complementa-as na perfeição.


Pedidos comentários às três entidades portuguesas acima, com material circulante com potencial de ter destino semelhante, apenas a Comboios de Portugal respondeu ao Trendy Wheels, através do seu Gabinete de Comunicação Institucional. Ana Portela disse-nos não ser prática da CP esta solução, preferindo a empresa “procurar compradores interessados no reaproveitamento ou reutilização dos veículos ferroviários retirados da operação. Quando isto não é possível, o destino deste material é a venda para desmantelamento e reciclagem, sempre feita por empresas credenciadas pelo Ministério do Ambiente, para garantir o correcto e seguro tratamento dos materiais e elementos envolvidos, sem prejudicar o ambiente”.

Quanto a uma solução semelhante à nova-iorquina, aquela responsável explica que “o afundamento de material no oceano é uma operação de elevada complexidade, pelo eventual risco de contaminação das águas por elementos como, por exemplo, cadmio, crómio e mercúrios que muitas vezes estão presentes nestes veículos quer ao nível das pinturas, quer dos restantes componentes,” acrescentando que o material da CP nestas circunstâncias “é muito antigo, pelo que é difícil garantir que a sua composição não contém os elementos acima referidos”. Isto para além da questão financeira, já que “para obter garantias fiáveis a esse nível, seria necessário realizar estudos da sua composição que têm custos elevados, aos quais acresce ainda o custo envolvido nas próprias operações de deslocação e transporte para afundamento. A CP está obrigada a um controle orçamental muito rigoroso, pelo que não dispõe de recursos financeiros para suportar este tipo de despesas”. 

Pode ser que um dia, quando a saúde financeira das nossas empresas estiver mais aliviada dos cortes orçamentais que lhes têm sido impostos, consigamos assistir ao afundamento controlado de carruagens da CP ao largo da costa portuguesa! A acontecer, o blog Trendy Mind irá tentar estar, decerto, presente!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas: 1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes. Os restantes membros deste ‘blog’ não têm obrigatoriedade de partilhar dos mesmos pontos de vista; 2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Semana Europeia de Sensibilização para o Cancro de Cabeça e Pescoço


Esta semana, de 21 a 25 de Setembro comemora-se a 3ª Semana Europeia de Sensibilização para o Cancro de Cabeça e Pescoço. 

Em Portugal, este tipo de cancro mata 3 portugueses por dia. 

Todos os anos surgem cerca de 3.000 novos casos a cada ano e destes, mais de metade vão perder a voz de forma temporária ou definitiva. 


O grande objetivo desta Semana passa por promover educar a população e alertar para os sinais e sintomas da doença.

É fundamental alertar para os factores de risco, como o tabaco e o álcool em excesso, uma vez que quando diagnosticado e tratado numa fase inicial, esta doença apresenta uma taxa de sobrevivência entre os 80 a 90%.

Este ano o lema é "UNITING VOICES”

Unir as nossas vozes pelos doentes, de forma a capacitá-los e dar-lhes um sentido de comunidade, mostrando que não estão a sofrer sozinhos!


Os actores Ruy de Carvalho, Pedro Lima e Mafalda Luís de Castro dão a sua voz por esta causa. 

O Grupo lança um desafio à população para colocar vídeos de apoio na página de Facebook, com o hashtag #UNITING VOICES. 

Os números são aterradores!
  • O cancro de cabeça e pescoço é o 6º cancro mais comum em todo o mundo e mata mais de 62.000 pessoas em toda a Europa, anualmente;
  • Em 2012, mais de 150.000 pessoas foram diagnosticadas com a doença na Europa;
  • Aproximadamente 60 % das pessoas com cancro de cabeça e pescoço apresentam a doença em estado avançado no momento do diagnóstico. 
  • Aproximadamente 60 % das pessoas diagnosticados em estado avançado vai morrer da doença no prazo de cinco anos;
  • Os homens são duas a três vezes mais propensos a desenvolver cancro de cabeça e pescoço, embora esteja a aumentar a incidência em mulheres;
  • O cancro de cabeça e pescoço é mais comum em pessoas acima dos 40 anos, mas recentemente tem vindo a assistir-se a um aumento do desenvolvimento da doença em pessoas mais jovens.

