Entre as Rochas e o Mar


A Casa de Chá da Boa Nova de Álvaro Siza Vieira é pura integração da arquitectura no Lugar. Amplas janelas envidraçadas, onde se vê o céu, o mar e a terra.

A chegada à casa de chá é feita por um percurso exterior que articula uma série de plataformas a cotas diferenciadas que permitem explorar diferentes enquadramentos e percepções entre a obra e a natureza. A obra evoca a tranquilidade, modelada pela luz natural, pelas inflexões da morfologia do edifício, por percursos exteriores e interiores, em que a intrínseca relação entre o sítio e o projecto são o factor essencial no modo como o edifício se vai diluindo face à imponência dos maciços rochosos onde assenta, tornando-se parte integrante da construção.

“Quem Matou a Casa de Chá?” foi um artigo publicado pelo público num tom de desabafo de alguém que que se habituou a ver as telhas partidas, e o estado degradado em que se te encontrado. A boa notícia para os amantes de arquitectura, para os que gostam de contemplar o mar e aos apreciadores de uma boa refeição, a Casa de Chá da Boa Nova reabre em Junho, com um restaurante do Chef Rui Paula.

“Foi amor à primeira vista(…)Nunca vi um sítio tão bonito, tem um encanto especial.” (R.P)






1 comentário:

Helena Branquinho disse...

Casei-me aqui, num soalheiro dia de Novembro :)
Também foi amor à primeira vista!! Adoro!!

www.helenabranquinho.com