Algumas das iniciativas em Portugal:
"We are all under the same sky"


AMC*

Silk Pearl Illuminating Bronzer


Chama-se SILK PEARL ILLUMINATING BRONZER. 

Está disponivel em dois tons. O meu é o mais escuro e dourado, 02 Irresistible Sienna pois adequa-se melhor ao tom base amarelado da minha pele. 

A embalagem é uma esfera que se abre pelo meio e revela um espelho e o pó que vem dividido em três tons: um dourado nacarado iluminador, um terra médio e um terra escuro.

Para aplicá~lo basta ter um pincel de pó de cerda macia. Depois de aplicar a sua base, comece por iluminar as zonas mais salientes do rosto apenas com o tom mais claro iluminador. Aplique no osso da maçã do rosto (logo abaixo dos olhos) com movimentos ascendentes em direcção às têmporas, na cana do nariz, no centro da testa e no centro do queixo. Depois, com o pincel a apanhar o tom mais claro e o médio, aplique em todo o rosto, com movimentos circulares e leves. Por fim, finalize com o tom mais escuro, aplicando-o por baixo das maçãs do rosto e nas laterais do nariz, de modo a fazer-mos um contorno do rosto obtendo mais volume e um efeito mais definido. 

Fica bastante natural e dá um ar saudável e sofisticado. Pode sempre acentuar-se efeito bronzeado aplicando mais quantidade do tom escuro, podendo adaptar-se ao seu tom de pele. 

Para mim, este é o melhor pó bronzeador/iluminador que a Kiko já fez, pela sua textura ultrafina, pela simplicidade de aplicação, pela possibilidade de se adaptar a qualquer tom de pele e principalmente pela sua durabilidade. 

Como já referi, trabalho num ambiente quente, com focos de luz fortes e ar condicionado, tudo factores que deixam a minha pele mista a brilhar ao fim do dia, mas, surpreendentemente, com este pó, a minha pele fica mate até à noite e nem preciso de reaplicar... Fantástico, para mim só por esse aspecto dou nota máxima!!! 

A única nota menos positiva é o tamanho exagerado da embalagem que se torna pouco prática para quem quiser levá-lo na carteira... Por € 14,90, pode adquiri-lo em qualquer loja Kiko. Experimente!!!

Nota: Este produto foi testado durante a noite da Vogue Fashion Night Out 2015, em que trabalhei até as 23 horas com ele aplicado e constatei que a minha pele ficou impecável durante todo o evento.









Cabeceiras em Madeira



A madeira é o material TOP que por muitas voltas que o mundo dê, não passa de moda. Seja novinha em folha, reciclada, pintada e reinventada, é uma matéria prima que torna a sua casa acolhedora, protegida a nível acústico e térmico e sobretudo, com uma grande versatilidade na sua utilização, seja a nível de revestimentos, seja a nível de peças de mobiliário ou decorativas.

Desta feita trago-vos umas ideias de cabeceira de cama, do estilo mais sóbrio passando pelo rústico e acabando em soluções irreverentes e divertidas.

Tornam-se “ninhos” muito especiais!

Enjoy it!

***Jo









Preparados para o Regresso às Aulas?!

Setembro é o mês do regresso às aulas e, portanto, voltamos às rotinas! É altura de crianças, pais e professores se conhecerem/reencontrarem, traçar metas e encetar novos projectos.

O envolvimento e participação activa dos pais na educação escolar dos filhos é, não só, uma responsabilidade, bem como um dever de valor acrescido quando se fala em sucesso escolar. De facto, é hoje claro que, eles podem mesmo ser considerados o melhor recurso dos professores no sentido de ajudar o aluno a alcançar esse êxito (referimo-nos, por exemplo, ao desenvolvimento de aspectos como a motivação, ao fomento da curiosidade, ao prazer de aprender e de desenvolver actividades escolares).

Deste modo, a relação pais-professores é um dos factores fulcrais para o sucesso de qualquer aluno. É, assim, importante que a comunicação entre estes interlocutores seja frequente, cooperante e construtiva, de forma a que ambos se possam vir a tornar parceiros activos e colaborantes no processo de aprendizagem das ‘suas’ crianças.

A equipa Trendy Mind deseja, para este ano lectivo, muitos sucessos para alunos, pais e professores!!

Impulsos para que vos quero


Muito lhes devemos, mas é-nos quase sempre pedido que os controlemos, sob pena de sermos considerados selvagens ou pouco sãos. Autocensuramo-nos, mas não queremos perder a espontaneidade ou renunciar ao prazer. Há quem diga que «não se pode servir a dois amos», mas, neste caso, é no equilíbrio entre ouvir os impulsos e praticar o autocontrolo que se consegue o melhor de dois mundos.



Um murro na mesa, um beijo apaixonado, a compra de um chocolate e a cleptoma­nia podem ter mais em comum do que se imagina à partida. São, ou podem ser, impulsos. Dos adultos é esperado que os controlem. A bem da civilidade, do deco­ro ou mesmo da saúde. Nem sempre é fácil, mas também nem sempre é útil. Evolutivamente, pelo menos, têm-nos sido benéficos, na luta pela sobrevivência, in­dividual e da espécie.

E, hoje, mesmo sendo os nossos desafios mais so­fisticados do que aqueles que enfrentávamos no tem­po das cavernas, continuam a ser centrais. «São fun­damentais na nossa vida. São os impulsos que nos le­vam a procurar o prazer e, no fundo, a satisfazer as necessidades de foro biológico», diz o psiquiatra Dio­go Guerreiro.

Mas o que são afinal? «Necessidades ou desejos fortes, súbitos, muitas vezes irracionais, que levam a compor­tamentos para os satisfazer de forma imediata, visando uma de duas coisas: a procura de prazer ou o evitamento de situações de perigo.» É assim que o psiquiatra Diogo Guerreiro define os impulsos, acrescentando que po­dem ser de vários tipos, mas que os sexuais, alimenta­res e agressivos são os mais comuns.

Nenhuma narrativa sobre impulsos pode passar ao lado de Freud, o pai da psicanálise, e da história que muitos de nós se lembrarão vagamente de ter estudado na escola: Freud chamava-lhes pulsões e defendia que nasciam no id, o seu reino no nosso inconsciente, regi­do pelo princípio do prazer, habitado pelo nosso lado menos civilizado e povoado de desejos, sobretudo liga­dos à libido. Nesta história, o ego desempenha o papel de polícia: regido pelo princípio da realidade, é a parte de nós que tenta reprimir aquilo que lhe parece inade­quado. Mas não tudo, é certo. Porque os impulsos são necessários e porque dificilmente há um ego suficientemente grande e zeloso para abafar todos os desejos que moram em nós.

O impulso é inato, o autocontrolo adquirido. Vamo-lo desenvolvendo à medida que se apura a relação de causa-efeito e se estabelece o processo educativo e de socialização. Aprendemos a pensar antes de agir. Os que não aprendem e têm grande insuficiência do controlo de impulsos acabam muitas vezes por cair na patologia psi­quiátrica. «Por várias razões, incluindo a educação, mas também fatores genéticos ou alterações da neurotrans­missão cerebral, pode existir uma perturbação do con­trolo dos impulsos. As mais conhecidas são a cleptoma­nia, a perturbação explosiva intermitente [explosões de raiva e agressividade], o jogo patológico, algumas for­mas de compulsão alimentar ou o controlo dos impulsos sexuais», esclarece Diogo Guerreiro.

E se é verdade que a sexualidade é um terreno on­de se quer mais espontaneidade do que racionalidade, o caso é que sempre que a impulsividade se sobrepõe demasiado à razão acabamos em maus lençóis. Trai­ções, flirts ou casos fortuitos constantes ou mergulhos de cabeça numa relação podem ser exemplos claros da falta de controlo de impulsos. «Apesar de o sexo poder despertar alguns dos instintos mais primitivos, ten­dencialmente a racionalidade continua a sobrepor-se à impulsividade», diz o psicólogo e sexólogo Fernando Mesquita. «É normal cruzarmo-nos com pessoas que nos despertam desejo sexual, mas salvo raras exceções existe a capacidade de controlar esses impulsos e fan­tasias. Quando existe uma incapacidade em perceber a diferença entre o mundo da fantasia e a realidade, sem que se consiga controlar os impulsos, podemos estar perante um problema.»

A LUTA IMPULSOS VERSUS AUTOCONTROLO é muitas ve­zes um dilema: de um dos lados está o que queremos, do outro também. É uma questão de recompensa e, sobre­tudo, de quando a podemos ter. O impulso oferece-nos uma recompensa imediata, o autocontrolo uma recom­pensa no futuro. Por norma, a recompensa a que tere­mos acesso no futuro é muito maior do que aquela que nos proporciona o imediato: o prazer de comer mais chocolateversus não engordar; o prazer de fumar um cigarro versus não adoecer; o prazer de ter um um caso de uma noite versus manter a relação com a pessoa que amamos. Tudo escolhas que parecem óbvias e lineares, se não introduzimos na equação uma variável que baralha tudo: o tempo. É que não estamos preparados para considerar importantes as recompensas tardias, gosta­mos ter a cenoura em frente do nariz.

Nos seus livros (Previsivelmente Irracional e O Lado Bom da Irracionalidade) e investigações, o economis­ta comportamental Dan Ariely explica-o muito bem: a escolha transforma-se em poder ter uma coisa que nos vai dar prazer agora ou uma que nos vai dar prazer daqui a muito tempo. E, assim como para a nossa vi­são as coisas mais distantes parecem mais pequenas, o mesmo acontece com as recompensas. A distância muda-lhe a proporção: a que está à mão torna-se gi­gante, o mais distante fica pequeno. Por isso, o profes­sor de Duke defende que introduzir uma recompen­sa no imediato pode ser eficaz quando os benefícios da escolha que pensamos ser correta só vão ser senti­dos passado muito tempo. Substituir a perspetiva da recompensa futura por outra, também ela imediata, tornará mais fácil resistir à tentação.

De resto, o próprio Dan Ariely, quando jovem, con­frontado com a necessidade de se submeter a um tra­tamento para a hepatite, usou o método. Cumpriu todo o tratamento (foi o único de todos os participantes no ensaio clínico) porque se recompensava com um filme nos dias em que tinha de dar a si próprio a injeção, que lhe provocava efeitos secundários violentos. E sim, é ri­dículo comparar o prazer de ver um filme com a perspetiva de não morrer demasiado cedo, mas é assim que para nós faz sentido, alega Ariely. «É fazer as pessoas portarem-se da forma certa pela razão erra­da. Mas funciona.»

Precisamos de nos autorregular, mas isso é sempre menos fácil de fazer do que de admitir. E fazê-lo po­de requerer técnicas apuradas. «Um dos aspetos prin­cipais é a motivação, sem ela não há ferramentas que funcionem. E muitas vezes a motivação está associa­da a uma provável “punição” caso não exista autocon­trolo. Por exemplo, muitos compulsivos sexuais pro­curam ajuda quando veem a sua relação conjugal em risco. Nestes casos podemos sugerir que andem sem­pre acompanhados por um objeto com uma simbologia emocional muito forte que os faça recordar da família», defende o sexólogo Fernando Mesquita.

APESAR DE O AUTOCONTROLO ser geralmente visto como sinónimo de força de vontade e poder interior, muitos investigadores defendem que pode ser definido como a manipulação que fazemos do ambiente à volta, de for­ma a alterar o nosso comportamento em função de uma consequência. Porque, segundo vários investigadores, o autocontrolo não é o forte do ser humano. No caminho para o trabalho, juramos que não vamos perder tempo no Facebook, mas quando nos sentamos à secretária é a primeira página que abrimos. Numa saída à noite, pro­metemos que não vamos beber demasiado, mas no fim da noite não temos outro remédio senão chamar um táxi porque não estamos em condições de conduzir. Claro que podemos e devemos tentar encontrar recom­pensas que possam ajudar-nos a fazer o que está certo, ter monólogos interiores para nos relembrarmos das consequências de uma má escolha, mas muitas vezes nada disto é suficiente. E isso tem levado muitos a contar com a tecnologia para se obrigarem a cumprir promes­sas e a ter maior controlo sobre si próprios.

A SelfControl, por exemplo, é uma aplicação grátis através da qual é possível bloquearmos durante um certo período de tempo o nosso próprio acesso aos sites que achamos que nos distraem. Enquanto o tempo estipulado não acabar, será impossível aceder ao que lis­támos como os buracos negros da nossa produtividade: nem apagar a aplicação ou reiniciar o computador re­sulta. Ficamos reféns da escolha que fizemos.

Nos EUA, a tecnologia e o software para nos obrigar­mos a ser pessoas melhores tem vendido como pãezi­nhos quentes: despertadores com rodas que se movem pelo quarto, obrigando-nos mesmo a sair da cama pa­ra os desligar; bloqueadores da ignição do automóvel li­gados a um alcoolímetro que só deixam o carro traba­lhar se estivermos em condições para conduzir; aplica­ções que bloqueiam as chamadas do telemóvel depois de uma noite de copos; software que não permite que o cartão de crédito funcione uma vez atingido um cer­to plafond. Conhecedores da nossa fraqueza, aqueles que somos hoje, agora, longe da tentação, tomam precauções contra o que previsivelmente seremos daqui a pouco ou amanhã, quando nos depararmos com a dita e estivermos prontos a ceder.

Nada disto implica que a espontaneidade seja per­dida ou que não nos deixemos tomar pelos impulsos quando isso faz sentido. Até porque ser excessivamen­te rígido e racionalizar de mais pode ser tão negativo como ser demasiado impulsivo. «Temos de encontrar uma espontaneidade saudável que permite satisfazer a nossa procura por prazer, mas que tem em considera­ção os resultados das nossas ações. E devemos afastar-nos dos extremos», aconselha Diogo Guerreiro. Não se trata de escolher entre uma coisa ou outra, mas antes de saber equilibrá-las e tirar partido de cada uma na al­tura certa. «É como nos carros: o que é melhor, o travão ou o acelerador?»


Fonte: Notícias Magazine, por Sofia Teixeira



Maranhos de Vila de Rei



Hoje trago-vos um prato simples e que que faz parte da gastronomia portuguesa, mas que não é muito conhecido por esse Portugal fora. Os maranhos são originários da Beira Baixa, mais propriamente de Idanha a Nova, e eram feitos a partir do bucho de cabra, que era recheado com a sua carne, arroz, chouriço, pimenta e colorau. Normalmente eram servidos durante as épocas festivas, visto não haver acesso a esta carne o ano inteiro. 

Com o crescimento da produção de suínos, passou então a ser produzido com carne de porco.

Assim, em Vila de Rei, vila que detém o centro geodésico de Portugal , o maranho é feito com carne de porco, arroz, chouriço, hortelã e chouriço. 

Podemos encontrar os maranhos à venda nos supermercados, e são muito fáceis de confeccionar, como poderão confirmar abaixo.

Basta colocar o maranho num tacho e cobrir com água e levar ao lume. Assim que a água levante fervura, basta cozinhar cerca de 15 minutos, após a água levantar fervura. Depois é só servir cortado em rodelas, com cerca de 1 dedo de espessura, e acompanhar com salada, uma vez que já possui no seu recheio arroz. No entanto nos restaurantes da zona de Vila de Rei é servido acompanhado também de batata frita.



Heart Fest - Juntos Salvamos Vidas!


Olá a tod@s!

Abraçar causas e divertirmo-nos ao mesmo tempo... que tal soa?

O Grupo de Dadores Benévolos de Sangue do Concelho de Azambuja promove este fim de semana o HEART FEST, que terá lugar na Praça de Touros de Azambuja, com um cartaz excelente!




De forma a tentar chegar a público mais jovem do que o "habitual", os dias 18 e 19 de Setembro darão outro élan à promoção da dádiva benévola de sangue e medula óssea através deste Festival.

Em parceria com a Blackout Eventos e com o apoio logístico da Freguesia e Câmara Municipal de Azambuja, o Heart Fest conta ainda com a presença e apoio da Bulldog

As colheitas de sangue e tipagem de medula óssea processam-se por todo o País, bastando para tal consultar o Núcleo de Dadores de Sangue da vossa área de residência.

Já sabem: ter mais de 50 kgs, idade entre os 18 e os 65 anos e ser saudável.

Uma picadinha, uma dádiva, uma vida salva!

Juntos Salvamos Vidas!

"We are all under the same sky"

AMC*


Música Para as Minhas Rodas

Hoje trago-lhe um conjunto de músicas e sons conjugados com este texto, tema light que até dá para relaxar. Quase poderá dizer “Isso é música para os meus ouvidos”, depois dos últimos Trendy Wheels que foram um tanto ou quanto longos. Eu explico: as respectivas temáticas assim o obrigavam, para além de que sofro de uma certa tendência para que os meus dedos percorram o teclado muitas vezes em várias direcções. Mas não hoje!


Desta vez prometo que não me alongo, deixando-vos apenas alguns dos mais recentes sucessos ligados às rodas. Como os desenvolvidos por dois nomes que estão sempre na berra nas discotecas e rádios nacionais: Avicci e Will.i.am. 

A colaboração criativa entre o artista e produtor sueco Avicii e a também sueca Volvo Cars para a nova campanha “New Beginning” para o novo XC90 apresenta-se através de uma remistura do clássico tema “Feeling Good”. Filmado no sul do país, visitam-se lugares de significado pessoal para Avicii e conta a sua própria história de renovação, recorrendo a familiares e amigos, após vários anos de difíceis tournées por todo o mundo.


Já a Lexus Europa anunciou fez uma parceria criativa com o músico, empresário e criador Will.I.Am, com vista à campanha “Striking Angles” do novo NX, um SUV compacto do segmento premium. Para o efeito, foi feito um vídeo com a colaboração do cantor e compositor, em que se recria visualmente a vida de Will.I.Am na sua última música “Dreaming about the Future”. Uma espécie de “Guitar Hero” em que se recorre a um carro e pontos de luz, numa mistura de tecnologia de música digital e analógica e projeção de efeitos visuais e grafismo animado. Veja este espectacular vídeo, rodado na vizinha Espanha:



Noutro contexto completamente diferente recordo-me da utilização de materiais algo fora do comuns para a realização de composições musicais. Senão vejam-se os seguintes dois vídeos, respectivamente encomendados pela Ford e pela Chevrolet para promoção de dois automóveis.


A Ford fez tocar o tema “Beautifully Arranged” por uma orquestra completa, mas em que os seus elementos, todos músicos profissionais e habituados a ter nas mãos algo bem mais tradicional, tiveram de lidar com… peças de um Focus, devidamente adaptadas para o efeito:



Já a Chevrolet associou-se ao grupo norte-americano de música alternativa OK Go para a promoção do Sonic, modelo que tem o papel de músico, tocando a música “Needing/Getting”, enquanto no seu interior segue, cantando e rindo, o grupo, autor da dita:



Para finalizar e um patamar oposto, veja o projecto “Chromatic”, desenvolvido pela Infiniti no início do ano com a Megadon Betamax do DJ Mostyn, em que se transmite toda a essência da marca de luxo norte-americana. “A performance corre nas veias da nossa família”, é a assinatura defendida neste projecto onde os modelos da marca são usados como ferramentas para a expressão criativa. Um trecho musical onde cada batida, cada impulso e cada nota recorre, apenas e só, a sons feitos ou provocados por modelos Infiniti:



E pronto, é tudo por hoje. Espero que tenha apreciado estas obras-primas da cena musical e que regresse para a semana para mais um tema Trendy Wheels!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

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